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	<title>assédio Caixa &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>assédio Caixa &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Ação Sindical combate histórico de perseguição na Caixa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 11:20:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[assédio Caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[Após denúncia dos sindicatos, Caixa assina TAC com MPT para permitir que empregados descomissionados por perseguição da gestão Pedro Guimarães contabilizem experiência no Processo de Seleção Interna para concorrer a funções gratificadas e cargos comissionados Após denúncias do movimento sindical e Fenae, a Caixa Econômica Federal assinou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-31d2c65f3b70e6abe392e5d00a154ef6">Após denúncia dos sindicatos, Caixa assina TAC com MPT para permitir que empregados descomissionados por perseguição da gestão Pedro Guimarães contabilizem experiência no Processo de Seleção Interna para concorrer a funções gratificadas e cargos comissionados</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Após denúncias do movimento sindical e Fenae, a Caixa Econômica Federal assinou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho do Distrito Federal (MPT/DF) para assegurar que os trabalhadores descomissionados e transferidos para agências por perseguição da gestão de Pedro Guimarães possam participar dos Processos Seletivos Internos (PSI) e concorrer a funções gratificadas e cargos comissionados. A experiência acumulada nos últimos dez anos será considerada no processo.<br><br>Na gestão de Pedro Guimarães, aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), empregados que ocupavam cargos de direção e superintendência na estatal foram transferidos de forma arbitrária para agências.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Pelo TAC, o banco agora se compromete a contabilizar a experiência anterior em funções gratificadas no período de referência dos últimos 10 anos para todos os empregados interessados em concorrer a funções gratificadas e cargos comissionados nas sistemáticas de seleção institucionalizadas, como o PSI tradicional, banco de sucessores e Experiência Oportunidade Caixa. Vale ressaltar que, na metodologia de seleção institucional denominada Score, o período considerado será de cinco anos.</p>
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		<item>
		<title>Direção da Caixa faz acusação vaga e ameaça gerentes</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/direcao-da-caixa-faz-acusacao-vaga-e-ameaca-gerentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Dec 2023 11:51:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Ameaças na Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[assédio Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Gerentes ameaçados Caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[Perseguição, ameaças e assédio eram marcas do governo passado. Os sindicatos não toleram Um pouco antes do Natal, a direção da Caixa enviou e-mail informando que o “monitoramento da área de pessoas acerca dos registros curriculares” havia identificado “situação atípica para determinados lançamentos vinculados a essa unidade”. O movimento sindical apurou que o mesmo e-mail [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2b8ab5674dfa205ea9bf33228789a8aa">Perseguição, ameaças e assédio eram marcas do governo passado. Os sindicatos não toleram</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um pouco antes do Natal, a direção da Caixa enviou e-mail informando que o “monitoramento da área de pessoas acerca dos registros curriculares” havia identificado “situação atípica para determinados lançamentos vinculados a essa unidade”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical apurou que o mesmo e-mail foi encaminhado a várias unidades, sem informar qual seria a “irregularidade” identificada. Além disto, a mensagem determinava que a chefia da unidade cumprisse exigências não previstas em nenhum normativo ou orientação da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mensagem, que &nbsp;o movimento sindical teve acesso, joga uma suspeita sobre todos os empregados e, ao invés de conter um teor de prevenção ou orientação, possui um caráter persecutório e ameaçador, política que marcou a vida dos empregados especialmente durante a gestão passada, no governo Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a empresa cobra a realização de rodas de diálogo, mas sem oferecer às unidades dotação de horas-extras para possibilitar a atividade. Também não alertou sobre algumas obrigações necessárias, como realização e envio de atas e outras comprovações de que as rodas de conversa foram feitas. <strong> </strong></p>
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		<title>Gestão de Pedro Guimarães na Caixa foi acusada de assédio à pessoa com deficiência</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/gestao-de-pedro-guimaraes-na-caixa-foi-acusada-de-assedio-a-pessoa-com-deficiencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 12:35:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[assédio a deficiente na Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[assédio Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Guimarães e deficiente na caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[O assunto veio à tona durante audiência da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados, realizada terça-feira (13) Ex-presidente da Caixa Econômica Federal no governo de Jair Bolsonaro, Pedro Guimarães deixou o cargo e virou réu após vários processos de funcionárias que o acusaram de assédio sexual. Auxiliares ligados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">O assunto veio à tona durante audiência da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados, realizada terça-feira (13)</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ex-presidente da Caixa Econômica Federal no governo de Jair Bolsonaro, Pedro Guimarães deixou o cargo e virou réu após vários processos de funcionárias que o acusaram de assédio sexual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Auxiliares ligados a ele também foram acusados de perseguir servidores, inclusive com algum tipo de deficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O assunto veio à tona durante audiência da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados, realizada terça-feira (13), para debater a gestão de pessoas com deficiência e neurodivergentes da Caixa Econômica e Banco do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversas denúncias sobre agressão aos direitos das pessoas com deficiência estão sendo apresentadas no colegiado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da comissão, deputado Márcio Jerry (PCdoB-MA), diz que os procedimentos no sistema bancário brasileiro precisam respeitar os direitos das pessoas com deficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ambas as instituições têm a obrigação de cumprir a lei de cotas para pessoas com deficiência, bem como de garantir a inclusão dessas pessoas em seu quadro de funcionários. No entanto, muitas denúncias têm sido feitas em relação à gestão desses funcionários, tanto na Caixa como no Banco do Brasil”, afirmou a deputada Érika Kokay (PT-DF), que propôs a audiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falta de acessibilidade nos ambientes de trabalho, adaptação razoáveis para garantir a inclusão e a dificuldade de ascensão na carreira foram outras acusações apresentadas contra as instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Assédio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Funcionária do banco, a advogada Larissa Argenta de Melo, presidente da Comissão de Direitos dos Autistas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseção Taguatinga, relatou uma dessas situações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Larissa contou que na gestão de Pedro Guimarães, no governo Bolsonaro, apresentou denúncia ao Ministério Público do Trabalho contra Camila Aichinger, que, na época, presidia a Caixa Seguridade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu trabalhava na Caixa Seguridade em uma função vinculada a autogestão da empresa e eu sofri diversos assédios morais. Foi a pior experiência da minha vida. Fui assediada moralmente durante oito meses”, lembrou a funcionária, que é neurodivergente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da pressão e com estresse agudo, ela foi afastada do cargo por seis meses. Após a crise, recebeu o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), o que contribuiu para ser “descomissionada e encostada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A funcionária que tinha um salário de R$ 16 mil passou a ganhar R$ 2,8 mil. “Foi uma gestão extremamente assediadora. A perspectivas agora é de mudança e que ela venha com novos paradigmas”, disse Larissa.</p>
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