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	<title>Assistente &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Assistente &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Justiça determina incorporação salarial de Asneg do BB em Peruíbe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Assistente]]></category>
		<category><![CDATA[Incorporação]]></category>
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					<description><![CDATA[Na sentença, o juiz deixou claro que o banco “não pode querer reduzir os seus gastos simplesmente suprimindo direitos dos empregados” O Sindicato dos Bancários de Santos e região garantiu na justiça, em primeira instância, a incorporação salarial de uma assistente de negócios (asneg) do Banco do Brasil (BB) de Peruíbe. A trabalhadora foi atingida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na sentença, o juiz deixou claro que o banco “não pode querer reduzir os seus gastos simplesmente suprimindo direitos dos empregados”</p>
<p>O <a href="http://www.facebook.com/santosbancarios" target="_blank">Sindicato dos Bancários de Santos e região</a> garantiu na justiça, em primeira instância, a incorporação salarial de uma assistente de negócios (asneg) do Banco do Brasil (BB) de Peruíbe. A trabalhadora foi atingida pela reestruturação do BB, que fechou a agência onde a bancária atuava, além de outras 401 unidades em todo País. Na Baixada Santista, seis agências foram extintas.</p>
<p> </p>
<p>Por meio de seu Departamento Jurídico, o sindicato ajuizou ação na Vara do Trabalho de Itanhaém em nome da bancária, contra o Banco do Brasil, em 30 de maio. Após mais de 13 anos exercendo função gratificada, a mulher foi descomissionada por causa da reestruturação. Ou seja, ela perdeu o comissionamento sem motivo justo e viu seu salário despencar. O banco informou que desde 1º de fevereiro deste ano a trabalhadora teve reversão do cargo para escriturária.</p>
<p> </p>
<h4>Legitimidade</h4>
<p> </p>
<p>Em sua defesa, o BB tentou desqualificar a atuação do Sindicato na reclamação trabalhista, afirmando que a entidade não poderia defender a bancária. Porém, na sentença o juiz cita o artigo 8º, da Constituição que atribui ao sindicato &#8220;defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>O juiz destacou ainda que “vale registrar que o STF há muito tempo já expôs o entendimento de que o Sindicato possui legitimidade para defesa da classe”.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://santosbancarios.com.br/pesquisas" target="_blank">Preencha a pesquisa Bancári@s da Baixada Santista (leva no máximo 3 minutos)</a></p>
<p> </p>
<p>O banco também alegou que a bancária teria exercido função comissionada por 9 anos e 7 meses, embora houvesse documentos indicando comissionamentos desde 2005. O juiz ressaltou que “ainda que se admitisse o período mencionado pelo reclamado (9 anos e 7 meses), a atitude deve ser reconhecida como obstativa do direito da funcionária, já que houve supressão da verba quando estava faltando apenas e tão somente cinco meses para complementar os dez anos mencionados na Súmula 372, do C. TST”.  </p>
<p> </p>
<p>A sentença aponta, ainda, que a reestruturação não pode ser considerada motivo justo. Em seu entendimento, “justo motivo” diz respeito a quebra de confiança ou alguma outra postura ligada à conduta do funcionário.  “Neste sentido, o empregado não pode ser penalizado por alterações ou reestruturações ocorridas no empregador. O reclamado não pode querer reduzir os seus gastos simplesmente suprimindo direitos dos empregados”.</p>
<p> </p>
<h4>Descaso</h4>
<p> </p>
<p>Na decisão consta também o descaso do banco ao não tentar reduzir os impactos da reestrutuação. Segundo o juiz, o BB não demonstrou tentativa de recolocação da bancária em outra agência em que pudesse ser mantido o cargo de confiança.</p>
<p> </p>
<p>Diante das provas apresentadas, o banco foi condenado a incorporar na remuneração o valor correspondente à média ponderada das gratificações pagas à bancária na última década, &#8220;atualizadas segundo as tabelas de remuneração do Banco e valorizadas até a data da efetiva apuração do adicional de incorporação&#8221;. Também foi determinado o pagamento das diferenças salariais em outras verbas, como horas extras, férias etc.</p>
<p> </p>
<p>“A reestruturação do BB prejudicou bancários, bancárias e clientes. Lutamos contra esse desmonte desde quando foi anunciado e seguiremos lutando, em todos os meios cabíveis, pela garantia de direitos e condições de trabalho dignas para a categoria”, afirma Eneida Koury, presidente do Sindicato.</p>
<p> </p>
<p>Para fortalecer essas e as demais atuações, sempre em defesa da categoria, é fundamental que os bancários se sindicalizem. <a href="http://santosbancarios.com.br/sindicalize-se" target="_blank">A ficha de sindicalização pode ser acessada pelo site</a> ou com os diretores do Sindicato.</p>
<p> </p>
<p>O departamento jurídico, que é representado por escritório de advocacia especializado em bancários e de renome nacional, atende na sede do Sindicato dos Bancários, que fica na Avenida Washington Luiz, 140, Encruzilhada, Santos. Agendamentos e outras informações por meio do telefone 3202-1670.</p>
<p> </p>
<p><strong>&gt;&gt;</strong> <strong>Cadastre-se no whatsapp do Sindicato:</strong> <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui</a> (pelo celular) e informe banco onde trabalha e seu nome.</p>
<p>Crédito: Fabiano Couto<br />Fonte: Imprensa Seeb Santos e Região</p>
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