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	<title>ataque a Cassi &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>BB coloca em risco Cassi, funcionários e beneficiários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[ataque a Cassi]]></category>
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					<description><![CDATA[BB quebra acordo e não quer fazer aporte financeiro para sobrevivência da Cassi. O governo e a diretoria do banco colocam em risco a saúde dos bancários e seus beneficiários O Banco do Brasil (BB) negou de imediato o pedido de prorrogação do Memorando de Entendimentos feito pelo movimento sindical que negocia uma solução para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>BB quebra acordo e não quer fazer aporte financeiro para sobrevivência da Cassi. O governo e a diretoria do banco colocam em risco a saúde dos bancários e seus beneficiários</p>
<p>O Banco do Brasil (BB) negou de imediato o pedido de prorrogação do Memorando de Entendimentos feito pelo movimento sindical que negocia uma solução para a Caixa de Assistência dos Funcionários (Cassi). O memorando, firmado em 2016 e com validade até dezembro de 2019, garante o aporte extraordinário de cerca de R$ 500 milhões por ano ao Plano Associados, sendo 60% deste valor de responsabilidade do banco e outros 40% de responsabilidade dos associados.</p>
<p> </p>
<p>“Com a negativa, a diretoria do banco coloca em risco a saúde dos funcionários e seus familiares. Caso os recursos não sejam disponibilizados a Cassi não terá como honrar seus compromissos com os credenciados a partir de janeiro do próximo ano”, relata Eneida Koury, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>
<p> </p>
<h4>BB nega GDI</h4>
<p>Outra reivindicação negada foi o adiantamento dos recursos de responsabilidade do banco com o custeio do Grupo de Dependentes Indiretos (GDI). São cerca de R$ 450 milhões, suficientes para recompor reservas exigidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O banco deixou, no entanto, uma fresta da porta aberta, ao responder que a antecipação dos valores do GDI só pode ser avaliada pelo banco conjuntamente com uma solução definitiva para a Cassi.</p>
<p> </p>
<p>O GDI é formado por dependentes indiretos, tais como pais e mães de associados, inscritos na Cassi até o final da década de 1990. Por decisão dos associados, a sua inclusão não é mais permitida, mas o banco arca vitaliciamente com parte do custeio dos dependentes que estavam inscritos até a data da mudança estatutária.</p>
<p> </p>
<h4>BB ameaça não pagar nem o que havia acordado</h4>
<p>No ofício-resposta ao movimento sindical, o BB alega que só aceita um acordo que se enquadre nos parâmetros exigidos pela ANS e pelos órgãos de controle do governo – cobrança por dependente e/ou por faixa etária, implantação da paridade contributiva, auto patrocínio para os futuros aposentados.</p>
<p> </p>
<p>O banco ainda faz uma ameaça velada, escrevendo no ofício que os valores já “previstos em orçamento e não efetivamente desembolsados” pelo banco “podem ter sua disponibilidade comprometida”. Em outras palavras: os recursos reservados para custeio dos compromissos previstos no acordo não aprovado pelos associados em maio deste ano podem não mais estar disponíveis.</p>
<p> </p>
<h4>Mobilização Já</h4>
<p>De acordo com Eneida, a mobilização deve ser imediata contra as ameaças ao plano de saúde e a vida dos funcionários e seus beneficiários. Todos em Defesa da Cassi. “Fiquem alertas as manifestações organizadas pelo sindicato caso o banco continue com o impasse”, finaliza.</p>
<p>Fonte: Contraf e Comunicação do SEEB de Santos e Região</p>
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