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	<title>Assassinato &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Assassinato &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>O crime que a ditadura não conseguiu explicar: livro expõe os bastidores do assassinato de Rubens Paiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 08:38:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Envolvida há mais de quinze anos na investigação sobre mortos e desaparecidos do regime, a jornalista Juliana Dal Piva detalha as diferentes versões fabricadas pelos militares para encobrir o assassinato O desaparecimento e a morte do ex-deputado Rubens Paiva em 1971, por agentes da ditadura militar, sempre intrigaram o meio político, jurídico e a sociedade [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-b57a63577b345afa91498857383ded57">Envolvida há mais de quinze anos na investigação sobre mortos e desaparecidos do regime, a jornalista Juliana Dal Piva detalha as diferentes versões fabricadas pelos militares para encobrir o assassinato</h4>



<p>O desaparecimento e a morte do ex-deputado Rubens Paiva em 1971, por agentes da ditadura militar, sempre intrigaram o meio político, jurídico e a sociedade pela falta de completo esclarecimento. Opositor do regime, o ex-parlamentar saiu de casa em 21 de janeiro daquele ano, acompanhado por agentes no Rio de Janeiro. Ele daria um depoimento na sede do DOI-CODI, mas nunca mais voltou.</p>



<p>Juliana Dal Piva, jornalista e mestre pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) da FGV-Rio, conhece profundamente a história do crime. Envolvida há mais de quinze anos na investigação sobre mortos e desaparecidos do regime, ela lança Crime Sem Castigo: Como os militares mataram Rubens Paiva.</p>



<p>A obra, publicada pela editora Matrix, é fruto de sua pesquisa de mestrado e revela detalhes da narrativa forjada pela ditadura para encobrir o assassinato de Rubens Paiva.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/crime-sem-castigo-de-juliana-dal-piva-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-60232" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/crime-sem-castigo-de-juliana-dal-piva-1024x683.jpg 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/crime-sem-castigo-de-juliana-dal-piva-300x200.jpg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/crime-sem-castigo-de-juliana-dal-piva-150x100.jpg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/crime-sem-castigo-de-juliana-dal-piva-768x512.jpg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/crime-sem-castigo-de-juliana-dal-piva-1100x733.jpg 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/crime-sem-castigo-de-juliana-dal-piva-600x400.jpg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/crime-sem-castigo-de-juliana-dal-piva-20x13.jpg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/crime-sem-castigo-de-juliana-dal-piva.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Crime sem castigo:</strong> Como os militares mataram Rubens Paiva. Juliana Dal Piva – <a href="https://12ft.io/proxy?q=https%3A%2F%2Famzn.to%2F3QBnGdX">Compre na Amazon</a></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">O livro</h4>



<p>Para compor a obra, Dal Piva recorreu a pesquisas documentais e depoimentos de pessoas envolvidas no caso. Um exemplo marcante é a fala do coronel Paulo Malhães, torturador e assassino confesso da ditadura, que admitiu sua participação na ocultação do corpo de Rubens Paiva.</p>



<p>Em entrevista a CartaCapital, a jornalista explica que o crime contra Rubens Paiva gerou um dilema entre os militares, que tiveram dificuldades para justificar os fatos.</p>



<p>“Ele foi preso em casa, na frente da mulher e dos filhos, e saiu dirigindo seu próprio carro. Não era um integrante da luta armada”, contextualiza. “As circunstâncias do crime, desde a prisão ilegal até o sequestro de Rubens, deixaram os militares sem saída para justificar minimamente o que aconteceu.”</p>



<p>A busca por justiça no caso Rubens Paiva marcou a trajetória política de sua viúva, a ex-advogada e ativista Eunice Paiva.</p>



<p>Eunice, falecida em 2018, é retratada no filme Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, que concorreu a três categorias no Oscar 2025: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz. Ela é interpretada por Fernanda Torres.</p>



