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	<title>Bancário &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Bancário &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>TST reconhece natureza salarial de verba paga “por fora” como previdência</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tst-reconhece-natureza-salarial-de-verba-paga-por-fora-como-previdencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 06:34:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Horas Extras]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza salarial]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
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					<description><![CDATA[A SDI-1 restabeleceu decisão do TRT que determinou a integração da verba ao salário. O colegiado entendeu que a 2ª turma do TST, ao afastar essa conclusão, reexaminou provas, em afronta à súmula 126. A SDI-1 &#8211; Subseção I Especializada em Dissídios Individuais do TST restabeleceu decisão do TRT da 9ª região que reconheceu a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8d5cc837d80c41f9432832c200ce5123">A SDI-1 restabeleceu decisão do TRT que determinou a integração da verba ao salário. O colegiado entendeu que a 2ª turma do TST, ao afastar essa conclusão, reexaminou provas, em afronta à súmula 126.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A SDI-1 &#8211; Subseção I Especializada em Dissídios Individuais do TST restabeleceu decisão do TRT da 9ª região que reconheceu a natureza salarial de parte dos valores pagos a bancário a título de previdência privada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado concluiu que a 2ª turma,&nbsp;ao afastar esse entendimento,&nbsp;reexaminou indevidamente as provas, em afronta à&nbsp;súmula 126 da Corte, que veda a revisão do conjunto fático-probatório em recurso de revista e de embargos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo julgamento, a SDI-1 também afastou o pagamento de horas extras ao entender que o bancário, nos cargos de gerente regional e head regional, exercia função de gestão.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entenda o caso</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O bancário trabalhou por décadas na <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">instituição financeira</a>, tendo exercido, no período final do contrato, cargos de alta hierarquia, como gerente regional e, posteriormente, head regional, responsável pela gestão de outros gerentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, alegou que, entre 2004 e 2006, o banco efetuava pagamentos mensais a título de previdência privada. Embora formalmente vinculados a plano previdenciário, os valores podiam ser resgatados em curto prazo e, segundo o trabalhador, eram calculados com base no salário e no desempenho, funcionando como complemento da remuneração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, pediu o reconhecimento da natureza salarial da parcela, com sua integração ao salário e reflexos nas demais verbas trabalhistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco sustentou que os depósitos correspondiam a benefício previdenciário destinado a executivos, sem natureza salarial, e que parte dos valores era utilizada para custear despesas pessoais, como gastos com veículo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juízo de primeiro grau julgou improcedente o pedido. Já o TRT da 9ª Região, com base em prova documental e testemunhal, concluiu que parte dos valores tinha natureza salarial, por representar retribuição ao trabalho prestado, determinando sua integração à remuneração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o recurso, a 2ª turma do TST reformou essa conclusão e afastou a natureza salarial da parcela. Diante disso, o trabalhador interpôs embargos à SDI-1.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Reexame de provas é vedado no TST</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, o relator, ministro Alberto Bastos Balazeiro, destacou que o TRT reconheceu a natureza salarial da parcela com base no conjunto probatório dos autos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro, ao afastar essa conclusão, a 2ª turma se valeu de trecho da petição inicial reproduzido no relatório do acórdão regional, desconsiderando os demais elementos de prova.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o relator, houve reexame de fatos e provas, o que é vedado em recurso de revista e de embargos, nos termos da&nbsp;súmula 126&nbsp;do TST.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a SDI-1 deu provimento ao recurso para restabelecer a decisão do TRT que reconheceu a natureza salarial da parcela.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Natureza salarial</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No caso, o TRT identificou que parte dos valores, embora formalmente vinculada a plano de previdência, era calculada com base no salário e no desempenho do empregado, evidenciando caráter retributivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o restabelecimento do entendimento, a parcela reconhecida como salarial deve integrar a remuneração para fins de cálculo das demais verbas trabalhistas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Função de gestão&nbsp;afasta horas extras</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo julgamento, a SDI-1 analisou o enquadramento do trabalhador quanto à jornada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado concluiu que, no exercício do cargo de gerente regional, o empregado desempenhava função de gestão, com elevado grau de fidúcia, enquadrando-se no art. 62, II, da CLT, o que afasta o pagamento de horas extras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao cargo de head regional, foi mantido o entendimento de que as atribuições eram ainda mais amplas, reforçando a incompatibilidade com o controle de jornada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, foi afastado o pagamento de horas extras nesses períodos, nos termos da&nbsp;súmula 287.