<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Audiência ultratividade &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/audiencia-ultratividade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 Jul 2026 12:15:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.2</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>Audiência ultratividade &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Governo defende projeto que prorroga acordos coletivos até nova negociação</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/governo-defende-projeto-que-prorroga-acordos-coletivos-ate-nova-negociacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Audiência ultratividade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ultratividade 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Ultratividade governo apoia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=69276</guid>

					<description><![CDATA[Proposta em debate na comissão retoma a chamada ultratividade, extinta pela reforma trabalhista de 2017. Uma das principais lutas dos bancários na Campanha Salarial! Em audiência na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, 14/07/26, o governo defendeu projeto (PL 3015/25) que prorroga a vigência de acordos e convenções coletivas de trabalho até que haja [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Proposta em debate na comissão retoma a chamada ultratividade, extinta pela reforma trabalhista de 2017. Uma das principais lutas dos bancários na Campanha Salarial!</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em audiência na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, 14/07/26, o governo defendeu projeto (<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1289569-proposta-restaura-validade-de-acordos-coletivos-ate-que-novos-sejam-assinados">PL 3015/25</a>) que prorroga a vigência de acordos e convenções coletivas de trabalho até que haja nova negociação. É a chamada ultratividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses acordos e convenções têm hoje vigência máxima de dois anos. Antes da reforma trabalhista de 2017, a validade permanecia após o fim do prazo estabelecido até que um novo acordo fosse firmado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante das manifestações dos sindicalistas presentes, a deputada Erika Kokay (PT-DF), autora da proposta, disse que vai solicitar ao presidente da comissão, deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), a definição imediata de um relator para o projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando você tem conquistas, muitas vezes ano após ano, conquistas de décadas, que estão incorporadas já no cotidiano do trabalhador e da trabalhadora, e essas conquistas passam a não vigorar mais quando chega o processo de data-base, você estabelece um processo de pressão imensa”, disse a deputada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leonardo Bello, do Ministério do Trabalho, defendeu a proposta, afirmando que países como a França, Espanha, Alemanha e Chile adotam a ultratividade nos acordos trabalhistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“E até mesmo a Argentina, que passou por uma reforma recente de retirada de direitos trabalhistas, reformulou o tradicional regime de ultratividade que existia, mas não o abandonou. Passou a distinguir quais cláusulas permanecem vigentes. Então não são todas, mas ela estabelece algumas cláusulas que vão permanecer vigentes no contrato”, observou Bello.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Via judicial</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para Victor Pagani, do Dieese, a ausência da ultratividade incentiva greves para forçar a abertura de negociações, inclusive pela via judicial. Segundo ele, foram registradas 1.006 greves em 2025, sendo que 438 delas seriam justamente greves de advertência, com prazo determinado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucionais as decisões da Justiça trabalhista a favor da ultratividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto que permite a validade de acordos e convenções coletivas – após o seu prazo de vigência – até que uma nova negociação seja feita, precisa ser aprovado na Comissão de Trabalho e na Comissão de Constituição e Justiça para ser enviado para o Senado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
