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	<title>alcoolismo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>alcoolismo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Síndrome de Coringa leva homens de vida pacata ao terrorismo de direita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Nov 2024 07:55:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alcoolismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Em seu mais recente livro, O Pobre de Direita: a Vingança dos Bastardos, o sociólogo Jessé Souza explora o perfil do trabalhador precarizado e humilhado de nossos tempos, utilizando como metáfora o personagem Coringa No meu livro, recém-lançado, sobre &#8220;o pobre de direita&#8221;, fiz um capítulo usando a mesma expressão que está no título deste [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-3bd82b68549981deca9b75d83ae8f437">Em seu mais recente livro, O Pobre de Direita: a Vingança dos Bastardos, o sociólogo Jessé Souza explora o perfil do trabalhador precarizado e humilhado de nossos tempos, utilizando como metáfora o personagem Coringa</h4>



<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/jesse-souza-disseca-o-pobre-de-direita-em-novo-livro/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/jesse-souza-disseca-o-pobre-de-direita-em-novo-livro/">No meu livro, recém-lançado, sobre &#8220;o pobre de direita&#8221;</a>, fiz um capítulo usando a mesma expressão que está no título deste artigo. A arte muitas vezes ajuda a ciência e prefigura as características essenciais de uma época histórica. Para mim, o Coringa representado pelo grande Joaquin Phoenix, no filme de 2019, não seria, portanto, um ponto fora da curva. Ao contrário, seria a representação perfeita do trabalhador precarizado, empobrecido e humilhado de nossos tempos.</p>



<p>Quando o <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/jesse-souza-explicou-a-sindrome-do-coringa-do-homem-bomba-da-esplanada-em-seu-novo-livro/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/jesse-souza-explicou-a-sindrome-do-coringa-do-homem-bomba-da-esplanada-em-seu-novo-livro/">terrorista bolsonarista em Brasília explodiu uma bomba em si mesmo</a>, embora o alvo fosse o Supremo e Alexandre de Moraes, vestido de coringa, muitos mencionaram uma capacidade mágica e preditiva do texto do livro. Infelizmente não tenho bola de cristal, mas o estudo cuidadoso e o trabalho empírico de adentrar ao mundo do trabalhador humilhado de nossos tempos me fez, quero crer, compreender as estruturas profundas do que está em jogo aqui.</p>



<p>A característica mais essencial para a existência dos coringas contemporâneos é a sua desorientação. No caso brasileiro, é um trabalhador que a partir do golpe de 2016 empobrece visivelmente. O aumento real dos salários em até 70% na era Lula, que garantia uma dieta mais saudável, a possibilidade de mandar o filho a uma escola particular e a construção racional de um futuro possível, voltou a ser apropriado pelo rentismo improdutivo da Faria Lima — aliás, este foi um dos motivos principais do golpe —, empobrecendo a massa de trabalhadores que se torna cada mais precária e explorada. No entanto, ninguém jamais explicou para ele que seu maior inimigo é a sanha do saque financeiro de toda a população por uma meia dúzia de especuladores.</p>



<p>Como essa raiva não pode ser canalizada contra a elite que o saqueia, ele tem então duas alternativas. A primeira é canalizar a raiva contra si mesmo, afinal ele, como todo pobre, acredita na meritocracia, e passa a se ver como fracassado — o que o levará a depressão ou ao alcoolismo, as duas doenças endêmicas do trabalhador de hoje. A segunda, que é para onde tanto a extrema direita quanto a pregação evangélica convergem, é canalizar a raiva contra grupos já previamente estigmatizados e ainda mais frágeis do que ele.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/afp-20241114-36m97hj-v1-preview-braziljusticeblast-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-58399" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/afp-20241114-36m97hj-v1-preview-braziljusticeblast-1024x683.jpg 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/afp-20241114-36m97hj-v1-preview-braziljusticeblast-300x200.jpg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/afp-20241114-36m97hj-v1-preview-braziljusticeblast-150x100.jpg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/afp-20241114-36m97hj-v1-preview-braziljusticeblast-768x512.jpg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/afp-20241114-36m97hj-v1-preview-braziljusticeblast-600x400.jpg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/afp-20241114-36m97hj-v1-preview-braziljusticeblast-20x13.jpg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/afp-20241114-36m97hj-v1-preview-braziljusticeblast.jpg 1100w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto Sérgio Lima/AFP</figcaption></figure>



