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	<title>Agência Bancária &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Agência Bancária &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Banco é condenado a indenizar cliente que teve carro arrombado no estacionamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 08:54:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Bancária]]></category>
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					<description><![CDATA[O estacionamento não pode ser considerado via pública e, por isso, é responsabilidade do banco Uma agência bancária foi condenada a indenizar materialmente uma cliente que teve o vidro do carro quebrado e bens furtados do interior do veículo enquanto estava no estacionamento do banco. Conforme exposto na sentença, proferida no 7º Juizado Especial Cível [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">O estacionamento não pode ser considerado via pública e, por isso, é responsabilidade do banco</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma agência bancária foi condenada a indenizar materialmente uma cliente que teve o vidro do carro quebrado e bens furtados do interior do veículo enquanto estava no estacionamento do banco. Conforme exposto na sentença, proferida no 7º Juizado Especial Cível e das Relações de Consumo de São Luís, o banco deverá pagar à autora o valor correspondente aos bens subtraídos do veículo — uma bolsa e um notebook, totalizando aproximadamente R$ 4 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, a mulher relatou que, em 29 de setembro de 2024, foi até uma das agências da demandada e deixou seu carro no estacionamento da ré. Ao retornar para o veículo, notou que o vidro estava quebrado e que haviam sido levados sua bolsa, avaliada em aproximadamente R$ 400, e um notebook, no valor aproximado de R$ 3 mil. Imediatamente dirigiu-se à portaria e observou que não havia nenhum vigilante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autora acrescentou que buscou junto à requerida a compensação pelos danos sofridos, equivalente aos bens furtados e ao reparo do vidro de seu carro, mas não teve retorno. Diante disso, entrou na Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contestação, a ré alegou ausência de responsabilidade pelo furto, assegurando não haver vínculo direto entre o banco e o evento que se deu fora da esfera de sua atuação, frisando que o estacionamento não configura espaço de vigilância ou custódia direta dos bens dos clientes ou visitantes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Estacionamento é responsabilidade do banco</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza Maria José França Ribeiro afirmou que o processo deve seguir o Código de Defesa do Consumidor. “O estacionamento onde ocorreu o furto trata-se de local protegido por grades, com portão e guarita, portanto, não se trata de via pública, pelo contrário, integra a área territorial do banco, a propriedade do local é, inclusive, ressaltada pelo réu em sua contestação”, pontuou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a magistrada, existe a expectativa da consumidora de que neste local seu veículo estaria em segurança, enquanto utilizava os serviços bancários. “É evidente a responsabilidade do banco pelo ressarcimento dos danos decorrentes do furto noticiado”, observou, citando decisões proferidas em outros tribunais em casos semelhantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sobre a indenização por danos morais, não são cabíveis neste caso, pois não é qualquer descumprimento contratual que gera a obrigação de indenizar”, finalizou a magistrada na sentença.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 0802231-38.2024.8.10.0012</h4>
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		<title>TRT mantém justa causa de vigilante bancário que postou vídeo machista durante trabalho</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/trt-mantem-justa-causa-de-vigilante-bancario-que-postou-video-machista-durante-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jan 2025 10:29:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Bancária]]></category>
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		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo machista]]></category>
