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	<title>Assedio moral &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Assedio moral &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>Empresa pagará dano moral a trabalhador chamado de &#8220;moleque&#8221; e &#8220;vagabundo&#8221; por chefe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 09:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[abordagem ofensiva]]></category>
		<category><![CDATA[Assedio moral]]></category>
		<category><![CDATA[conduta antissocial]]></category>
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		<category><![CDATA[Ofensas no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento desrespeitoso]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão é do TRT-21. Empresa deverá pagar R$ 4 mil A prática de assédio moral por meio de atos reiterados e capazes de gerar conduta antissocial e reprovável no ambiente de trabalho por parte do empregador deve ser punida com o pagamento de indenização por dano moral. Assim entendeu a a 1ª turma do TRT [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-51829a604c08c2d0a02240c767898fe3">Decisão é do TRT-21. Empresa deverá pagar R$ 4 mil</h4>



<p>A prática de assédio moral por meio de atos reiterados e capazes de gerar conduta antissocial e reprovável no ambiente de trabalho por parte do empregador deve ser punida com o pagamento de indenização por dano moral. Assim entendeu a a 1ª turma do TRT da 21ª região ao condenar empresa ao pagamento de dano moral a trabalhador que era chamado de &#8220;moleque&#8221; e &#8220;vagabundo&#8221; pelo chefe imediato.</p>



<p>Consta nos autos que o chefe insinuava que o trabalhador e outros subordinados &#8220;só trabalhavam sob o chicote&#8221; e também os ameaçava de demissão se não realizassem as tarefas de acordo com o seu desejo.</p>



<p>O juízo de 1º grau condenou a empresa ao pagamento de R$ 5 mil por danos morais. Diante da decisão, a ré recorreu.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ofensas e insinuações</h4>



<p>De acordo com o desembargador Ricardo Luís Espíndola Borges, relator, ficou comprovado o assédio moral no caso.</p>



<p>&#8220;O tratamento desrespeitoso, com abordagem ofensiva, conforme restou demonstrado, por óbvio causou efeitos danosos à honra, à imagem e à dignidade do carpinteiro, além de diminuí-lo profissionalmente perante os outros empregados.&#8221;</p>



<p>Uma das testemunhas do processo, um ex-empregado da construtora, confirmou as alegações do carpinteiro, afirmando que o chefe realmente utilizava os termos apresentados por ele, além de alegar que os empregados só trabalhavam &#8220;sob o uso de chicote&#8221;.</p>



<p>O colegiado deu provimento apenas para minorar o valor da condenação para R$ 4 mil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje.trt21.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/00005472120195210016" data-type="link" data-id="https://pje.trt21.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/00005472120195210016">0000547-21.2019.5.21.0016</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2020/6/8003A69CE51F89_assedio.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2020/6/8003A69CE51F89_assedio.pdf">Veja a decisão</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Lucro de R$ 421 milhões do Mercantil reflete esforço de funcionários, mas descaso do banco persiste</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/lucro-de-r-421-milhoes-do-mercantil-reflete-esforco-de-funcionarios-mas-descaso-do-banco-persiste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Feb 2024 08:21:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercantil do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Assedio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Cobranças por Metas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de Condições de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro Acima da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro Recorde]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Sindical]]></category>
		<category><![CDATA[Práticas Antissindicais]]></category>
		<category><![CDATA[práticas ilegais]]></category>
		<category><![CDATA[precarização da segurança bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Ranqueamento ilegal]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi divulgado em 7 de fevereiro, o balanço do banco Mercantil, que apresentou um lucro recorde na casa dos R$ 421 milhões de reais em 2023 O resultado do lucro é reflexo de toda dedicação e empenho dos funcionários, que ainda sofrem com a alta rotatividade nas agências, pressões por metas, assédio moral, falta de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0e2d7ee81686393a58fff3f7d9733769">Foi divulgado em 7 de fevereiro, o balanço do banco Mercantil, que apresentou um lucro recorde na casa dos R$ 421 milhões de reais em 2023</h4>