<p>Muitos passam a achar que é o nordestino preguiçoso do Bolsa Família quem roubou seus parcos recursos. Ou ainda o negro construído como bandido. Ou ainda o falso moralismo da corrupção seletiva propagado por todas as mídias que identifica a &#8220;roubalheira do PT&#8221; como a causa. Não por acaso, o racismo esta por trás de todas essas opções por meio de máscaras convenientes: o nordestino, cujo povo é 80% mestiço ou preto, o bandido construído como o negro e o suposto povo corrupto eleitor de corruptos, de modo a desmoralizar o voto e a participação popular da maioria mestiça, negra e pobre.</p>



<p>A pregação evangélica e a extrema direita se tornam a boia de salvação moral do &#8220;pobre remediado&#8221;, àquele que ganha entre dois e cinco salários mínimos e que foi o segmento social suporte do bolsonarismo em todas as eleições. É o terreno social do branco pobre do Sul e de São Paulo e do negro evangélico do resto do país. A pregação evangélica serve para defini-lo como o &#8220;homem de bem&#8221; contra o pobre transformado em delinquente. Daí apoio à violência policial contra pretos e pobres. Ao criar a distinção entre o pobre honesto e pobre delinquente — que pode ser o bandido, o gay, e até a mulher —, a pregação evangélica possibilita que ele canalize seu ódio não mais contra si mesmo, mas, agora, contra o segmento mais pobre dos que ganham até dois salários mínimos, além das vítimas do machismo e da homofobia.</p>



<p>Ao garantir autoestima para o trabalhador humilhado, ainda que às custas do maior sofrimento dos grupos estigmatizados, tanto a pregação evangélica quanto a extrema direita passam a controlar a alma desse público. Autoestima e algum respeito e reconhecimento social são, afinal, as necessidades mais prementes de todos os seres humanos.</p>



