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	<title>afastados no santander &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Santander cobra juros dos trabalhadores adoentados e afastados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes o banco espanhol mantinha o desconto da assistência médica na folha de pagamento para afastados e não tinha que pagar juros. Agora, com o desconto em conta corrente do trabalhador, gera encargos e taxas caso o funcionário não tenha dinheiro na conta e esteja sem remuneração ou complementação do INSS Como se não bastasse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes o banco espanhol mantinha o desconto da assistência médica na folha de pagamento para afastados e não tinha que pagar juros. Agora, com o desconto em conta corrente do trabalhador, gera encargos e taxas caso o funcionário não tenha dinheiro na conta e esteja sem remuneração ou complementação do INSS</p>
<p></p>
<p>Como se não bastasse estar doente e, por conta disso, afastado do trabalho, o banco Santander ainda piora a saúde mental, emocional e física dos trabalhadores que se encontram nessa condição. Uma das medidas nesse sentido é o desconto da assistência médica na conta corrente dos bancários que estão afastados sem remuneração e sem direito à complementação salarial prevista em cláusula na CCT (veja ao final da matéria, os casos em que o trabalhador fica sem remuneração e sem complemento).</p>
<p> </p>
<p>Antes o banco mantinha o desconto da assistência médica na folha de pagamento para todos os trabalhadores afastados, independentemente de ter ou não complementação salarial. Nesse caso, o bancário contraía uma dívida com o banco/RH/empregador decorrente da sua relação de emprego, e não tinha que pagar juros. Agora, com o desconto em conta corrente do trabalhador, isso gera encargos e taxas caso o funcionário não tenha dinheiro na conta. O Santander alega que passou a fazer isso porque se trata de uma relação de consumo.</p>
<p> </p>
<p>“A falta de humanidade com os trabalhadores que na maioria das vezes são acometidos por doenças ocupacionais geradas por cobranças de metas, acúmulo de funções, falta de funcionários é uma coisa muita séria no banco. Mesmo que o funcionário receba o benefício do INSS, a cobrança da assistência médica pode cair na conta antes do crédito do benefício, o que gera juros sobre essa dívida. Geralmente os bancários estão sem benefício do INSS e sem salário, o que amplia o problema para os adoentados. O Santander aumenta a dívida por conta dos encargos bancários na conta corrente”, adverte Fabiano Couto, secretário de Comunicação do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e funcionária do Santander.</p>
<p> </p>
<p>Os representantes dos trabalhadores solicitaram reunião com o banco para tratar do assunto. Os sindicalistas reivindicam que o débito permaneça ocorrendo na folha de pagamento. E no retorno ao trabalho, se o saldo da dívida com a assistência médica for superior a 30% do salário, que seja efetuado o parcelamento do desconto.</p>
<p> </p>
<p>“Sem falar que a mensalidade da assistência médica e a coparticipação vêm sofrendo mudanças e aumento muito acima da inflação desde 2013, prejudicando ainda mais os funcionários”, finaliza Fabiano.</p>
<p> </p>
<p><strong>VEJA</strong></p>
<p>Situações em que o bancário pode ficar sem remuneração ou complementação salarial previstas na Cláusula 29ª da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT)</p>
<p> </p>
<p>1-   Licença sem remuneração: quando é considerado “apto” a voltar ao trabalho pelo INSS e o médico do trabalho, mas não retorna porque seu médico particular solicita a continuidade do afastamento. Neste caso o banco justifica o ponto e o coloca de licença sem remuneração.</p>
<p> </p>
<p>2-   Afastamento pelo INSS sem complemento salarial: quando o benefício do INSS é igual ou maior que o salário do trabalhador. Ou quando o afastamento é superior ao prazo de 24 meses previsto na CCT.</p>
<p>Fonte: SEEB de SP com edição da Comunicação SEEB de Santos e Região</p>
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