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	<title>Ajuste Fiscal &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Ajuste Fiscal &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Haddad denuncia injustiça tributária: “no Brasil, o morador da cobertura não paga o condomínio”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 06:23:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuste Fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro da Fazenda afirma que “nenhum aumento de gasto é bem-vindo”, exige tributação dos super-ricos e critica privilégios. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a apontar a concentração de privilégios no topo da pirâmide social e a urgência de corrigir distorções fiscais no Brasil. Em entrevista a um canal de TV, publicada no YouTube [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-cd9523955d45652a7053b9f210b0875b">Ministro da Fazenda afirma que “nenhum aumento de gasto é bem-vindo”, exige tributação dos super-ricos e critica privilégios.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a apontar a concentração de privilégios no topo da pirâmide social e a urgência de corrigir distorções fiscais no Brasil. Em entrevista a um canal de TV, publicada no YouTube na última terça-feira (24/6), o titular da equipe econômica destacou que seu esforço central é “equilibrar as contas públicas onerando quem não paga imposto e desonerando quem paga”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Haddad, o país mantém um sistema regressivo que pune sobretudo assalariados e classe média. “É justo um milionário pagar 2,5% de imposto de renda e a professora de escola pública pagar 10%?”, questionou, lembrando que há 141 mil brasileiros que ganham mais de R$ 1 milhão por ano e contribuem bem menos, proporcionalmente, do que quem recebe até R$ 5 mil. “Nós estamos entre os dez países mais injustos do mundo do ponto de vista do tributo”, afirmou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Nenhum gasto extra fora de emergências</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro foi direto ao comentar o projeto que amplia de 513 para 531 o número de deputados. “Nenhum aumento de gasto é bem-vindo, a não ser os imprescindíveis”, declarou, classificando a proposta como inoportuna diante do esforço para conter o déficit. Ele lembrou que exceções só se justificam em situações extremas – como a tragédia climática no Rio Grande do Sul –, quando “não se pode economizar com a vida das pessoas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Haddad argumentou que “congelar debate sobre aumento de despesa até garantir sustentabilidade fiscal” é condição para manter o ciclo de crescimento que o governo do presidente Lula quer prolongar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Super-ricos nas contas do ajuste</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para compensar a isenção do Imposto de Renda prometida a quem ganha até R$ 5 mil mensais, Haddad voltou a defender a taxação complementar sobre rendas altas: “Queremos que quem ganha R$ 80 mil ou R$ 100 mil por mês pague ao menos o mesmo que a professora de escola pública”. Ele disse esperar que o relator da proposta, deputado Arthur Lira (PP-AL), “chegue ao bom senso de que os ricos têm de pagar alguma coisa”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro citou ainda o caso das casas de apostas virtuais: “Entre a bet e a Santa Casa, vamos combinar: um tá destruindo vidas, o outro tá construindo vidas”. A Fazenda quer restabelecer alíquota de 18% – reduzida a 12% pelo Congresso – sobre esse segmento, que “ganha muito dinheiro sem gerar empregos” e, em grande parte, remete lucros ao exterior.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Consignado do trabalhador e crédito habitacional</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No campo do crédito, Haddad celebrou a rápida expansão do consignado para trabalhadores do setor privado: “Em três meses emprestamos R$ 16 bilhões, 40% do volume de um programa que levou 20 anos”. O passo seguinte, disse, é destravar o financiamento imobiliário para classe média: “Temos uma avenida para percorrer”. Banco Central, Ministério das Cidades e Caixa estão finalizando novos instrumentos de garantia para reduzir juros e impulsionar a construção civil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Política monetária e cenário externo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Questionado sobre a elevação recente da Selic, Haddad afirmou que o aumento “foi contratado” ainda na última reunião comandada por Roberto Campos Neto e que “não dá para dar cavalo de pau em política monetária”. Apesar da taxa “muito restritiva”, ele aposta na queda da inflação de alimentos e na robustez do setor externo brasileiro para sustentar a expansão econômica. O ministro garantiu que o conflito no Oriente Médio tem impacto limitado sobre o Brasil, exportador de petróleo e líder em biocombustíveis.</p>