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?conscsjt=&amp;numeroTst=542300&amp;digitoTst=38&amp;anoTst=2008&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=&amp;varaTst=&amp;consulta=Consultar" data-type="link" data-id="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?conscsjt=&amp;numeroTst=542300&amp;digitoTst=38&amp;anoTst=2008&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=&amp;varaTst=&amp;consulta=Consultar">TST-E-RR-542300-38.2008.5.09.0009</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://arq.migalhas.com.br/arquivos/2026/3/728C2D13DC4D9D_E-RR-542300-38_2008_5_09_0009-.pdf" data-type="link" data-id="https://arq.migalhas.com.br/arquivos/2026/3/728C2D13DC4D9D_E-RR-542300-38_2008_5_09_0009-.pdf">Leia o acórdão</a>.</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bancário sequestrado após ser confundido com gerente será indenizado</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancario-sequestrado-apos-ser-confundido-com-gerente-sera-indenizado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 07:33:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Sequestro]]></category>
		<category><![CDATA[TRT da 3ª Região]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[Tribunal reconheceu a responsabilidade objetiva da instituição financeira empregadora pela atividade de risco. A 2ª turma do TRT da 3ª Região determinou o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 30 mil a bancário que foi sequestrado dentro de casa, junto da família, após ser confundido com gerente da instituição financeira.  Conforme [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-088d2839a60724822f307a15ccc04897">Tribunal reconheceu a responsabilidade objetiva da instituição financeira empregadora pela atividade de risco.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 2ª turma do <a href="https://portal.trt3.jus.br/internet" data-type="link" data-id="https://portal.trt3.jus.br/internet">TRT da 3ª Região</a> determinou o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 30 mil a bancário que foi sequestrado dentro de casa, junto da família, após ser confundido com gerente da instituição financeira. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme relatado, três homens invadiram a residência e mantiveram todos como reféns. Estavam no imóvel o bancário, o irmão, os pais e uma prima de sete meses. No processo, o profissional sustentou que os assaltantes acreditavam que ele era o gerente, vez que trabalhava no banco e tinha nome semelhante ao da verdadeira gerente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda, segundo o empregado, a falha de segurança da instituição teria contribuído para a concretização do roubo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Atividade de risco</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso no TRT, a relatora, desembargadora relatora Gisele de Cássia Vieira Dias Macedo, afirmou que a atividade bancária se enquadra como atividade de risco e, por isso, atrai a responsabilidade objetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não há dúvida de que os empregados que desenvolvem atividades bancárias estão mais sujeitos a riscos de assaltos, especialmente aqueles com acesso aos cofres da agência, como os gerentes”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a magistrada, o fato de o bancário ter sido confundido com a gerente não rompeu a relação entre o crime e o vínculo de emprego. “Nesse cenário, é aplicável a responsabilidade objetiva prevista no parágrafo único do artigo 927 do CC, sendo devida, independentemente de culpa, a indenização pelos danos sofridos”, observou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, reconheceu que as consequências do sequestro são evidentes e dispensam prova, por se tratar de dano presumido. Na quantificação, ponderou o grau de culpa do ofensor, a extensão da lesão e a capacidade econômica das partes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O montante deve ser suficiente para compensar o sofrimento da vítima, sem se converter em um meio de enriquecimento sem causa, e ter o efeito pedagógico, evitando a reincidência do empregador”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhando o entendimento, o colegiado fixou a indenização em R$ 30 mil.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TST: Justiça do Trabalho julgará ação de bancário por descontos indevidos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tst-justica-do-trabalho-julgara-acao-de-bancario-por-descontos-indevidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 07:22:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[descontos indevidos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