<p>Para Dal Piva, o filme – que já alcançou quase 5 milhões de espectadores e está na disputa pelo principal prêmio do cinema – faz justiça à história de Eunice e de outras vítimas da ditadura. “O exercício da justiça, às vezes, acontece fora da lei”, reflete. “Ainda Estou Aqui presta um imenso serviço à memória de Eunice, à família Paiva e a todas as vítimas do regime”, afirma.</p>



<p>O impacto da produção se fez sentir também na estrutura institucional brasileira. Nos últimos meses, a certidão de óbito de Rubens Paiva foi retificada, reconhecendo oficialmente que sua morte foi causada pelo Estado brasileiro.</p>



<p>Além disso, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que julgará a morte de Rubens Paiva e de outras vítimas da ditadura, concedendo Repercussão Geral ao julgamento que deve definir a interpretação dos chamados “crimes permanentes”, como sequestro e ocultação de cadáver. O STF tem agora a oportunidade de revisar seu entendimento sobre a aplicação da Lei da Anistia.</p>



<p>Para Dal Piva, essa movimentação do Supremo responde ao impacto do filme. No entanto, ela critica a falta de iniciativa do governo federal para transformar esse momento em medidas concretas de responsabilização e avanços jurídicos</p>



<p>“Esse trabalho permanente é essencial. Ou tratamos esse tema como prioridade, ou ele se perde no tempo. E a conta chega”, adverte. “Nossa conta foi o governo Bolsonaro, o ataque às instituições e a nova tentativa de um golpe de Estado violento.”</p>



<p>Na entrevista, Dal Piva também comenta a importância da imprensa no esclarecimento do caso Rubens Paiva, a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro e seus aliados por tentativa de golpe de Estado, além da conjuntura política do país.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Assista</h4>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="Juliana Dal Piva: como os militares mataram Rubens Paiva | Entrevista" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/EPx-hDih8tU?start=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<item>
		<title>Ainda Estou Aqui vence o Oscar de Melhor Filme Internacional</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ainda-estou-aqui-vence-o-oscar-de-melhor-filme-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 08:14:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Obra dirigida por Walter Salles e estrelada por Fernanda Torres, com participação de Fernanda Montenegro, recebe primeira estatueta do Brasil no maior prêmio do cinema mundial Domingo, 2 de março de 2025. Este é o dia que entrou para a história das artes no Brasil. O longa-metragem Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles e [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-b3b3b673d01cf9b837f16b6a28acc558">Obra dirigida por Walter Salles e estrelada por Fernanda Torres, com participação de Fernanda Montenegro, recebe primeira estatueta do Brasil no maior prêmio do cinema mundial</h4>



<p>Domingo, 2 de março de 2025. Este é o dia que entrou para a história das artes no Brasil. O longa-metragem <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/brasil-no-oscar-ainda-estou-aqui-pode-fazer-historia-com-fernanda-torres-neste-domingo/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/brasil-no-oscar-ainda-estou-aqui-pode-fazer-historia-com-fernanda-torres-neste-domingo/">Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Torres, com participação de Fernanda Montenegro, venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional</a>, a primeira estatueta conquistada por uma produção brasileira.</p>



<p>O anúncio, no glamouroso Teatro Dolby, em Hollywood, na cidade de Los Angeles, nos EUA, foi feito pela atriz espanhola Penélope Cruz. Assim que o nome da obra brasileira foi anunciado em inglês, “I&#8217;m Still Here”, um rompante de emoção tomou a plateia, para os olhares incrédulos de Walter Salles, Fernanda Torres e Selton Mello, que no filme representou o deputado cassado Rubens Paiva, raptado e assassinado por agentes da Ditadura Militar (1964-1985), no dia 20 de janeiro de 1971.</p>



