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	<title>audiência &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>audiência &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Banco é condenado após ausência de advogado em audiência por suposta chuva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 07:38:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ação rescisória]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal Superior do Trabalho - TST]]></category>
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					<description><![CDATA[TST manteve a decisão, considerando a justificativa insuficiente, uma vez que outras partes compareceram ao evento A SDI-2 do TST manteve a condenação de banco que tentou anular revelia alegando a ausência de seu preposto na audiência devido a fortes chuvas em Salvador/BA. O tribunal considerou que a justificativa não configurou motivo relevante para a [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-23ccbfc89c8e73356c76929aecfb080e">TST manteve a decisão, considerando a justificativa insuficiente, uma vez que outras partes compareceram ao evento</h4>



<p>A SDI-2 do TST manteve a condenação de banco que tentou anular revelia alegando a ausência de seu preposto na audiência devido a fortes chuvas em Salvador/BA. O tribunal considerou que a justificativa não configurou motivo relevante para a ausência.</p>



<p>Durante a audiência, o advogado do banco argumentou que as chuvas intensas desde o dia anterior provocaram grandes engarrafamentos e solicitou adiamento. O pedido foi negado, resultando na condenação do banco à revelia e no pagamento de diversas parcelas.</p>



<p>A sentença foi confirmada pelo TRT da 5ª região, que destacou que as chuvas não impediram a presença do juiz, dos servidores, da parte contrária, do advogado do empregado e até do próprio advogado do banco no horário previsto.</p>



<p>Após o trânsito em julgado, o banco ajuizou ação rescisória para anular a decisão, alegando força maior e anexando notícias sobre alagamentos e caos no trânsito de Salvador. Argumentou que era obrigação do juiz adiar a audiência nessas circunstâncias, como ocorreu em outras varas do trabalho na cidade.</p>



<p>O empregado contestou, afirmando que, nos 30 minutos próximos à aplicação da revelia, foram realizadas 30 audiências, cada uma com ao menos seis participantes, demonstrando que as condições climáticas não inviabilizaram a locomoção.</p>



<p>O TRT da 5ª região rejeitou a ação, concluindo que a tese do banco exigiria reexame de fatos e provas do processo original, o que é vedado em ação rescisória por violação de lei, conforme a súmula 410 do TST. Insatisfeito, o banco recorreu ao TST.</p>



<p>O ministro Sergio Pinto Martins, relator, destacou que, embora as chuvas em Salvador sejam fato incontroverso, o ponto central é se o TRT violou a CLT e o CPC ao não considerar essa justificativa relevante para afastar a revelia.</p>



<p>Segundo o ministro, o TST exige prova robusta de impossibilidade de locomoção para afastar a revelia, o que não ocorreu no caso.</p>



<p>Ele lembrou que o adiamento da audiência é uma prerrogativa do juiz, que, tanto em primeira instância quanto no TRT, considerou as condições climáticas insuficientes para justificar a ausência.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje.tst.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0000221-56.2019.5.05.0000/3#e98e5a9" data-type="link" data-id="https://pje.tst.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0000221-56.2019.5.05.0000/3#e98e5a9">000221-56.2019.5.05.0000</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/3ACF1BFA58B8BD_Bancoecondenadoaposausenciadea.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/3ACF1BFA58B8BD_Bancoecondenadoaposausenciadea.pdf">Leia a decisão</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Mulher é condenada após falso testemunho em prol de ex-empregadora</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mulher-e-condenada-apos-falso-testemunho-em-prol-de-ex-empregadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 07:36:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[afirmações falsas]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[Código Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[CTPS - Carteira de Trabalho e Previdência Social]]></category>
		<category><![CDATA[declarações falsas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Falso Testemunho]]></category>
		<category><![CDATA[Mentiras]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público Federal (MPF)]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal (PF)]]></category>
		<category><![CDATA[processo penal]]></category>
		<category><![CDATA[prova judicial]]></category>
		<category><![CDATA[serviços comunitários]]></category>
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					<description><![CDATA[Declarações inverídicas em audiência resultam em condenação penal, decide Magistrado O&#160;juiz Federal substituto Julio Cesar Souza dos Santos, da&#160;5ª vara Federal de Caxias do Sul/RS condenou uma mulher pelo crime de falso testemunho por ter prestado declarações falsas durante uma audiência em um processo penal que envolvia seu ex-empregador. A mulher foi condenada a dois [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-c03b2b46960c645ab1ce90e49b52a729">Declarações inverídicas em audiência resultam em condenação penal, decide Magistrado</h4>



<p>O&nbsp;juiz Federal substituto Julio Cesar Souza dos Santos, da&nbsp;5ª vara Federal de Caxias do Sul/RS condenou uma mulher pelo crime de falso testemunho por ter prestado declarações falsas durante uma audiência em um processo penal que envolvia seu ex-empregador.</p>



<p>A mulher foi condenada a dois anos e quatro meses de reclusão, com a pena substituída por serviços comunitários, prestação pecuniária e multa.</p>



<p>De acordo com o MPF, a acusada, agindo como testemunha compromissada, fez afirmações falsas que beneficiariam seu ex-empregador, que estava sendo acusado de falsificação de documento público.</p>



<p>A acusada alegou, durante o julgamento, que sua CTPS &#8211; Carteira de Trabalho e Previdência Social foi assinada imediatamente após a contratação, o que contrariava suas declarações anteriores ao juízo trabalhista e à autoridade policial. Ela também fez declarações falsas sobre sua relação trabalhista com o ex-empregador, com quem havia feito um acordo na Justiça Trabalhista.</p>



