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	<title>Alimentação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Alimentação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Brasil sai do Mapa da Fome, indica relatório da ONU</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/brasil-sai-do-mapa-da-fome-indica-relatorio-da-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 21:08:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[FAO monitora situação alimentar nos países Relatório apresentado nesta segunda-feira (28/7) durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da Organização das Nações Unidas (ONU) (UNFSS+4), na Etiópia, revela que o Brasil está novamente fora do Mapa da Fome. O país está abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-194743f63bf4504e3ff480d688764b03">FAO monitora situação alimentar nos países</h4>



<p>Relatório apresentado nesta segunda-feira (28/7) durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da Organização das Nações Unidas (ONU) (UNFSS+4), na Etiópia, revela que o Brasil está novamente fora do Mapa da Fome. O país está abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente.</p>



<p>Os dados constam do estudo O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 (SOFI 2025), produzido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU).</p>



<p>O Mapa da Fome é um indicador global da FAO que identifica países em que mais de 2,5% da população sofrem de subalimentação grave (insegurança alimentar crônica).</p>



<p>Estar no Mapa da Fome significa que uma parcela significativa da população do país não tem acesso regular a alimentos suficientes para uma vida saudável. O relatório SOFI divulga esse indicador sempre na forma de médias trienais, considerando as informações dos últimos três anos.</p>



<p>O Brasil alcançou esse patamar em 2014, mas tinha retornado ao Mapa da Fome no triênio 2018/2020. Agora, no triênio 2022/2024, voltou a ficar abaixo de 2,5%.</p>



<p>Nota divulgada, em Brasília, pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome destaca que “a conquista foi alcançada em apenas dois anos, tendo em vista que 2022 foi um período considerado crítico para a fome no Brasil”.</p>



<p>“A saída do Brasil do Mapa da Fome é resultado de decisões políticas do governo brasileiro que priorizaram a redução da pobreza, o estímulo à geração de emprego e renda, o apoio à agricultura familiar, o fortalecimento da alimentação escolar e o acesso à alimentação saudável&#8221;, explica a nota.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como é calculado o Mapa da Fome</h4>



<p>A FAO adota alguns indicadores para monitorar a situação alimentar nos países. O principal deles é a Prevalência de Subnutrição (Prevalence of undernourishment – PoU), utilizado na construção do Mapa da Fome. Esse indicador identifica, em cada país, o percentual da população em risco de subnutrição.</p>



<p><strong>O PoU é calculado a partir de três variáveis:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>quantidade de alimentos disponíveis no país, considerando produção interna, importação e exportação;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>o consumo de alimentos pela população, considerando as diferenças de capacidade de aquisição (a renda);</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>a quantidade adequada de calorias/dia, definida para um indivíduo médio representativo da população.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo Lula reduz limite de ultraprocessados na merenda escolar</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/governo-lula-reduz-limite-de-ultraprocessados-na-merenda-escolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 08:48:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O objetivo é promover uma alimentação mais saudável para os 40 milhões de alunos de escolas públicas brasileiras A medida foi anunciada na terça-feira (4/2), na 6ª edição do Encontro Nacional do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), realizado em Brasília. O objetivo da medida é oferecer uma alimentação mais saudável aos estudantes, por meio [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-1219ebd87a984e0a1a14374a1b51a40c">O objetivo é promover uma alimentação mais saudável para os 40 milhões de alunos de escolas públicas brasileiras</h4>



<p>A medida foi anunciada na terça-feira (4/2), na 6ª edição do Encontro Nacional do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), realizado em Brasília. O objetivo da medida é oferecer uma alimentação mais saudável aos estudantes, por meio da elaboração de cardápios mais equilibrados.</p>



<p>Com a iniciativa, 40 milhões de alunos em quase 150 mil escolas públicas serão beneficiados. A mudança será feita por uma alteração na Resolução nº 6/2020, que estabelece diretrizes do Pnae. O programa teve um orçamento de R$ 5,3 bilhões em 2024.</p>



<p>O texto também regulamenta a aquisição de gêneros alimentícios com recursos do Pnae via agricultura familiar, priorizando assentamentos de reforma agrária, comunidades indígenas e quilombolas e grupos formais e informais de mulheres. Hoje, ao menos 30% dos recursos do programa devem ser destinados à aquisição de itens da agricultura familiar.</p>



