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	<title>assédio telefônico &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>assédio telefônico &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Itaú indenizará por cobrança indevida e assédio telefônico a cliente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 08:02:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[assédio telefônico]]></category>
		<category><![CDATA[Cliente]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança Indevida]]></category>
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		<category><![CDATA[prática abusiva]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão ressalta a proteção ao consumidor e a prática abusiva da instituição financeira A 1ª turma Recursal dos Juizados Especiais do DF confirmou a condenação do Itaú Unibanco S.A. ao pagamento de indenização por danos morais a um consumidor. O cliente relatou ter sido cobrado indevidamente por uma dívida de terceiro, recebendo ligações e [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">A decisão ressalta a proteção ao consumidor e a prática abusiva da instituição financeira</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 1ª turma Recursal dos Juizados Especiais do DF confirmou a condenação do <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/">Itaú Unibanco S.A.</a> ao pagamento de indenização por danos morais a um consumidor. O cliente relatou ter sido cobrado indevidamente por uma dívida de terceiro, recebendo ligações e mensagens insistentes durante um ano. Apesar de suas tentativas de resolução, as cobranças só cessaram após o ajuizamento da ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, o banco alegou que a situação já havia sido regularizada e que não havia danos a serem indenizados. Subsidiariamente, requereu a redução do valor da indenização, fixada em R$ 2 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A turma Recursal, entretanto, considerou a relação entre as partes como consumerista, sujeita ao CDC. Os autos comprovaram a quantidade excessiva de ligações e mensagens de cobrança indevida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A cobrança excessiva configura prática comercial abusiva, nitidamente submetendo o consumidor a constrangimento e importunação que ultrapassam a esfera do mero aborrecimento, violando a dignidade do autor a justificar a reparação por dano moral&#8221;, afirmou o relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado julgou o valor de R$ 2 mil adequado e proporcional aos danos sofridos, considerando os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, a situação do consumidor e a capacidade econômica da instituição financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, a condenação do banco ao pagamento de R$ 2 mil por danos morais foi mantida, acrescida de custas processuais e honorários advocatícios de 20% sobre o valor da condenação. A decisão foi unânime.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje2i-consultapublica.tjdft.jus.br/consultapublica/ConsultaPublica/DetalheProcessoConsultaPublica/listView.seam?ca=ccd2989ce88d5c82e898f304a4a5256e6a879b9238107728" data-type="link" data-id="https://pje2i-consultapublica.tjdft.jus.br/consultapublica/ConsultaPublica/DetalheProcessoConsultaPublica/listView.seam?ca=ccd2989ce88d5c82e898f304a4a5256e6a879b9238107728">0733810-65.2024.8.07.0016</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/2B1A447C098FEE_tjdf42.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/2B1A447C098FEE_tjdf42.pdf">Confira aqui o acórdão</a></h4>
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