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	<title>acidente &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>acidente &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Banco indenizará empregada por acidente ao substituir colega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jul 2024 07:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[acidente]]></category>
		<category><![CDATA[atividade laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Morais]]></category>
		<category><![CDATA[deslocamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Justiça determinou pagamento de indenização por danos morais a ex-bancária que sofreu acidente durante deslocamento para substituir temporariamente outro trabalhador A Justiça do Trabalho determinou o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil a uma ex-empregada de um banco que sofreu um acidente de trânsito enquanto se deslocava para substituir [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-016262e733ba1bc8a6af641e084bd2f7">Justiça determinou pagamento de indenização por danos morais a ex-bancária que sofreu acidente durante deslocamento para substituir temporariamente outro trabalhador</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Justiça do Trabalho determinou o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil a uma ex-empregada de um <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> que sofreu um acidente de trânsito enquanto se deslocava para substituir temporariamente um colega. A decisão foi proferida pela 3ª turma do TRT da 3ª região, que manteve a sentença de primeiro grau.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reclamante relatou que foi instruída pelo <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> a prestar serviços temporários e precisava se deslocar diariamente de cidade, utilizando seu próprio veículo. A distância entre as duas cidades é de 61 quilômetros. Segundo a trabalhadora, o acidente causou-lhe danos morais significativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma testemunha, colega da reclamante na época do acidente, confirmou que a substituição de funcionários em diferentes agências era comum, e que, em algumas ocasiões, o banco não pagava o hotel para pernoite, obrigando os empregados a retornarem para suas casas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A testemunha também mencionou que a reclamante expressou ao seu superior hierárquico o medo de dirigir em estradas devido à falta de experiência, e que, após o acidente, ficou traumatizada e necessitou de afastamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso, o banco negou a ocorrência de acidente de trabalho e alegou que não havia obrigado a ex-empregada a se deslocar diariamente entre as cidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, o juiz convocado Márcio José Zebende, relator do caso, afirmou que estava comprovado que o acidente ocorreu durante o deslocamento a trabalho, e que a substituição em outro município era uma obrigação confirmada pela preposta do réu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator destacou que o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> não ofereceu provas de que havia disponibilizado pagamento de hotel para pernoite, e a prova oral indicou que o fornecimento de hotel não ocorria em algumas situações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o superior hierárquico da reclamante estava ciente de sua inexperiência em direção em estradas. Apesar de negar a ocorrência do acidente de trabalho, o banco emitiu a comunicação de acidente de trabalho, o que reforçou o reconhecimento da relação do acidente com a atividade laboral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o julgador, ficou demonstrada a obrigatoriedade da substituição em outro município e do deslocamento diário, estabelecendo assim o nexo de causalidade entre o acidente e o trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando que o acidente não deixou sequelas permanentes e a reclamante está apta para trabalhar, o relator manteve o valor da indenização arbitrado em R$ 10 mil, contemplando também a natureza pedagógica da medida.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje-consulta.trt3.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0010507-44.2022.5.03.0065/2#145beb2" data-type="link" data-id="https://pje-consulta.trt3.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0010507-44.2022.5.03.0065/2#145beb2">0010507-44.2022.5.03.0065</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Caixa indenizará viúvo de bancária que ficou tetraplégica após acidente</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-indenizara-viuvo-de-bancaria-que-ficou-tetraplegica-apos-acidente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[acidente]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa ter&#225; de pagar, em parcela &#250;nica, R$ 390 mil de indeniza&#231;&#227;o por dano material ao vi&#250;vo de uma gerente que ficou tetrapl&#233;gica ap&#243;s acidente automobil&#237;stico ocorrido quando se encaminhava para reuni&#227;o de trabalho. Ela faleceu no ano passado, antes do tr&#226;nsito em julgado da a&#231;&#227;o. A 7&#170; Turma do Tribunal Superior do Trabalho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>A Caixa ter&aacute; de pagar, em parcela &uacute;nica, R$ 390 mil de indeniza&ccedil;&atilde;o por dano material ao vi&uacute;vo de uma gerente que ficou tetrapl&eacute;gica ap&oacute;s acidente automobil&iacute;stico ocorrido quando se encaminhava para reuni&atilde;o de trabalho. Ela faleceu no ano passado, antes do tr&acirc;nsito em julgado da a&ccedil;&atilde;o. A 7&ordf; Turma do Tribunal Superior do Trabalho conheceu de recurso do esp&oacute;lio e alterou decis&atilde;o que determinava que a repara&ccedil;&atilde;o fosse paga mensalmente.</p>
<p>A trabalhadora, gerente da ag&ecirc;ncia da Caixa em Itagua&ccedil;u (ES), sofreu o acidente em janeiro de 2004, no trajeto para uma reuni&atilde;o em Colatina. Aposentada por invalidez, acionou a Justi&ccedil;a do Trabalho solicitando a repara&ccedil;&atilde;o financeira dos danos. Em sua defesa, a Caixa argumentou que o acidente n&atilde;o aconteceu no ambiente de trabalho e foi motivado pelas chuvas e falta de manuten&ccedil;&atilde;o da rodovia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.facebook.com/santosbancarios" style="margin: 0px; padding: 0px; box-sizing: border-box; color: rgb(153, 0, 0); text-decoration: none; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; line-height: 24px; text-align: center;" target="_blank"><strong><span style="color:rgb(255, 0, 0)">Curta nossa fanpage e&nbsp;fique por dentro das lutas da categoria</span></strong></a></p>
<p>A 7&ordf; Vara do Trabalho de Vit&oacute;ria (ES) entendeu que a banc&aacute;ria estava em servi&ccedil;o e condenou a Caixa ao pagamento de indeniza&ccedil;&atilde;o por dano material, em forma de pens&atilde;o paga em &uacute;nica parcela, no valor de R$ 1,2 milh&atilde;o. O Tribunal Regional do Trabalho da 17&ordf; Regi&atilde;o (ES) manteve a condena&ccedil;&atilde;o, mas determinou que a pens&atilde;o fosse paga mensalmente, para evitar o comprometimento do sustento da banc&aacute;ria no futuro. O recurso ao TST foi interposto pelo vi&uacute;vo, que pedia o restabelecimento do pagamento da indeniza&ccedil;&atilde;o em cota &uacute;nica.</p>
<p>O relator, ministro Cl&aacute;udio Brand&atilde;o, observou que o TRT determinou o pensionamento mensal devido &agrave; impossibilidade da banc&aacute;ria de desempenhar novo trabalho. Com seu falecimento, por&eacute;m, essa premissa foi exclu&iacute;da, tornando mais eficaz o pagamento em parcela &uacute;nica ao vi&uacute;vo, que cuidou da esposa por mais de 10 anos.</p>
<p><strong>Dano moral</strong></p>
<p>A Caixa tamb&eacute;m foi condenada ao pagamento de indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais, fixado em R$ 850 mil pelo TRT-ES. A 7&ordf; Turma do TST n&atilde;o conheceu do recurso contra a condena&ccedil;&atilde;o por entender que o valor foi compat&iacute;vel com a capacidade financeira do empregador e a extens&atilde;o do dano.</p>
<p>A decis&atilde;o j&aacute; transitou em julgado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia tamb&eacute;m:</strong>&nbsp;<a href="http://www.santosbancarios.com.br/index.php?det=detalhes&amp;id_titulo=2&amp;id=5059" target="_blank">Sindicato reestrutura Setor Jur&iacute;dico para melhor atender a categoria</a></p>
<p>Fonte: TST</p>
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