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	<title>assassinato de Marielle &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>assassinato de Marielle &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Diretor da PF promete ‘resposta final’ do caso Marielle para primeiro trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 08:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato de Marielle]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Andrei Rodrigues, investigações apontarão possíveis mandantes da execução da vereadora e do motorista Anderson Gomes O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que as investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes terão “uma resposta final” até o fim de março. A informação foi dada durante entrevista à [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-1f0cffba62a8a214e95b901872f87935">Segundo Andrei Rodrigues, investigações apontarão possíveis mandantes da execução da vereadora e do motorista Anderson Gomes</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que as investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes terão “uma resposta final” até o fim de março. A informação foi dada durante entrevista à CBN.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rodrigues disse estar convicto de que, até o fim do primeiro trimestre deste ano, os investigadores à frente do caso vão entregar, à Justiça Federal, os nomes dos possíveis mandantes da dupla execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um desafio que a PF assumiu no ano passado. Estamos há um ano à frente dessa investigação, de um crime que aconteceu há cinco anos, com a convicção de que ainda neste primeiro trimestre a Polícia Federal dará uma resposta final do caso Marielle”, garantiu Rodrigues.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes foram assassinados na noite de 14 de março de 2018, no Estácio, Zona Norte do Rio de Janeiro. Eles foram executados com vários tiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações levaram à prisão de dois executores: o PM reformado Ronnie Lessa, por ter atirado na vereadora, e o motorista e ex-policial militar Elcio de Queiroz. Os mandantes permanecem desconhecidos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Flávio Dino</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 22 de dezembro, já de saída do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino afirmou que as mortes de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes serão “integralmente elucidadas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não tenham dúvidas, o caso Marielle, em breve, será integralmente elucidado. Porque esse é um caso fundamental pelo seu simbolismo de defesa das mulheres, de defesa das mulheres na política, de defesa da política”, disse, à época, o ministro Dino.</p>
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		<title>Não nos calarão! Ato em Santos reúne centenas contra execução de Marielle</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/nao-nos-calarao-ato-em-santos-reune-centenas-contra-execucao-de-marielle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato de Marielle]]></category>
		<category><![CDATA[execução da vereadora]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a participação de centrais sindicais, diversos sindicatos, movimentos sociais, intelectuais, estudantes, membros do PSOL/Santos, representantes de partidos políticos de esquerda e diversos seguimentos da sociedade o ato ressaltou a união contra a violência A Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, o Sindicato dos Bancários de Santos e Região, juntamente com sindicatos de várias categorias, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a participação de centrais sindicais, diversos sindicatos, movimentos sociais, intelectuais, estudantes, membros do PSOL/Santos, representantes de partidos políticos de esquerda e diversos seguimentos da sociedade o ato ressaltou a união contra a violência</p>
<p>A Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, o Sindicato dos Bancários de Santos e Região, juntamente com sindicatos de várias categorias, movimentos sociais, intelectuais, estudantes, o PSOL/Santos e representantes de partidos de esquerda realizaram ato que reuniu centenas de trabalhadoras e trabalhadores, a partir das 17h, na Pça dos Andradas, Santos/SP, dia15/3, para protestar contra os assassinatos da vereadora e defensora dos direitos humanos, das mulheres e das minorias Marielle Franco (PSOL/RJ) e seu motorista Anderson Pedro Gomes.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Milhares sairam às ruas no País, como nós, imediatamente contra mais esta execução de uma mulher que não se calava diante das injustiças realizadas pela polícia e o governo contra o povo da periferia, contra as mulheres, principalmente as negras. Que lia corretamente o que é a violência de uma intervenção militar para os mais pobres e negros&#8221;, declarou Ricardo Saraiva Big, secretário de Relações Internacionais da INTERSINDICAL, secretário geral do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e presidente do diretório municipal do PSOL/Santos.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Marielle e Anderson sintetizam os mártires que lutaram pela emancipação da classe trabalhadora, uma sociedade livre e socialista. Todos aqueles que se levantam contra o capitalismo colocam sua vida em risco. Não existe justiça para os pobres, negros, mulheres e LGBTs dentro do capitalismo. Marielle simboliza toda a nossa luta contra os ataques aos direitos dos trabalhadores implementados nas reformas do governo golpista de Temer. Nossa luta contra a retirada de investimentos para a educação, hospitais e segurança públicas. Portanto, Trabalhadores Uni-vos!&#8221;, esclareceu Eneida Koury, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>