<h4 class="wp-block-heading">2026 no horizonte</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao comentar o próximo ciclo eleitoral, Haddad afirmou que o governo não repetirá a “bagunça” fiscal de 2022: “O governante que achar que estragando as contas públicas vai resolver o problema, erra”. Pregou responsabilidade para fortalecer o legado do presidente Lula, favorito para disputar a reeleição. Já sobre uma possível candidatura própria em São Paulo, foi enfático: “Não tenho intenção de ser candidato em 2026”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrevista de quase 42 minutos mostra a estratégia da Fazenda: reforçar a narrativa de responsabilidade fiscal combinada com justiça tributária – cobrar de quem pouco ou nada contribui e aliviar quem sustenta o sistema. Resta saber se o Congresso aceitará a conta apresentada pelo ministro ou persistirá, como ele próprio definiu, “o morador da cobertura que não paga o condomínio”.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="JR ENTREVISTA: Nenhum aumento de gasto é bem-vindo, diz Haddad sobre PL que cria vagas de deputados" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/3S4VS0gh40c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Globo, que exige ajuste fiscal sobre pobres, obteve mais de R$ 177 milhões em isenções de impostos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 08:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuste Fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados inéditos mostram que mídia liberal, que prega cortes na saúde, educação e reajustes do BPC e Salário Mínimo, deixam de pagar milhões em impostos. Veja dados de Record, Folha/UOL, SBT e Estadão, entre outros Em campanha aberta para que os cortes no orçamento sejam feitos em áreas sociais, como Saúde, Educação e reajuste real [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9611adc6070e67428b553f11f0ad1982">Dados inéditos mostram que mídia liberal, que prega cortes na saúde, educação e reajustes do BPC e Salário Mínimo, deixam de pagar milhões em impostos. Veja dados de Record, Folha/UOL, SBT e Estadão, entre outros</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em campanha aberta para que os cortes no orçamento sejam feitos em áreas sociais, como Saúde, Educação e reajuste real do salário-mínimo, entre outros, a Globo, da família Marinho, deixou de pagar mais de R$ 177 milhões com a isenção de impostos sobre suas empresas nos oito primeiros meses deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados foram revelados pela Receita Federal que, de forma inédita, expôs os caminhos para se obter nomes e CNPJ das empresas beneficiadas pelo trem da alegria dos benefícios fiscais, que acumulam R$ 97,7 bilhões somente no período entre janeiro e agosto de 2024.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Grande mídia recebe benefícios fiscais do governo enquanto defende cortes para quem mais precisa" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/aCPyMlz0LHM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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<p class="wp-block-paragraph">Principal CNPJ do clã Marinho, a Globo Comunicação e Participações S/A, que controla as empresas de mídia do conglomerado, deixou de recolher mais R$ 150 milhões com a desoneração da folha de pagamento &#8211; outra bandeira histórica defendida pelo grupo, que segue uma política de demissões e achatamento de salários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A isenção de impostos a CLT beneficia ainda outras empresas do grupo, como a editora Globo, que deixou de recolher R$ 19,6 milhões no período, a Globo Conde Nast S.A., com R$ 1,2 milhão, e a Rádio Globo, com R$ 228 mil em isenções na área trabalhista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os conglomerados