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	<title>Altas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Custo da cesta básica aumenta, mas o salário não</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Cesta Básica]]></category>
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					<description><![CDATA[A cesta mais cara é a de São Paulo, R$ 522,05 – trabalhadores gastam 56,86% do salário mínimo e tiveram de cumprir 115 horas e 5 minutos de jornada para comprar os itens básicos Enquanto o reajuste salário mínimo não tem nenhum aumento real, o brasileiro perde o poder de compra, e os produtos não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cesta mais cara é a de São Paulo, R$ 522,05 – trabalhadores gastam 56,86% do salário mínimo e tiveram de cumprir 115 horas e 5 minutos de jornada para comprar os itens básicos</p>
<p>Enquanto o reajuste salário mínimo não tem nenhum aumento real, o brasileiro perde o poder de compra, e os produtos não param de subir. É o que prova a pesquisa do <a href="https://www.dieese.org.br/" target="_blank">Dieese</a> (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), que divulgou que o custo da cesta básica subiu em todas as 18 capitais analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica.</p>
<p> </p>
<p>A cidade de São Paulo se destaca como a cesta básica mais cara do país, tendo um custo médio de R$ 522,05. Logo em seguida, o Rio de Janeiro que apresentou custo de R$ 515,58, e logo depois Porto Alegre, R$ 499,38. Já altas mais expressivas ocorreram em Campo Grande (10,07%), São Luís (7,10%) e Aracaju (4,94%).</p>
<p> </p>
<p>Em abril, as capitais que apresentaram o conjunto de alimentos essenciais mais baratos foram Salvador, com valor médio de R$ 396,75, e Aracaju, com R$ 404,68.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com o Dieese, e baseado na cesta básica mais cara do país, observada em São Paulo, seria necessário um salário mínimo de R$ 4.385,75 para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. Muito distante do atual de R$ 998,00.</p>
<p> </p>
<p><strong>Leia Também:</strong> <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/1-de-maio-trabalhadores-indicam-greve-geral-em-14-de-junho" target="_blank">Trabalhadores indicam Greve Geral em 14 de junho</a></p>
<p>Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia<br />Escrito por: Imprensa SEEB Bahia</p>
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