<p>Segundo o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional 2023, do Ministério da Saúde, uma a cada sete crianças brasileiras está acima do peso ou obesidade. Isso significa 14,2% das crianças com menos de cinco anos, enquanto a média global é de 5,6%. Entre os adolescentes, a taxa chega a 33%, o que reforça a importância da busca por alimentos e refeições mais saudáveis.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Os custos dos ultraprocessados</h4>



<p>Segundo o estudo &#8220;Estimação dos custos da mortalidade prematura por todas as causas atribuíveis ao consumo de produtos alimentícios ultraprocessados no Brasil&#8221;, realizado pelo pesquisador Eduardo Nilson, da Fiocruz Brasília e Nupens/USP, a pedido da ONG ACT Promoção da Saúde, o consumo de alimentos ultraprocessados custa R$ 10,4 bilhões anuais ao Brasil.</p>



<p>Deste total, de acordo com o levantamento divulgado em 2024, R$ 933,5 milhões são de custos diretos ao Sistema Único de Saúde (SUS) por ano, o que inclui despesas com hospitais, ambulatórios e medicamentos em casos de obesidade, diabetes tipo 2 e hipertensão.</p>



<p>Já os gastos previdenciários e por licenças profissionais são de R$ 263 milhões anuais, com os maiores custos ligados ao tratamento de diabetes tipo 2 (41% do total).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="724" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/fdb4838c-38d5-43b4-a7c5-7ed1dd67fd9d-1-724x1024.png" alt="" class="wp-image-59694" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/fdb4838c-38d5-43b4-a7c5-7ed1dd67fd9d-1-724x1024.png 724w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/fdb4838c-38d5-43b4-a7c5-7ed1dd67fd9d-1-212x300.png 212w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/fdb4838c-38d5-43b4-a7c5-7ed1dd67fd9d-1-106x150.png 106w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/fdb4838c-38d5-43b4-a7c5-7ed1dd67fd9d-1-768x1087.png 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/fdb4838c-38d5-43b4-a7c5-7ed1dd67fd9d-1-600x849.png 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/fdb4838c-38d5-43b4-a7c5-7ed1dd67fd9d-1-20x28.png 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/fdb4838c-38d5-43b4-a7c5-7ed1dd67fd9d-1.png 1080w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></figure>
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		<item>
		<title>Prioridade do governo em 2025 é baratear os alimentos, diz Lula</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/prioridade-do-governo-em-2025-e-baratear-os-alimentos-diz-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 09:19:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[combate à desinformação]]></category>
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		<category><![CDATA[presidente Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Na abertura do encontro com ministros, presidente reforça que 2025 será ano de colheita e aponta o cuidado com a segurança alimentar como essencial para a qualidade de vida da população Uma das prioridades do governo federal para 2025 é a de baratear o preço dos alimentos que chegam à mesa do trabalhador. A orientação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d24b18c3cfecf882b391dfe089e7c554">Na abertura do encontro com ministros, presidente reforça que 2025 será ano de colheita e aponta o cuidado com a segurança alimentar como essencial para a qualidade de vida da população</h4>



<p>Uma das prioridades do governo federal para 2025 é a de baratear o preço dos alimentos que chegam à mesa do trabalhador. A orientação foi passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a sua equipe nesta segunda-feira (20), durante a primeira reunião do ano com seus ministros.</p>



<p>De acordo com o presidente, o novo ano será de colheita de muitas das políticas públicas iniciadas após o que chamou de período de reconstituição de diversas pastas, segundo ele, desmontadas durante o governo anterior. Ele cobrou de seus ministros um esforço cada vez maior para avançar nas políticas que vêm sendo implementadas.</p>



<p>“Temos agora um tema muito importante, que é a reconstrução, a união e comida barata na mesa do trabalhador, porque os alimentos estão caros na mesa do trabalhador. Todos ministros sabem que o alimento está caro. É uma tarefa nossa garantir que o alimento chegue na mesa do povo trabalhador, da dona da casa e do povo brasileiro em condições compatíveis com o salário que ganha”, disse o presidente durante a fala de abertura da reunião.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Combate à desinformação</h4>



<p>O presidente, que se disse prontamente recuperado da cirurgia que fez na cabeça após uma queda, reiterou o compromisso do governo com a manutenção da democracia. Ele pediu a seus ministros que fiquem atentos para evitar dar argumentações a opositores que, segundo ele, já iniciaram campanha visando as eleições presidenciais do ano que vem.</p>