<p>Em seu discurso, o diretor Walter Salles agradeceu antes de tudo ao cinema brasileiro e dedicou o prêmio a Eunice Paiva, segundo ele uma mulher que decidiu não se curvar diante de uma perda provocada por um regime autoritário. Salles agradeceu ainda &#8220;às duas mulheres extraordinárias&#8221; que deram vida a Eunice, as atrizes Fernanda Torres e Fernanda Montenegro.</p>



<p>A premiação de Ainda Estou Aqui no mais relevante evento do cinema mundial levou ao conhecimento de espectadores por todo o globo um pouco da dramática História do Brasil de um passado relativamente recente. Sob 21 anos de uma violenta e sangrenta ditadura, o gigante país sul-americano somou milhares de casos de violações aos direitos humanos, como prisões arbitrárias, torturas, assassinatos e desaparecimentos forçados. Rubens Paiva, uma notória vítima desses crimes praticados sob um regime de terrorismo de Estado, nunca mais foi visto após ser levado de dentro de casa, no Rio, por agentes da repressão. Sua esposa, Eunice Paiva, que se tornaria uma reconhecida e incansável ativista, é protagonista do filme, interpretada por Fernanda Torres.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="Oscar: &#039;Ainda Estou Aqui&#039; leva prêmio de melhor filme internacional; veja discurso de Walter Salles" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/n2Jd5IFncYQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<item>
		<title>Feminicídio: vizinho mata bancária de 31 anos por não ser correspondido</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/feminicidio-vizinho-mata-bancaria-de-31-anos-por-nao-ser-correspondido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 06:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Suspeito foi reconhecido por câmeras de segurança; “Não há dúvida em relação à autoria”, afirmou o delegado Um homem identificado apenas como Wiliam, de 22 anos, teve a prisão preventiva decretada em Registro (SP), após confessar ter violentado e assassinado por asfixia sua vizinha, a bancária Aline Cristina Giamogeschi, de 31 anos. O corpo da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Suspeito foi reconhecido por câmeras de segurança; “Não há dúvida em relação à autoria”, afirmou o delegado</h4>



<p>Um homem identificado apenas como Wiliam, de 22 anos, teve a prisão preventiva decretada em Registro (SP), após confessar ter violentado e assassinado por asfixia sua vizinha, a bancária Aline Cristina Giamogeschi, de 31 anos.</p>



<p>O corpo da vítima foi encontrado no último sábado (22/2), pelo irmão de Aline, que teve que pular o muro da residência, após amigos e familiares não conseguirem contato com ela. De acordo com Marcelo Freitas, delegado responsável pelo caso, o suspeito tinha interesse pela moça, mas não era correspondido.</p>



<p>A Polícia Civil informou ainda que o estado da vítima levantou a possibilidade de uma &#8220;<strong>conjunção carnal não autorizada</strong>&#8220;, ou seja, <strong>estupro</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="960" height="540" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/f960x540-145488_219563_5050.webp" alt="" class="wp-image-60154" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/f960x540-145488_219563_5050.webp 960w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/f960x540-145488_219563_5050-300x169.webp 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/f960x540-145488_219563_5050-150x84.webp 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/f960x540-145488_219563_5050-768x432.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/f960x540-145488_219563_5050-600x338.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/f960x540-145488_219563_5050-20x11.webp 20w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Redes Sociais</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Stalker</h4>



<p>O delegado informou também que o suspeito perseguia a vítima:</p>



<p>&#8220;Ele morava perto da casa e sabia da rotina dela&#8221;, contou. &#8220;[Sabia do] horário que chegava e saía. Tinha uma admiração por ela que não era correspondida, e decidiu praticar esse grave crime&#8221;.</p>



<p>William foi preso nesta terça-feira (25/2), no bairro em que morava. A polícia contou para a prisão com a ajuda de câmeras de monitoramento.</p>



<p>O delegado afirmou à TV Tribuna, afiliada da Globo na Baixada Santista:</p>



<p>&#8220;Ele confessa [o crime]. Não há dúvida em relação à autoria. A prisão temporária já está decretada.&#8221;</p>



