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	<title>Acusação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Acusação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>STF publica acórdão e começa a contagem regressiva para a prisão de Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 08:52:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Documento de quase 2 mil páginas abre prazo de cinco dias para recursos da defesa do ex-presidente e de outros sete condenados. O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou oficialmente a decisão que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete aliados por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. A divulgação do acórdão marca o [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-992512bfb9aca8de2ec1d9e94ee9e60b">Documento de quase 2 mil páginas abre prazo de cinco dias para recursos da defesa do ex-presidente e de outros sete condenados.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou oficialmente a decisão que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete aliados por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. A divulgação do acórdão marca o início do prazo de cinco dias para que as defesas apresentem os chamados embargos de declaração, recurso usado para apontar eventuais contradições ou omissões na sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acórdão é um documento no qual são formalizados os votos dos ministros que julgaram o caso. O documento de quase 2 mil páginas oficializa decisão tomada pela Primeira Turma do STF por quatro votos a um, com o ministro Luiz Fux sendo o único a votar pela absolvição.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Recursos e prazos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os advogados de defesa poderão apresentar embargos de declaração, que raramente modificam o resultado do julgamento, mas podem esclarecer pontos considerados obscuros. Além disso, as defesas devem insistir em outro tipo de recurso, o chamado embargo infringente, que, em casos excepcionais, pode alterar a sentença. No entanto, esse tipo de pedido só é aceito quando há pelo menos dois votos favoráveis à absolvição, o que não ocorreu neste caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a apresentação dos recursos, o relator do processo, ministro Alexandre de Moraes, poderá decidir individualmente sobre parte dos pedidos ou levá-los ao colegiado. Ele também pode solicitar parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) antes da decisão final. A análise dos embargos não tem prazo definido, mas há expectativa de que o STF conclua essa etapa até o fim do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, as penas impostas aos réus não podem ser executadas. A prisão de Bolsonaro e dos demais condenados só ocorrerá após o trânsito em julgado — ou seja, quando não houver mais possibilidade de recurso.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Condenações e acusações</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Primeira Turma do Supremo concluiu que ficou comprovada a existência de uma organização criminosa que atuou para manter Bolsonaro no poder, mesmo após sua derrota eleitoral. O grupo teria tentado descredibilizar as urnas eletrônicas, pressionado as Forças Armadas a apoiar uma ruptura institucional e utilizado a máquina pública para perseguir adversários políticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença também menciona ações de espionagem ilegal, disseminação de informações falsas e planos golpistas que incluíam a prisão e até a morte de autoridades. Essas movimentações, segundo o Supremo e a PGR, culminaram nos ataques de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Além do ex-presidente Jair Bolsonaro, foram condenados</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Alexandre Ramagem</strong>, deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Almir Garnier</strong>, ex-comandante da Marinha;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Anderson Torres</strong>, ex-ministro da Justiça e da Segurança Pública;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Augusto Heleno</strong>, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mauro Cid</strong>, ex-ajudante de ordens da Presidência;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Paulo Sérgio Nogueira</strong>, ex-ministro da Defesa;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Walter Braga Netto</strong>, ex-ministro da Casa Civil.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Penas e delações</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Bolsonaro recebeu a pena mais alta entre os condenados — 27 anos e 3 meses de prisão — devido ao papel de liderança atribuído a ele pelos ministros. As defesas, contudo, afirmam que não há provas de que o grupo tenha agido de forma armada ou coordenada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Procuradoria-Geral da República, por sua vez, já informou que não pretende questionar a pena de Mauro Cid, que permanece em dois anos de prisão em regime fechado conforme o acordo de delação premiada firmado com o Ministério Público.</p>
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		<title>Bolsonaro faz pedido a Moraes e sofre primeira derrota após denúncia</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bolsonaro-faz-pedido-a-moraes-e-sofre-primeira-derrota-apos-denuncia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 08:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acusação]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
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		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro do STF negou solicitação feita pela defesa do ex-presidente, prestes a se tornar réu por tentativa de golpe de Estado Jair Bolsonaro sofreu sua primeira derrota judicial após ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por tentativa de golpe de Estado. Nesta quinta-feira (20/02), o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito da trama [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-fe545ad6dc2e8bbe0550dce56b23af09">Ministro do STF negou solicitação feita pela defesa do ex-presidente, prestes a se tornar réu por tentativa de golpe de Estado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Jair Bolsonaro sofreu sua primeira derrota judicial após ser <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/mais-perto-da-prisao/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/mais-perto-da-prisao/">denunciado</a> pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por tentativa de golpe de Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta quinta-feira (20/02), o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido feito pelos advogados do ex-presidente para que a defesa da denúncia possa ser apresentada em até 83 dias. O prazo estabelecido pelo magistrado foi de 15 dias e, segundo ele, a extensão deste período &#8220;carece de previsão legal&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa de Bolsonaro argumentou que precisaria de mais tempo para se manifestar pois o caso seria &#8220;complexo&#8221; e envolve inúmeros depoimentos, solicitando que fosse estabelecido como prazo o período que a PGR levou para elaborar a denúncia após o indiciamento apresentado pela Polícia Federal (PF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Moraes, entretanto, rejeitou os argumentos da defesa de Bolsonaro, afirmando que “os requerimentos alternativos formulados para a concessão de 83 dias de prazo ou prazo em dobro carecem de qualquer previsão legal, pois a legislação prevê o prazo de 15 dias, nos termos do art. 4º da Lei 8.038/90 e do art. 233 do Regimento Interno do STF”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Bolsonaro indiciado: os próximos passos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Após a Procuradoria-Geral da República (PGR) ter denunciado o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa, o trajeto que pode levar à condenação tem diversas etapas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No processo criminal brasileiro, a denúncia é o instrumento que assegura a formalização de uma acusação. Ela só é oferecida se o Ministério Público &#8211; no caso de Bolsonaro, representado pela PGR -, após avaliar os resultados da investigação policial, entender que há elementos suficientes para acusar alguém.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a peça solicita que seja aberto um processo judicial para apurar a responsabilidade penal do acusado. No caso de Jair Bolsonaro, as penas somadas dos três delitos pelos quais é acusado podem chegar a 28 anos de prisão.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Defesa prévia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Após o oferecimento da denúncia, uma série de atos processuais, listados no Código de Processo Penal (CPP), tem início. Primeiro, ocorre a análise para verificar se a peça judicial atende aos requisitos legais. Em seguida, o acusado é citado para apresentar sua defesa prévia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa fase, ele pode alegar nulidades no processo, apresentar documentos ou provas relativas às acusações e pedir a absolvição sumária. Trata-se de uma defesa mais técnica. A partir disso, os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vão decidir se aceitam ou não a denúncia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fazem parte desta turma da Corte o relator, Alexandre de Moraes, que dá primeiro o voto pela abertura ou não da ação penal, e os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Flávio Dino. Caso aceitem a denúncia, Bolsonaro se torna formalmente réu.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Se a denúncia for acatada…</h4>



<p class="wp-block-paragraph">É realizada na sequência a fase de instrução do processo, quando são produzidas as provas para o julgamento do caso. É ali que são feitas as oitivas de testemunhas da acusação e da defesa, além das perícias, quando necessárias, como exames técnicos ou laudos, e eventuais provas documentais. Também podem ser determinadas diligências complementares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a produção de provas, tanto a Procuradoria-Geral da República quanto a defesa apresentam suas alegações finais. Depois da conclusão desta fase, os magistrados vão discutir a absolvição ou condenação e, se houver condenação, a pena a ser aplicada será definida pela Primeira Turma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez determinada a sentença, a PGR e a defesa podem interpor recursos para questionar a decisão. Depois do esgotamento dos recursos, se Bolsonaro for condenado e a sentença transitar em julgado, inicia-se a fase de execução da pena, ou seja, a prisão propriamente dita.</p>
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		<title>Banco indenizará funcionário por ofensas homofóbicas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-indenizara-funcionario-por-ofensas-homofobicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 07:49:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Bancário conseguiu provar que foi vítima de ofensas homofóbicas no ambiente de trabalho A 8ª turma do TRT da 2ª região manteve sentença que condenou banco ao pagamento de indenização a bancário vítima de ofensas homofóbicas.&#160;No entanto, o valor da indenização, inicialmente fixado em R$ 50 mil, foi reduzido para R$ 30 mil, já que [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-087991b3f1ac204242fa86d236e41e43">Bancário conseguiu provar que foi vítima de ofensas homofóbicas no ambiente de trabalho</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 8ª turma do TRT da 2ª região manteve sentença que condenou banco ao pagamento de indenização a bancário vítima de ofensas homofóbicas.&nbsp;No entanto, o valor da indenização, inicialmente fixado em R$ 50 mil, foi reduzido para R$ 30 mil, já que o tribunal não reconheceu a&nbsp;alegação de cobrança abusiva de metas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso, o funcionário moveu ação trabalhista contra a instituição financeira, alegando cobrança abusiva de metas e tratamento discriminatório. O banco, por sua vez, negou as acusações.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Testemunhas e perícia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora do caso,&nbsp;desembargadora&nbsp;Cynthia Gomes Rosa, considerou que, embora não tenha ficado comprovado o abuso relacionado às metas, a discriminação homofóbica ficou evidente no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma testemunha do próprio banco confirmou as ofensas, buscando minimizá-las como &#8220;brincadeiras&#8221;. Além disso, a&nbsp;testemunha apresentada pelo funcionário relatou falas agressivas por parte dos seguranças, incluindo ameaças de violência física.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o colegiado, a gravidade das ofensas foi corroborada por perícia, que apontou o tratamento recebido como fator que contribuiu para o agravamento do transtorno de ansiedade e depressão do funcionário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, ao final, a turma reconheceu o sofrimento psicológico do trabalhador, ressaltando que a indenização por dano moral é devida mesmo que ele esteja apto ao trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tribunal não informou o número do processo.</p>
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