<p>A defesa argumentou que não havia prova de dolo específico e que o depoimento prestado à Polícia Federal não deveria ser usado como prova judicial. Pediram a absolvição com base no princípio &#8220;in dubio pro reo&#8221; (na dúvida, a favor do réu).</p>



<p>O juiz esclareceu que o crime de falso testemunho não requer a prova de dolo específico ou resultado prejudicial à administração da Justiça para ser caracterizado. Ele analisou os depoimentos da ré tanto na PF quanto na Justiça Trabalhista, bem como os documentos relacionados à ação trabalhista da ré contra seu ex-empregador.</p>



<p>O magistrado concluiu que a acusada havia dito a verdade em seus depoimentos iniciais, mas mentiu ao depor perante o juízo criminal, afirmando falsamente que trabalhou por apenas um ano em 2017 e que sua carteira de trabalho foi assinada imediatamente.</p>



<p>O juiz ressaltou que não havia dúvidas sobre a autoria e o dolo, uma vez que a ré tinha pleno conhecimento dos períodos em que trabalhou na empresa e que sua carteira foi assinada apenas após fiscalização do Ministério do Trabalho. Ela fez essas afirmações falsas de forma consciente.</p>



<p>A mulher foi condenada a dois anos e quatro meses de reclusão, com a pena substituída por serviços comunitários, prestação pecuniária e multa, conforme o Código Penal.&nbsp;</p>



<p>O Tribunal não divulgou o número do processo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Presidência da Caixa se compromete com movimento sindical</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/presidencia-da-caixa-se-compromete-com-movimento-sindical/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
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					<description><![CDATA[Cobrança de contratar concursados, abrir novas agências e garantir a manutenção da mesa permanente de negociação foram algumas das conquistas durante a audiência Representantes dos trabalhadores conquistaram compromissos importantes para os empregados da Caixa durante uma audiência com o presidente e vice-presidentes de Gestão de Pessoas e de Clientes, Negócios e Transformações Digitais do banco na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cobrança de contratar concursados, abrir novas agências e garantir a manutenção da mesa permanente de negociação foram algumas das conquistas durante a audiência</p>
<p>Representantes dos trabalhadores conquistaram compromissos importantes para os empregados da Caixa durante uma audiência com o presidente e vice-presidentes de Gestão de Pessoas e de Clientes, Negócios e Transformações Digitais do banco na manhã desta terça-feira, 26. Entre os principais pontos tratados está a manutenção da mesa de negociação permanente, a data para a divulgação do balanço, a contratação de aprovados em concurso e a abertura de novas agências.</p>
<p> </p>
<p>Um dos pontos abordados foi a valorização e a manutenção da mesa permanente de negociação e da negociação coletiva, com as quais o presidente do banco, Pedro Guimarães, se comprometeu respeitar e manter.</p>
<p> </p>
<p>Sobre as manobras no balanço da Caixa que foram noticiadas pela imprensa, o que afetaria diretamente o lucro do banco e a PLR dos trabalhadores, Guimarães não confirmou as informações e garantiu que o balanço será divulgado até sexta-feira, 29, quando na sequência deve ser paga também a PLR dos empregados.</p>
<p> </p>
<p>O presidente da Caixa ainda revelou que pretende realizar um Plano de Demissão Voluntária, oportunizando que bancários que já estão aposentados e que terão idade de aposentadoria, por exemplo, se demitam voluntariamente.</p>
<p> </p>
<p>O movimento sindical cobrou também a contratação dos concursados de 2014. O presidente afirmou que existe a possibilidade de um acordo na ação civil pública que cobra contratações, até o limite de contratações estabelecido pela regra atualmente, em que a Caixa pode ter no máximo 87 mil empregados. Este acordo só aconteceria depois da realização do PDV.</p>
<p> </p>
<h4>Descomissionamentos</h4>
<p>Os dirigentes da Caixa também foram questionados quanto aos descomissionamentos que tem atingido desde a Matriz e até os superintendentes. Para Guimarães, o processo tem acontecido com tranquilidade, respeitando as carreiras e sem reclamações. Os representantes dos trabalhadores reforçaram uma antiga reivindicação dos empregados: que os processos seletivos internos e os descomissionamentos tenham critérios transparentes e objetivos, para acabar com as arbitrariedades no processo.</p>
<p> </p>
<p>Sobre o fechamento de agências, Pedro Guimarães confirmou que algumas serão realmente fechadas, mas que há planos de abertura de novas unidades, atendendo a cobrança do movimento sindical sobre a importância da Caixa em bairros mais distantes ou cidades pequenas, sem nenhuma outra opção de atendimento bancário. Ele também revelou que serão abertas 7 mil novas lotéricas no país.</p>
<p>O principal ponto de discordância durante a reunião foi relacionado às notícias de privatização do banco. Para o presidente, não há plano de privatização do banco, porém há a intenção de abrir o capital de diversas áreas, como a Caixa Cartões e a seguradora, e que isso seria uma posição do Governo Bolsonaro.</p>
<p>A posição do movimento sindical é que esta venda de ativos, das partes mais lucrativas da Caixa, é privatizar o banco. Essa questão ataca frontalmente o papel da Caixa como banco público, o enfraquecendo.</p>
<p>Fonte: Seeb SP</p>
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