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	<title>Adoecimento no BB &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Adoecimento no BB &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Metas abusivas colaboram para ciclo de violências e precisa estar no centro da Campanha Nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 11:31:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Combate ao assédio, com revisão e atualização da Cláusula 61, tem que ser prioridade na campanha reforçam sindicatos, durante 34º Congresso Nacional dos Funcionários do BB O secretário de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), Mauro Sales, abriu a mesa de debate “Saúde e condições de trabalho”, do 34º Congresso Nacional [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Combate ao assédio, com revisão e atualização da Cláusula 61, tem que ser prioridade na campanha reforçam sindicatos, durante 34º Congresso Nacional dos Funcionários do BB</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), Mauro Sales, abriu a mesa de debate “Saúde e condições de trabalho”, do 34º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, evento que ocorreu quarta-feira (5) e termina hoje (6). Durante sua fala, apresentou os resultados da pesquisa “Avaliação dos Modelos de Gestão e das Patologias do Trabalho Bancário”, encomendada pela categoria ao Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UNB) e que revela que o “adoecimento mental é uma verdadeira pandemia na categoria”, completou.<br><br>Antes de apresentar os dados da pesquisa, respondida por cerca de 5 mil bancários e bancárias, Mauro Sales falou do mecanismo do adoecimento hoje em voga nas empresas. “É um ciclo que envolve a busca por lucro, portanto induz à competição acirrada, com aumento do ritmo de trabalho e mais pressão por resultados e metas”. Mauro ressaltou ainda que existem estudos que mostram que mulheres e negros são os mais pressionados por esse ciclo de adoecimento.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior parte (86,7%) dos respondentes da pesquisa Instituto de Psicologia da UnB declarou estar trabalhando no momento da pesquisa. E os principais dados revelados pelo trabalho são:<br><br>– 40,4% declararam já ter ido trabalhar mesmo com atestado médico recomendando afastamento do trabalho para tratamento;<br>– O principal motivo declarado para buscar tratamento médico foi o trabalho (54,5%), indicando uma medicalização do sofrimento no trabalho, o que pode causar graves danos à saúde;<br>– Quase metade dos respondentes (40,2%) declarou estar em acompanhamento psiquiátrico;<br>– Entre&nbsp; os que estão em acompanhamento psiquiátrico, 91,5% estão utilizando medicações prescritas pelo psiquiatra;<br>– 76,5% declarou ter tido pelo menos um problema de saúde que considera relacionado ao trabalho no último ano;<br>– Mais da metade declarou estar em acompanhamento médico com outras especialidades (59,7%).<br><br>Mauro destacou que os resultados da pesquisa apontam para a presença intensa de todos os fatores e riscos psicossociais. “Trata-se de um resultado crítico que indica a alta ocorrência de situações associadas a um modelo de gestão pautado no controle e na vigilância, causando patologias da sobrecarga e da violência e múltiplos sintomas de adoecimento no nível físico, psicológico e social”, disse.<br><br>Outro ponto ressaltando pela pesquisa foi a chamada “patologia da violência”, caracterizada pela condição de desmotivação, falta de liberdade de expressão e de opções no trabalho, com indiferença entre colegas e a desconfiança entre chefia e subordinados: 54,8% dos entrevistados responderam que existe a presença intensa da patologia da violência em seus trabalhos; outros 13,4% afirmaram que a presença é modesta e 31,8% que há presença.<br><br>Sobre a “patologia da sobrecarga”, caracterizada pelo cansaço, desgaste, sobrecarga e frustração: 80,5% afirmaram haver presença intensa; 4,1% presença modesta e 15,4% presença dessa patologia.<br><br>Sobre os sintomas do adoecimento exposto na pesquisa, como sentimentos de tensão, incapacidade de relaxar, fadiga, agitação e irritabilidade: 55,5% afirmaram haver presença intensa; 12,9% presença modesta e 31,6% presença.&nbsp;<br><br>“Não é normal esse nível de violência e pressão nos bancos. Precisamos elevar essa consciência entre nossos colegas, sobre esse modelo de gestão que é inaceitável. Em segundo lugar, precisamos dar visibilidade dessa situação não só entre os trabalhadores, mas entre a sociedade”, pontuou Mauro. “Esse tema tem que ser, de fato, prioridade em nossa campanha nacional”, reforçou.<br><br>Para isso, o secretário apontou para a necessidade de revisão e atualização da Cláusula 61, dentro das prioridades da campanha.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Caixa de assistência dos funcionários do BB</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Graça Machado, Vice-presidente de Relações Institucionais da ANABB (Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil) e recentemente eleita Conselheira Deliberativa da Cassi, a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, destacou diversos desafios e propostas para melhorar o funcionamento e a eficiência do plano de saúde dos funcionários do banco.<br><br>Ela enfatizou a importância de aproximar o plano de saúde dos associados, destacando que a quantidade de credenciados não necessariamente se traduz em um bom atendimento. “A quantidade de credenciados não significa dizer que todos têm atendimento”, afirmou.