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	<title>Ata &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Ata &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Copom eleva a taxa Selic para 13,25% ao ano e reafirma ciclo de aperto monetário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 09:31:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em comunicado divulgado com a decisão, o Copom reforça que pode elevar a taxa Selic em 1 p.p. na próxima reunião, em março Dentro do esperado para a primeira reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, presidida por Gabriel Galípolo, o colegiado reajustou, nesta quarta-feira (29), a taxa básica de juros, a [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5dab16de9a2649f0a2333aeb6a20abe8">Em comunicado divulgado com a decisão, o Copom reforça que pode elevar a taxa Selic em 1 p.p. na próxima reunião, em março</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro do esperado para a primeira reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, presidida por Gabriel Galípolo, o colegiado reajustou, nesta quarta-feira (29), a taxa básica de juros, a Selic, em 1 ponto percentual, de 12,25% para 13,25% ao ano. A decisão era amplamente esperada e, aliás, já estava prevista na ata da última reunião, realizada em dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Votaram favoravelmente à decisão os nove membros do Copom: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em trecho do <a href="https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/20516/nota" data-type="link" data-id="https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/20516/nota">comunicado</a> divulgado com a decisão, o Copom argumenta entender “que essa decisão [de elevar a Selic em 1 p.p.) é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o comunicado repete o que já havia sido antecipado pela ata da reunião de dezembro: “Diante da continuidade do cenário adverso para a convergência da inflação, o Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, um ajuste de mesma magnitude na próxima reunião [a ser realizada em março]”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se confirmado o reajuste, a Selic subirá para 14,25% ao ano, mesmo patamar de 2016, quando a inflação estava em dois dígitos (na casa dos 10,50%), o que não é o caso agora. A inflação encerrou 2024 em 4,83%, 0,33 ponto percentual acima da meta (4,50%), ou seja, um nível nada exorbitante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado ainda diz que, “para além da próxima reunião (…) reforça que a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Confira abaixo a íntegra do comunicado do Copom</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O ambiente externo permanece desafiador em função, principalmente, da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, o que suscita mais dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed. Os bancos centrais das principais economias permanecem determinados em promover a convergência das taxas de inflação para suas metas em um ambiente marcado por pressões nos mercados de trabalho. O Comitê avalia que o cenário externo segue exigindo cautela por parte de países emergentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho tem apresentado dinamismo. A inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação e novamente apresentaram elevação nas divulgações mais recentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus elevaram-se de forma relevante e situam-se em 5,5% e 4,2%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o terceiro trimestre de 2026, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 4,0% no cenário de referência (Tabela 1).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Persiste uma assimetria altista no balanço de riscos para os cenários prospectivos para a inflação. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) impactos sobre o cenário de inflação de uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada; e (ii) um cenário menos inflacionário para economias emergentes decorrente de choques sobre o comércio internacional e sobre as condições financeiras globais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Comitê segue acompanhando com atenção como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. A percepção dos agentes econômicos sobre o regime fiscal e a sustentabilidade da dívida segue impactando, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário mais recente é marcado por desancoragem adicional das expectativas de inflação, elevação das projeções de inflação, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho, o que exige uma política monetária mais contracionista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Copom então decidiu elevar a taxa básica de juros em 1,00 ponto percentual, para 13,25% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da continuidade do cenário adverso para a convergência da inflação, o Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, um ajuste de mesma magnitude na próxima reunião. Para além da próxima reunião, o Comitê reforça que a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.</p>
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