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	<title>Assembleia Geral das Nações Unidas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Solidariedade com Cuba: Visita da Delegação da Intersindical ao Consulado Geral de Cuba em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 08:23:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Geral das Nações Unidas]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos]]></category>
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		<category><![CDATA[Revolução Cubana]]></category>
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					<description><![CDATA[Na última quarta-feira, 15 de maio, a delegação da Intersindical &#8211; Central da Classe Trabalhadora visitou o Consulado Geral de Cuba em São Paulo, sendo recebida pelo cônsul Benigno Pérez Estiveram presentes na ocasião a Secretária Geral da Intersindical, Nilza Pereira de Almeida, e os membros da direção nacional Ricardo Saraiva Big (Secretário de Relações [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-fb412666809e89c253cbcc5767238db5">Na última quarta-feira, 15 de maio, a delegação da Intersindical &#8211; Central da Classe Trabalhadora visitou o Consulado Geral de Cuba em São Paulo, sendo recebida pelo cônsul Benigno Pérez</h4>



<p>Estiveram presentes na ocasião a Secretária Geral da Intersindical, Nilza Pereira de Almeida, e os membros da direção nacional Ricardo Saraiva Big (Secretário de Relações Internacionais), Pedro Otoni (Secretário de Formação), Elcio Quinta (Presidente do SEEB Santos e Região), Edson Carneiro Índio (Direção Nacional da Intersindical) e Robson Dias (Assessor SEEB Santos e Região).</p>



<p>O objetivo do encontro foi apresentar a <a href="https://intersindicalcentral.com.br/" data-type="link" data-id="https://intersindicalcentral.com.br/">Intersindical</a> ao cônsul recém empossado e reafirmar a solidariedade da central com a Revolução Cubana. Foram destacados o caráter internacionalista da formulação sindical da Intersindical e seu compromisso com a autodeterminação dos povos.</p>



<p>Durante a reunião, o cônsul Benigno Pérez ressaltou a importância da solidariedade internacional a Cuba, especialmente no atual contexto de grandes dificuldades enfrentadas devido ao bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos, que já dura mais de 60 anos. Com o endurecimento das sanções após a administração Trump e a continuidade sob a administração Biden, que produz prejuízos monumentais ao povo cubano.</p>



<p>O cônsul também destacou a relevância do Governo Lula na normalização das relações diplomáticas entre Cuba e Brasil, que foi extremamente prejudicado pelo governo anterior. Atualmente o Governo Brasileiro tem cooperado com Cuba em especial no tema do turismo e da produção agropecuária e segurança alimentar.</p>



<p>Ressaltou-se ainda a necessidade de debater e difundir informações sobre o bloqueio imperialista e envolver o movimento sindical em ações de solidariedade ao povo cubano. O Cônsul enfatizou a importância de conscientizar a sociedade brasileira sobre a real situação cubana, que hoje não pode ser entendida, sem considerar as graves violações do direito internacional impostos pelos EUA à economia do país caribenho.</p>



<p>A Intersindical reafirmou seu compromisso de apoio à causa cubana e a necessidade de ações concretas em prol da solidariedade internacional. Inclusive, a central enviou este ano 7 membros de suas entidades filiadas para participarem do Curso de Formação promovido pela Central de Trabalhadores Cubanos – CTC, para o Ato de 1° de Maio em Havana e para a Conferência Internacional de Solidariedade à Cuba, atividades realizadas entre os dias 22 de abril e 05 de Maio deste ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entenda mais sobre o Bloqueio à Cuba</h4>



<p>Desde 1960, Cuba enfrenta um rigoroso bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos, que se intensificou em 1962 sob a presidência de John F. Kennedy. A justificativa inicial foi o alinhamento de Cuba com a União Soviética durante a Guerra Fria, uma época marcada por tensões geopolíticas. Esse bloqueio, formalmente denominado Embargo Comercial, Econômico e Financeiro, proíbe a maioria das exportações americanas para Cuba e restringe severamente as importações cubanas. O bloqueio tem como objetivo principal derrotar a Revolução Cubana e impor uma restauração capitalista na Ilha, retornando sua condição de protetorado dos EUA, tal como acontece em Porto Rico nos dias atuais.</p>



<p>Atualmente, o bloqueio econômico continua a ser um ponto controverso nas relações internacionais. Diversos países e organizações internacionais, incluindo a Assembleia Geral das Nações Unidas, têm criticado veementemente o embargo, argumentando que ele constitui uma violação dos direitos humanos e um obstáculo ao desenvolvimento econômico de Cuba. O impacto sobre a economia cubana é significativo, resultando em escassez de produtos básicos, limitações no acesso a tecnologias e dificuldades na atração de investimentos estrangeiros. Estima-se que o bloqueio tenha causado prejuízos econômicos superiores a 130 bilhões de dólares ao longo de seis décadas.</p>



<p>Os efeitos do bloqueio são profundamente sentidos pela população cubana, exacerbando problemas sociais e econômicos. A saúde pública, por exemplo, é uma área fortemente afetada, com dificuldades no acesso a medicamentos e equipamentos médicos modernos. Apesar das medidas de flexibilização temporária adotadas durante o governo Obama, as sanções foram novamente “endurecidas” sob a administração Trump, e mantidas pela administração Biden, perpetuando um ciclo de dificuldades. A continuidade do bloqueio viola o direito internacional uma vez que promove de maneira deliberada uma interferência à política interna de um país soberano, além de penalizar, sobretudo, a população civil.</p>
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