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					<description><![CDATA[Restrições de crédito estavam relacionadas ao contrato de trabalho. A Justiça do Trabalho irá julgar ação em que bancário do Banco do Brasil em Brasília/DF pede a condenação da instituição pelas consequências de descontos realizados indevidamente em sua conta corrente. Para a 7ª turma do TST, o pedido está vinculado à relação de emprego com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-e4433eb22d2b440c20fc400bd6424c86">Restrições de crédito estavam relacionadas ao contrato de trabalho.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Justiça do Trabalho irá julgar ação em que bancário do <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/">Banco do Brasil</a> em Brasília/DF pede a condenação da instituição pelas consequências de descontos realizados indevidamente em sua conta corrente. Para a 7ª turma do TST, o pedido está vinculado à relação de emprego com o banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em agosto de 2018, o empregado solicitou afastamento para disputar uma vaga de deputado distrital. Após retornar das eleições, foi informado de que as faltas do período não seriam abonadas e que três meses de salário seriam descontados diretamente de sua conta corrente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dias depois, segundo relatou, recebeu ligação do gerente pedindo que fosse até a agência porque não havia saldo suficiente. Com dívidas, cartão de crédito a vencer e prestação imobiliária pendente, ele solicitou crédito consignado, mas o pedido foi negado sob a justificativa de que não possuía mais limite disponível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco, então, ofereceu um pacote para reunir todas as dívidas em uma só operação. No entanto, o crédito rotativo, o cartão de crédito e o cheque especial foram bloqueados, e o trabalhador passou a ser classificado como &#8220;cliente com alto risco de inadimplência&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, o bancário alegou que o banco somente pagou os valores referentes às faltas em março de 2019, deixando que ele arcasse com juros, encargos e custos do reescalonamento. Pediu a recomposição de todos os limites de crédito, a retirada das restrições de seu CPF e indenização por danos materiais e morais. Para ele, todo o prejuízo teve origem no desconto feito &#8220;sem nenhuma autorização&#8221;, em razão da dupla condição da instituição como empregadora e agente financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, o Banco do Brasil afirmou que houve erro no lançamento do código de frequência, o que gerou os descontos, mas que os valores já haviam sido devolvidos. Argumentou também que a Justiça do Trabalho não teria competência legal para julgar relações de consumo entre cliente e banco, ainda que concomitantes ao vínculo trabalhista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TRT da 10ª região considerou a Justiça do Trabalho competente e condenou o banco a pagar R$ 30 mil por danos materiais e indenização equivalente a dez vezes o salário contratual do empregado por danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso apresentado ao TST, o ministro Cláudio Brandão, relator, destacou que os pedidos decorrem de ato do empregador. Segundo ele, a suspensão dos benefícios bancários foi consequência dos descontos indevidos, situação que colocou o empregado como &#8220;cliente com alto risco de inadimplência&#8221;. O ministro afirmou que, nesse caso, não há como separar as figuras de empregador e instituição financeira, sendo o banco o responsável direto pela lesão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com o relator, pedidos envolvendo crédito imobiliário, empréstimos, juros e cartão de crédito foram formulados em razão da condição do banco como empregador, o que vincula as pretensões ao contrato de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Evandro Valadão ficou vencido.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=180&amp;digitoTst=15&amp;anoTst=2019&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=10&amp;varaTst=0012" data-type="link" data-id="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=180&amp;digitoTst=15&amp;anoTst=2019&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=10&amp;varaTst=0012">RRAg-180-15.2019.5.10.0012</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/9/7FCF41E2CB3EE0_acordao-bb.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/9/7FCF41E2CB3EE0_acordao-bb.pdf">Leia o acórdão</a>.</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TST: Bancário sequestrado em assalto será indenizado em R$ 300 mil</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tst-bancario-sequestrado-em-assalto-sera-indenizado-em-r-300-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 06:19:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ação trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Assalto]]></category>
		<category><![CDATA[Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Sequestro]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
