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	<title>ACORDO COVID &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Banco do Brasil convoca retorno ao trabalho presencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[ ACORDO EMERGENCIAL]]></category>
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					<description><![CDATA[Movimento sindical quer negociar retorno presencial e também evitar descomissionamentos após fim do acordo emergencial da covid-19 Os funcionários do Banco do Brasil que estão em home office, inclusive aqueles que fazem parte de grupos de risco da covid-19, receberam comunicado, quarta-feira (18), convocando-os para o retorno ao trabalho presencial. A decisão foi tomada após o Governo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Movimento sindical quer negociar retorno presencial e também evitar descomissionamentos após fim do acordo emergencial da covid-19</p>
<p></p>
<p>Os funcionários do Banco do Brasil que estão em home office, inclusive aqueles que fazem parte de grupos de risco da covid-19, receberam comunicado, quarta-feira (18), convocando-os para o retorno ao trabalho presencial. A decisão foi tomada após o Governo Federal ter decretado o fim do Estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin).</p>
<p> Com o fim da Espin, também se encerra o Acordo Emergencial de Covid-19, que autorizou o trabalho em home office. “O Acordo Emergencial da covid-19 foi celebrado com base na decretação do Estado de Emergência, agora encerrado pelo governo. Com isso, nosso acordo emergencial perde a validade. O tema não comporta, a princípio, discussão jurídica. A via negocial e ações sindicais são um possível caminho de enfrentamento”, explicou a advogada Renata Cabral, da Crivelli Advogados Associados, que assessora as negociações da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e do Comando Nacional dos Bancários com o Banco do Brasil.</p>
<p> </p>
<p><strong>Via negocial</strong></p>
<p>Em reunião com o banco realizada na tarde de terça-feira (17), o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, já deixou claro que vai querer negociar com o banco a forma de retorno ao presencial, bem como a compensação do banco de horas negativas e evitar que haja descomissionamentos em massa.</p>
<p> “Tínhamos acordado com o banco que não seriam realizados descomissionamentos até que se encerrasse o Estado de Emergência. Agora, queremos evitar que colegas de trabalho sejam penalizados com o descomissionamento neste período em que a covid-19 ainda não se encerrou e a economia do país está extremamente abalada, com um desemprego altíssimo e uma inflação que corrói os salários das pessoas”, explicou Fukunaga. “Perder a comissão neste momento vai fragilizar ainda mais o poder de aquisitivo dos trabalhadores”, completou.</p>
<p> </p>
<p><strong>Banco de horas</strong></p>
<p>A secretária da Mulher e representante da Contraf nas negociações com o Banco do Brasil, Fernanda Lopes, lembrou do enorme banco de horas negativas criado devido à necessidade de afastamento devido a questão de saúde pública. “O banco de horas de alguns, que não conseguiram trabalhar remotamente, é bastante alto e temos a preocupação de como será feita a compensação”.</p>
<p> Além do mais, mesmo com a pandemia, o Banco do Brasil teve um lucro altíssimo graças, também ao trabalho desempenhado por seus funcionários. O banco não pode sufocá-los agora com este banco de horas e muito menos tirar suas comissões”, completou a dirigente da Contraf.</p>
<p> A reunião para negociar estes pontos com o banco foi agendada para quinta-feira (19), a partir das 15h.</p>
<p>Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil<br />Fonte: Contraf</p>
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