<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Aedes aegypti &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/aedes-aegypti/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Sun, 18 Feb 2024 08:22:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>Aedes aegypti &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>É dengue ou é Covid? Aprenda a diferenciar os sintomas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/e-dengue-ou-e-covid-aprenda-a-diferenciar-os-sintomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Feb 2024 08:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento médico]]></category>
		<category><![CDATA[casos graves]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[patologias]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=52863</guid>

					<description><![CDATA[Ambas as doenças têm sintomas comuns, que podem confundir o diagnóstico e comprometer o tratamento Febre alta, dor de cabeça, dores no corpo e cansaço muscular. Diante de tais sintomas, comuns à dengue e à Covid-19, é difícil ter um diagnóstico preciso sobre qual é a doença que afeta o indivíduo, que deve, de acordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ad40313ee34d4f75dabaf294abd737ab">Ambas as doenças têm sintomas comuns, que podem confundir o diagnóstico e comprometer o tratamento</h4>



<p>Febre alta, dor de cabeça, dores no corpo e cansaço muscular. Diante de tais sintomas, comuns à <a href="https://santosbancarios.com.br/?s=dengue" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/?s=dengue">dengue</a> e à <a href="https://santosbancarios.com.br/?s=covid" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/?s=covid">Covid-19</a>, é difícil ter um diagnóstico preciso sobre qual é a doença que afeta o indivíduo, que deve, de acordo com a orientação do Ministério da Saúde, procurar atendimento médico.</p>



<p>O diagnóstico preciso e precoce, porém, é importante para evitar novos contágios, já que a Covid é transmissível, enquanto a dengue se propaga apenas a partir da picada do mosquito Aedes aegypti.</p>



<p>Saber diferenciar as patologias se faz necessário ainda para evitar complicações e até o óbito.</p>



<p>Enquanto a Covid tem mais sintomas no sistema respiratório, a dengue se manifesta majoritariamente em sintomas corporais, como manchas vermelhas na pele.</p>



<p>É importante ficar atento ainda à automedicação. Em caso de dengue, o paciente não deve tomar aspirina (ácido acetilsalicílico) e anti-inflamatórios como diclofenaco, nimesulida, ibuprofeno e cetoprofeno, tendo em vista que tais substâncias aumentam o risco de sangramento e causam complicações do quadro clínico.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Os primeiros sintomas da dengue são:</h4>



<p><strong>Febre alta, superior a 38°C;</strong></p>



<p><strong>Dor no corpo e articulações;</strong></p>



<p><strong>Dor atrás dos olhos;</strong></p>



<p><strong>Mal-estar;</strong></p>



<p><strong>Falta de apetite;</strong></p>



<p><strong>Dor de cabeça;</strong></p>



<p><strong>Manchas vermelhas no corpo.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading">Já os casos leves de Covid-19 apresentam os seguintes sintomas:</h4>



<p><strong>Tosse;</strong></p>



<p><strong>Dor de garganta;</strong></p>



<p><strong>Diarreia;</strong></p>



<p><strong>Dor abdominal;</strong></p>



<p><strong>Febre;</strong></p>



<p><strong>Calafrios;</strong></p>



<p><strong>Mialgia;</strong></p>



<p><strong>Coriza;</strong></p>



<p><strong>Fadiga e/ou cefaleia.</strong></p>



<p>O Ministério da Saúde ressalta ainda que “todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à dengue, porém as pessoas mais velhas e aquelas que possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm maior risco de evoluir para casos graves e outras complicações que podem levar à morte”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministros se unem em vídeo para combate à dengue no Brasil</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ministros-se-unem-em-video-para-combate-a-dengue-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Feb 2024 08:23:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)]]></category>
		<category><![CDATA[arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Unido Contra a Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Mundial de Saúde (OMS)]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=52852</guid>

					<description><![CDATA[Cerca de 75% dos criadouros de mosquitos estão nos domicílios Vinte e dois ministros do governo federal, se uniram em vídeo para tentar sensibilizar a população sobre o enfrentamento da dengue e de outras arboviroses causadas pelo mosquito Aedes aegypti. Os titulares da Economia, Fernando Haddad; da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski; da Educação, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0b942716e9d5f506659af9fcf94e50b1">Cerca de 75% dos criadouros de mosquitos estão nos domicílios</h4>



