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	<title>Acordo Coletivo Específico dos Empregados da Caixa &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Acordo Coletivo Específico dos Empregados da Caixa &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Direção da Caixa NÃO garante direitos dos empregados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo Coletivo Específico dos Empregados da Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Aditivo da Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação com a Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Rodada de Negociação]]></category>
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					<description><![CDATA[Na segunda rodada de negociação, representantes do banco recusam reivindicação dos trabalhadores contra implantação da reforma trabalhista e não asseguram PLR Social; mas se comprometem a avaliar fim do descomissionamento de gestantes e manutenção da função do empregado que entrar em licença médica. Na segunda rodada de negociação para a renovação do acordo aditivo à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda rodada de negociação, representantes do banco recusam reivindicação dos trabalhadores contra implantação da reforma trabalhista e não asseguram PLR Social; mas se comprometem a avaliar fim do descomissionamento de gestantes e manutenção da função do empregado que entrar em licença médica.</p>
<p>Na segunda rodada de negociação para a renovação do acordo aditivo à CCT (Convenção Coletiva de Trabalho), os representantes da Caixa não só se negaram mais uma vez a assinar pré-acordo que garanta a validade do acordo específico dos empregados do banco até sua renovação (ultratividade), como ainda se recusaram a garantir salvaguardas contra outros pontos nocivos da nova legislação trabalhista sancionada pelo governo Temer por encomenda do setor patronal.</p>
<p> </p>
<p>A negociação, realizada nesta sexta-feira 20, em Brasília, faz parte da Campanha Nacional Unificada 2018 da categoria bancária e debateu os eixos Nenhum Direito a Menos, Caixa 100% Pública e Condições de Trabalho. A primeira negociação ocorreu no dia 13 e a próxima será realizada no dia 26, quando serão debatidos Saúde Caixa e Funcef.</p>
<p>A Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que representa os trabalhadores frente à direção do banco, cobrou que os pontos prejudiciais da nova lei trabalhista não sejam aplicados aos empregados.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/gdp-nao-aceite-pressao-imposicao-nao-e-acordo" target="_blank"># GDP: não aceite pressão! Imposição não é acordo!</a></em></p>
<p> </p>
<p>Foi reivindicado que todas as negociações dos bancários serão feitas exclusivamente com os sindicatos; a garantia de todas as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho após a data base (1º de setembro) até a celebração de novo acordo coletivo (ultratividade); e a validade do Acordo Coletivo de Trabalho a todos os empregados da Caixa, independentemente de faixa de escolaridade e de salário em que se enquadram.</p>
<p>A CEE/Caixa cobrou ainda que o banco não contrate trabalhadores terceirizados em atividades fim; e não empregue, por intermédio de contratos de autônomos, intermitentes, temporários, a tempo parcial e sob regime de 12 horas de trabalho a cada 36 horas de descanso (12X36).</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/bancarios-adoecem-mas-banqueiros-nao-apresentam-propostas" target="_blank"># Bancários adoecem, mas banqueiros NÃO apresentam propostas</a></em></p>
<p> </p>
<p>Todas essas medidas estão contidas na lei trabalhista (Lei 13.467/2017) aprovada pelo Congresso Nacional dominado por empresários e sancionada por Michel Temer em novembro do ano passado.</p>
<p> </p>
<p>A direção do banco submetido ao governo federal, entretanto, se negou a atender a todas as demandas e ainda afirmou que se pautará pela nova legislação trabalhista.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>PLR</strong></span></p>
<p>Apesar de se comprometer a seguir a regra da Fenaban sobre pagamento de PLR, a Caixa informou que está estipulando do limite para a distribuição.</p>
<p> </p>
<p>Por meio do seu Conselho de Administração, a direção do banco determinou que a distribuição da PLR aos empregados será limitada a 25% do valor pago ao Tesouro na forma de dividendos, que por sua vez é de 25% do lucro líquido do banco. Portanto, o valor da PLR distribuída aos empregados será limitado ao teto de 6,25% do lucro líquido do banco.</p>
<p> </p>
<p>A direção do banco também não garantiu a distribuição da PLR Social.</p>
<p> </p>
<p>A falta de garantia do pagamento da PLR Social é o não reconhecimento do efetivo trabalho e do resultado social obtido pelos empregados, e é mais uma medida do Conselho de Administração formado por agentes provenientes do mercado financeiro que atenta contra a função pública do banco e os direitos dos trabalhadores.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Caixa 100% pública</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Dentro do eixo Caixa 100% pública, a composição da diretoria da Caixa exclusivamente por empregados de carreira é uma das principais reivindicações da Campanha Nacional 2018.</p>
<p>Também foi reforçada a reivindicação da manutenção da gestão do FGTS pela Caixa. A CEE/Caixa destacou a gestão exitosa do fundo que corrigiu falhas existentes quando era gerido pelos bancos privados antes de 1993.</p>
<p>Os representantes dos empregados também cobraram o fim do fechamento de agências, principalmente nas periferias, a fim de garantir a função social do banco público por meio da sua presença em locais que as instituições financeiras privadas não operam por não oferecerem retorno financeiro.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Condições de trabalho</strong></span></p>
<p>Mais uma vez foi cobrada a contratação de mais empregados para atender melhor a população, sobretudo a de baixa renda, e diminuir a sobrecarga de trabalho. A Caixa, entretanto, enfatizou que as vagas de trabalho não serão ampliadas. Inclusive afirmou que os aprovados no concurso de 2014 não serão convocados.</p>
<p>Contudo, os representantes do banco se comprometeram a avaliar o fim do descomissionamento de gestantes e também a manutenção da função do empregado que entrar em licença médica. Hoje a manutenção da titularidade da função é garantida pelo prazo de 180 dias.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome.</strong></em></p>
<p>Fonte: SEEB SP</p>
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