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	<title>ações trabalhsitas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Reforma Trabalhista inibe em 50% ações contra patrões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
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					<description><![CDATA[A reforma coloca a possibilidade de o trabalhador ter de bancar as chamadas despesas de sucumbência &#8211; honorários periciais e advocatícios da parte vencedora &#8211; em caso de derrota na Justiça para inibir demandas nas quais as chances de vitória são remotas. Além da insegurança sobre como a reforma será interpretada por magistrados, bem como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reforma coloca a possibilidade de o trabalhador ter de bancar as chamadas despesas de sucumbência &#8211; honorários periciais e advocatícios da parte vencedora &#8211; em caso de derrota na Justiça para inibir demandas nas quais as chances de vitória são remotas. Além da insegurança sobre como a reforma será interpretada por magistrados, bem como a respeito de como o Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar a constitucionalidade de artigos da nova lei, leva advogados a esperar por maior clareza antes de protocolar novas petições</p>
<p>Após estimular, antes de entrar em vigor, uma corrida à Justiça do Trabalho, a reforma trabalhista fez despencar o número de processos ajuizados em varas trabalhistas assim que as mais de 100 alterações promovidas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) começaram a valer.</p>
<p> </p>
<p>De um total mensal que costumava passar com facilidade da casa de 200 mil, as ações recebidas em primeira instância por tribunais trabalhistas de todo o País caíram para 84,2 mil em dezembro, primeiro mês completo da nova legislação.</p>
<p> </p>
<p>Além de não ser nem metade do volume processual registrado nos meses de dezembro de 2015 e de 2016, o número do último mês do ano passado é o menor num levantamento feito pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) com exclusividade para o Estadão/Broadcast com dados mensais dos últimos três anos. Em novembro passado, por outro lado, o ingresso de ações trabalhistas em varas do Trabalho alcançou o pico da série trienal: 289,4 mil.</p>
<p> </p>
<p>As dúvidas sobre como a nova lei seria aplicada pelos juízes e o maior rigor trazido pela reforma no acesso ao Judiciário &#8211; em especial, o dispositivo que impõe a quem perde o processo a responsabilidade de pagar custos processuais da parte vencedora &#8211; causaram, primeiro, antecipação e depois, com as novas regras em vigor, paralisia das ações trabalhistas.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Os advogados preferiram, como é natural, lidar com o conhecido e evitar os riscos do desconhecido&#8221;, disse Estêvão Mallet, professor de Direito do Trabalho da USP: &#8220;Com a reforma, é natural aguardar algum tempo para ter mais elementos a lidar nos novos processos.&#8221;</p>
<p> </p>
<p>Por um lado, a possibilidade de o trabalhador ter de bancar as chamadas despesas de sucumbência &#8211; honorários periciais e advocatícios da parte vencedora &#8211; em caso de derrota na Justiça ajuda a inibir demandas nas quais as chances de vitória são remotas. Por outro, a insegurança sobre como a reforma será interpretada por magistrados, bem como a respeito de como o Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar a constitucionalidade de artigos da nova lei, leva advogados a esperar por maior clareza antes de protocolar novas petições.</p>
<p> </p>
<p>Em dezembro passado, as ações trabalhistas não chegaram a mil em cinco dos 24 tribunais regionais do trabalho distribuídos pelo País: 14.ª Região, que abrange Rondônia e Acre; 20.ª (Sergipe); 21.ª (Rio Grande do Norte); 22.ª (Piauí) e 24.ª (Mato Grosso do Sul).</p>
<p> </p>
<p>No Tribunal Regional da 2.ª Região, o maior do Brasil e que engloba a Grande São Paulo e a Baixada Santista, o volume de processos caiu para menos de 500 ações por dia após a reforma. Antes dela, vinha numa média diária superior a 3 mil, chegando a beirar 13 mil um dia antes de a lei entrar em vigor. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
<p>Fonte: Estadão</p>
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