da mídia liberal, o grupo Record, de Edir Macedo, obteve benefício de R$ 29,9 milhões com a desoneração da folha de janeiro a agosto. Afiliadas também deixaram de pagar peque3nas fortunas, com a Record Rio de Janeiro, que registrou R$ 4,7 milhões em taxas trabalhistas que não foram pagas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A família Frias, do conglomerado Folha/Uol/PagBank, que faz coro pelos cortes sociais, também embarcou no trem da alegria. Somente a Folha da Manhã S.A., que edita o jornal do grupo, deixou de pagar R$ 6,9 milhões com a desoneração da folha no período divulgado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Compass.Uol Teconologia, que atua na área de Inteligência Artificial para outras empresas e que pertence à família Frias, deixou de recolher outros R$ 30 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porta-voz dos interesses da burguesia paulista, o jornal O Estado de S.Paulo deixou em seus cofres R$ 12,7 milhões com a desoneração da Folha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O SBT, da família Abravanel &#8211; espólio do finado Silvio Santos -, deixou de arrecadar só na matriz, em São Paulo, R$ 17,5 milhões. Na afiliada do Rio, a emissora obteve outro R$ 1 milhão em benefícios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até mesmo a Editora Abril, em um processo de desmonte, foi beneficiada com R$ 2,5 milhões &#8211; <a href="https://docs.google.com/spreadsheets/d/1cuPflULuUh9Spp4kFWQQSkXagdi9Pcq1/edit?gid=1338531339#gid=1338531339" data-type="link" data-id="https://docs.google.com/spreadsheets/d/1cuPflULuUh9Spp4kFWQQSkXagdi9Pcq1/edit?gid=1338531339#gid=1338531339">veja a lista por empresas</a>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="432" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/f768x1-140196_140323_5050.webp" alt="" class="wp-image-58426" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/f768x1-140196_140323_5050.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/f768x1-140196_140323_5050-300x169.webp 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/f768x1-140196_140323_5050-150x84.webp 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/f768x1-140196_140323_5050-600x338.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/f768x1-140196_140323_5050-20x11.webp 20w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Críticas de Haddad</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O link para o acesso inédito ao trem da alegria da chamada Dirbi (sigla de Declaração de Incentivos, Renúncias, Benefícios e Imunidades de Natureza Tributária) foi divulgada na última quarta-feira (13) pelo site da Receita Federal &#8211; acesse aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação se deu com autorização direta do ministro Fernando Haddad (Fazenda), que no mesmo dia partiu para cima da mídia liberal, que deixaram de arrecadar cerca de R$ 12,3 bilhões dos R$ 97,7 bi em desonerações entre janeiro e agosto desse ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Hoje nós demos a público pela 1ª vez na história os incentivos fiscais dados a cada empresa individualmente e aos setores, de uma forma agregada&#8221;, afirmou o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, Haddad citou diretamente a desoneração da Folha de Pagamento, principal benefício usado pelas famílias que dominam a mídia liberal &#8211; a mesma que torce pelo corte em cima dos mais pobres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Haddad ainda focou o chamado Perse, Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos, criado por Jair Bolsonaro (PL) em 2021 e que é utilizado tanto pelos conglomerados de mídia quanto pelas igrejas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vocês vão ver que aquela medida do ano passado, e foi muito questionada no final do ano passado, sobre desoneração da folha e sobre a questão do Perse, como a Receita Federal tinha razão. Nós dizíamos o que: se a Medida [Provisória] 1.202 [de 2023] for aprovada, vamos terminar 2024 com equilíbrio fiscal previsto na peça orçamentária, que todos diziam que não está equilibrada. E eu dizia: está equilibrada e, se nós aprovarmos a [MP] 1.202, se a imprensa, que é beneficiada com a desoneração da folha tiver a compreensão de que é importante acreditar no Brasil, voltar a pagar tributos sobre a Previdência de seus funcionários, nós não estaríamos