<p>O resultado do lucro é reflexo de toda dedicação e empenho dos funcionários, que ainda sofrem com a alta rotatividade nas agências, pressões por metas, assédio moral, falta de condições de trabalho, precarização da segurança bancária nos PAAs e várias denúncias de ranqueamento e exposição obrigatória de cumprimento de metas nas redes sociais, o que é, inclusive, proibido pela cartilha de ética do banco. O movimento sindical vem cobrando do Mercantil mais compromisso com seus trabalhadores e o fim das práticas ilegais.</p>



<p>O <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/mercantil-do-brasil/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/mercantil-do-brasil/">Mercantil do Brasil</a> tem que entender que a vida vale mais do que o lucro. Ao longo dos anos, os sindicatos estão mobilizados para denunciar e cobrar dignidade do banco por seus funcionários. O impacto foi tanto, que a instituição financeira utilizou de <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/mercantil-tem-conduta-antissindical-em-comunicado-interno-enviado-aos-funcionarios/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/mercantil-tem-conduta-antissindical-em-comunicado-interno-enviado-aos-funcionarios/">práticas antissindicais</a>, para ‘preservar’ sua imagem. Se querem uma boa imagem, que mantenham o respeito com trabalhadores e clientes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Caixa firma termo de conduta para compensar vítimas de perseguição</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-firma-termo-de-conduta-para-compensar-vitimas-de-perseguicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 06:50:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Assedio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Economica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência Oportunidade Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae)]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[processos seletivos internos (PSI)]]></category>
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					<description><![CDATA[Empregados terão vantagem em processos seletivos Os empregados da Caixa Econômica Federal vítimas de perseguição durante a gestão do ex-presidente do banco, Pedro Guimarães, terão vantagem nas disputas em processos seletivos. A Caixa assinou um termo de ajuste de conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho do Distrito Federal Pelo TAC, o tempo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6aea97785e58f5b2993d51306d20404f">Empregados terão vantagem em processos seletivos</h4>



<p>Os empregados da <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/">Caixa Econômica Federal</a> vítimas de perseguição durante a gestão do ex-presidente do banco, <a href="https://santosbancarios.com.br/?s=pedro+guimar%C3%A3es" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/?s=pedro+guimar%C3%A3es">Pedro Guimarães</a>, terão vantagem nas disputas em processos seletivos. A Caixa assinou um termo de ajuste de conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho do Distrito Federal</p>



<p>Pelo TAC, o tempo de experiência a ser considerado nos processos seletivos internos (PSI) da Caixa para funções gratificadas e cargos comissionados aumentou de cinco para dez anos. Isso ocorreu para que empregados que perderam cargos de confiança e foram remanejados para agências entre 2019 e 2022 possam ser avaliados pela experiência acumulada antes de sofrerem perseguição.</p>



<p>“Essa era uma demanda das entidades associativas e dos sindicatos para que se fizesse justiça aos empregados que foram perseguidos pelo ex-presidente do banco, Pedro Guimarães. A experiência desses trabalhadores, acumulada durante anos de serviços, é essencial para a Caixa, e o TAC garantirá que essa experiência seja contabilizada no processo de seleção”, destacou a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), em nota.</p>



<p>Além da Fenae, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) participou das negociações e da audiência de assinatura do TAC. <a href="https://www.fenae.org.br/portal/data/files/62/40/17/AD/2FB3D81020C812D8403A91A8/TAC_MPTDF%20e%20Caixa.pdf" data-type="link" data-id="https://www.fenae.org.br/portal/data/files/62/40/17/AD/2FB3D81020C812D8403A91A8/TAC_MPTDF%20e%20Caixa.pdf">A íntegra do acordo pode ser vista aqui</a>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="330" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bolsonaro-guimaraes.jpg" alt="" class="wp-image-52492" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bolsonaro-guimaraes.jpg 720w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bolsonaro-guimaraes-300x138.jpg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bolsonaro-guimaraes-150x69.jpg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bolsonaro-guimaraes-600x275.jpg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bolsonaro-guimaraes-20x9.jpg 20w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p>Durante a gestão de Pedro Guimarães, que renunciou ao comando da Caixa após denúncias de assédio moral, diretores e superintendentes do banco foram transferidos de forma arbitrária para agências. Segundo a Fenae, as transferências foram vistas como perseguição a empregados que ocupavam cargos estratégicos em governos anteriores.</p>



