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	<title>Adoecimento mental &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Adoecimento mental &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Adoecimento psicológico dos trabalhadores bate novo recorde no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 13:27:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adoecimento mental]]></category>
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		<category><![CDATA[doenças psicológicas bancários]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados da Previdência Social, compilados pela plataforma Smartlab apontam que o top 5 das categorias com mais afastamentos por saúde mental no período é composto por motoristas de ônibus, gerentes de banco, escriturários de banco, técnicos de enfermagem e vigilantes Ansiedade, depressão e outras doenças ligadas ao estresse extremo no trabalho, causado por longas jornadas [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9ea0144706f7170bfc2fd91fed127b73">Dados da Previdência Social, compilados pela plataforma Smartlab apontam que o top 5 das categorias com mais afastamentos por saúde mental no período é composto por motoristas de ônibus, gerentes de banco, escriturários de banco, técnicos de enfermagem e vigilantes</h4>



<p></p>



<p>Ansiedade, depressão e outras doenças ligadas ao estresse extremo no trabalho, causado por longas jornadas e pressão sistemática por metas levou o Brasil a bater, pela segunda vez, o recorde de país com o maior número de afastamentos do trabalho por transtornos mentais em uma década. Dados do Ministério da Previdência Social, obtidos com exclusividade pelo site G1, mostram que o número de licenças voltou a crescer em 2025 e escancara um cenário de adoecimento cada vez mais amplo entre os trabalhadores no Brasil.</p>



<p>Os dados foram divulgados em matéria das jornalistas Poliana Casemiro e Rayane Moura, em janeiro, mês da Campanha Janeiro Branco, voltada exatamente para o debate sobre a importância de se combater as causas que levam o trabalho ao adoecimento mental. No ano passado, o G1 revelou que o Brasil já vivia uma crise de saúde mental, com o maior número de afastamentos por esse motivo em 10 anos, em 2024.</p>



<p>Os dados da Previdência dão conta de que em 2025, o cenário não só se repetiu como se agravou: mais de meio milhão de licenças foram concedidas por transtornos mentais, estabelecendo um novo recorde e ampliando o peso da saúde mental no total de afastamentos. Ao todo o país teve 4 milhões de licenças do trabalho.</p>



<p><strong>Empresas contra maior fiscalização</strong>&nbsp;– Em 2025, os afastamentos por ansiedade e depressão cresceram 15% em relação ao ano anterior e, somados, já formam o segundo maior motivo de afastamento do trabalho no Brasil, atrás apenas das doenças da coluna. À época do primeiro recorde, o governo discutia mudanças na Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passaria a incluir a saúde mental entre os itens fiscalizados no ambiente de trabalho. Após pressão das empresas, porém, a medida foi adiada.</p>



<p>E isso tem um custo alto para os cofres públicos. Só com o custo para o INSS em afastamentos, estima-se que o valor seja perto de R$ 3,5 bilhões. Dados da Previdência Social mostram que foram concedidos mais de 4,1 milhões de afastamentos do trabalho por incapacidade temporária em 2025. O número é o maior em cinco anos e representa um aumento de 17,1% em relação a 2024.</p>



<p><strong>Ansiedade e depressão no topo das doenças</strong>&nbsp;– A Previdência informa que as dores nas costas e os problemas na coluna lideraram as concessões de benefícios no país. Em 2025, a dorsalgia (dor nas costas) foi a principal causa de afastamento de licença, com 237.113 pedidos concedidos, mantendo-se no topo do ranking. Na sequência aparecem os outros transtornos de discos intervertebrais, como a hérnia de disco, responsáveis por 208.727 afastamentos.</p>



<p>Mas, se a dor física sempre esteve ocupando os maiores índices na lista, desde o ano passado, o mercado de trabalho vem enfrentando uma nova realidade: os transtornos mentais vêm aparecendo no topo entre as causas de afastamento.</p>