<p>Vinte e dois ministros do governo federal, se uniram em vídeo para tentar sensibilizar a população sobre o enfrentamento da dengue e de outras arboviroses causadas pelo mosquito Aedes aegypti. Os titulares da Economia, Fernando Haddad; da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski; da Educação, Camilo Santana; e da Igualdade Racial, Anielle Franco, dentre outros, além da própria ministra da Saúde, Nísia Trindade, estrearam a campanha Brasil Unido Contra a Dengue.</p>



<p>De acordo com o Ministério da Saúde, a ação consiste em uma série de vídeos exibidos nos perfis oficiais do governo nas redes sociais com dicas para a eliminação de criadouros do mosquito. O conteúdo sugere ao cidadão que separe dez minutos por semana para o combate à dengue, já que cerca de 75% dos criadouros estão nos domicílios, sobretudo em vasos e pratos de plantas, garrafas retornáveis, pingadeiras, recipientes de degelo em geladeiras, bebedouros, fontes ornamentais e materiais em depósitos de construção.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Recursos</h4>



<p>Na última sexta-feira (9), a Saúde anunciou uma ampliação para R$ 1,5 bilhão dos recursos reservados para apoiar estados e municípios no enfrentamento de emergências, como a explosão de casos de dengue registrada no país. Em 2023, a pasta havia reservado R$ 256 milhões para esse fim. Em portaria, o ministério também anunciou uma otimização para acelerar a liberação de recursos para estados e municípios que decretarem emergência por dengue e/ou outras arboviroses.</p>



<p>“O apoio financeiro será destinado para medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública em situações que podem ser epidemiológicas, de desastres, ou de desassistência à população. Para receber o recurso, o estado ou município deve enviar ao governo federal um ofício com a declaração de emergência em saúde. Os repasses serão mensais durante a vigência do decreto de emergência”, informou a pasta.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Vacinação</h4>



<p>Na última sexta-feira (9), a vacinação de crianças de 10 a 11 anos contra a dengue pelo Sistema Único de Saúde (SUS) foi iniciada. O Brasil é o primeiro país do mundo a oferecer a dose no sistema público de saúde. A vacina foi aprovada para uso no país pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março de 2023. O público-alvo, crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, foi acordado seguindo a recomendação da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização e da Organização Mundial de Saúde (OMS).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Números</h4>



<p>Dados do painel de arboviroses do ministério apontam que o país registrou, desde o início de 2024, 532.921 casos prováveis de dengue, além de 90 óbitos pela doença. Os números mostram ainda que outras 348 mortes estão em investigação. O coeficiente de incidência da dengue no Brasil, neste momento, é de 262,4 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Mulheres concentram a maioria dos casos (54,9%), contra 45,1% entre homens. A faixa etária mais atingida é a de pessoas entre 30 e 39 anos, seguida do grupo com idade entre 40 e 49 anos.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Brasil contra dengue - Ministros" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/zoW74KWP6xE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dengue: como identificar, tratar e prevenir</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/dengue-como-identificar-tratar-e-prevenir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 08:15:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[Combate]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=52833</guid>

					<description><![CDATA[Infectologistas alertam sobre prevenção e tratamento da doença Você ou alguém próximo teve dengue recentemente? Nos últimos anos, a dengue tornou-se uma preocupação constante no Brasil. Com ciclos endêmicos e epidêmicos, a cada 4 ou 5 anos, a doença apresenta um aumento significativo no número de casos, bem como na gravidade das ocorrências, resultando em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-56bc1687ab355f326794ade0f358e88a">Infectologistas alertam sobre prevenção e tratamento da doença</h4>



<p>Você ou alguém próximo teve <a href="https://santosbancarios.com.br/?s=dengue" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/?s=dengue">dengue</a> recentemente? Nos últimos anos, a dengue tornou-se uma preocupação constante no Brasil. Com ciclos endêmicos e epidêmicos, a cada 4 ou 5 anos, a doença apresenta um aumento significativo no número de casos, bem como na gravidade das ocorrências, resultando em mais hospitalizações. Em 2020, foram registrados 1,4 milhão de casos. Em 2023 esse número subiu para 1,6 milhão, com 1,079 mortes; e em 2024, pode variar de 1,7 milhão a 5 milhões, de acordo com estimativas do Ministério da Saúde. As previsões foram feitas em parceria com o InfoDengue e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>



<p>Diante desse cenário, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), por meio de seus Hospitais Universitários Federais, tem se dedicado a prestar assistência pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e contribuir para desenvolver estudos relacionados à dengue. Confira o que alertam os infectologistas para lidar com essa questão de saúde pública.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que é a Dengue?</h4>