<p>“Daqui para frente, nenhum ministro vai poder fazer portaria que depois crie confusão, sem que essa portaria passe pela Presidência da República, por meio da Casa Civil”, disse.</p>



<p>Segundo Lula, as eleições de 2026 já começaram para seus adversários. “Basta ver a internet para perceber que eles já estão em campanha. E nós não podemos antecipar a campanha, porque temos de trabalhar para entregar ao povo aquilo que ele precisa”, disse o presidente.</p>



<p>“Eu tenho uma causa, e ela é o que vai me motivar em 2025, que é a de não permitir, em hipótese alguma, que esse país volte ao horror do que foi o mandato do meu antecessor, garantindo que a democracia permaneça nesse país. Não queremos entregar esse país de volta ao neofascismo, ao neonazismo, ao autoritarismo. E precisamos dizer em alto e bom som: queremos eleger um governo para continuar o processo democrático nesse país ”, acrescentou.</p>



<p>O presidente citou também algumas entregas na área da educação e fez elogios à aprovação da lei que não permite uso de celulares pelas crianças no ambiente escolar. “Este é um sistema de proteção das nossas crianças. É um sistema de proteção da nossa educação e dos nossos professores. Estamos privilegiando a educação, o humanismo, e não os algoritmos para fazer a cabeça das nossas pessoas”, argumentou.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="Lula comanda primeira reunião ministerial de 2025" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/FwmAADEjEAs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<item>
		<title>Maioria dos trabalhadores leva marmita para o trabalho, diz estudo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/maioria-dos-trabalhadores-leva-marmita-para-o-trabalho-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 07:25:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa foi realizada com 816 pessoas de todas as regiões do país A maior parte dos trabalhadores brasileiros (56% do total) leva marmita ou um lanche para se alimentar no ambiente de trabalho. Pesquisa Panorama da Alimentação no Trabalho foi realizada pelo Instituto QualiBest e encomendada pela Sapore, multinacional brasileira de serviços de alimentação e [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ff4724dfafcf18698346926e513892f8">Pesquisa foi realizada com 816 pessoas de todas as regiões do país</h4>



<p>A maior parte dos trabalhadores brasileiros (56% do total) leva marmita ou um lanche para se alimentar no ambiente de trabalho. Pesquisa Panorama da Alimentação no Trabalho foi realizada pelo Instituto QualiBest e encomendada pela Sapore, multinacional brasileira de serviços de alimentação e facilities. Desse total apontado pelo estudo, 42% disseram levar marmita para o trabalho.</p>



<p>Os demais 14%, levam lanches ou salgados. O estudo, que ouviu 816 pessoas de todas as regiões do país, foi apresentado em 30/10, durante o 2º Seminário Aberc (Associação Brasileira de Refeições Coletivas), realizado na capital paulista. Para esta pesquisa, os trabalhadores puderam escolher mais de uma opção.</p>



<p>De acordo com o estudo, outros 31% dos entrevistados afirmaram comprar marmitas ou lanches na rua, 28% disseram utilizar o vale refeição/alimentação, 21% os restaurantes corporativos e 7% respondeu que não se alimenta no ambiente de trabalho.</p>



<p>Levantamento teve como foco entender como se dá a alimentação dos trabalhadores em restaurantes corporativos. E apontou que 87% dos entrevistados consideram o restaurante corporativo um grande benefício para o trabalhador.</p>



<p>Segundo a Aberc, o setor de refeições coletivas movimenta mais de R$ 21 bilhões na economia brasileira a cada ano, alimentando mais de 37 milhões de pessoas em empresas, hospitais e instituições de ensino públicas e privadas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Gastos</h4>



<p>A pesquisa mostrou também que 45% dos trabalhadores brasileiros gastam entre R$ 220 e R$ 440 por mês para se alimentar no trabalho. Outros 18% responderam que gastam entre R$ 450 e R$ 660 e 23% declarou que não gasta porque tem acesso a restaurantes corporativos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Arroz e feijão</h4>



<p>O levantamento mostrou que o chamado prato feito, composto por arroz, feijão, proteína e acompanhamento é a preferência de 77% dos trabalhadores. Isso demonstra, segundo o estudo, a busca do trabalhador por uma alimentação equilibrada.</p>



