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	<title>assédio de guimarães &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Justiça determina que Caixa cumpra medidas de combate ao assédio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[assédio de guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[guimarães assédio]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça assédio caixa]]></category>
		<category><![CDATA[MPT Caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-presidente Pedro Guimarães foi acusado de assédio sexual por várias empregadas da Caixa. O Ministério Público do Trabalho pediu uma indenização de 30 milhões Na última quarta-feira (26), a Justiça do Trabalho determinou que a Caixa Econômica Federal cumpra imediatamente medidas para combater o assédio moral, sexual e a discriminação.   A decisão da Justiça do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Pedro Guimarães foi acusado de assédio sexual por várias empregadas da Caixa. O Ministério Público do Trabalho pediu uma indenização de 30 milhões</p>
<p></p>
<p>Na última quarta-feira (26), a Justiça do Trabalho determinou que a Caixa Econômica Federal cumpra imediatamente medidas para combater o assédio moral, sexual e a discriminação.</p>
<p> </p>
<p>A decisão da Justiça do Trabalho leva em conta as denúncias realizadas em junho por funcionárias da Caixa contra o então presidente Pedro Guimarães, alvo de três acusações de assédio sexual e nove por assédio moral. No final de setembro, o MPT pediu que a Justiça o condene a pagar R$ 30 milhões pelos crimes citados pelos funcionários da Caixa.</p>
<p> </p>
<p><strong>Confira as medidas determinadas pela Justiça do Trabalho, segundo o MPT:</strong></p>
<p><strong>Caixa fica proibida de:</strong></p>
<p>Praticar assédio moral, sexual e discriminação;</p>
<p>Perseguir empregados que tenham feito denúncias;</p>
<p>Restringir a promoção de mulheres por terem se beneficiado de ação coletiva;</p>
<p>Pesquisar o posicionamento político de candidatos a cargos de gestão.</p>
<p><strong> Caixa fica obrigada a:</strong></p>
<p>Adotar providências em no máximo 30 dias quando receber denúncias de assédio moral e sexual;</p>
<p>Concluir a apuração do caso em no máximo 90 dias;</p>
<p>Oferecer apoio psicológico à vítima;</p>
<p>Oferecer suporte para representação criminal contra o assediador, quando a apuração concluir que houve assédio.</p>
<p><strong>Relembre o caso</strong></p>
<p>Pedro Guimarães foi acusado de assédio sexual por várias empregadas da Caixa, informação divulgada na terça-feira (28), pelo site Metrópoles. Em poucos minutos a notícia ganhou repercussão nacional, em especial na Câmara dos Deputados, onde vários parlamentares pediram em plenário a demissão do executivo.</p>
<p> </p>
<p>Segundo a reportagem, no fim do ano passado, um grupo de empregadas ligadas ao gabinete da presidência da Caixa, rompeu o silêncio com uma denúncia, ao Ministério Público Federal (MPF), do assédio sexual que vinham sofrendo. Desde então, o MPF toca as investigações em sigilo. Cinco das vítimas falaram à reportagem citada sob anonimato.</p>
<p> </p>
<p>Nos testemunhos, elas contam que foram abusadas com toques em partes íntimas sem consentimento, falas e abordagens inconvenientes e convites desrespeitosos, por parte do presidente da entidade. A maior parte dos relatos está ligada a atividades do programa Caixa Mais Brasil, realizadas em todo o país. Pelo programa, desde 2019, já ocorreram mais de 140 viagens, em que estavam Pedro Guimarães e equipe. Nesses eventos profissionais, todos ficam no mesmo hotel, onde ocorria o assédio.</p>
<p>Crédito: Guimarães Isac Nóbrega/PR<br />Fonte: FEEB de SP/MS</p>
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