<p>A dengue é uma doença viral causada pelo vírus (DENV) do gênero Flavivirus , família Flaviviridae . Com quatro sorotipos diferentes &#8211; DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4 &#8211; a principal forma de transmissão é pela picada da fêmea infectada do mosquito Aedes aegypti . Outras formas menos comuns de transmissão incluem transfusão de sangue e transmissão da gestante para o bebê. É importante ressaltar que não há transmissão por contato direto com pessoa doente.</p>



<p>O médico infectologista do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Humap-UFMS), Henrique Shiroma, ressalta a importância de estar atento aos sintomas da doença. Segundo ele, “o período de incubação da dengue &#8211; que é o tempo entre a picada do mosquito Aedes aegypti e o desenvolvimento de sintomas &#8211; é de 3 a 15 dias, sendo a média de 5 a 6 dias”. Os sintomas mais comuns incluem febre, dor ao redor dos olhos e no corpo, manchas avermelhadas na pele, náuseas e vômitos.</p>



<p>Os sinais de alerta que indicam gravidade e requerem maior atenção, como destaca Shiroma, incluem: sangramento espontâneo e de mucosa, dor abdominal intensa, vômitos persistentes, pressão baixa, sonolência e comprometimento dos órgãos. É fundamental procurar atendimento médico ao apresentar qualquer um desses sintomas, para avaliação e orientações quanto ao repouso, hidratação, sinais de alarme e monitorização com exames laboratoriais.</p>



<p>O diagnóstico é feito por meio de exames laboratoriais, como: a detecção da proteína NS1 da dengue, isolamento viral ou exame sorológico IgM. “Na suspeita de dengue não se deve esperar os resultados desses exames para que seja realizado o manejo adequado da doença” explica o médico.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Medidas de tratamento e os desafios no combate à dengue</h4>



<p>O tratamento da dengue é dependente, essencialmente, do estado clínico do paciente e da presença de sinais de gravidade. Conforme o médico infectologista Rodrigo Douglas Rodrigues, do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago, da Universidade Federal de Santa Catarina (HU-UFSC), “a avaliação médica sempre se faz necessária em todo paciente com suspeita de dengue ou dengue confirmada”.</p>



<p>Os sintomas mais intensos, geralmente, não costumam durar mais que sete dias. O pilar do tratamento é a hidratação, que pode ser realizada em domicílio e via oral para casos leves, ou intravenosa e sob regime de internação hospitalar para casos mais graves. Rodrigues ressalta que “Não existe um antiviral específico indicado contra a dengue, mas, em geral, as medidas de hidratação são eficazes, desde que iniciadas precocemente”. Nos casos graves de dengue, as principais complicações são hemorragias, hipotensão, derrames cavitários (como derrame pleural, ascite e derrame pericárdico), choque e óbito.</p>



<p>Já o infectologista Rodrigo Molina, do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM), alerta para os desafios enfrentados no combate à dengue no Brasil. Segundo ele, o combate ao mosquito transmissor é a primeira e fundamental batalha. “Devido à sua rápida reprodução no ambiente urbano e à eficiência na transmissão da dengue entre as pessoas. O mosquito é facilmente criado em casa, em recipientes com água parada”. A dengue é uma doença evitável, assim, a conscientização e a educação da população são fundamentais para combatê-la.</p>



<p>Além disso, o especialista aponta como outro desafio a sobrecarga nos hospitais devido ao manejo da população afetada pela doença, por impactar significativamente os recursos destinados à saúde nos municípios. Molina ressalta a importância da conscientização e da educação da população para interromper a cadeia de transmissão, reduzindo os criadouros do mosquito, bem como incentiva a busca por assistência médica adequada. Para quem suspeita estar com dengue, o especialista orienta “o uso apenas de dipirona para febre ou dor, manter-se bem hidratado, evitar automedicação e procurar ajuda médica”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Evite a automedicação</h4>



<p>É importante ressaltar que alguns remédios não devem ser tomados, por aumentarem o risco de sangramentos e hemorragias causados pela dengue. Dentre as medicações contraindicadas estão os anticoagulantes, tais como salicilatos (ácido acetilsalicílico, ácido salicílico, diflunisal, salicilato de sódio, metilsalicilato, entre outros), os anti-inflamatórios não esteroidais (indometacina, ibuprofeno, diclofenaco, piroxicam, naproxeno, sulfinpirazona, fenilbutazona, sulindac e diflunisal) e os anti-inflamatórios hormonais ou corticoesteroides (prednisona, prednisolona, dexametasona e hidrocortisona). Portanto, é fundamental que pessoas com suspeita de dengue evitem a automedicação e busquem orientação médica para o tratamento adequado da doença.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sobre a Ebserh</h4>



