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	<title>Atila Iamarino &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Atila Iamarino: não haverá carnaval em 2022 e pandemia vai durar anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atila Iamarino]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro é o responsável]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro não compra vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[Doutor em Microbiologia pela Universidade de São Paulo reforça que a única forma de superar a covid-19 é combinando vacinação acelerada e medidas fortes de distanciamento social. É bom revelar também que o governo Bolsonaro rejeitou em 2020 a compra de 70 milhões de doses da farmacêutica Pfizer e por diversas vezes ofertas do Instituto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Doutor em Microbiologia pela Universidade de São Paulo reforça que a única forma de superar a covid-19 é combinando vacinação acelerada e medidas fortes de distanciamento social. É bom revelar também que o governo Bolsonaro rejeitou em 2020 a compra de 70 milhões de doses da farmacêutica Pfizer e por diversas vezes ofertas do Instituto Butantan e de outras vacinas</p>
<p></p>
<p> </p>
<p>“O Brasil vai ficar com os casos explodindo e fronteira fechada por uns bons anos, se a gente continuar na estratégia contra a covid que estamos usando agora.” A afirmação é do doutor em microbiologia pela Universidade de São Paulo (USP) Atila Iamarino, na live mais recente que ele apresentou no YouTube, na quarta-feira (31). Diante disso, foi taxativo em prever que não haverá carnaval em 2022, da mesma forma como não houve este ano.</p>
<p> </p>
<p>O divulgador científico afirmou que “o que a gente tá fazendo até agora não resolve a pandemia aqui no Brasil”. Utilizando alegorias para explicar o cenário, disse que não adianta apenas a vacinação, ela tem de vir junto com o lockdown. “Sem essas medidas, isso não vai passar. Não tem carnaval de 2022. Não sou eu falando, estou constatando o que está acontecendo. A gente está com o braço quebrado e se a gente não parar para deixar esse braço se regenerar, ele vai continuar doendo e você vai continuar sem poder usar esse braço. O Brasil não está deixando a ferida da covid cicatrizar.”</p>
<p> </p>
<p>Atila continua seu raciocínio reforçando o que ele mesmo já havia dito, além de um sem número de outros especialistas na área. “As vacinas sozinhas não fazem o trabalho de segurar o vírus. É preciso das medidas de distanciamento social, de fechamento, de máscara”, afirma, acrescentando as conclusões de um estudo sobre o Reino Unido, que usam vacinas com a mesma eficácia que o Brasil. “São suficientes pra impedir o vírus? Não são. Só essas vacinas, mesmo se grandessíssima parte for vacinada, não impedem a transmissão do vírus.”</p>
<p> </p>
<p><strong>Troca de presidente</strong></p>
<p>Outro exemplo usado por ele para mostrar a necessidade urgente da combinação entre medidas claras de distanciamento e imunização eficiente é a melhora consistente na situação da crise nos Estados Unidos. Segundo o biólogo, o país está até ensaiando ter o Dia da Ação de Graças com as pessoas se reunindo no final deste ano, em 25 de novembro.</p>
<p> </p>
<p>Os Estados Unidos eram de longe o país mais crítico no que diz respeito à pandemia, com mortes diárias acima de 3 mil entre dezembro do ano passado e fevereiro deste ano. Porém, neste meio tempo houve a troca de governo. Saiu Donald Trump, “mestre” de Jair Bolsonaro, e entrou Joe Biden, que passou a valorizar as medidas de isolamento sugeridas por toda a comunidade científica internacional, e acelerou a vacinação. Resultado, nas últimas semanas eles raramente superam mil mortes diárias em uma curva claramente descendente.</p>
<p> </p>
<p><strong>Bolsonaro não comprou vacinas em 2020</strong></p>
<p>A farmacêutica Pfizer fez a primeira oferta de 70 milhões de doses em 14 de agosto de 2020 e o governo federal não se interessou. Instituto Butantan ofereceu milhões de doses da CoronaVac ao governo em 30 de julho, 18 de agosto e 7 de outubro. O governo nunca se interessou.</p>
<p> </p>
<p>Além disso, embora o ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, tenha afirmado que encontrou dificuldade em negociações com o consórcio Covax Facility, da Organização Mundial de Saúde (OMS), pessoas ligadas às conversas, segundo apurou matéria da Folha de São Paulo, apontam que foi da pasta a decisão de adquirir doses para apenas 10% da população por meio da iniciativa.</p>
<p> </p>
<p>A Pfizer não foi a única a ter propostas rejeitadas. Documentos mostram que outros laboratórios também tiveram ofertas que previam entregas mais cedo ignoradas, a exemplo do Instituto Butantan, que hoje é responsável por pelo menos 78% das vacinas já distribuídas no país contra a Covid.</p>
<p> </p>
<p><strong>Desumanidade</strong></p>
<p>Aqui no Brasil, por outro lado, os números da covid só sobem e há mais de um mês não tem um dia em que não são registrados pelo menos dois mil óbitos. A chamada média móvel está beirando 3 mil por dia, batendo recorde atrás de recorde. O número oficial de mortes já está acima dos 330 mil, com uma subnotificação estimada em torno de 35%. Segundo a Universidade de Washington, serão mais de 560 mil mortes até meados de julho.</p>
<p> </p>
<p>“A gente podia ter esse discurso de que covid não matava quando era uma pessoa na TV que aparecia morrendo. Agora já é alguém do bairro, do quarteirão, do condomínio, da família, um amigo próximo”, diz Atila Iamarino. “Eu não sei o que a gente precisa ver pra mudar essa situação no Brasil. O meu limiar de desumanidade já passou faz muito tempo, mas aparentemente, pra quem toma decisões, isso ainda não chegou”, conclui.</p>
<p>Crédito: Rovena Rosa/Agência Brasil<br />Fonte: Rede Brasil Atual e Folha de São Paulo com edição da Comunicação do SEEB de Santos e Região</p>
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