<p>O criminoso foi encaminhado à Cadeia Pública da cidade e permanece à disposição da Justiça.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A cena do crime</h4>



<p>Aline foi encontrada nua, com um vestido enrolado na cintura e uma calcinha na perna esquerda. Segundo o boletim de ocorrência, ela estava no chão, com manchas escuras próximas à área genital, sugerindo a &#8220;<strong>conjunção carnal não autorizad</strong>a&#8221;.</p>



<p>Não foram constatados sinais evidentes de luta corporal.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bolsonaro e Braga Netto estão a um fio de serem presos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bolsonaro-e-braga-netto-estao-a-um-fio-de-serem-presos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 07:12:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
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		<category><![CDATA[LULA]]></category>
		<category><![CDATA[prisão preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[Walter Braga Netto]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre juristas e advogados, a tese de que já existem os elementos para uma prisão preventiva de Bolsonaro e Braga Netto deixa de ser tratada como algo radical e passa a ser entendida como necessária O planejamento do assassinato de Lula, Alckmin e Alexandre Moraes foi a gota d’água pra o debate ganhar força. Entre [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5d38fd71100973dbcf6dca796cf65723">Entre juristas e advogados, a tese de que já existem os elementos para uma prisão preventiva de Bolsonaro e Braga Netto deixa de ser tratada como algo radical e passa a ser entendida como necessária</h4>



<p>O planejamento do assassinato de Lula, Alckmin e Alexandre Moraes foi a gota d’água pra o debate ganhar força.</p>



<p>Entre juristas e advogados a tese de que já existem os elementos para uma prisão preventiva de Jair Bolsonaro e do seu candidato a vice, Walter Braga Netto, deixa de ser tratada como algo radical e passa a ser entendida como necessária para o momento.</p>



<p>O evento do planejamento do assassinato de Lula, Alckmim e Alexandre Moraes teria acontecido na casa de Braga Netto. O mesmo que era interventor do Rio de Janeiro quando das investigações do assassinato de Marielle. O vice. O homem da mais alta confiança de Bolsonaro.</p>



<p>Aquele que disse depois de ter perdido as eleições para os “patriotas” aguardarem que viria coisa boa.</p>



<p>Só isso já seria algo extremamente grave. Mas há outros elementos, como documentos encontrados no computador de Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. Seu faz tudo. Seu arquivo pessoal.</p>



<p>Se a medida for tomada, ela teria que atingir outros oficiais das Forças Armadas envolvidos com plano de execuções.</p>



<p>Seria o maior ato civil de prisão de militares. Por isso o cuidado. Mas com as provas emergindo vai ficar cada vez mais difícil não agir.</p>