<p>Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 41 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.</p>



<p><strong>Por: Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh)</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conheça algumas informações úteis sobre a febre amarela</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/conheca-algumas-informacoes-uteis-sobre-a-febre-amarela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[epidemia]]></category>
		<category><![CDATA[Febre amarela]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[surto]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=7439</guid>

					<description><![CDATA[A febre amarela é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti e caso não receba o tratamento adequado, pode ser fatal! Clique e saiba mais! Muito tem se falado sobre a febre amarela, doença que tem registrado casos neste início de ano. Segundo o Ministério da Saúde, os casos estão concentrados principalmente na Região Sudeste [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A febre amarela é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti e caso não receba o tratamento adequado, pode ser fatal! Clique e saiba mais!<br />
</p>
<p>Muito tem se falado sobre a febre amarela, doença que tem registrado casos neste início de ano. Segundo o Ministério da Saúde, os casos estão concentrados principalmente na Região Sudeste e envolve pessoas que vivem na área rural ou que tiveram contato com ambientes silvestres por motivos de trabalho ou lazer.</p>
<p> </p>
<p>A seguir, veja detalhes da doença e como se proteger:</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Sintomas</strong></span></p>
<p> </p>
<p>A febre amarela é uma doença viral que causa dores no corpo, mal-estar, náuseas, vômitos e, principalmente, febre. Os sintomas duram em média três dias. Em alguns pacientes, o vírus da febre amarela ataca o fígado. São as complicações hepáticas que levam as pessoas infectadas a ficar com uma cor amarelada, daí o nome febre amarela. Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que em torno de 30% das pessoas que contraem a doença podem morrer, se não forem diagnosticadas precocemente. Por isso, a recomendação é a de que o paciente deve buscar imediatamente atendimento adequado nas unidades de saúde.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Transmissão</strong></span></p>
<p> </p>
<p>A febre amarela não é transmitida de pessoa para pessoa, nem de macaco para seres humanos. Os macacos são os principais hospedeiros do vírus, mas os únicos vetores de transmissão da doença são os mosquitos silvestres Haemagogus e o Sabethes. No meio silvestre, os mosquitos picam o macaco, que depois de infectado pelo vírus pode ser picado por outro vetor e este, por sua vez, transmite para o homem.</p>
<p> </p>
<p>No caso da área urbana, a transmissão ocorre pela picada do mosquito Aedes aegypti. O Ministério da Saúde ressalta, no entanto, que a possibilidade de contágio no meio urbano é remota e informa que não há registro de infecção da doença pelo ciclo urbano desde 1942. Com a construção de conjuntos residenciais e condomínios em áreas ecológicas, ambiente onde vivem os mosquitos que transmitem a doença, o risco de transmissão aumenta.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Quem deve tomar a vacina?</strong></span></p>
<p> </p>
<p>A vacina em dose-padrão pode ser aplicada em qualquer pessoa saudável, a partir dos nove meses de vida. A dose fracionada também é direcionada a pessoas sem histórico de doenças graves, mas só pode ser tomada a partir dos dois anos. Porém, é importante levar em conta o histórico de saúde de cada um.</p>
<p> </p>
<p>Idosos e pessoas com doenças que alteram o sistema imunológico ou que apresentam alterações hematológicas não podem tomar a vacina sem recomendação médica. Em caso de impossibilidade tomar a vacina, os pacientes devem adotar outras medidas de proteção contra a doença, como uso de repelente, roupas que cobrem todo o corpo, telas nas casas, entre outras formas de evitar contato com o mosquito transmissor.</p>
<p> </p>
<p>Quem já tomou uma dose da vacina, mesmo que há mais de dez anos, não precisa reforçar a proteção com outra dose.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #999999;"><strong>#</strong></span> <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/saude-e-seguranca-do-trabalhador" target="_blank">Você sabia que o Sindicato possui a Secretaria de Saúde e Segurança do Trabalhador?</a></p>
<p> </p>
<p><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui</a> (pelo celular) e informe banco onde trabalha e seu nome.</strong></p>
<p> </p>
<p><span style="color: #999999;"><strong># <a href="http://santosbancarios.com.br/pesquisas" target="_blank">Preencha a pesquisa Bancári@s da Baixada Santista (leva no máximo 3 minutos)</a></strong></span></p>
<p> </p>
<p>Fonte: Agência Brasil com informações da Afubesp</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
