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	<title>aposentadoria sem reajuste &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Bolsonaro: sem reposição das perdas de aposentadorias, salário mínimo etc.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[perdas salariais]]></category>
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					<description><![CDATA[Se o projeto de Paulo Guedes e Bolsonaro avançar, nem mesmo a reposição da renda do trabalhador está garantida para os próximos anos, caso o governo Bolsonaro seja reeleito. Tudo estava sendo tramado em sigilo até que a Folha de S.Paulo descobriu   Tudo estava sendo tramado em sigilo até que a Folha de S. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se o projeto de Paulo Guedes e Bolsonaro avançar, nem mesmo a reposição da renda do trabalhador está garantida para os próximos anos, caso o governo Bolsonaro seja reeleito. Tudo estava sendo tramado em sigilo até que a Folha de S.Paulo descobriu</p>
<p></p>
<p> </p>
<p>Tudo estava sendo tramado em sigilo até que a Folha de S. Paulo teve acesso, nesta quinta-feira (20/10), a documentos do Ministério da Economia prevendo acabar, a partir de 2023, com a reposição anual das perdas inflacionárias das aposentadorias, pensões, BPC e do salário mínimo. Segundo o jornal, que teve acesso a trechos do documento, caso o ex-capitão seja reeleito, o ministro Paulo Guedes, titular da pasta, pretende desvincular o salário e os benefícios previdenciários do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), principal índice que mede a inflação no país.</p>
<p> </p>
<p>A intenção, segundo a Folha, é apresentar a proposta ao Congresso no dia seguinte ao resultado das urnas. Se a ideia avançar, nem mesmo a reposição da renda do trabalhador está garantida para os próximos anos, caso a gestão bolsonarista continue.</p>
<p> </p>
<p>Até aqui, por evitar a perda de votos, Bolsonaro suspendeu ataques mais frontais à população. Pelo contrário, pousa de bom-moço abrindo o cofre gastando bilhões com o pagamento do auxílio Brasil, empréstimos consignados, quitação de dívidas, adiantando o pagamento de pensões e aposentadorias. Mas se prepara para retomar aos ataques após as eleições, querendo vencer o pleito através da compra de votos com dinheiro público.</p>
<p> </p>
<p><strong>Por debaixo dos panos</strong></p>
<p>Segundo a revista Carta Capital o plano é um novo revés para a renda do trabalhador brasileiro, já reduzida com Bolsonaro. Antes da chegada do ex-capitão ao Planalto, o salário era corrigido não apenas pela inflação, mas também era previsto um aumento real com base no crescimento do PIB brasileiro.</p>
<p> </p>
<p>Nos quatro anos de governo Bolsonaro, porém, todos os orçamentos indicaram apenas a reposição prevista na Constituição sem qualquer aumento.</p>
<p> </p>
<p>“É importante ressaltar que o atual governo já é o detentor do mandato com o menor poder de compra para o trabalhador. Os índices de inflação no atual governo também seguem bem acima da expectativa e da meta definidas pela gestão. Durante o mandato, o acumulado do INPC chegou a patamares piores do que os registrados na década de 1990”, avalia matéria da Carta Capital.</p>
<p> </p>
<p>A iniciativa atual, no entanto, pode ter adesão facilitada porque, segundo o documento, seria uma forma de garantir dinheiro fora do teto para Bolsonaro pagar promessas de campanha que ainda não têm recursos para saírem do papel. É o caso do Auxílio Brasil de 600 reais, que tem previsão apenas até dezembro e não consta no Orçamento de 2023 enviado ao Congresso. O mesmo acontece com o 13º para mulheres que recebem o benefício anunciado por Bolsonaro, mas sem qualquer previsão de recurso até aqui.</p>
<p>Crédito: Sindpúblicos<br />Fonte: Imprensa SeebRio com edição da Comunicação do SEEB de Santos e Região<br />Escrito por: Olyntho Contente</p>
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