<p>Apesar da preferência pelo arroz e feijão, a curiosidade pode levar o brasileiro a se arriscar. Quando perguntados sobre qual a opinião de ter à disposição pratos temáticos – tais como comida oriental, italiana ou mineira – 72% dos usuários de restaurantes corporativos disseram que seria ótimo, pois poderiam conhecer outros tipos de culinária.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Médicos alertam que calor excessivo altera metabolismo e exige cuidados especiais</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/medicos-alertam-que-calor-excessivo-altera-metabolismo-e-exige-cuidados-especiais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2023 08:53:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Altas temperaturas podem provocar queimaduras de pele e desidratação, além contribuir para arritmias cardíacas. Especialistas recomendam roupas e alimentação leves, filtro solar e muita hidratação As mudanças bruscas de temperatura verificadas nos últimos dias no país alteram muito o metabolismo do corpo humano. O calor excessivo pode levar à desidratação e provocar queimaduras solares, se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-16e4671c3a93604911da7b78a6e6de53">Altas temperaturas podem provocar queimaduras de pele e desidratação, além contribuir para arritmias cardíacas. Especialistas recomendam roupas e alimentação leves, filtro solar e muita hidratação</h4>



<p>As mudanças bruscas de temperatura verificadas nos últimos dias no país alteram muito o metabolismo do corpo humano. O calor excessivo pode levar à desidratação e provocar queimaduras solares, se a pessoa estiver sem proteção, alerta a médica Marcela Benez, coordenadora do Departamento de Cirurgia e Oncologia da Sociedade Brasileira de Dermatologia do Rio de Janeiro (SBD-RJ).</p>



<p>As queimaduras podem ocorrer em quem está exposto diretamente ao sol na face e onde a roupa não cobre. “É importante sempre fazer uso de filtro solar antes de sair de casa, usar roupas mais frescas e fazer reposição de água e outros meios de hidratação ao longo do dia”, ensina Marcela.</p>



<p>Sobre o câncer de pele, a médica explica que ele aparece com o acúmulo de fotoexposição ao longo da vida e devido a queimaduras solares. Segundo Marcela, a queimadura feita na infância vai gerando alteração no DNA da célula, e isso vai se acumulando ao longo da vida. “É uma exposição mais prolongada. Não é de imediato, mas várias exposições podem ser fator de risco”, alerta.</p>



<p>Com a exposição prolongada ao sol, o câncer de pele pode começar a surgir no adulto jovem e na pessoa idosa. “Tem pessoas com 30 e poucos anos e até com 20 e poucos anos com câncer de pele, resultado de grande exposição ao sol desde crianças. A queimadura solar que faz eritemas e bolhas na pele vai gerando isso no futuro, na idade mais adulta”, destaca a médica.</p>



<p>Algumas doenças podem ser agravadas pelas temperaturas elevadas, especialmente as fotossensibilizantes, como lúpus e a dermatomiosite, que são autoimunes. E elas são agravadas diretamente pelo sol e pelo calor. Também a dermatite atópica (doença crônica e hereditária que causa inflamação da pele, levando ao aparecimento de lesões e coceira) pode ficar um pouco descontrolada.</p>



<p>A dermatologista recomenda que as pessoas, diante dessas temperaturas elevadas, façam a fotoproteção, que inclui o uso de chapéus, barracas na praia e piscina e roupas com fator UV de proteção. Marcela acrescenta ainda que o filtro solar deve ser passado na pele ainda em casa, antes da exposição ao sol, e reaplicado, em média, duas ou três horas depois. “Com o suor, ou quando a pessoa se molha na piscina ou na praia, o protetor deve ser reaplicado”, avisa.</p>



<h5 class="wp-block-heading">BOTAR PARA FORA</h5>



<p>A endocrinologista Ana Cristina Belsito, do Hospital São Vicente de Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, enfatiza que, nos casos de calor excessivo, é preciso botar para fora o calor.</p>



<p>“A sudorese aumenta nesse período, a pessoa começa a suar mais, e o sódio tende a cair. Os níveis tensionais [níveis de pressão arterial] também caem com isso”, ressalva Ana Cristina.</p>



<p>Além disso, Ana Cristina reitera a necessidade de tomar cuidado com as roupas. “As vestimentas têm de ser mais frescas, para eliminar calor, porque nosso organismo fica muito aquecido. E as comidas têm que ser leves, frescas. Importante a hidratação e a proteção solar também, contra a radiação ultravioleta intensa e queimadura de pele”, enumera.</p>