<p>A extrema direita, no entanto, vai ainda mais além e cria toda a espécie de espantalho para representar o &#8220;sistema&#8221;, desde que nunca se nomeiem os reais algozes. Esses espantalhos são intercambiáveis. Alexandre de Moraes e o Supremo Tribunal Federal são, no entanto, percebidos como os símbolos da elite de poder que causa a opressão. Do mesmo modo que a pregação evangélica, a extrema direita fornece, desse modo, um propósito na vida e a ilusão de se estar participando da vida política para alguém que sempre se sentiu alijado e sem importância. E isso não é pouco para quem é humilhado.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="“A SÍNDROME DO CORINGA” JESSÉ SOUZA" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/lsUD5rLOWaE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Juiz determina reintegração de bancário demitido por embriaguez no Ceará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alcoolismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O magistrado deu prazo de 10 dias, a partir da ciência da decisão, para a empresa readmitir o bancário, pagar direitos pelo período da demissão ilegal, além de indenizá-lo por danos morais A 13ª Vara do Trabalho de Fortaleza (CE) mandou reintegrar um bancário que foi demitido por embriaguez. Em sua decisão, o juiz Vladimir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O magistrado deu prazo de 10 dias, a partir da ciência da decisão, para a empresa readmitir o bancário, pagar direitos pelo período da demissão ilegal, além de indenizá-lo por danos morais</p>
<p></p>
<p>A 13ª Vara do Trabalho de Fortaleza (CE) mandou reintegrar um bancário que foi demitido por embriaguez. Em sua decisão, o juiz Vladimir Paes de Castro entendeu que o alcoolismo é uma doença grave, e considerou que o banco Bradesco teve uma conduta discriminatória ao demitir o trabalhador. O magistrado deu um prazo de 10 dias, a partir da ciência da decisão, para a empresa readmitir o bancário, pagar direitos e vantagens pelo período da demissão ilegal, além de indenizá-lo por danos morais.</p>
<p> </p>
<p>O banco justificou a demissão alegando que o empregado desempenhava um cargo de alta confiança, portanto deveria zelar pelo cumprimento de normas internas. Informou que o bancário já havia sido advertido, e que o ato de demissão se deu após criar transtornos no aeroporto de Fortaleza e não embarcar para Curitiba (PR), cidade para onde foi remanejado. Testemunhas do banco relataram dois episódios relacionados ao uso de álcool no horário de trabalho.</p>
<p> </p>
<p>O magistrado determinou a realização de perícia médica para esclarecer a existência ou não de doença ocupacional. Segundo o perito, “houve perturbação na relação psíquica, na tranquilidade, sentimentos e afetos da parte reclamante em virtude do labor”. Já o laudo psicológico atestou que o trabalhador sofre de Síndrome da Dependência do Álcool.</p>
<p> </p>
<p>“Neste cenário formado pelos relatórios psicológicos e até mesmo pela prova oral é nítido que o reclamante vinha acometido da doença, configurando verdadeira dispensa de cunho discriminatório”, escreveu o juiz do trabalho. Diante das provas documentais e técnica produzidas, o juiz ficou convencido de que o trabalhador está acometido de transtornos ocasionados pelo uso de álcool, e que, nesse caso, deveria ter tido apoio da empresa.</p>
<p> </p>
<p>“No caso dos autos, observo de forma bem evidenciada que a conduta do reclamado foi absolutamente discriminatória”, afirmou o magistrado. Ele registrou que durante os 17 anos de vida funcional, o bancário só sofreu uma única advertência oral, mas foi promovido várias vezes. Para o juiz, a medida tomada pelo banco foi desproporcional. Antes da demissão por justa causa, o empregado poderia ter sido advertido, suspenso e encaminhado para o recursos humanos ou para apoio psicológico.</p>
<p> </p>
<p>“De fato, o alcoolismo é uma doença estigmatizante, sobretudo, porque culturalmente não a vemos como doença, mas como desleixo, falta de responsabilidade”, disse o juiz. E completou: “é uma doença gravíssima que demanda tratamento, acompanhamento e constantes cuidados. O grande preconceito reside no fato de entendermos, de maneira geral, que aquele que tem transtornos com álcool é voluntariamente irresponsável, quando, em muitos casos, trata-se de uma pessoa acometida de um sério transtorno psíquico”.</p>
<p> </p>
<p><strong>Reintegração</strong></p>
<p>O juiz Vladimir Paes de Castro julgou procedente o pedido do bancário e declarou nula a rescisão do contrato de trabalho. Determinou que fosse feita sua reintegração imediata ao emprego com todos os direitos e vantagens decorrentes do período, desde a demissão ilegal até a efetivação da reintegração. O procedimento deve ser feito em um prazo de 10 dias, após a ciência da decisão, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.</p>
<p> </p>
<p><strong>Dano moral</strong></p>
<p>O magistrado ainda condenou o Bradesco a pagar uma indenização por danos morais ao trabalhador no valor de R$ 60 mil. “Registro que a conduta do reclamado, de fato, maculou a esfera moral do autor, causando-lhe insatisfação, desagrado, dissabor, deixando-o vulnerável e desamparado ante a rescisão motivada do contrato de trabalho”, sentenciou o juiz. Para ele, foi totalmente condenável a postura do banco em dispensar o empregado abruptamente, sem considerar tratar-se de um funcionário de longa data e sem histórico de penalidades.</p>
<p> </p>
<p>Crédito: TRT 7ª Região Fortaleza/CE<br />Fonte: TRT da 7ª Região (CE)   </p>
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