<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Argentona pobreza &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/argentona-pobreza/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Tue, 13 Oct 2026 12:24:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>Argentona pobreza &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Ajuste de Milei reduz número de novos aposentados em 53% na Argentina</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ajuste-de-milei-reduz-numero-de-novos-aposentados-em-53-na-argentina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 12:22:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina menos aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Argentona pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Milei e aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Milei miséria argentina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=71357</guid>

					<description><![CDATA[Ao limitar reajuste à inflação, aposentadoria caiu 21%. E Flávio Bolsonaro quer fazer o mesmo A promessa da campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL) de promover um “tesouraço” nas despesas públicas, tendo como inspiração o ajuste fiscal de Javier Milei na Argentina, abriu uma disputa sobre o possível alcance dos cortes, ainda não detalhados pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Ao limitar reajuste à inflação, aposentadoria caiu 21%. E Flávio Bolsonaro quer fazer o mesmo</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A promessa da campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL) de promover um “tesouraço” nas despesas públicas, tendo como inspiração o ajuste fiscal de Javier Milei na Argentina, abriu uma disputa sobre o possível alcance dos cortes, ainda não detalhados pelo candidato.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem cobrado Flávio para explicar o “tesouraço”, enquanto o senador do PL vem negando que vá fazer ajuste fiscal sobre as aposentadorias ou programas sociais.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A desindexação das aposentadorias do reajuste do salário mínimo – uma das demandas principais de agentes do mercado financeiro para reduzir as despesas do governo – limitaria os reajustes à inflação, sem ganho real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, as pensões e aposentadorias no Brasil seguem a regra do salário mínimo que prevê ganhos reais de até 2,5% acima da inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A coordenadora da equipe econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, economista Daniella Marques, tem afirmado que o governo de Javier Milei é uma inspiração da campanha, considerado um “ótimo exemplo”. &nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vamos usar de inspiração o que foi feito pelo governo de Javier Milei, na Argentina&#8221;, disse Daniella&nbsp;durante o evento Esfera Brasil, em setembro deste ano, segundo reportagem da revista Exame.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entre as mudanças que afetaram os aposentados na Argentina&nbsp;está o fim da moratória previdenciária, a partir de março de 2025. Com essa mudança, o número de argentinos que ingressaram na Previdência caiu de 213,9 mil, no 1º semestre de 2024, para 99,6 mil, no 1º semestre de 2026.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A queda de 53% no número de novos aposentados foi registrada pelos <a href="https://www.argentina.gob.ar/trabajo/seguridadsocial/bess" target="_blank" rel="noopener"><strong>Boletins Estatísticos da Previdência Social</strong></a> (BESS) do país.&nbsp; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução pela metade no número de novos aposentados ocorre após o governo Milei não renovar a chamada regra da moratória previdenciária. Esse mecanismo permitia que trabalhadores com idade mínima para se aposentar, mas sem os 30 anos de contribuição previstos, pudessem regularizar o período sem contribuição.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Milei limita aposentadorias</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Além de dificultar a entrada no sistema de Previdência Social, o governo Milei alterou a fórmula de cálculo das aposentadorias ainda no início do governo, em março de 2024, ao editar o <a href="https://www.argentina.gob.ar/normativa/nacional/decreto-274-2024-397577/texto" target="_blank" rel="noopener">Decreto de Necessidade e Urgência</a> (DNU) 274 de 2024.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, as mensalidades são reajustadas mensalmente com base nos índices oficiais da inflação. A formula anterior, definida pela Lei 27.609 de 2021, se baseava em dois indicadores: 50% do reajuste era definido pela variação dos salários, e 50% pela arrecadação da Previdência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Centro de Economia Política Argentina (Cepa) calculou que a mudança de Milei reduziu o piso mínimo das aposentadorias em 21,6%, considerando os valores de junho de 2026.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em junho de 2026, com o aumento de 2,6% da fórmula de Milei, a aposentadoria mínima (sem bônus) fica em $403.327, enquanto, se a fórmula anterior tivesse sido mantida, seria de $ 490.621 (21,6% acima)”, <a href="https://centrocepa.com.ar/documentos/informes/805-movilidad-previsional-actualizaciones-jubilatorias-con-el-dnu-274-2024-de-milei-vs-formula-ley-27-609-de-2021" target="_blank" rel="noopener"><strong>diz o informe.&nbsp;</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado argentino especializado em seguridade social Luciano González Etkin explicou à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong> que as aposentadorias em seu país&nbsp;vinham perdendo poder de compra, pelo menos&nbsp;desde 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ao suspender a fórmula que proporcionava algum crescimento real das mensalidades, o que o governo Milei faz é consolidar a perda do poder de compra das aposentadorias, condenando-as a permanecer nesse patamar”, afirmou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Medicamentos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outra mudança que afetou os aposentados sob Milei foi o corte no subsídio para compra de medicamentos por meio do Instituto Nacional de Serviços Sociais para Aposentados e Pensionistas (Pami).</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dezembro de 2024, o Pami&nbsp;definiu novas regras para acessar a gratuidade nos medicamentos. Desde então, somente podem acessar o programa os aposentados com renda mensal de até 1,5 vez o benefício previdenciário mínimo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado do Centro de Aposentados e Pensionistas da Associação de Trabalhadores do Estado (ATE Nacional) da Argentina, Luciano González Etkin, destacou que essas e outras medidas de&nbsp;Milei tem levado os aposentados a fazer&nbsp;protestos semanais em Buenos Aireis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eles estão em uma situação muito precária, muito preocupante. Vivem com cerca de 30% do que seria necessário para um padrão mínimo de dignidade. É uma situação muito preocupante e desumana para os aposentados”, disse&nbsp;à <strong>Agência Brasil.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Vetos de&nbsp;Milei</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diante da pressão dos aposentados, o Congresso argentino aprovou três projetos que prendiam melhorar os valores das mensalidades, um em 2024 e dois em 2025.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as mudanças, estava a previsão de que a aposentadoria mínima fosse de 1,09 vez a cesta básica de um adulto. Porém, todas as medidas foram vetadas integralmente pelo presidente argentino, que alegou falta de recursos para cobrir as despesas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outubro deste ano, a aposentadoria na Argentina foi <a href="https://www.anses.gob.ar/aumentos-por-movilidad-para-jubilaciones-pensiones-y-asignaciones" target="_blank" rel="noopener"><strong>reajustada em 1,66%</strong></a>. Com isso, o valor mínimo chegou a $ 505.748,51 pesos. Isso já considerando o bônus fixo de 70 mil pesos concedido aos aposentados que recebem os menores valores. Convertendo para reais, o valor equivale a aproximadamente R$ 1.662.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A organização <a href="https://www.gerontovida.org.ar/canastas/publicadas/trayectoria.doc" target="_blank" rel="noopener">Espaço Gerontovida</a>, que atua na defesa da população idosa argentina em Buenos Aires, calcula que o valor mínimo da aposentadoria é suficiente para cobrir apenas cerca de 25% das necessidades básicas mensais de um idoso, calculada em $ 2.090.646.&nbsp;</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