<p> </p>
<p>O ato ressaltou a união contra a violência, a Intervenção no Rio de Janeiro, a execução da vereadora Marielle Franco do PSOL, violência contra as mulheres, as minorias, a população pobre, fora Temer, a violência policial patrocinada pelo Estado. E ainda que se o objetivo foi calar o efeito foi ao contrário. &#8220;Se queriam nos calar, nossa voz ecoa mais forte. Esse ato em Santos é mais um que se une a todos os outros que estão sendo feitos em todo o País e no mundo&#8221;, afirmou Débora Camilo, advogada, da comissão de Direitos Humanos da OAB/Santos e filiada ao PSOL.</p>
<p> </p>
<h4>Morte de uma guerreira, Marielle Presente!</h4>
<p>Marielle Franco foi assassinada por mais um ato de violência e extermínio que corresponde ao cotidiano da população negra e lutadora no Brasil. Cotidiano, que Marielle, como militante feminista, negra, socialista e moradora da periferia conhecia bem e lutava para transformar.</p>
<p> </p>
<p>Marielle nunca se calou diante das injustiças que assolam o Rio de Janeiro, denunciou a violências nas comunidades, a farsa das UPPs e, mais recentemente, a intervenção militar no estado. O crime teve repercussão internacional, nos principais jornais do mundo. Veículos de Estados Unidos, Reino Unido, Portugal, Peru, Venezuela destacaram a morte da parlamentar e sua biografia.</p>
<p> </p>
<h4>ONU</h4>
<p>A Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil manifestou consternação com o assassinato da defensora dos direitos humanos. Em nota, a entidade diz que espera rigor na investigação do caso e breve elucidação, com responsabilização pela autoria do crime: &#8220;Marielle era um dos marcos da renovação da participação política das mulheres, diferenciando-se pelo caráter progressista em assuntos sociais no contexto da responsabilidade do Poder Legislativo local&#8221;.</p>
<p> </p>
<h4>Assassinato</h4>
<p>Quinta vereadora mais votada da cidade do Rio em 2016 (com 46.502 votos), a ativista feminista, negra e liderança na favela da Maré, onde cresceu, Marielle Franco, foi morta a tiros no bairro do Estácio, região central, por volta das 9h da noite. Ela estava dentro de um carro acompanhada de um motorista, que também foi morto, e de uma assessora, que sobreviveu. Quatro dos nove tiros dirigidos contra a vereadora atingiram sua cabeça.</p>
<p> </p>
<p>A parlamentar voltava do evento Jovens Negras Movendo as Estruturas, na Lapa, quando teve o carro emparelhado por outro veículo. Nenhum sinal de assalto, mas fortes indícios de execução.</p>
<p> </p>
<p>Quatro dias antes, Marielle havia denunciado o assassinato de dois jovens e a truculência policial durante operações na Favela de Acari, na zona norte do Rio na última semana. Ela compartilhou uma publicação no Facebook e comentou que o batalhão que atua na região é conhecido como “batalhão da morte”. Escreveu: “Precisamos gritar para que todos saibam o está acontecendo em Acari nesse momento. O 41° Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro está aterrorizando e violentando moradores de Acari. Nessa semana dois jovens foram mortos e jogados em um valão. Hoje a polícia andou pelas ruas ameaçando os moradores. Acontece desde sempre e com a intervenção ficou ainda pior”.</p>
<p> </p>
<h4>Mandato</h4>
<p>Usava o mandato para denunciar a violência policial e para cuidar dos interesses e preocupações de mulheres negras como ela. Eleita pelo PSOL, a socióloga pós-graduada em administração pública acabara de ser nomeada relatora da comissão da Câmara Municipal que deveria fiscalizar a intervenção militar na segurança do estado do Rio.</p>
<p>Marielle estava no primeiro mandato como parlamentar. Tinha 38 anos. Era socióloga, com mestrado em Administração Pública. Foi à luta contra a violência policial nas favelas que a aproximou da política. Foi aluna e depois assessora de Marcelo Freixo, na Assembleia Legislativa do Rio.</p>
<p> </p>
<p>Intervenção militar – A vereadora era uma das vozes mais duras contra a intervenção militar no Rio de Janeiro, decretada por Temer. Há duas semanas, havia assumido a relatoria da Comissão da Câmara de Vereadores do Rio, criada para acompanhar a intervenção federal na segurança pública do estado.</p>
<p> </p>
<h4>Marielle, Presente!</h4>
<h4> </h4>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Fonte: Fonte: Comunicação do SEEB de Santos e Região com Intersindical, FSP e SEEB de SP   </p>
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