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	<title>Abolição do Estado Democrático de Direito &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>INIMIGO DA DEMOCRACIA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 07:14:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abolição do Estado Democrático de Direito]]></category>
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					<description><![CDATA[Bolsonaro atuou para o golpe de Estado Em seu relatório final da investigação sobre a tentativa de golpe de Estado no país em 2022, a Polícia Federal (PF) afirma que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tinha “plena consciência” do plano para a ruptura democrática e que atuou para que a medida fosse adotada. “Os elementos [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d946913812223dbc6a102ae962b75f72">Bolsonaro atuou para o golpe de Estado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu relatório final da investigação sobre a tentativa de golpe de Estado no país em 2022, a Polícia Federal (PF) afirma que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tinha “plena consciência” do plano para a ruptura democrática e que atuou para que a medida fosse adotada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os elementos de prova obtidos ao longo da investigação demonstram de forma inequívoca que o então presidente da República, Jair Messias Bolsonaro planejou, atuou e teve o domínio de forma direta e efetiva dos atos executórios realizados pela organização criminosa que objetivava a concretização de um Golpe de Estado e da Abolição do Estado Democrático de Direito, fato que não se consumou em razão de circunstâncias alheias à sua vontade”, afirma a PF em seu relatório, que foi liberado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (26/11).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="533" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/53268542810_103919cab5_c.jpg" alt="" class="wp-image-58563" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/53268542810_103919cab5_c.jpg 800w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/53268542810_103919cab5_c-300x200.jpg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/53268542810_103919cab5_c-150x100.jpg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/53268542810_103919cab5_c-768x512.jpg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/53268542810_103919cab5_c-600x400.jpg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/53268542810_103919cab5_c-20x13.jpg 20w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>O ministro Alexandre de Moraes em atuação no STF &#8211; Foto: Gustavo Moreno/STF</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a investigação, os agentes federais escutaram os depoimentos dos ex-comandantes do Exército, Marco Antônio Freire Gomes, e da Aeronáutica, Carlos de Almeida Baptista Júnior, que afirmaram que Bolsonaro convocou reuniões no Palácio do Planalto, após a derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas urnas, em novembro de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O intuito dos encontros seria organizar um plano para a implementação de um golpe de Estado no país, para a manutenção de Bolsonaro no poder. De acordo com os ex-comandantes, o ex-presidente apresentou um documento que detalhava as hipóteses em que a ruptura democrática seria provocada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em outra reunião no Palácio da Alvorada, em data em que não se recorda, o então presidente Jair Bolsonaro apresentou uma versão do documento com a decretação do estado de defesa e a criação da comissão de regularidade eleitoral para ‘apurar a conformidade e legalidade do processo eleitoral&#8217;”, disse o ex-comandante do Exército Marco Antônio Freire Gomes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu depoimento, do ex-comandante da Aeronáutica, Carlos de Almeida Baptista Júnior, afirmou que Bolsonaro teria sido alertado por ele que, caso continuasse com a tentativa de golpe de Estado, teria que ser preso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em uma das reuniões dos comandantes das Forças com o então presidente após o segundo turno das eleições, depois de o presidente da República, Jair Bolsonaro, aventar a hipótese de atentar contra o regime democrático, por meio de institutos previstos na Constituição Garantia da Lei e da Ordem (GLO), ou estado de defesa, ou estado de sítio, o então comandante do Exército, general Freire Gomes, afirmou que caso tentasse tal ato teria que prender o presidente da República”, afirmou Baptista.</p>
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