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					<description><![CDATA[Justiça decidiu que o valor se refere ao impacto emocional do crime, já que a incapacidade para o trabalho foi reparada anteriormente. O TST reviu o valor da indenização a ser paga pelo Banco do Brasil a funcionário que foi vítima de extorsão mediante sequestro, fixando-o em R$ 300 mil. Tal quantia destina-se exclusivamente a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-60954d794cd6bc2c71dee3a73fd51211">Justiça decidiu que o valor se refere ao impacto emocional do crime, já que a incapacidade para o trabalho foi reparada anteriormente.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.tst.jus.br/" data-type="link" data-id="https://www.tst.jus.br/">TST</a> reviu o valor da indenização a ser paga pelo <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/">Banco do Brasil</a> a funcionário que foi vítima de extorsão mediante sequestro, fixando-o em R$ 300 mil. Tal quantia destina-se exclusivamente a compensar o impacto psicológico resultante do crime, não abrangendo a incapacidade laboral do bancário, que já foi objeto de reparação por danos materiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso envolveu um assistente de negócios de uma agência bancária em Nova Resende/MG que, em março de 2020, foi mantido refém em sua residência, juntamente com sua esposa, por criminosos armados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manhã seguinte, a filha e o neto do bancário também foram feitos reféns. Parte dos criminosos levou os familiares para um cativeiro, enquanto o restante forçou o bancário a transportar dinheiro da agência para um veículo, antes de abandoná-lo sem informações sobre o paradeiro de seus entes queridos. Posteriormente, os reféns foram libertados em uma área rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação trabalhista, o bancário relatou que toda a família necessitou de acompanhamento psicológico e psiquiátrico devido ao trauma. Ele alegou que o abalo psicológico o afastou do trabalho por incapacidade total e temporária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juízo de primeira instância havia fixado a indenização por dano moral em R$ 500 mil, negando, contudo, a reparação por dano material, sob o argumento de que o empregado continuava a trabalhar, ainda que remotamente, e que sua incapacidade era parcial e temporária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TRT da 3ª região manteve a condenação por dano moral no valor original, mas também reconheceu o direito à reparação por lucros cessantes, correspondente ao período de incapacidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o recurso do Banco do Brasil, o ministro Amaury Rodrigues, relator do caso, esclareceu que a indenização por danos extrapatrimoniais deve se limitar ao abalo psicológico decorrente do sequestro, uma vez que os prejuízos financeiros já foram devidamente indenizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua análise, a manutenção do valor de R$ 500 mil pelo TRT, somada à indenização por danos materiais, configuraria uma duplicidade e um excesso na fixação do dano moral.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=10259&amp;digitoTst=64&amp;anoTst=2021&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=03&amp;varaTst=0081&amp;submit=Consultar" data-type="link" data-id="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=10259&amp;digitoTst=64&amp;anoTst=2021&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=03&amp;varaTst=0081&amp;submit=Consultar">RR-10259-64.2021.5.03.0081</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/6/8DF36BFE35435F_tst333.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/6/8DF36BFE35435F_tst333.pdf">Leia aqui o acórdão</a>.</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bancário firma acordo em ação de doença ocupacional e vai receber R$ 4,5 milhões</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancario-firma-acordo-em-acao-de-doenca-ocupacional-e-vai-receber-r-45-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jun 2025 06:13:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílio-Doença]]></category>
		<category><![CDATA[Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Nacional da Conciliação Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[TRT-14]]></category>
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					<description><![CDATA[TRT-14 homologou acordo em que banco vai pagar R$ 4,5 milhões a bancário por doenças ocupacionais A conciliação marca um dos maiores valores registrados até agora na Semana da Conciliação. O caso envolve um bancário que trabalhou por mais de 17 anos em uma instituição financeira, e adquiriu doenças ocupacionais decorrentes de trabalho com esforço [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5f1c94478832447ef93d8c3850e10349">TRT-14 homologou acordo em que banco vai pagar R$ 4,5 milhões a bancário por doenças ocupacionais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A conciliação marca um dos maiores valores registrados até agora na Semana da Conciliação. O caso envolve um bancário que trabalhou por mais de 17 anos em uma instituição financeira, e adquiriu doenças ocupacionais decorrentes de trabalho com esforço repetitivo e posturas inadequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalhador foi afastado em 2022 por auxílio-doença e, posteriormente, aposentado por invalidez. A audiência foi conduzida pela juíza do Trabalho Fernanda Antunes Marques Junqueira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A instituição bancária, representada por seus advogados, chegou a um acordo com a parte autora, também representada pelo advogado, para compensar os danos causados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo prevê o pagamento de R$ 4,5 milhões ao trabalhador e R$ 500 mil a seus advogados, em duas parcelas (4/6 e 10/7/2025). A empresa também arcará com os honorários periciais, sem incidência de impostos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Acordo é humanização</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A homologação do acordo ocorreu por videoconferência, com as partes confirmando o acordo virtualmente. O processo segue para o gabinete de origem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza responsável pela condução da audiência reforçou a importância da conciliação. “Mais do que um resultado financeiro expressivo, este acordo demonstra o sucesso da conciliação como instrumento de humanização da Justiça. Ao optar pelo diálogo, as partes demonstram que a busca pelo consenso é uma alternativa eficaz para a construção de uma sociedade mais pacífica.