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	<title>ABIN paralela &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>ABIN paralela &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>PF aponta Bolsonaro como chefe de organização criminosa na “Abin Paralela”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 07:36:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ABIN paralela]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório indica participação de Ramagem, Carlos Bolsonaro, gabinete do ódio e integrantes da atual cúpula da Abin em esquema A Polícia Federal (PF) concluiu as investigações sobre a chamada “Abin Paralela” e entregou ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) o relatório final, com o indiciamento de cerca de 30 pessoas. [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-a39f977d19a01b1121e7b7310490637c">Relatório indica participação de Ramagem, Carlos Bolsonaro, gabinete do ódio e integrantes da atual cúpula da Abin em esquema</h4>



<p>A Polícia Federal (PF) concluiu as investigações sobre a chamada “Abin Paralela” e entregou ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) o relatório final, com o indiciamento de cerca de 30 pessoas. </p>



<p></p>



<p>No documento, a PF aponta o ex-presidente Jair Bolsonaro como o líder de uma organização criminosa que, desde 2019, teria coordenado um esquema de espionagem ilegal a partir da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), com o comando operacional de Alexandre Ramagem (PL-RJ), então diretor-geral da agência e atual deputado federal.</p>



<p>Entre os alvos do indiciamento estão o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) e os ex-assessores presidenciais Tércio Arnaud Thomaz e José Matheus Salles Gomes, conhecido como “Zueiro”, ambos integrantes do chamado “gabinete do ódio” durante o governo Bolsonaro. Vários policiais federais já afastados no ano passado também aparecem na lista.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Software espião e monitoramento ilegal</h4>



<p>A investigação teve início em 2019, após a descoberta do uso indevido do software de geolocalização “First Mile”, utilizado para monitorar ilegalmente alvos definidos pelo grupo. Segundo a PF, a espionagem envolveu o acompanhamento de autoridades, jornalistas, opositores políticos e até servidores públicos, sem autorização judicial.</p>



<p>Além do uso do programa, o esquema incluiu ações de campo e operações de vigilância clandestina, executadas dentro da estrutura oficial da Abin, mas fora dos canais legais de controle.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Nomes da atual gestão também estão na lista</h4>



<p>O relatório também indiciou o ex-secretário de Planejamento da Abin, Paulo Maurício Fortunato, que ocupava o cargo durante o governo Lula, mas que já havia sido diretor de operações da agência na gestão Bolsonaro. Fortunato é apontado como o idealizador do uso do “First Mile” e acusado de tentar obstruir as investigações.</p>



<p>A lista de indiciados inclui ainda nomes da cúpula atual da Abin: o diretor-geral Luiz Fernando Corrêa, o chefe de gabinete Luiz Carlos Nóbrega Nelson e o corregedor José Fernando Moraes Chuy. Segundo fontes próximas à investigação, novos elementos mostraram que esses integrantes tentaram embaraçar o andamento do inquérito.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Delegado afastado também é acusado</h4>



<p>Outro nome citado no relatório é o delegado Alessandro Moretti, que foi o número dois da Abin até janeiro de 2024. Após a PF cumprir uma série de mandados de busca e apreensão no início do ano, Moretti foi afastado de suas funções. Ligado ao ex-ministro da Justiça Anderson Torres, o delegado permaneceu na Abin durante o primeiro ano do governo Lula, mesmo após o avanço das investigações.</p>



<p>Agora, caberá à PGR decidir se oferece denúncia ao Supremo com base nas conclusões da PF.</p>
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