<p>Válido para todos os empregados do banco, independentemente de terem sofrido assédio, o prazo de dez anos de experiência será aplicado nos processos seletivos institucionalizados na Caixa, como o PSI tradicional, a formação de banco de sucessores e o Experiência Oportunidade Caixa.</p>



<p>O TAC também aumentou, de três para cinco anos, o aproveitamento da experiência do empregado em processos de transferência entre funções comissionadas sem processo seletivo. Nesses casos, o funcionário é remanejado para uma função de igual ou de menor remuneração. Segundo o acordo, o prazo maior dá mais flexibilidade aos trabalhadores destituídos das funções para realocações e para a retomada da carreira profissional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Histórico</h4>



<p>Em março do ano passado, Guimarães virou réu por denúncias de assédio sexual e moral feitas por funcionárias da Caixa. A ação tramita sob sigilo, e a defesa do executivo nega as acusações.</p>



<p>Em uma outra ação, movida pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, a Caixa foi condenada a pagar R$ 3,5 milhões de indenização por um evento no interior de São Paulo em que Guimarães obrigou funcionários a fazer flexões em estilo militar.</p>



<p>Em abril do ano passado, a Caixa fechou um acordo com o Ministério Público do Trabalho do Distrito Federal para pagar uma indenização de R$ 10 milhões para encerrar a denúncia das funcionárias. O acordo evitou que a instituição financeira pagasse multa de até R$ 300 milhões. Na ocasião, a Caixa informou que cobraria de Pedro Guimarães, na Justiça, o dinheiro das indenizações.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Santander: bancárias e bancários com acúmulo de horas poderão folgar na sexta 29/12</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-bancarias-e-bancarios-com-acumulo-de-horas-poderao-folgar-na-sexta-29-12/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2023 07:25:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[acordo de compensação de horas semestral]]></category>
		<category><![CDATA[acúmulo de horas]]></category>
		<category><![CDATA[Assedio moral]]></category>
		<category><![CDATA[banco santander]]></category>
		<category><![CDATA[Denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Febraban (Federação Brasileira de Bancos)]]></category>
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					<description><![CDATA[A Febraban divulgou que na sexta feira 29 não haverá expediente bancário, e as instituições financeiras não abrirão para atendimento presencial ao público. O Santander informou que seguirá a orientação O banco espanhol, contudo, enviou comunicado avisando todos os funcionários a comparecerem às agências para trabalho interno. Diante desta determinação, o movimento sindical entrou em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-7da7205f7fbea516158d9a0e22ffa0e7">A Febraban divulgou que na sexta feira 29 não haverá expediente bancário, e as instituições financeiras não abrirão para atendimento presencial ao público. O Santander informou que seguirá a orientação</h4>



<p>O <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">banco espanhol</a>, contudo, enviou comunicado avisando todos os funcionários a comparecerem às agências para trabalho interno.</p>



<p>Diante desta determinação, o movimento sindical entrou em contato com a instituição financeira, que respondeu que os líderes (gestores) poderão conceder folga aos empregados que tiverem acúmulo de horas, de acordo com as regras do acordo de compensação de horas semestral. Desde que a decisão seja de comum acordo entre líder e empregado.</p>



<p>Bancário e bancária, caso você esteja sendo pressionado no seu ambiente de trabalho por gestores autoritários e assediadores é hora de denunciar pelos canais abaixo, tudo está em absoluto sigilo:</p>



<p><strong>Fone: (13) 3202.1670 – secretaria do SEEB de Santos e Região</strong></p>



<p><strong>E-mail:</strong> <a href="mailto:santosbancarios@uol.com.br">santosbancarios@uol.com.br</a></p>