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TRT-14 lidera o número de conciliações de segundo grau entre os tribunais de pequeno porte do país, segundo dados disponíveis no painel oficial do Conselho Superior da Justiça do Trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha nacional, coordenada pelo CSJT, busca fortalecer o Judiciário como agente de pacificação social, promovendo o diálogo e a resolução consensual de conflitos trabalhistas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 0000261-84.2024.5.14.0041</h4>
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		<item>
		<title>Demissão durante tratamento de câncer gera reintegração e dano moral</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/demissao-durante-tratamento-de-cancer-gera-reintegracao-e-dano-moral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 08:48:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[demissão discrminatória]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[TRT-2]]></category>
		<category><![CDATA[Vara do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Justiça do Trabalho considerou demissão de bancário em tratamento de câncer discriminatória e ordenou reintegração A juíza Julia Pestana Manso de Castro, da 6ª Vara do Trabalho da Zona Sul de São Paulo, determinou, em decisão liminar, a reintegração imediata na função e restabelecimento do plano de saúde em 48 horas a bancário dispensado durante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5d11bf0c1e280087b73b7e80f209f438">Justiça do Trabalho considerou demissão de bancário em tratamento de câncer discriminatória e ordenou reintegração</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza Julia Pestana Manso de Castro, da 6ª Vara do Trabalho da Zona Sul de São Paulo, determinou, em decisão liminar, a reintegração imediata na função e restabelecimento do plano de saúde em 48 horas a <strong>bancário</strong> dispensado durante tratamento de câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ato foi considerado discriminatório, sendo a instituição obrigada a pagar os salários do período e reflexos, indenizar o trabalhador pelo dano material relativo aos gastos com convênio médico e arcar com o valor de R$ 30 mil a título de dano moral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O homem contou que foi submetido a cirurgia para retirada parcial da tireoide em razão de carcinoma e, três anos depois, foi dispensado, ainda durante o tempo de remissão da doença, que é de cinco anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, o empregador alegou que o desligamento se deu por baixo desempenho, porém não juntou ao processo as avaliações do empregado no período. Uma testemunha ouvida nos autos declarou que a atuação do profissional era “ok”, considerada dentro da média pelo juízo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sentença, a juíza citou a Constituição, convenções da Organização Internacional do Trabalho ratificadas pelo Brasil e a Súmula 443 do Tribunal Superior do Trabalho, que presume discriminatória a despedida de empregado com doença grave que suscite estigma ou preconceito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Julia Castro também mencionou a Lei 14.238/21 (Estatuto da Pessoa com Câncer), a qual dispõe que nenhuma pessoa nessa condição será objeto de negligência, discriminação ou violência, sendo que o atentado a esses direitos será punido na forma da lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Caracterizada a dispensa discriminatória, é certo o desrespeito ao princípio da dignidade humana, o que impõe o ressarcimento postulado”, concluiu a magistrada. <strong>O processo corre em segredo de justiça.</strong></p>
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		<item>
		<title>Juíza condena banco a enquadrar analista de relacionamento como bancário</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/juiza-condena-banco-a-enquadrar-analista-de-relacionamento-como-bancario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 07:53:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[analista de relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[NuBank]]></category>