passando por essa coisa&#8221;, afirmou, sobre o ajuste fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É importante que a própria imprensa faça uma reavaliação do comportamento que ela teve no ano passado, quando a Fazenda, com razão, anunciou os números da desoneração da folha e do Perse. Fomos muito criticados porque estávamos, supostamente, exagerando nos números, e hoje o que se comprova é que estávamos certos e vocês da imprensa estavam equivocados. É importante vocês fazerem essa reflexão, porque o esforço fiscal tem que ser de todos, inclusive de vocês. Vocês têm que parar de defender interesses particulares e passarem a defender interesses gerais de toda a sociedade&#8221;, emendou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://revistaforum.com.br/politica/2024/11/17/haddad-pra-cima-da-midia-brasil-estaria-muito-melhor-se-imprensa-no-jogasse-contra-169422.html" data-type="link" data-id="https://revistaforum.com.br/politica/2024/11/17/haddad-pra-cima-da-midia-brasil-estaria-muito-melhor-se-imprensa-no-jogasse-contra-169422.html">Leia a íntegra da declaração de Haddad</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia 20/8: tomar as ruas por direitos, liberdade e democracia</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/dia-20-8-tomar-as-ruas-por-direitos-liberdade-e-democracia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Ajuste Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
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					<description><![CDATA[Contra a direita e o ajuste fiscal! O Brasil passa por uma grave crise pol&#237;tica, social e econ&#244;mica de desdobramentos incertos. Para um desenlace da crise favor&#225;vel &#224; classe trabalhadora &#233; necess&#225;rio que os setores populares tenham disposi&#231;&#227;o de enfrentar a ofensiva da direita e o ajuste fiscal do governo. Apesar de importantes lutas sociais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Contra a direita e o ajuste fiscal!</p>
<p>O Brasil passa por uma grave crise pol&iacute;tica, social e econ&ocirc;mica de desdobramentos incertos. Para um desenlace da crise favor&aacute;vel &agrave; classe trabalhadora &eacute; necess&aacute;rio que os setores populares tenham disposi&ccedil;&atilde;o de enfrentar a ofensiva da direita e o ajuste fiscal do governo. Apesar de importantes lutas sociais desenvolvidas por diversas categorias e movimentos populares, com destaque importante para o MTST, a pauta do pa&iacute;s &eacute; dominada por uma agenda nefasta e antipopular que vem de diversas frentes, como do Congresso, do STF, do governo federal, mas tamb&eacute;m dos grandes grupos econ&ocirc;micos que obtiveram lucros bilion&aacute;rios -, inclusive de forma ilegal, e se aproveitam da crise para promover demiss&otilde;es e chantagens junto aos trabalhadores para que aceitem redu&ccedil;&atilde;o de sal&aacute;rios.</p>
<p>Do congresso conservador, cuja express&atilde;o maior &eacute; Eduardo Cunha, redu&ccedil;&atilde;o da maioridade penal, terceiriza&ccedil;&atilde;o, financiamento empresarial de campanhas, entre v&aacute;rios outros projetos em tramita&ccedil;&atilde;o como o que visa desmontar e privatizar a Petrobras, demonstram o peso pol&iacute;tico dos setores conservadores no poder legislativo.</p>
<p>A op&ccedil;&atilde;o por uma pol&iacute;tica econ&ocirc;mica ancorada em elevadas taxas juros, cortes do or&ccedil;amento destinados &agrave;s pol&iacute;ticas sociais e redu&ccedil;&atilde;o dos investimentos em infraestrutura, entre outras medidas restritivas adotadas pelo governo Dilma, levou a economia brasileira a um quadro de recess&atilde;o e aumento do desemprego e facilitou &agrave; direita impor sua pauta. Al&eacute;m disso, direitos trabalhistas e sociais est&atilde;o sendo atacados como parte do ajuste fiscal de car&aacute;ter neoliberal, como as MPs 664, 665 e, mais recentemente, a MP 680 que permite &agrave;s empresas reduzir sal&aacute;rios e jornada com argumento de manuten&ccedil;&atilde;o dos empregos. Essas medidas, entre outras, demonstram que o governo Dilma joga a conta da crise nas costas dos trabalhadores e do povo pobre, ao inv&eacute;s de realizar o ajuste cobrando dos ricos, como a taxa&ccedil;&atilde;o das grandes fortunas, heran&ccedil;as e cobran&ccedil;a de impostos dos rendimentos da intermedia&ccedil;&atilde;o financeira.</p>
