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	<title>Assalto no Santander &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>TST condena Santander a indenizar bancária com depressão após assalto a agência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 12:47:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Assalto no Santander]]></category>
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		<category><![CDATA[Santander responsabilizado por assalto]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno depressivo]]></category>
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					<description><![CDATA[Trabalhadora desenvolveu transtorno após ser feita de refém em São Paulo Por unanimidade, a Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou o banco Santander a pagar R$ 60 mil, a título de reparação, a uma funcionária que teve transtorno depressivo severo após assalto à agência onde trabalhava, em setembro de 2006, no bairro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Trabalhadora desenvolveu transtorno após ser feita de refém em São Paulo</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, a Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho (<a href="https://www.tst.jus.br/web/guest/-/banco-indenizar%C3%A1-v%C3%ADtima-de-transtorno-psicol%C3%B3gico-grave-ap%C3%B3s-assalto-a-ag%C3%AAncia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TST</a>) condenou o banco Santander a pagar R$ 60 mil, a título de reparação, a uma funcionária que teve transtorno depressivo severo após assalto à agência onde trabalhava, em setembro de 2006, no bairro de Vila Prudente, zona leste de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o relato da então coordenadora de operações, a agência foi assaltada por “sete homens fortemente armados, além de outros à espreita do lado de fora”. Eles portavam falsas credenciais de policiais militares. Assim, entraram e renderam seguranças, funcionários e clientes.&nbsp;Todos foram obrigados a se deitar no chão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Refém por cerca de 30 minutos, ela teve seus pertences pessoais também levados pelos assaltantes. Após o episódio, passou a apresentar síndrome depressiva decorrente do grave estresse sofrido”, informa o TST. Na decisão de primeira instância (Vara do Trabalho), a indenização foi fixada em R$ 50 mil. Na segunda (Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região), o valor subiu para R$ 60 mil pela doença ocupacional, sem considerar reparação pelo transtorno psicológico.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Responsabilidade do empregador</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“Para o TRT, as instituições bancárias só podem ser responsabilizadas nessas situações quando for demonstrada a ausência dos equipamentos de segurança mínimos exigidos pela legislação. Segundo a decisão, os responsáveis pelo dano seriam os assaltantes, e não o banco, a quem não se poderia atribuir a obrigação estatal de zelar pela segurança dos cidadãos”, explica o tribunal superior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, a trabalhadora recorreu, então, ao TST. O relator, ministro Agra Belmonte, lembrou que pela jurisprudência do tribunal a atividade bancária é de risco acentuado, “caracterizando a responsabilidade objetiva (quando não exige demonstração de culpa da empresa) pelos assaltos ocorridos”. Nesse sentido, o entendimento é de que o empregador tem responsabilidade objetiva “nas situações em que o dano é potencialmente esperado, como no caso”.</p>
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