<p>A ansiedade levou a 166.489 afastamentos e a depressão a 126.608. Se somadas as doenças de saúde mental, elas já ultrapassam causas que sempre foram comuns de afastamento, como fratura de tornozelo.</p>



<p><strong>Na categoria bancária dados são alarmantes</strong>&nbsp;– O estudo não divide as ocorrências de doenças por categoria. Mas um levantamento publicado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), ano passado, mostrou que a categoria bancária é uma das que tem o maior número de afastamentos por doenças mentais decorrentes do ambiente de trabalho no Brasil.</p>



<p>Dados da Previdência Social, compilados pela plataforma Smartlab, mostram que gerentes de banco ocupam o segundo lugar e escriturários o terceiro no ranking de profissionais com mais pedidos de afastamento por transtornos mentais reconhecidos como doença ocupacional (B91) entre 2012 e 2024. O levantamento aponta que o top 5 das categorias com mais afastamentos por saúde mental no período é composto por motoristas de ônibus, gerentes de banco, escriturários de banco, técnicos de enfermagem e vigilantes.</p>



<p><strong>Epidemia silenciosa nos bancos</strong>&nbsp;– Para o secretário de Saúde da Contraf, Mauro Salles, os dados revelam uma crise silenciosa de saúde mental que reflete o modelo de gestão adotado nos bancos. “Até quando iremos assistir a essa situação e não enquadrar as empresas? Isto não é coincidência, é sintoma de um problema estrutural”, alerta o dirigente.</p>



<p>Salles defende que as instituições financeiras assumam responsabilidades concretas e adotem medidas efetivas para prevenir o adoecimento psíquico. “Chegou o momento de exigir que as instituições adotem sistemas de prevenção de adoecimento psíquico — gestão de riscos psicossociais, revisão das metas, combate ao assédio e vigilância algorítmica. Elas precisam responder pelos efeitos dos seus modelos de negócio sobre a saúde dos trabalhadores”, reforça.</p>



<p>Para ele, o Estado e os órgãos fiscalizadores também precisam agir. “Não basta acompanhar. É preciso intervir. É inadmissível que trabalhadores bancários e de outros segmentos econômicos carreguem o peso de lucros, automação e metas agressivas sem que exista regulação eficaz, fiscalização incisiva e sanções reais”, afirma.<br><br>A Contraf vem alertando há anos para os impactos do excesso de metas, da sobrecarga de trabalho e das novas tecnologias de controle sobre a saúde dos bancários. A entidade defende o fortalecimento das políticas públicas de saúde do trabalhador e a aplicação efetiva da Lei nº 11.430/2006, que criou o Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário (NTEP), mecanismo que deveria facilitar o reconhecimento de doenças relacionadas à atividade profissional, mas que, segundo especialistas, vem sendo subutilizado.</p>
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		<title>Brasil enfrenta ‘epidemia de adoecimento mental’ no trabalho, aponta Fundacentro</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/brasil-enfrenta-epidemia-de-adoecimento-mental-no-trabalho-aponta-fundacentro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 11:48:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adoecimento mental]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Doença psicológica 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Fundacentro e doença aumenta 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2024, país registrou 470 mil afastamentos relacionados a transtornos como depressão e ansiedade O Brasil enfrenta uma “epidemia de adoecimento mental” no ambiente de trabalho, agravada por anos de retrocessos nas políticas públicas de proteção ao trabalhador. O alerta é de Pedro Tourinho, presidente da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-96b0a1ba926e0ed29c903520be3b4ada">Em 2024, país registrou 470 mil afastamentos relacionados a transtornos como depressão e ansiedade</h4>



<p></p>



<p>O Brasil enfrenta uma “<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/12/12/saude-mental-e-bem-estar-impactam-a-qualidade-da-vida-do-trabalhador-dentro-e-fora-do-ambiente-de-trabalho/">epidemia de adoecimento mental</a>” no ambiente de trabalho, agravada por anos de retrocessos nas políticas públicas de proteção ao trabalhador. O alerta é de Pedro Tourinho, presidente da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), em entrevista ao&nbsp;<em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=zeKcWRRAxtg">Conexão BdF</a></em>, do&nbsp;<strong>Brasil de Fato</strong>, segunda-feira (28), Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho.</p>