<p><a href="https://santosbancarios.com.br/fale-conosco/">Fale Conosco</a></p>



<p><a href="https://www.instagram.com/santosbancarios/">Instagram.com/santosbancarios</a></p>



<p><strong>Whatsapp:</strong> <a href="https://bit.ly/WhatsSiteSind">(13) 99209.2964</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">COM O SINDICATO VOCÊ ESTÁ SEGURA(O)!</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bancária obrigada a vender período de férias receberá valor em dobro</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancaria-obrigada-a-vender-periodo-de-ferias-recebera-valor-em-dobro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Assedio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
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					<description><![CDATA[A norma legal que garante a todo empregado um per&#237;odo anual de f&#233;rias visa a proporcionar ao trabalhador a oportunidade de descanso e lazer, fundamental para a sua recupera&#231;&#227;o f&#237;sica e mental. Esse per&#237;odo &#233; definido pelo empregador e deve ser de 30 dias quando o empregado n&#227;o tiver faltado ao servi&#231;o mais de cinco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>A norma legal que garante a todo empregado um per&iacute;odo anual de f&eacute;rias visa a proporcionar ao trabalhador a oportunidade de descanso e lazer, fundamental para a sua recupera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Esse per&iacute;odo &eacute; definido pelo empregador e deve ser de 30 dias quando o empregado n&atilde;o tiver faltado ao servi&ccedil;o mais de cinco vezes no ano. E, em regra, deve ser concedido integralmente. A op&ccedil;&atilde;o pela convers&atilde;o de 1/3 do per&iacute;odo de f&eacute;rias em abono pecuni&aacute;rio (quantia correspondente ao per&iacute;odo convertido) &eacute; uma faculdade atribu&iacute;da apenas ao empregado, n&atilde;o podendo ser imposta ou for&ccedil;ada pela empresa.</p>
<p>Por&eacute;m, em um caso analisado pelo juiz Ricardo Lu&iacute;s Oliveira Tupy, em sua atua&ccedil;&atilde;o na Vara do Trabalho de Nanuque, uma banc&aacute;ria, que atuava como gerente de atendimento, alegou que era obrigada a vender 10 dias de f&eacute;rias. Foi apurado atrav&eacute;s da prova documental que, de fato, nos &uacute;ltimos 10 per&iacute;odos de gozo de f&eacute;rias, 7 foram de somente 20 dias e apenas 2 de 30 dias.&nbsp;</p>
<p>Pela prova testemunhal, o juiz constatou que havia um suposto acordo proposto pelo banco prevendo que, se o empregado optasse por tirar 20 dias de f&eacute;rias, ele teria a faculdade de escolher a &eacute;poca da concess&atilde;o. Caso escolhesse gozar 30 dias, teria de aceitar o per&iacute;odo definido pelo banco. As declara&ccedil;&otilde;es das testemunhas revelaram ainda que havia amea&ccedil;as veladas de dispensa para quem pretendesse gozar os 30 dias de f&eacute;rias.</p>
<p>Diante desse quadro, o magistrado se convenceu de que a banco adotava uma pol&iacute;tica de restringir ou dificultar o direito de alguns de seus empregados a gozar o per&iacute;odo integral de f&eacute;rias. Segundo explicou o magistrado, essa conduta &eacute; inaceit&aacute;vel, j&aacute; que extrapola os limites do poder diretivo do empregador. Ademais, acrescentou, caracteriza ofensa &agrave; liberdade do trabalhador e ao seu direito ao descanso pelo prazo m&aacute;ximo previsto por lei.</p>
<p>Nesse contexto, constatada a concess&atilde;o irregular das f&eacute;rias e atendo-se aos limites do pedido formulado pela trabalhadora, o julgador condenou a empresa ao pagamento de 10 dias de f&eacute;rias n&atilde;o concedidos, em dobro (artigo 137 da CLT), em rela&ccedil;&atilde;o ao per&iacute;odo imprescrito.<br />
Houve interposi&ccedil;&atilde;o de recurso pelo banco, ainda pendente de julgamento.&nbsp;</p>
<p>Fonte: TRT / MG</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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