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	<title>artigo 4º da Lei 9029/95 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Banco é condenado por dispensa discriminatória e litigância de má-fé</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-e-condenado-por-dispensa-discriminatoria-e-litigancia-de-ma-fe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 07:38:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[analista de relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[artigo 4º da Lei 9029/95]]></category>
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					<description><![CDATA[Instituição financeira terá de pagar em dobro salário de bancária demitida de forma discriminatória O artigo 4º da Lei 9029/95 estabelece que a dispensa discriminatória dá ao empregado o direito de ser reintegrado com ressarcimento integral de todo o período de afastamento ou o pagamento em dobro do período, acrescido de juros. Esse foi um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d40dff9cbad68026a7ec7059d431c331">Instituição financeira terá de pagar em dobro salário de bancária demitida de forma discriminatória</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 4º da Lei 9029/95 estabelece que a dispensa discriminatória dá ao empregado o direito de ser reintegrado com ressarcimento integral de todo o período de afastamento ou o pagamento em dobro do período, acrescido de juros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi um dos fundamentos adotados pela juíza Ivana Meller Santana, da 44ª Vara do Trabalho de São Paulo, para condenar um banco a pagar em dobro os salários de uma empregada, levando em conta a data da dispensa e a data da sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, a autora alegou que sofreu dispensa discriminatória por ser pessoa com deficiência (PcD). Ao analisar o caso, a julgadora apontou que a instituição financeira não demonstrou que a trabalhadora foi dispensada por métricas abaixo do esperado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma ação, o banco também foi condenado por litigância de má-fé e a enquadrar a trabalhadora como bancária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao condenar a instituição financeira por má-fé, a juíza apontou que a procuradora do banco atuou para tumultuar o processo e causou prejuízos à União, uma vez que tal conduta gerou atos processuais desnecessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já ao ordenar que o banco reconhecesse a ex-empregada como bancária, a juíza explicou que a função de “analista de relacionamento” desempenhada pela trabalhadora no banco reunia atividades que a enquadram na categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A julgadora elencou uma série de depoimentos de testemunhas que corroboravam a versão da autora, e afirmou que o próprio banco reconheceu a condição de bancária da trabalhadora. “Em depoimento pessoal, a própria preposta diz que a parte autora oferecia empréstimos, seguro, cartões de crédito. Relata que, em suma, oferecia todos os produtos do aplicativo.”</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Documento_ada345b-1.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Documento_ada345b-1.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 1001092-42.2024.5.02.0044</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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