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	<title>adicional de transferência &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>adicional de transferência &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Bancária que não levou família ao mudar de cidade receberá adicional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
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				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[adicional de transferência]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança de cidade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A mudança aconteceu por causa de alterações na estrutura do banco</p>
<p></p>
<p>O Banco do Brasil foi condenado a pagar o adicional de transferência a uma bancária que foi transferida de Florianópolis (SC) para Curitiba (PR) durante três anos e meio, mas deixou a família morando na cidade de origem. A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) rejeitou o recurso do banco contra decisão que considerou a transferência provisória e deferiu o adicional.</p>
<p> </p>
<h4>Família</h4>
<p>Segundo o juízo de primeiro grau e o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), a transferência decorreu da reestruturação da empresa, que centralizou os Núcleos de Apoio aos Negócios de Crédito (Nucacs) em Curitiba, o que obrigou a bancária a ir trabalhar lá, deixando a família na cidade de origem enquanto esperava uma oportunidade de retornar. Assim, não há como considerar a transferência definitiva pelo simples fato de ter durado mais de três anos.</p>
<p> </p>
<h4>Provisoriedade</h4>
<p>No recurso de revista, o banco sustentava que a transferência fora definitiva, o que afastaria o direito ao adicional. </p>
<p> </p>
<p>O relator, ministro Augusto César, explicou que, de acordo com a  Orientação Jurisprudencial (OJ) 113 da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1), o pressuposto legal para legitimar o pagamento da parcela é a transferência provisória. “Os dados fáticos devem ser analisados em conjunto, não bastando o exame de um único fator, como o tempo, mas, sim, a conjugação de ao menos três desses requisitos: o ânimo (provisório ou definitivo), o interesse da transferência (se do empregador ou do empregado), a sucessividade de transferências e o tempo de duração”, afirmou.</p>
<p> </p>
<p>No caso, para o ministro, a transferência para Curitiba não foi definitiva, porque, em razão das alterações estruturais promovidas pelo banco, ela não tinha outra opção de trabalho.</p>
<p> </p>
<p>A decisão foi unânime.</p>
<p>Crédito: pch.vector/freepik<br />Fonte: TST</p>
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