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	<title>atos antidemocráticos &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>atos antidemocráticos &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>STF decide que redes devem ser responsabilizadas por conteúdos ilegais</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/stf-decide-que-redes-devem-ser-responsabilizadas-por-conteudos-ilegais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 06:40:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[atos antidemocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[Big techs]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Por 8 a 3, corte declarou Artigo 19 do Marco Civil inconstitucional Por 8 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (26) que as plataformas que operam as redes sociais devem ser responsabilizadas diretamente pelas postagens ilegais feitas por seus usuários. Após seis sessões seguidas para julgar o caso, a Corte [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-bd81f756ff0021871386aa64361bba14">Por 8 a 3, corte declarou Artigo 19 do Marco Civil inconstitucional</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Por 8 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (26) que as plataformas que operam as redes sociais devem ser responsabilizadas diretamente pelas postagens ilegais feitas por seus usuários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após seis sessões seguidas para julgar o caso, a Corte decidiu pela inconstitucionalidade do Artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dispositivo estabelecia que, &#8220;com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura&#8221;, as plataformas só poderiam ser responsabilizadas pelas postagens de seus usuários se, após ordem judicial, não tomarem providências para retirar o conteúdo ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, antes da decisão do STF, as big techs não respondiam civilmente pelos conteúdos ilegais, como postagens antidemocráticas, mensagens com discurso de ódio e ofensas pessoais, entre outras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o final do julgamento, a Corte aprovou uma tese jurídica, que contém as regras que as plataformas deverão seguir para retirar as postagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto final definiu que o Artigo 19 não protege os direitos fundamentais e a democracia. Além disso, enquanto não for aprovada nova lei sobre a questão, os provedores estarão sujeitos à responsabilização civil pelas postagens de usuários.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pela decisão, as plataformas devem retirar os seguintes tipos de conteúdo ilegais após notificação extrajudicial:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Atos antidemocráticos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Terrorismo;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Induzimento ao suicídio e automutilação;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Incitação à discriminação por raça, religião, identidade de gênero, condutas homofóbicas e transfóbicas;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Crimes contra a mulher e conteúdos que propagam ódio contra a mulher;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pornografia infantil;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tráfico de pessoas.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Votos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O último voto sobre a questão foi proferido na sessão desta quinta pelo ministro Nunes Marques, que votou contra a responsabilização direta das redes. O ministro defendeu que a responsabilização direta deve ser criada pelo Congresso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Nunes, a liberdade de expressão é clausula pétrea da Constituição e deve ser protegida. Dessa forma, a responsabilidade pela publicação de conteúdos é de quem causou o dano, ou seja, o usuário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A liberdade de expressão é pedra fundamental para necessária troca de ideias, que geram o desenvolvimento da sociedade, isto é, apenas por meio do debate livre de ideias, o indivíduo e a sociedade poderão se desenvolver em todos os campos do conhecimento humano&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas sessões anteriores, os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Luiz Fux, Dias Toffoli, Luís Roberto Barroso e Cármen Lúcia se manifestaram pela responsabilização. Os ministros André Mendonça e Edson Fachin votaram pela manutenção das atuais regras que impedem a responsabilização direta das redes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carmen Lúcia avaliou que houve uma transformação tecnológica desde 2014, quando a lei foi sancionada, e as plataformas viraram &#8220;donas das informações&#8221;. Segundo a ministra, as plataformas têm algoritmos que &#8220;não são transparentes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Moraes, as big techs impõem seu modelo de negócio &#8220;agressivo&#8221;, sem respeitar as leis do Brasil, e não podem ser uma &#8220;terra sem lei&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entendimento de Dino, o provedor de aplicações de internet poderá ser responsabilizado civilmente pelos danos decorrentes de conteúdos gerados por terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gilmar Mendes considerou que o Artigo 19 é &#8220;ultrapassado&#8221; e que a regulamentação das redes sociais não representa ameaça à liberdade de expressão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cristiano Zanin votou pela inconstitucionalidade do artigo e afirmou que o dispositivo não é adequado para proteger os direitos fundamentais e impõe aos usuários o ônus de acionar o Judiciário em caso de postagens ofensivas e ilegais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ministros Luiz Fux e Dias Toffoli votaram para permitir a exclusão de postagens ilegais por meio de notificações extrajudiciais, ou seja, pelos próprios atingidos, sem decisão judicial prévia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Luís Roberto Barroso diz que a ordem judicial é necessária para a remoção somente de postagens de crimes contra a honra (calúnia, difamação e injúria&#8221;). Nos demais casos, como publicações antidemocráticas e terrorismo, por exemplo, a notificação extrajudicial é suficiente para a remoção de conteúdo, mas cabe às redes o dever de cuidado para avaliar as mensagens em desacordo com as políticas de publicação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Casos julgados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O STF julgou dois casos concretos que envolvem o Marco Civil da Internet e que chegaram à Corte por meio de recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação relatada pelo ministro Dias Toffoli, o tribunal julga a validade da regra que exige ordem judicial prévia para responsabilização dos provedores por atos ilícitos. O caso trata de um recurso do Facebook para derrubar decisão judicial que condenou a plataforma por danos morais pela criação de perfil falso de um usuário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No processo relatado pelo ministro Luiz Fux, o STF discute se uma empresa que hospeda um site na internet deve fiscalizar conteúdos ofensivos e retirá-los do ar sem intervenção judicial. O recurso foi protocolado pelo Google.</p>
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		<title>“Golpe de Estado mata”, diz Flávio Dino durante voto</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/golpe-de-estado-mata-diz-flavio-dino-durante-voto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 07:54:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro de 2023]]></category>
		<category><![CDATA[atos antidemocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Procuradoria-Geral da República (PGR)]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro ainda afirmou que o plano de golpe e os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 são uma “desonra” à memória nacional O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, afirmou, nesta quarta-feira (26/3), que “golpe de Estado mata”, ao comentar sobre os atos antidemocráticos de 8 de janeiro. “Dizem que não [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-3c4d8b9b967a58960d067d0cea4474d7">Ministro ainda afirmou que o plano de golpe e os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 são uma “desonra” à memória nacional</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, afirmou, nesta quarta-feira (26/3), que “golpe de Estado mata”, ao comentar sobre os atos antidemocráticos de 8 de janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Dizem que não morreu ninguém, que em 1º de abril de 1964 não morreu ninguém. Golpe de Estado mata, não importa se é no dia ou anos depois. Golpe de Estado mata, não importa se é no dia ou anos depois”, disse o ministro durante voto se aceita ou não a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete implicados. Eles são acusados, entre outros crimes, de tentativa de golpe de Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dino ainda afirmou que o plano de golpe e os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 são uma “desonra” à memória nacional e às famílias que perderam familiares em “momentos de trevas” do Brasil.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/bolsonaro-vira-reu-saiba-os-proximos-passos-da-acao-no-stf/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/bolsonaro-vira-reu-saiba-os-proximos-passos-da-acao-no-stf/">Bolsonaro vira réu: saiba os próximos passos da ação no STF</a></h5>



<p class="wp-block-paragraph">“Se não morreu ninguém, poderia ter morrido. Essa violência poderia ter atingido enormes proporções”, disse o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio Dino também destacou a participação de policiais e militares entre os envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Muitos dos participantes eram policiais e membros das Forças Armadas, e esses não há dúvida: esses só andam armados. Eu não conheço um que não ande armado, seja da ativa quanto os já reformados. Há alguns que são mais apaixonados pelas suas armas do que pelos seus cônjuges, dormem com as armas debaixo do travesseiro, dormem com as armas na cama, dormem com as armas ao lado da mesa de cabeceira”, disse.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="Flávio Dino vota em sessão que pode tornar Bolsonaro réu | BASTIDORES CNN" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/KqhafQ5sZBE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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