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	<title>aumento de IOF &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Aumentar IOF vai na contramão do que economia precisa para recuperação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de imposto]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de IOF]]></category>
		<category><![CDATA[IOF aumenta inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[FGV critica aumento da IOF. Gera aumento de custos para a economia inteira. Aumentar imposto neste momento, com carga tributária já elevada e inflação no acelerador não tem sentido, diz pesquisadora A decisão de aumentar a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para financiar o programa Auxílio Brasil é mais uma opção pela saída [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>FGV critica aumento da IOF. Gera aumento de custos para a economia inteira. Aumentar imposto neste momento, com carga tributária já elevada e inflação no acelerador não tem sentido, diz pesquisadora</p>
<p></p>
<p>A decisão de aumentar a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para financiar o programa Auxílio Brasil é mais uma opção pela saída fácil de colocar o contribuinte para pagar custos adicionais. A avaliação é da pesquisadora de finanças públicas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) Juliana Damasceno.</p>
<p> </p>
<p>“A arrecadação por IOF é rápida e em larga escala, mas gera aumento de custos para a economia inteira. Aumentar imposto neste momento, com carga tributária já elevada e inflação no acelerador, não faz sentido”, afirma Juliana. “Isso vai na contramão do que a economia precisa para se recuperar. É uma nova queda de renda disponível, agora por aumento de taxação. A perspectiva de consumo para os próximos meses fica bastante desfavorável.”</p>
<p> </p>
<p>Para ela, revisar gastos ineficientes, como benefícios fiscais, seria uma solução mais adequada para o Auxílio caber no Orçamento.</p>
<p> </p>
<p>A pesquisadora ressalta que o risco de acomodar custos de forma indiscriminada faz parte do problema da incapacidade do País em rever despesas, que levou ao congelamento de gastos em termos reais por 20 anos.</p>
<p> </p>
<p>Ela também questiona o fato de a decisão sobre o IOF ter acontecido no mesmo dia em que o governo elevou de 6,2% para 8,4% a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2021.</p>
<p> </p>
<p>“Pode ser revista com a mudança no IOF, porque o canal de custo fica mais caro. É uma má notícia para empresas e cidadãos, porque reforça a pressão inflacionária, encarece empréstimos com Selic já bastante alta. Na prática, tem juro maior e imposto maior”, diz a pesquisadora.</p>
<p> </p>
<p><strong>Quando eu pago IOF?</strong></p>
<p>Alguns exemplos mais comuns de cobrança do IOF no dia a dia incluem:     </p>
<p>Comprar ou vender moeda estrangeira;</p>
<p> </p>
<p>Fazer um empréstimo ou financiamento;</p>
<p> </p>
<p>Usar o cheque especial ou crédito rotativo;</p>
<p> </p>
<p>Resgatar um investimento;</p>
<p> </p>
<p>Fazer um seguro;</p>
<p> </p>
<p>Usar o cartão de crédito em compras fora do país (online ou presencialmente); </p>
<p> </p>
<p>Atrasar o pagamento da fatura (pois o valor entra no rotativo).</p>
<p>Fonte: Estadão Conteúdo e Isto É Dinheiro com edição da Comunicação do SEEB de Santos e Região</p>
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