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	<title>Água &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Consumo de água por empresas cresce 92 vezes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Água]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da seca, Sabesp seguiu firmando contratos com empresas (demanda firme) com tarifas menores por consumos maiores. Com os 42 acordos firmados em 2014, já são 526 A Companhia de Saneamento B&#225;sico de S&#227;o Paulo (Sabesp) firmou 42 novos contratos de demanda firme com grandes empresas na capital paulista em 2014. Juntas, essas companhias consumiram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da seca, Sabesp seguiu firmando contratos com empresas (demanda firme) com tarifas menores por consumos maiores. Com os 42 acordos firmados em 2014, já são 526</p>
<p>A Companhia de Saneamento B&aacute;sico de S&atilde;o Paulo (Sabesp) firmou 42 novos contratos de demanda firme com grandes empresas na capital paulista em 2014. Juntas, essas companhias consumiram 1,8 milh&atilde;o de metros c&uacute;bicos (m&sup3;) de &aacute;gua no ano passado, pagando uma tarifa muito menor do que a utilizada com o com&eacute;rcio e os consumidores residenciais em geral. Cada metro c&uacute;bico equivale a uma caixa de &aacute;gua de mil litros. Com os contratos firmados no ano passado, a Sabesp chegou a 526 contratos firmados em dez anos.</p>
<p>A empresa havia informado em fevereiro que suspendera novas contrata&ccedil;&otilde;es em 2014, mantendo somente os contratos j&aacute; firmados. Os dados foram divulgados na ter&ccedil;a 3 pela Ag&ecirc;ncia P&uacute;blica, que os obteve por meio de um pedido feito pela Lei de Acesso &agrave; Informa&ccedil;&atilde;o em dezembro do ano passado, cujo cumprimento foi determinado pelo corregedor-geral da Administra&ccedil;&atilde;o de S&atilde;o Paulo, Gustavo Ungaro.</p>
<p>No entanto, a Sabesp n&atilde;o divulgou a &iacute;ntegra dos contratos &ndash; os quais trata como confidenciais &ndash;, mas apenas os dados de consumo anual, o valor e a dura&ccedil;&atilde;o dos contratos e os picos m&aacute;ximo e m&iacute;nimo de consumo. Nenhum nome de empresa foi divulgado nem o valor m&eacute;dio pago pelas empresas por metro c&uacute;bico de &aacute;gua consumida. Esses itens tamb&eacute;m deveriam ter sido divulgados, conforme decis&atilde;o do corregedor.</p>
<p>O valor total dos contratos de demanda firme de 2014 &eacute; de R$ 88,3 milh&otilde;es. O formato &eacute; utilizado pela Sabesp na rela&ccedil;&atilde;o com grandes empresas, que devem consumir, pelo menos, 500 metros c&uacute;bicos de &aacute;gua por m&ecirc;s. Por&eacute;m, esses representam aproximadamente 8% do total de contratos dessa modalidade. Os 526 totalizam R$ 472,5 milh&otilde;es por um consumo de 111,3 milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos desde 2007.</p>
<p>Somente no ano passado foram consumidos 24,5 milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos de &aacute;gua pelos grandes consumidores. O valor supera o consumo anual de &aacute;gua &ndash; resid&ecirc;ncias, ind&uacute;strias, com&eacute;rcio &ndash; da cidade de S&atilde;o Caetano do Sul, na regi&atilde;o metropolitana de S&atilde;o Paulo: 14 milh&otilde;es de m&sup3;, para 156 mil habitantes (dados referentes a 2013). O consumo aumentou 92 vezes entre 2005 e 2014.</p>
<p>Mesmo com a seca, cuja severidade foi admitida em janeiro de 2014 pelo governador de S&atilde;o Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), todos os contratos com vencimento em 2014 foram renovados.</p>
<p>O volume de &aacute;gua consumido equivale a 11,3% do total de &aacute;gua no Sistema Cantareira, que abastece 6,6 milh&otilde;es de pessoas na regi&atilde;o metropolitana de S&atilde;o Paulo, onde cabem 990 milh&otilde;es de m&sup3; de &aacute;gua, no volume operacional. O sistema est&aacute; operando no volume morto &ndash; onde cabem mais 400 milh&otilde;es de m&sup3; &ndash; desde maio de 2014 e hoje (3) est&aacute; em -17,5% da capacidade, segundo c&aacute;lculo feito com base no volume &uacute;til descontando-se a &aacute;gua consumida no volume morto. De acordo com a Sabesp, a capacidade total est&aacute; em 11,7%.</p>
<p>Segundo c&aacute;lculo da Ag&ecirc;ncia P&uacute;blica, considerando o valor dos contratos dos dez maiores consumidores, dividido pela quantidade de &aacute;gua contratada por m&ecirc;s, as tarifas ficam entre R$ 3,43 e R$ 10,35. Cada contrato tem cl&aacute;usulas pr&oacute;prias, o que pode interferir no valor final da tarifa. Desde mar&ccedil;o de 2014, a Sabesp suspendeu a determina&ccedil;&atilde;o de consumo m&iacute;nimo de 500 m&sup3; mensais.</p>
<p>Em 12 de fevereiro, o portal El Pa&iacute;s divulgou uma lista com 294 empresas que mant&ecirc;m contratos de grande demanda com a Sabesp. Dentre eles, a tarifa m&eacute;dia mais cara &eacute; paga pela Ibep Gr&aacute;fica, que consome 1,5 mil metros c&uacute;bicos por m&ecirc;s: R$ 11,91 por metro c&uacute;bico. J&aacute; a Viscofan, que fabrica tripas de celulose para embutidos e consome 60 mil m&sup3; mensais em m&eacute;dia, paga R$ 3,41 por m&sup3;. Os clientes comerciais comuns pagam R$ 13,97 por metro c&uacute;bico.</p>
<p>Os contratos tamb&eacute;m definem que as empresas contratantes do servi&ccedil;o n&atilde;o podem utilizar &aacute;gua de chuva, re&uacute;so ou po&ccedil;os artesianos como complemento ao abastecimento. Sua fonte deve ser, exclusivamente, a &aacute;gua tratada fornecida pela Sabesp. &ldquo;Os im&oacute;veis que s&atilde;o abastecidos por fontes alternativas n&atilde;o se beneficiar&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es desse contrato&rdquo;, diz um documento padr&atilde;o enviado pela Sabesp &agrave; Ag&ecirc;ncia P&uacute;blica.</p>
<p>O servi&ccedil;o de demanda firme foi criado em 2005. Naquela &eacute;poca, a exig&ecirc;ncia era de 5 mil metros c&uacute;bicos mensais, o que atraiu poucas empresas. Apenas 23 at&eacute; 2007. O volume m&iacute;nimo de 500 m&sup3; foi autorizado em 2010, pela Ag&ecirc;ncia Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de S&atilde;o Paulo (Arsesp). Com isso, o n&uacute;mero de contratantes foi de 106 em 2011, 129 em 2012 e 69 em 2013.</p>
<p>Fonte: Rede Brasil Atual</p>
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