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					<description><![CDATA[O homem gravou vídeo com teor machista utilizando uniforme e crachá da empresa A 6ª Câmara do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (interior de São Paulo) manteve a justa causa aplicada a um trabalhador que atuava como vigilante terceirizado em uma agência bancária. O empregado postou, durante o horário de trabalho, com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">O homem gravou vídeo com teor machista utilizando uniforme e crachá da empresa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 6ª Câmara do <a href="https://trt15.jus.br/" data-type="link" data-id="https://trt15.jus.br/">Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região</a> (interior de São Paulo) manteve a justa causa aplicada a um trabalhador que atuava como vigilante terceirizado em uma agência bancária. O empregado postou, durante o horário de trabalho, com o uniforme e a arma da empresa, um vídeo com discurso machista e misógino em suas redes sociais, expondo de forma crítica sua própria relação conjugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso, negado pelo colegiado, o vigilante alegou que a demissão por justa causa foi desproporcional, levando em consideração que sua conduta durante o período de trabalho foi exemplar. O empregado também defendeu que o vídeo claramente não tem intenção de prejudicar a imagem da agência, além de alegar que a empresa não apresentou normas que proibissem gravação de vídeos no ambiente de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, para a relatora do acórdão, desembargadora Rita de Cássia Scagliusi do Carmo, a dispensa não foi desproporcional e a falta grave foi evidenciada. O vigilante gravou um vídeo expondo assuntos de sua intimidade conjugal, além de afirmar que “mulheres preferem homem que não presta, que bate em mulher”. Mesmo sem ter citado o nome da empresa, o homem usava seu crachá e permaneceu a maior parte do tempo com a mão sobre a arma de fogo que portava em razão do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado entendeu que, além de estar em horário de trabalho, o empregado cometeu falta grave ao expor o empregador em razão do conteúdo machista de suas falas. “Ainda que o momento pessoal fosse delicado para o trabalhador, ao se valer do desabafo nas redes sociais, ele não expôs apenas a sua imagem, mas, também, a de todo trabalhador vigilante, do qual se espera serenidade e equilíbrio, e também a empresa de vigilância, que fornece mão de obra em segurança patrimonial, comprometendo-se com um serviço adequado”, afirma a relatora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, a 6ª Câmara do TRT-15 julgou que a atitude do vigilante “resulta, de fato, em quebra de confiança e exposição indevida da empresa, de seus serviços de segurança, e até do tomador de serviços, onde o reclamante prestava serviço de segurança ostensiva, armado”, e por isso “tal conduta, por sua gravidade, justifica a punição da dispensa imediata, sem a necessidade de punições anteriores, não prevalecendo a tese de necessidade de gradação das penas”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 0010898-33.2023.5.15.0096</h4>
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		<item>
		<title>Mulher que incendiou agência bancária por erro em operação é condenada</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mulher-que-incendiou-agencia-bancaria-por-erro-em-operacao-e-condenada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 07:53:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Decisão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[operação bancária]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio público]]></category>
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					<description><![CDATA[Colegiado do TJ/SP fixou a pena em quatro anos de reclusão, em regime inicial semiaberto 3ª câmara de Direito Criminal do TJ/SP manteve a decisão proferida pela juíza Maria Letícia Pozzi Buassi, da 4ª vara Criminal de São José do Rio Preto/SP, que condenou uma mulher pelo incêndio a uma agência bancária. A pena estabelecida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Colegiado do TJ/SP fixou a pena em quatro anos de reclusão, em regime inicial semiaberto</h4>



<p class="wp-block-paragraph">3ª câmara de Direito Criminal do TJ/SP manteve a decisão proferida pela juíza Maria Letícia Pozzi Buassi, da 4ª vara Criminal de São José do Rio Preto/SP, que condenou uma mulher pelo incêndio a uma agência bancária. A pena estabelecida foi de quatro anos de reclusão, a serem cumpridos inicialmente em regime semiaberto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme consta nos autos do processo, a ré, impossibilitada de realizar uma operação bancária, ateou fogo ao estabelecimento. O incêndio resultou na perda de seis caixas eletrônicos e causou danos à fiação elétrica do prédio. As imagens do circuito interno de segurança registraram a ação, e a mulher confessou o crime, justificando-o com seu estado de embriaguez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desembargador Gilberto Cruz, relator do recurso, indeferiu o pedido de desclassificação para a modalidade culposa ou para o crime de dano, considerando que o conjunto probatório demonstrou a intencionalidade da ré.