<p>Outro cuidado é com a deterioração dos alimentos. “Muitas vezes, a conservação dos alimentos não é tão bem-feita nos locais onde se fazem refeições, e isso aumenta o risco de infecções intestinais, como diarreia, que fazem com que as pessoas tenham outros problemas de desidratação”, ressalta Ana Cristina.</p>



<p>A médica reforça que as pessoas devem se hidratar bem nesse período de calor excessivo e evitar se expor nos horários de pico, desempenhando suas atividades em horários de temperatura mais amena. “Os sinais que a falta de água no organismo pode gerar incluem prostração, desidratação, dor de cabeça [cefaleia], boca seca, desorientação. São avisos que alertam que o organismo não está bem”, pondera.</p>



<p>Os hipertensos, que costumam usar diuréticos com frequência, devem ficar atentos. O excesso de medicação, quando a pessoa é submetida a uma carga maior de temperatura, faz com que ela perca água.</p>



<p>Com essa perda, pode haver um desequilíbrio hidroeletrolítico e, junto com a sudorese, pode fazer com que a pressão caia muito, mais do que o normal. Ana Cristina alerta que esse quadro pode levar à desorientação, desidratação e prostração, além de gerar alterações renais devido ao menor aporte de água. A desorientação é o sintoma mais frequente.</p>



<p>Caso a pessoa tenha esses sintomas, a recomendação é procurar um serviço de emergência, pronto atendimento, para fazer os exames necessários como sódio, potássio, ureia, creatinina, hemograma. Se necessário for, deve ainda medir a pressão. Feitos os exames de urgência, o indivíduo é encaminhado ao médico especializado na área do problema que estiver apresentando.</p>



<h5 class="wp-block-heading">DOENÇAS CARDIOVASCULARES</h5>



<p>O coordenador assistencial do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), Alexandre Rouge, ressalta que, quando se fala de aumento da temperatura, é preciso entender duas coisas: uma é o aquecimento global, que, no longo prazo, pode estar relacionado ao aumento progressivo das doenças cardiovasculares. Segundo ele, já há, inclusive, um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostrando isso.</p>



<p>Nos meses mais quentes do ano, o aumento da temperatura, somado à redução da umidade do ar, também aumenta os eventos cardiovasculares. “Para tentar compensar o calor, a gente dilata os vasos e, fazendo isso, tem quedas de pressão e aumento de frequência cardíaca, o que favorece o consumo do coração. Aumenta-se o consumo do coração por oxigênio, e isso pode levar à instabilidade de uma doença que esteja ali quietinha”, adverte Rouge.</p>



<p>Ele lembra que a pessoa sua mais e, aí, acaba se desidratando e perdendo os eletrólitos do sangue (sódio, potássio), tem menos volume de sangue no organismo, o que também facilita a queda de pressão e o aparecimento de eventos cardiovasculares.</p>



<p>“O suor e a queda desses sais favorecem o aparecimento de arritmias, principalmente nos idosos. Então, o aumento da temperatura favorece tanto eventos isquêmicos do coração, que são as anginas e infartos, como eventos de arritmia”, salienta Rouge.</p>



<p>Hidratação o tempo todo é o principal cuidado para evitar problemas cardíacos nos períodos de altas temperaturas. Se possível, a pessoa deve andar com uma garrafinha de água, para não se esquecer da hidratação e evitar atividades físicas nos momentos de maior calor. “Não é para parar a atividade física, porque isso também seria ruim, mas não fazer nos horários de pico de calor”, pondera.</p>



<p>Quando estiver em áreas expostas ao sol, a pessoa deve buscar sempre um local mais fresco, ao longo do dia, se possível, ambientes refrigerados, como dar uma passada em uma galeria ou shopping center onde possa passar algumas horas em ambiente mais refrigerado, fugindo da onda de calor, acrescentou o cardiologista.</p>