		<category><![CDATA[princípio da primazia da realidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Regional do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Autor da ação comprovou que desempenhava funções de bancário Esse foi o fundamento adotado pela juíza Mariana Nascimento Ferreira, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, para condenar o NuBank a pagar a diferença de piso salarial da categoria dos bancários e dos reajustes previstos nas normas coletivas a um ex-funcionário que foi registrado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-534b13f41243b357666a94f511263092">Autor da ação comprovou que desempenhava funções de bancário</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi o fundamento adotado pela juíza Mariana Nascimento Ferreira, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, para condenar o NuBank a pagar a diferença de piso salarial da categoria dos bancários e dos reajustes previstos nas normas coletivas a um ex-funcionário que foi registrado em outra função.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso concreto, o autor alega que foi contratado pela Nu Pagamentos S.A — uma unidade de negócio do grupo financeiro —, mas que realizava atividades de outra empresa do grupo, a Nu Financeira S/A — Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o autor, durante todo o período em que trabalhou na empresa exercia atividades inerentes aos produtos do grupo como concessão de crédito, negociação de faturas em atraso, empréstimos e investimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reclamada, por sua vez, defendeu que o trabalhador exercia a função de analista de relacionamento com o cliente e que sob qualquer ângulo, a Nu Pagamentos e a Nu Brasil Serviços não são bancos ou instituições financeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, a magistrada explicou que o enquadramento sindical, nos termos do artigo 511, §2º, da CLT, é feito a partir da definição das atividades preponderantes do empregador, salvo quanto aos profissionais de categoria profissional diferenciada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O art. 17, da Lei nº 4.595/64, a seu turno, determina que se enquadram como instituições financeiras as pessoas jurídicas cuja atividade principal ou acessória seja a coleta, intermediação ou aplicação de recursos financeiros próprios ou de terceiros”, escreveu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza também pontuou que os depoimentos das testemunhas do autor corroboram a tese de que as empresas do grupo econômico atuam em conjunto como um verdadeiro empregador único.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“De consequência, condeno as reclamadas ao pagamento dos benefícios inerentes à categoria, a se saber, do auxílio-refeição, auxílio cesta alimentação, décima terceira cesta alimentação, PLR e vale-cultura, conforme valores e períodos previstos nas CCTs dos bancários acostadas”, resumiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a magistrada deu prazo de cinco dias após o trânsito em julgado e intimação, para que a empresa faça a anotação correta no contrato de trabalho do reclamante sob pena de multa revertida ao trabalhador.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Documento_4dd2f68-3-3.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></h6>



<h6 class="wp-block-heading">Processo 1000977-83.2023.5.02.0067</h6>
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		<item>
		<title>Itaú condenado a indenizar bancário que transportava valores</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/itau-condenado-a-indenizar-bancario-que-transportava-valores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[Condenado]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Regional do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Um banc&#225;rio obrigado a transportar valores receber&#225; R$ 10 mil de indeniza&#231;&#227;o por danos morais do Ita&#250; Unibanco. A decis&#227;o foi da ju&#237;za Vanessa Reis Brisolla, em atua&#231;&#227;o na 8&#170; Vara do Trabalho de Bras&#237;lia.&#160; Segundo ela, esse tipo de atividade &#233; de risco e, por isso, normalmente, &#233; executada por empresas especializadas. O empregador [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>Um banc&aacute;rio obrigado a transportar valores receber&aacute; R$ 10 mil de indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais do Ita&uacute; Unibanco. A decis&atilde;o foi da ju&iacute;za Vanessa Reis Brisolla, em atua&ccedil;&atilde;o na 8&ordf; Vara do Trabalho de Bras&iacute;lia.&nbsp;</p>
<p>Segundo ela, esse tipo de atividade &eacute; de risco e, por isso, normalmente, &eacute; executada por empresas especializadas. O empregador que submete seus empregados a esse tipo de tarefa, de acordo com a magistrada, infringe o artigo 5&ordm; da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal.</p>
<p>&quot;Penso que o empregador n&atilde;o pode submeter o empregado banc&aacute;rio a transportar valores, pois isso p&otilde;e em risco a sua integridade f&iacute;sica, na medida em que n&atilde;o est&aacute; preparado para executar essa atividade. Al&eacute;m disso, penso que em raz&atilde;o do risco da atividade, o empregado &eacute; submetido a um estado de tens&atilde;o psicol&oacute;gica, pois, ainda que nenhum assalto ou sequestro aconte&ccedil;a, &eacute; de se presumir o medo e a inseguran&ccedil;a que o empregado sente ao praticar essa atividade&quot;, analisou a ju&iacute;za.</p>
<p>Conforme informa&ccedil;&otilde;es dos autos, durante alguns meses, entre os anos de 2010 e 2011, o empregado foi obrigado a transportar valores e documentos entre a ag&ecirc;ncia da quadra 516 da Asa Sul e um Posto de Atendimento Banc&aacute;rio (PAB) localizado no interior da empresa Sanoli Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio de Alimenta&ccedil;&atilde;o Ltda.&nbsp;</p>
<p>Uma testemunha relatou que o banc&aacute;rio, nesse trajeto, carregava cheques, dinheiro trocado, bem como cart&atilde;o de d&eacute;bito e cr&eacute;dito.</p>
<p>Fonte: TRT-10</p>
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