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As elementares do delito contra a incolumidade pública restaram demonstradas, na medida em que, ao incendiar intencionalmente a agência do banco, a apelante expôs a perigo a vida, a integridade física de vizinhos e clientes, bem como o patrimônio público, caracterizado o dolo na conduta da agente&#8221;, declarou em seu voto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://esaj.tjsp.jus.br/cposg/search.do?conversationId=&amp;paginaConsulta=0&amp;cbPesquisa=NUMPROC&amp;numeroDigitoAnoUnificado=1500414-10.2021&amp;foroNumeroUnificado=0576&amp;dePesquisaNuUnificado=1500414-10.2021.8.26.0576&amp;dePesquisaNuUnificado=UNIFICADO&amp;dePesquisa=&amp;tipoNuProcesso=UNIFICADO#?cdDocumento=31" data-type="link" data-id="https://esaj.tjsp.jus.br/cposg/search.do?conversationId=&amp;paginaConsulta=0&amp;cbPesquisa=NUMPROC&amp;numeroDigitoAnoUnificado=1500414-10.2021&amp;foroNumeroUnificado=0576&amp;dePesquisaNuUnificado=1500414-10.2021.8.26.0576&amp;dePesquisaNuUnificado=UNIFICADO&amp;dePesquisa=&amp;tipoNuProcesso=UNIFICADO#?cdDocumento=31">1500414-10.2021.8.26.0576</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/7/4A9B79F181AB1E_tjsp903.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/7/4A9B79F181AB1E_tjsp903.pdf">Confira aqui o acórdão</a></h4>
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		<item>
		<title>Santander prevê a agência do futuro sem Bancários ou segurança</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-preve-a-agencia-do-futuro-sem-bancarios-ou-seguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Informatização]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Rial]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Santander também defende a reforma trabalhista, porque além de outras coisas, permite a não homologação das demissões diante de representantes dos trabalhadores. Por que esse interesse? Será para burlar as leis e indenizações devidas aos Bancários? O presidente do Santander Brasil, Sérgio Rial, revelou parte de sua proposta para a agência bancária [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Santander também defende a reforma trabalhista, porque além de outras coisas, permite a não homologação das demissões diante de representantes dos trabalhadores. Por que esse interesse? Será para burlar as leis e indenizações devidas aos Bancários? </p>
<p>O presidente do Santander Brasil, Sérgio Rial, revelou parte de sua proposta para a agência bancária do futuro com a inauguração, em Jundiaí (SP), de uma unidade do banco que se baseia em alta tecnologia, simplicidade e proximidade com os clientes. A principal proposta do banco é &#8220;mostrar que o relacionamento presencial continuará a ter um papel importante no setor financeiro, ainda que um pouco diferente do que se vê atualmente&#8221;.</p>
<p>No programa de entrevista Canal Livre, da TV Bandeirantes, Rial deixou escapar que o horário dos bancários é muito curto por conta das leis trabalhistas e de acordos sindicais. “Os bancários devem trabalhar no mínimo 8 horas”, disse.</p>
<p>O presidente do Santander também afirmou que a reforma trabalhista é ótima, porque além de outras coisas, permite a não homologação das demissões diante de representantes do sindicato. Por que esse interesse? Será para burlar as leis e indenizações devidas aos funcionários? Também elogiou a reforma da previdência que retira a aposentadoria dos trabalhadores.</p>
<p>De acordo com o banco a alta tecnologia estará presente nos detalhes, e os clientes poderão entrar na agência sem passar pelas portas giratórias com detectores de metais. Rial reclamou, na entrevista, que o banco gasta muito com segurança. Por isso, quer retirar portas e vigilantes.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://santosbancarios.com.br/pesquisas" target="_blank">Preencha a pesquisa Bancári@s da Baixada Santista (leva no máximo 3 minutos)</a></p>
<p> </p>
<p>&#8220;Direcionadores inteligentes instalados no piso e no teto orientam o tráfego no interior da agência conforme o horário e o fluxo de clientes. E isso não é feito para esvaziar o ambiente: poltronas, mesas para pequenas reuniões, wi-fi gratuito e máquinas para vender snacks e bebidas são um convite a permanecer mais tempo no banco&#8221;, diz o comunicado da instituição. &#8220;Caberá a nós, bancos, criar mecanismos para ressignificar também o papel dos funcionários dentro da organização&#8221;, ressaltou Rial.</p>
<p>&#8220;Temos que estar preparados para os ataques de Sergio Rial e dos banqueiros em diminuir empregos, aumentar o acúmulo de serviço, metas, diminuir direitos dos bancários, extensão do horário de trabalho de 6h para 12h, do trabalho aos sábados, da pejotização da gerência sem direito algum, da terceirização. A sindicalização é o único caminho”, reafirma Fabiano Couto, secretário de comunicação do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e funcionário do Santander.</p>
<p> </p>
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<p> </p>
<p><span style="color: #999999;"><strong>#</strong></span> <a href="http://santosbancarios.com.br/artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista" target="_blank">Não fique só, Fique Sócio e defenda-se contra a Reforma Trabalhista!</a></p>
<p>Fonte: Imprensa SEEB Santos e Região<br />Escrito por: Gustavo Mesquita</p>
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