<p>De acordo Rouge, do ponto de vista do coração, a pessoa precisa estar sempre alerta – como deve ser durante todo o ano – para sintomas como dor no peito, desmaios, palpitações. Não há, porém, nenhuma recomendação de exame extra a ser feito. “Só estar atento aos sintomas. E procurar o médico, se os sintomas persistirem”, finaliza.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>#SeLiga</strong> <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-dos-bancarios-de-santos-e-regiao-lanca-canal-no-whatsapp/">Sindicato dos Bancários de Santos e Região lança canal no WhatsApp</a></h5>
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		<title>Preço da carne pode fechar 2023 com maior queda desde início do Plano Real</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/preco-da-carne-pode-fechar-2023-com-maior-queda-desde-inicio-do-plano-real/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 08:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Carnes]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo)]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Real]]></category>
		<category><![CDATA[Queda nos Preços]]></category>
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					<description><![CDATA[Carnes encerrarão o ano de 2023 com a maior queda acumulada desde o início do Plano Real, em 1994, como parte de um esforço para combater a hiperinflação no Brasil Os preços da carne no Brasil podem encerrar o ano de 2023 com uma queda acumulada de mais de 10% no IPCA (Índice Nacional de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Carnes encerrarão o ano de 2023 com a maior queda acumulada desde o início do Plano Real, em 1994, como parte de um esforço para combater a hiperinflação no Brasil</h4>



<p>Os preços da carne no Brasil podem encerrar o ano de 2023 com uma queda acumulada de mais de 10% no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), de acordo com <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/10/apos-disparada-preco-da-carne-pode-fechar-2023-com-maior-queda-desde-inicio-do-plano-real.shtml">reportagem</a> do jornal Folha de S. Paulo. Embora uma redução anual desse porte seja incomum na série histórica do índice, ela não será suficiente para compensar o aumento substancial dos preços da carne nos anos anteriores, que impactaram o consumo no país, destaca.</p>



<p>Até setembro de 2023, as carnes registraram uma deflação de 11,06% no acumulado de 12 meses do IPCA, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Projeções do banco Santander Brasil apontam que a redução deve chegar a 11,35% até dezembro, enquanto a LCA Consultores prevê uma deflação de 10,75% para o mesmo período.</p>



<p>Apesar das diferenças nas projeções, ambas indicam que as carnes provavelmente encerrarão o ano de 2023 com a maior queda acumulada desde o início do Plano Real, que entrou em vigor em julho de 1994, como parte de um esforço para combater a hiperinflação no Brasil.</p>



<p>De acordo com os economistas, a queda dos preços da carne em 2023 está relacionada à expansão da oferta no mercado interno. Segundo o IBGE, o abate de bovinos no país aumentou 12,6% em relação ao mesmo período de 2022 e 13,4% em relação ao primeiro trimestre de 2023, totalizando 8,36 milhões de cabeças abatidas no segundo trimestre. Além disso, a redução nos preços dos insumos usados na produção, como a ração, contribuiu para a queda de preços nas carnes.</p>



<p>Em 2019, por exemplo, as carnes encerraram o ano com uma alta acumulada de 32,4% no IPCA, devido ao aumento das exportações. A pressão nos custos de produção continuou nos primeiros anos da pandemia, resultando em uma inflação nas carnes de 17,97% em 2020 e 8,45% em 2021. Em 2022, o aumento desacelerou para 1,84%.</p>



<p>Na análise mensal, os preços das carnes vêm registrando quedas no IPCA desde janeiro de 2023, totalizando nove meses consecutivos de deflação, até setembro, quando a queda foi de 2,1%. Especialistas preveem a possibilidade de uma nova redução em outubro, mas projetam um aumento nos preços em novembro e dezembro, períodos em que a demanda por produtos de carne costuma aumentar.</p>
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		<title>Gestantes e lactantes precisam de boa alimentação</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/gestantes-e-lactantes-precisam-de-boa-alimentacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 09:04:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto Dourado]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Anemia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[Lactantes]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa aponta que 23% das grávidas têm anemia A campanha Agosto Dourado deste ano reforça que o leite materno reúne todos os nutrientes essenciais para o crescimento e desenvolvimento do bebê. Especialistas vêm destacando também a importante contribuição de uma boa nutrição para a saúde de mães e filhos, para grávidas e para quem está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Pesquisa aponta que 23% das grávidas têm anemia</h4>



<p>A campanha <a href="https://rblh.fiocruz.br/agosto-dourado-2023-mes-de-incentivo-amamentacao" data-type="URL" data-id="https://rblh.fiocruz.br/agosto-dourado-2023-mes-de-incentivo-amamentacao">Agosto Dourado</a> deste ano reforça que o leite materno reúne todos os nutrientes essenciais para o crescimento e desenvolvimento do bebê. Especialistas vêm destacando também a importante contribuição de uma boa nutrição para a saúde de mães e filhos, para grávidas e para quem está amamentando.</p>