<br><br>Graça também ressaltou a característica única da Cassi como um plano de saúde de gestão compartilhada, onde a diretoria é composta tanto por eleitos quanto por indicados pelo banco. “A Cassi é um plano de saúde de gestão compartilhada. Não adianta uma diretoria dizer ‘eu vou fazer’. É um plano de saúde que os eleitos têm duas pessoas na diretoria e o banco indica duas pessoas. É o único plano de saúde que eu conheço que tem eleitos dentro da sua diretoria, isso é uma conquista dos trabalhadores, é uma conquista nossa”, destacou.<br><br>Mas Graça também apresentou propostas para a entidade, entre as quais a revisão do modelo de credenciamento, atualmente visto como burocrático e moroso, o que leva muitos prestadores a desistirem do credenciamento por exaustão. Ela sugeriu também a eliminação do estoque de solicitações de credenciamento, que atualmente chega a quase mil, e a credenciamento em regiões carentes, para melhorar o atendimento aos associados.<br><br>Além disso, Graça Machado mencionou os desafios relacionados ao custeio, a situação dos funcionários que ingressaram após 2018 e os desafios dos egressos do banco. “Estamos num momento de construção e de avançar nessa construção, porque os desafios são muito grandes”, concluiu, enfatizando a importância da construção coletiva para enfrentar esses desafios e alcançar conquistas para todos os associados da Cassi.</p>
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		<title>Funcionários do BB cobram mais contratações e fim de terceirizações</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/funcionarios-do-bb-cobram-mais-contratacoes-e-fim-de-terceirizacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Adoecimento no BB]]></category>
		<category><![CDATA[falta de funcionários BB]]></category>
		<category><![CDATA[fim da terceirização no BB]]></category>
		<category><![CDATA[mais contratações no BB]]></category>
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					<description><![CDATA[CEBB denuncia que correspondentes bancários estão competindo com trabalhadores do BB, trabalhando dentro de agências e utilizando equipamentos do próprio banco   Posse de todos os aprovados do último concurso, realização de mais concursos para atingir o número de 10 mil novos trabalhadores e o fim da terceirização via correspondente bancário (coban). Essas foram as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>CEBB denuncia que correspondentes bancários estão competindo com trabalhadores do BB, trabalhando dentro de agências e utilizando equipamentos do próprio banco</p>
<p> </p>
<p></p>
<p>Posse de todos os aprovados do último concurso, realização de mais concursos para atingir o número de 10 mil novos trabalhadores e o fim da terceirização via correspondente bancário (coban). Essas foram as principais reivindicações apresentadas pela Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) em mesa de negociação com o banco, nesta quarta-feira (27), na qual o tema foi Emprego e Terceirização.</p>
<p> Os representantes dos trabalhadores do BB apresentaram diversas denúncias de que agentes de correspondentes bancários não apenas estão utilizando as dependências do BB – o que é expressamente proibido pela Resolução 4.935 do Banco Central (Bacen) – como também utilizando equipamentos do banco. “Esse não é um assunto novo na mesa de negociação. Estamos assistindo a um aumento de gerentes utilizando serviços de coban, geralmente em agências de grande lotação de público. Isso só tem como explicação a necessidade de mais funcionários que esses gerentes estão tendo. E não temos como não destacar aqui que esse problema é um dos impactos negativos da reforma trabalhista”, avaliou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.</p>
<p> Os sindicalistas denunciaram ainda o aumento de casos de funcionários impedidos de assumir promoções. A falta de funcionários sobrecarrega e os pressiona com metas contínuas e impossíveis. As doenças psicológicas estão surgindo em grande parte dos bancários.</p>
<p> <strong>Resposta do banco</strong></p>
<p>O banco disse reconhecer que os correspondentes bancários não podem atuar nas dependências do banco e que irá acompanhar as denúncias. Sobre o aumento de contratações para 10 mil novos funcionários, afirmou que precisa de autorização da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), e que o teto de contratações hoje permitido pela entidade não chega ao número exigido pelos sindicatos.</p>
<p> Sobre o concurso realizado este ano, foram aprovados cerca de 4.500 pessoas. Desse total, 2.977 já tomaram posse e outros 849 devem tomar posse até o final do ano. Além disso, houve 300 desistências e outros 32 não foram aprovados no período de experiência ou estágio probatório.</p>
<p> O movimento sindical solicitou do banco a lista dos locais onde as posses estão ocorrendo. “Depois dos Programas de Demissão Voluntária (PDVs) houve um esvaziamento irreparável no quadro dos funcionários e vamos continuar exigindo mais contratações, fim do assédio por metas ou por qualquer outra situação”, afirma Eneida Koury, secretária de Finanças do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e funcionária do BB.</p>
<p>Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil<br />Fonte: Contraf com edição da Comunicação SEEB de Santos e Região</p>
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