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	<title>Aumenta emprego com carteira set 2026 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Taxa de desemprego cai para 5,3%, a menor para o trimestre até agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 14:53:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aumenta emprego com carteira set 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Cai desemprego setembro 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Mercado de trabalho atingiu recorde de ocupados e carteira assinada A taxa de desemprego no trimestre encerrado em agosto ficou em 5,3%,&#160;a menor já registrada para o período desde 2012, quando se inicia a série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, o instituto registrou recorde no número de trabalhadores ocupados, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Mercado de trabalho atingiu recorde de ocupados e carteira assinada</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desemprego no trimestre encerrado em agosto ficou em 5,3%,&nbsp;a menor já registrada para o período desde 2012, quando se inicia a série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, o instituto registrou recorde no número de trabalhadores ocupados, carteira assinada, massa salarial e contribuição para a previdência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O desempenho do desemprego no período de três meses até agosto representa recuo em relação ao trimestre móvel até maio (5,6%) e em comparação ao mesmo período de 2025 (5,6%). De acordo com a Secretaria de Política Econômica (SPE)&nbsp;do Ministério da Fazenda, o resultado veio em linha com a expectativa de analistas do mercado.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados fazem parte da <a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/3086/pnacm_2026_ago.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios</strong></a> (Pnad) Contínua, divulgada nesta terça-feira (29).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O levantamento mostra&nbsp;que no trimestre até agosto a população ocupada atingiu 103,5 milhões de pessoas, a maior já registrada. Esse contingente representa alta de 0,8% em relação ao trimestre até maio, isto é, mais 774 mil trabalhadores.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa revela ainda que os grupamentos de atividade que puxaram a alta da ocupação foram a indústria geral (crescimento de 2%, ou mais 265 mil pessoas) e construção (4,1%, ou mais 306 mil pessoas).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Carteira assinada na máxima</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O número de empregados do setor privado com carteira assinada atingiu 39,5 milhões, também&nbsp;recorde.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A população desocupada terminou o período em 5,8 milhões de pessoas, recuo de 4,6% (menos 281 mil) na comparação com o trimestre de março a maio.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A população desalentada, formada por aquelas pessoas que sequer procuram trabalho pois acreditam que não vão encontrar, somou 2,4 milhões até agosto &#8211;&nbsp;patamar estável em relação ao trimestre anterior e 11,9% menor (menos 317 mil) em relação ao mesmo período de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A taxa de informalidade &#8211; proporção de trabalhadores informais na população ocupada &#8211; foi de 37,5%, o que representa 38,8 milhões de pessoas. No trimestre anterior era 37,3%.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e 13º salário.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Massa salarial recorde</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O rendimento mensal médio do trabalhador ficou em R$ 3.777. No trimestre até maio era R$ 3.752.&nbsp;O maior já registrado foi R$ 3.804, no primeiro trimestre de 2026.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A massa salarial, somatório dos salários de todos os trabalhadores, dinheiro que acaba sendo usado para consumo, pagamento de dívidas, investimentos e poupança, alcançou R$ 385,6 bilhões, a maior da série, com crescimento de 1,4% no trimestre (mais R$ 5,2 bilhões) e de 4,8% (mais R$ 17,5 bilhões) em um ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Recorde de contribuintes para a Previdência</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>De acordo com a Pnad, o Brasil atingiu o maior número já apurado de trabalhadores contribuintes para institutos de previdência, 68,5 milhões de pessoas. Isso representa que de cada 100 trabalhadores, 66,2 contribuem.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contribuir para institutos de Previdência, o trabalhador adquire garantias&nbsp;como aposentadoria, benefício por incapacidade e pensão por morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O IBGE considera contribuintes os empregados, empregadores, trabalhadores domésticos e por conta própria que tenham contribuído para institutos de Previdência oficial federal (INSS ou Plano de Seguridade Social da União), estadual ou municipal.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Retrato do mercado de trabalho</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O menor desemprego já registrado pela Pnad foi 5,1%, no último trimestre de 2025. A maior taxa já constatada foi 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.</strong></p>
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