<p>Tourinho revelou que apenas em 2024, o país registrou 470 mil&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2025/04/24/saude-mental-em-colapso-adoecimento-avanca-entre-servidores-publicos-do-rs/">afastamentos relacionados a transtornos como depressão e ansiedade</a>. “A pressão que massacra o trabalhador hoje está relacionada a cobrança de metas irrealizáveis, baixa clareza nas tarefas do processo de trabalho, relações de assédio frequentes nos ambientes de trabalho e questão dos horários e jornadas de trabalho”, explicou. Para ele, o&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2025/02/26/36-horas-de-jornada-o-que-propoe-a-pec-da-escala-6x1-e-quais-os-proximos-passos/">fim da jornada 6 x 1</a>&nbsp;é uma das discussões “mais importantes do país neste momento”.</p>



<p>A crise, no entanto, não é acidental. Segundo Tourinho, ela é fruto de escolhas políticas. Durante os governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL), houve “um ataque sistemático” às&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2019/09/23/com-ataque-a-normas-de-seguranca-bolsonaro-aumenta-riscos-a-vida-do-trabalhador/">normas de saúde e segurança no trabalho</a>. “Foi um período em que toda a agenda de proteção à saúde do trabalhador foi duramente atacada. Isso favoreceu, evidentemente, o avanço de práticas que não eram comprometidas com a saúde e a segurança dos trabalhadores e das trabalhadoras”, denunciou.</p>



<p>O presidente da Fundacentro lembrou que o Brasil, historicamente, já figurava entre os países com mais acidentes de trabalho no mundo. Em 2024, foram registrados cerca de 740 mil acidentes, com 2,4 mil mortes registradas. Ele ressalta que os números reais podem ser ainda maiores devido à situação crescente de informalidade no país e à subnotificação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mudanças climáticas agravam riscos</h4>



<p>Além do desmonte das proteções legais, as&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/podcast/reporter-sus/2025/01/30/extremos-climaticos-e-saude-da-pra-trabalhar-nesse-calor/">mudanças climáticas colocam novos desafios à segurança dos trabalhadores</a>. Tourinho destacou que o trabalho ao ar livre, especialmente no agronegócio e na construção civil, já se tornou inseguro em determinadas épocas do ano devido às altas temperaturas.</p>



<p>“O Brasil já tem uma história muito consolidada de identificação do adoecimento dos trabalhadores do setor sucroalcooleiro, nos canaviais, com dezenas de óbitos por exaustão relatadas no trabalho na lavoura de cana. Isso, infelizmente, com a mudança climática, tende a se estender para outros contextos de trabalho rural e a céu aberto de modo geral, inclusive no contexto urbano”, afirmou.</p>



<p><strong>Reconstrução é urgente</strong></p>



<p>Diante desse cenário, Tourinho comemorou a autorização de 65 novas vagas em concurso público para a Fundacentro, após mais de uma década de sucateamento, anunciadas pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck. “Não tenho dúvidas de que isso vai significar não só a recuperação das perdas que nós tivemos nos últimos anos, como a sustentabilidade de uma unidade tão importante para as próximas décadas por via um gesto muito claro do presidente Lula, do ministro [do Trabalho] Luiz Marinho, de reconstruir de fato um ambiente de trabalho mais seguro e mais saudável”, avaliou.</p>



<p>Para o presidente da Fundacentro, a construção de melhores ambientes de trabalho é parte essencial da luta por dignidade e justiça social. “O trabalho é onde realizamos nossos planos e sonhos, onde conquistamos o dinheiro para construir nossas vidas. No entanto, também é um espaço de sofrimento, silêncio, submissão e violência. Por isso, é fundamental sempre pensar na saúde e segurança do ambiente de trabalho”, concluiu.</p>
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