<p>Uma pesquisa da Universidade de Brasília apontou que a taxa de anemia entre as grávidas brasileiras está em 23%. A Universidade Federal Fluminense criou um Ambulatório Nutricional e Integrativo para prestar apoio a esse público, tanto no período da gestação quanto na lactação.</p>



<p>A professora da UFF, Daniele Ferreira, responsável pelo projeto, afirma que, durante a gravidez e a lactação, há um aumento da demanda tanto de energia quanto de proteínas. E que mudanças hormonais aumentam o volume sanguíneo, o que pode causar a diluição dos nutrientes no sangue. Por isso é comum casos de anemia em gestantes.</p>



<p>A especialista reforça que o acompanhamento nutricional é fundamental nessas duas fases para fazer um planejamento alimentar e avaliar a necessidade de uso de suplementos. Mulheres com baixo peso ou excesso, segundo Daniele Ferreira, devem receber atenção especial, pois essas condições podem afetar a saúde do bebê no presente e no futuro.</p>



<p>A professora Daniele Ferreira ainda destaca que manter a boa nutrição também é fundamental na amamentação para reforçar a qualidade do leite materno.</p>



<p>O atendimento do Ambulatório Nutricional e Integrativo à Maternidade da UFF é gratuito para gestantes e lactantes. As pacientes contam com planejamento alimentar individualizado, voltado a seu estilo de vida, com suplementação nutricional, se necessário.</p>



<p>O ambulatório também orienta sobre todo o processo de amamentação, com informações seguras para que as mães mantenham o aleitamento materno durante o maior tempo possível e também para o processo de desmame gradual.</p>



<p>O atendimento pode ser feito online ou presencialmente, com agendamento pelo link: <a href="https://santosbancarios.com.br/?page_id=49274" data-type="page" data-id="49274">minhaagendavirtual.com.br/animauff</a></p>
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		<title>Caixa é condenada a pagar auxílio-alimentação à empregada que aderiu ao PAA</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-e-condenada-a-pagar-auxilio-alimentacao-a-empregada-que-aderiu-ao-paa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[A bancária aderiu ao programa de desligamento voluntário da Caixa em julho do ano passado A Caixa Econômica Federal foi condenada a pagar, a uma empregada que aderiu ao Programa de Apoio à Aposentadoria (PAA), as parcelas vencidas e vincendas do auxílio-alimentação até a expectativa de vida utilizada pelo banco na Comissão de Conciliação Voluntária/Prévia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bancária aderiu ao programa de desligamento voluntário da Caixa em julho do ano passado</p>
<p>A Caixa Econômica Federal foi condenada a pagar, a uma empregada que aderiu ao Programa de Apoio à Aposentadoria (PAA), as parcelas vencidas e vincendas do auxílio-alimentação até a expectativa de vida utilizada pelo banco na Comissão de Conciliação Voluntária/Prévia (CCP).</p>
<p> </p>
<p>Essa foi a sentença proferida no último dia 9 de outubro pelo Juiz do Trabalho Substituto José Roberto Coelho Mendes Júnior, da 4ª Vara do Trabalho de Porto Velho do TRT 14.</p>
<p> </p>
<p>A bancária, contratada em 5 de dezembro de 1989, aderiu ao programa de desligamento voluntário da Caixa no dia 21 de julho de 2016. No entanto, diferentemente do que acontece aos empregados que aderem ao PAA, ela teve seu direito ao pagamento do auxílio-alimentação (pago de uma só vez) negado, pois, de acordo com o banco, já havia uma ação contra o banco por parte da bancária.</p>
<p> </p>
<p>Ocorre que esta ação da bancária (em que ela fazia vários pedidos na inicial, entre eles, o de auxílio-alimentação) é antiga e foi feita dentro da vigência do contrato de trabalho, ou seja, quando ela ainda era empregada da Caixa, e esta ação já foi decidida e concluída na Justiça. Ou seja, uma coisa não tem nada a ver com a outra.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Sendo assim, como alega a Autora na inicial e por não existir defesa de mérito, realmente, é infundada a alegação da Ré quanto à existência de ação judicial contendo o pedido de pagamento do auxílio-alimentação após a aposentadoria, de forma que não há óbice para que a Ré efetue a homologação do acordo através da CCV/CCP&#8221;, descreve o magistrado em trecho de sua sentença.</p>
<p>Fonte: Seeb RO</p>
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