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	<title>Aum &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Salário mínimo de R$ 1.320 entrou em vigor  segunda 1º de Maio</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/salario-minimo-de-r-1-320-entra-em-vigor-nesta-segunda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 13:08:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[1º de Maio e salário mínimo]]></category>
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					<description><![CDATA[Valor era previsto no Orçamento, mas gastos do INSS atrasaram reajuste A partir de segunda-feira (1º de Maio), o trabalhador que recebe salário mínimo tem o segundo reajuste do ano. A remuneração mensal passou de R$ 1.302 para R$ 1.320. A&#160;medida provisória&#160;com o aumento foi publicada em edição extra do&#160;Diário Oficial da União.&#160; O valor [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Valor era previsto no Orçamento, mas gastos do INSS atrasaram reajuste</h4>



<p></p>



<p>A partir de segunda-feira (1º de Maio), o trabalhador que recebe salário mínimo tem o segundo reajuste do ano. A remuneração mensal passou de R$ 1.302 para R$ 1.320. A&nbsp;medida provisória&nbsp;com o aumento foi publicada em edição extra do&nbsp;<em>Diário Oficial da União</em>.&nbsp;</p>



<p>O valor de R$ 1.320 originalmente estava previsto no Orçamento Geral da União de 2023. No entanto,&nbsp;foi adiado em quatro meses porque o salário mínimo neste valor não permitiria pagar os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) durante todo o ano.</p>



<p>O aumento para R$ 1.320 ficou em&nbsp;discussão porque os R$ 6,8 bilhões destinados pela Emenda Constitucional da Transição se mostraram insuficientes para bancar o aumento dos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) atrelados ao salário mínimo. Isso porque a forte concessão de aposentadorias e pensões no segundo semestre do ano passado criou impacto maior que o estimado para os gastos do INSS neste ano.</p>



<p>De acordo com o Ministério da Fazenda, além dos R$ 6,8 bilhões, o governo precisaria de R$ 7,7 bilhões para bancar o aumento do salário mínimo para R$ 1.320 ainda em janeiro. Inicialmente, a equipe econômica queria adiar o reajuste para 2024, mas o governo conseguiu encontrar recursos para o novo aumento do mínimo. O dinheiro veio do recadastramento do Bolsa Família, que eliminou 1,2 milhão de beneficiários em situação irregular apenas em abril.</p>



<p>“O relator [do Orçamento], depois que o projeto foi encaminhado ao governo federal, reforçou o orçamento do Ministério da Previdência em R$ 6,8 bilhões. Só que esse recurso foi consumido pelo andar da fila do INSS [redução da fila de pedidos]. A partir do início do processo eleitoral, a fila começou a andar”, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em janeiro.</p>



<p>Segundo o ministro, a aceleração da inclusão de aposentadorias e pensões consumiu os R$ 6,8 bilhões. “Pedimos para a Previdência refazer os cálculos, para repassar na mesa de negociação que será aberta com os sindicatos. O presidente cumpre a palavra este mês e cumprirá a palavra este ano [sobre a valorização do salário mínimo acima da inflação]”, acrescentou o ministro na ocasião.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Projeto</h4>



<p>Após os dois reajustes deste ano, um em janeiro e outro agora em maio, o governo busca discutir uma política de valorização permanente do salário mínimo a partir de 2024. Na última sexta-feira (28), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, informou que o governo em breve enviará um projeto de lei que&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-04/luiz-marinho-confirma-isencao-do-ir-para-quem-ganha-ate-r-2640" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>retoma a fórmula que vigorou de 2012 até 2019</strong></a>.</p>



<p>Pela política anterior, o salário mínimo era corrigido pela inflação do ano anterior, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)&nbsp;e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Caso o PIB encolha, haverá apenas a reposição pela inflação. O Ministério da Fazenda defendia outra fórmula, que incluiria a variação do PIB&nbsp;<em>per capita</em>&nbsp;e teria impacto menor no Orçamento, mas foi vencido.</p>
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