<p>Bolsonaro e Braga Netto estão a um fio de serem presos</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="Como foi a trama para matar LULA, ALCKMIN e XANDÃO | Fórum relevou tudo antes em 13/12/2022" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/R2YoZeMo55o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Violência doméstica mata 5 mulheres por hora diariamente no mundo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/violencia-domestica-mata-5-mulheres-por-hora-diariamente-no-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo prevê que mais de 500 mil mulheres serão mortas por seus parceiros ou familiares até 2030 A viol&#234;ncia dom&#233;stica &#233; respons&#225;vel pela morte de cinco mulheres por hora no mundo, mostra a organiza&#231;&#227;o n&#227;o governamental (ONG) Action Aid. A informa&#231;&#227;o &#233; resultado de an&#225;lise do estudo global de crimes das Na&#231;&#245;es Unidas e indica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo prevê que mais de 500 mil mulheres serão mortas por seus parceiros ou familiares até 2030</p>
<p><span style="line-height:1.6em">A viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica &eacute; respons&aacute;vel pela morte de cinco mulheres por hora no mundo, mostra a organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental (ONG) Action Aid. A informa&ccedil;&atilde;o &eacute; resultado de an&aacute;lise do estudo global de crimes das Na&ccedil;&otilde;es Unidas e indica um n&uacute;mero estimado de 119 mulheres assassinadas diariamente por um parceiro ou parente.</span></p>
<p>A ActionAid prev&ecirc; que mais de 500 mil mulheres ser&atilde;o mortas por seus parceiros ou familiares at&eacute; 2030. O documento faz um apelo a governos, doadores e &agrave; comunidade internacional para que se unam a fim de dar prioridade a a&ccedil;&otilde;es que preservem os diretos das mulheres. O estudo considera dados levantados em 70 pa&iacute;ses e revela que, apesar de diversas campanhas pelo mundo, a viol&ecirc;ncia ou a amea&ccedil;a dela ainda &eacute; uma realidade di&aacute;ria para milh&otilde;es de mulheres.</p>
<p>&ldquo;A inten&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio &eacute; fazer um levantamento sobre as diversas formas de viol&ecirc;ncia que a mulher sofre no mundo. Na &Aacute;frica, por exemplo, temos pa&iacute;ses que at&eacute; hoje t&ecirc;m pr&aacute;ticas de mutila&ccedil;&atilde;o genital. Aqui, na Am&eacute;rica Latina, o Brasil &eacute; o quinto pa&iacute;s em viol&ecirc;ncia contra as mulheres. Segundo dados do Instituto Avon, tr&ecirc;s em cada cinco mulheres j&aacute; sofreram viol&ecirc;ncia nos relacionamentos em nosso pa&iacute;s&rdquo;, informa a assistente do programa de direitos das mulheres da Action Aid Brasil, J&eacute;ssica Barbosa.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.facebook.com/santosbancarios" style="margin: 0px; padding: 0px; box-sizing: border-box; color: rgb(153, 0, 0); text-decoration: none; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; line-height: 24px; text-align: center;"><strong>Curta nossa fanpage e fique por dentro das lutas da classe trabalhadora</strong></a></p>
<p>O relat&oacute;rio considera as diferen&ccedil;as regionais entre os pa&iacute;ses e, al&eacute;m disso, observa o universo de den&uacute;ncias subnotificadas, de mulheres que sofrem ass&eacute;dio, estupro ou outros tipos de viol&ecirc;ncia e t&ecirc;m vergonha de denunciar.</p>
<p>&ldquo;A forma de contar &eacute; sempre muito dif&iacute;cil, existe uma cultura de silenciar a viol&ecirc;ncia contra a mulher. &Eacute; a cultura da naturaliza&ccedil;&atilde;o, onde h&aacute; um investimento social para naturalizar a viol&ecirc;ncia contra a mulher com o que se ouve na m&uacute;sica, nas novelas, na rua. Tudo isso &eacute; muito banalizado e a mulher se questiona: &#39;ser&aacute; que o que aconteceu comigo foi uma viol&ecirc;ncia? Ser&aacute; que se eu denunciar v&atilde;o acreditar em mim?&rdquo;, diz J&eacute;ssica Barbosa.</p>
<p>No Brasil, a organiza&ccedil;&atilde;o promove a campanha Cidade Segura para as Mulheres, que busca o compromisso do Poder P&uacute;blico com uma cidade justa e igualit&aacute;ria para todos os g&ecirc;neros.</p>
<p>&ldquo;Muitas mulheres n&atilde;o conseguem exercer seu direito de ir e vir. A cidade n&atilde;o foi pensada para as mulheres, os becos s&atilde;o muito estreitos e escuros no Brasil. &Eacute; necess&aacute;rio que haja o empoderamento das mulheres para superar a situa&ccedil;&atilde;o de viol&ecirc;ncia. Por mais que o Estado tenha a obriga&ccedil;&atilde;o de garantir instrumentos, &eacute; preciso que a gente invista na autonomia dessas mulheres&rdquo;, acrescenta J&eacute;ssica.</p>
<p>Fonte: Rede Brasil Atual</p>
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