<p>Esse conjunto de medidas do governo federal deve ser combatido, assim como dos diversos governos estaduais e municipais que tamb&eacute;m apostam num ajuste fiscal antipopular.</p>
<p>Por outro lado, est&aacute; em curso uma campanha orquestrada pela direita conservadora e reacion&aacute;ria, com apoio da grande m&iacute;dia corporativa, que fortalecem e divulgam a proposta de impeachment da presidenta Dilma. Nessa conjuntura, a substitui&ccedil;&atilde;o de Dilma n&atilde;o seria seguida por um governo mais progressivo, ao contr&aacute;rio, essa tentativa de golpe da direita busca impor um governo ainda mais comprometido com os interesses do capital financeiro e do imperialismo e numa repactua&ccedil;&atilde;o do regime de domina&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s em condi&ccedil;&otilde;es ainda mais desfavor&aacute;veis aos de baixo. Por isso, os trabalhadores devem recha&ccedil;ar essa tentativa de golpe, pois a ofensiva da direita &eacute; contra tudo o que &eacute; progressivo, democr&aacute;tico ou de esquerda no pa&iacute;s. Dos direitos humanos e sociais, passando pelo papel do estado e do servi&ccedil;o p&uacute;blico, a estrat&eacute;gia da direita &eacute; clara: estado m&iacute;nimo para o social e m&aacute;ximo para o capital.</p>
<p>Diante desse cen&aacute;rio, a Intersindical &ndash; Central da Classe Trabalhadora entende que a sa&iacute;da &eacute; pela esquerda com a conforma&ccedil;&atilde;o de uma Frente social de mobiliza&ccedil;&atilde;o envolvendo todos os setores dispostos a combater a ofensiva da direita e o ajuste fiscal, pois &eacute; a melhor resposta que a classe trabalhadora e suas organiza&ccedil;&otilde;es podem dar a essa conjuntura. Neste sentido, a realiza&ccedil;&atilde;o de grandes manifesta&ccedil;&otilde;es sociais no dia 20/08 em todo o pa&iacute;s contar&aacute; com todo o empenho de nossa milit&acirc;ncia e entidades aliadas para derrotar as pautas conservadoras e retirada de direitos, como a terceiriza&ccedil;&atilde;o, e recolocar na agenda do pa&iacute;s reformas populares que possam chegar &agrave;s ra&iacute;zes dos principais problemas que afligem a maioria do povo brasileiro, como:</p>
<p>1) Reforma Tribut&aacute;ria para desonerar sal&aacute;rios e diminuir os impostos indiretos, instituindo imposto sobre grandes fortunas e heran&ccedil;as, imposto sobre os ganhos de capital visando uma melhor distribui&ccedil;&atilde;o de renda, redu&ccedil;&atilde;o das desigualdades sociais promovendo justi&ccedil;a tribut&aacute;ria.</p>
<p>2) Reforma Urbana com o combate &agrave; especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria, garantia do direito &agrave; cidade por meio do acesso &agrave; moradia digna para fam&iacute;lias de baixa renda e mobilidade urbana para todos/as.</p>
<p>3) Reforma Agr&aacute;ria que garanta democratiza&ccedil;&atilde;o do acesso &agrave; terra, ao cr&eacute;dito, assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e as pol&iacute;ticas sociais na &aacute;rea da sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o e saneamento b&aacute;sico para sem terras e popula&ccedil;&otilde;es tradicionais.</p>
<p>4) Democratiza&ccedil;&atilde;o e controle social dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o, garantindo ampla liberdade de express&atilde;o para todos. Liberdade de imprensa para todos n&atilde;o pode ser confundida com liberdade de empresa.</p>
<p>5) Fim do financiamento empresarial das campanhas eleitorais, garantindo participa&ccedil;&atilde;o igualit&aacute;ria para as diversas posi&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas, ampliando mecanismos de democracia direta e de participa&ccedil;&atilde;o popular.</p>
<p>6) Redu&ccedil;&atilde;o dr&aacute;stica dos juros praticados pelos bancos, que prejudicam os clientes e os que necessitam de cr&eacute;dito, bem como suga as riquezas do pa&iacute;s atrav&eacute;s do pagamento dos t&iacute;tulos da d&iacute;vida p&uacute;blica. Auditoria da d&iacute;vida p&uacute;blica. &nbsp; &nbsp;</p>
<p>7)&nbsp;Por um modelo de desenvolvimento inclusivo, solid&aacute;rio e que n&atilde;o gere desequil&iacute;brio socioambiental.</p>
<p>S&atilde;o Paulo, 26 de julho de 2015.</p>
<p>Dire&ccedil;&atilde;o Nacional da Intersindical Central da Classe Trabalhadora</p>
<p>Fonte: Intersindical &#8211; Central da Classe Trabalhadora</p>
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