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	<title>8M &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>8M &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>8M: Ato Regional do Dia Internacional de Luta das Mulheres Trabalhadoras acontece neste sábado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 13:28:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ato 8M 2025 será na Praça 19 de Janeiro, 144, no bairro Boqueirão, em Praia Grande. A concentração está marcada para às 16h. No próximo sábado, 08/03, acontece o tradicional Ato Regional Unificado do Dia Internacional de Luta das Mulheres Trabalhadoras. Organizado pela Frente Feminista da Baixada Santista, o 8M 2025 tem como mote [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8f8250fa936c55b0687dec1513361cfb">O ato 8M 2025 será na Praça 19 de Janeiro, 144, no bairro Boqueirão, em Praia Grande. A concentração está marcada para às 16h.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No próximo sábado, 08/03, acontece o tradicional Ato Regional Unificado do Dia Internacional de Luta das Mulheres Trabalhadoras. Organizado pela Frente Feminista da Baixada Santista, o 8M 2025 tem como mote “Queremos viver com dignidade! Contra o racismo e a violência policial e patriarcal. Não à escala 6&#215;1, não ao desmonte do Hospital Guilherme Álvaro, não à criminalização do aborto e sem anistia para golpistas. Sônia livre e Justiça para as Mães de Maio!”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ato 8M 2025 será na Praça 19 de Janeiro, 144, no bairro Boqueirão, em Praia Grande. A concentração está marcada para às 16h e contará com atividades lúdicas para crianças e performances culturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como desdobramento do 8 de março, o mês de também contará com uma programação nas cidades de Santos e Praia Grande. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Santos, a primeira atividade será na segunda, 10, na Audiência Pública “O Futuro do Hospital Guilherme Álvaro” às 18h30 na Câmara Municipal de Santos. No mesmo dia, o coletivo Maria Vai Com as Outras convida para o Cine Debate com o filme MARIAS, sobre “Maria Prestes e outras Marias” no Cine Arte Posto 4 (Avenida Vicente de Carvalho, Gonzaga- Santos) com sessões às 16h, 18h30 (com debate) e 21h . E no dia 12, a exibição do filme será no Cineclube Lanterna Mágica – Unisanta (Rua Cesário Mota, 8, Bloco E, 5° andar, Boqueirão, Saantos), às 19h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Praia Grande, a programação após o Ato Regional Unificado 8M começa no domingo, 09/03, às 18h30, com o Cine debate do filme “Libertação dos Padrões Estéticos” no Espaço Aroeiras, localizado na avenida Irmãos Adorno, 44, no Sítio do Campo. No dia 10, às 20h, haverá a roda de conversa “A Importância do 8M”, uma aula aberta com as Promotoras Legais Populares (PLPs) de Praia Grande, na Garagem da Kelly, na avenida Hugo de Carvalho Ramos, 321, no bairro Esmeralda. Para fechar o mês, no dia 19/03, o Coletivo Esquerda Feminista de Praia Grande convida para a audiência pública “Políticas Públicas para Mulheres e Meninas” na Câmara Municipal de Praia Grande, às 19h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações, acompanhe as redes da Frente Feminista da Baixada Santista: https://www.instagram.com/frentefeministabs ou https://www.facebook.com/8MBaixadaSantista</p>



<p class="wp-block-paragraph">Serviço<br>Ato Regional 8M 2025<br>Quando: 08/03/2025<br>Horário: 16h<br>Local: Praça 19 de Janeiro, 144 (Boqueirão &#8211; Praia Grande)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Impostos e austeridade prejudicam mais as mulheres e reforçam desigualdade de gênero</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/impostos-e-austeridade-prejudicam-mais-as-mulheres-e-reforcam-desigualdade-de-genero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 12:18:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[8M]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdades]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
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					<description><![CDATA[Imposto de Renda pesa mais para trabalhadoras, assim como tributação sobre comida e higiene A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda publicou no final de 2023 um relatório sobre a distribuição da renda e da riqueza da população nacional baseado em dados de declarações do Imposto de Renda (IRPF) de 2021 e [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ab05397d509bd6d27a0c2a54b50a15db">Imposto de Renda pesa mais para trabalhadoras, assim como tributação sobre comida e higiene</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda publicou no final de 2023 um relatório sobre a distribuição da renda e da riqueza da população nacional baseado em dados de declarações do Imposto de Renda (IRPF) de 2021 e 2022. Pela primeira vez, o relatório avaliou também os impactos de questões de gênero nessas desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conclusão dele não chega a ser surpreendente, mas é grave: &#8220;Mulheres enfrentam maior carga de tributação do imposto de renda comparativamente ao sexo masculino, de modo que o IRPF acaba atuando como um instrumento amplificador da desigualdade de gênero&#8221;, diz o texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras: a forma como o Estado brasileiro cobra impostos sobre renda e riqueza hoje contribui para que mulheres sigam sendo mais pobres que homens. Ou seja, uma política pública – que deveria buscar a igualdade – reforça a desigualdade de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso do IRPF, isso acontece porque a cobrança é feita automaticamente sobre o ganho com salários, que compõem a maior parte da renda das mulheres. Por outro lado, não incide sobre lucros e dividendos pagos por empresas, os quais representam uma fatia maior da renda de homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas não é só. Segundo especialistas – todas mulheres – ouvidas pelo Brasil de Fato, há outras ações econômicas que prejudicam as mulheres.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Outros impostos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em se tratando de impostos, a forma como eles são cobrados sobre o consumo também pesa mais sobre mulheres do que sobre homens, de acordo com a segunda vice-presidente do Instituto Justiça Fiscal (IJF), Maria Regina Paiva Duarte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Citando pesquisas sobre o assunto, Maria Regina diz que produtos ligados à fisiologia feminina têm taxação maior do que produtos não essenciais ou que são mais consumidos por homens. &#8220;Por exemplo, o anticoncepcional feminino tem tributação três vezes maior que a camisinha masculina. O absorvente – considerado essencial –, três vezes mais que esponja de maquiagem – não essencial&#8221;, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplos de carga tributária:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">. Preservativos – 9,25%<br>. Viagra – 18%<br>. Pílulas anticoncepcionais – 30%<br>. DIU hormonal – 30%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de pagarem impostos mais altos para consumir produtos tipicamente femininos, a tributação sobre o consumo prejudica também mais as mulheres, que comprometem uma parte maior de sua renda consumindo. Como elas ganham menos, os impostos pesam mais para elas mesmo quando gastam o mesmo que homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso, aliás, foi constatado numa pesquisa divulgada no final de fevereiro pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo ela, se não é possível dizer que a tributação sobre o consumo no Brasil é pensada para ser sexista, na prática, ela é.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O sistema não é sensível às mulheres – uma vez que não considera o perfil de consumo distinto relacionado a esse grupo –, de modo que o sistema tributário acaba por ter viés sexista implícito&#8221;, diz o texto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Austeridade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Amanda Resende, pesquisadora do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (Made) da Universidade de São Paulo (USP), acrescentou que políticas públicas de austeridade – ou seja, corte de gastos – também tendem a ser mais prejudiciais a mulheres que homens. Dessa forma, em busca de um equilíbrio nas contas públicas, governantes podem desequilibrar ainda mais a balança social em favor dos homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Amanda, isso ocorre em primeiro lugar porque as mulheres são mais pobres e, portanto, dependem mais de auxílios do governo, como o Bolsa Família. Segundo, porque, se o governo corta investimentos em educação e saúde, por exemplo, são as mulheres que acabam assumindo responsabilidades que poderiam ser compartilhadas com o Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mulheres são mais responsáveis pelo trabalho não remunerado, pelo cuidado com os filhos, com os idosos&#8221;, afirmou. &#8220;[Cortes] aumentam a carga de trabalho delas para suprir a ausência do Estado.&#8221;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Diferença a ser considerada</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Amanda sugere que essas diferenças entre padrões de consumo, renda e até de dedicação à família sejam consideradas em debates sobre políticas econômicas. Segundo ela, a isenção de impostos para produtos de higiene menstrual e o cashback de tributos cobrados sobre alimentos, por exemplo, beneficiaram as mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cashback tributário é a devolução em dinheiro de impostos cobrados sobre determinados produtos ou serviços. Ele está previsto na Reforma Tributária aprovada em 2023, mas ainda não foi implementado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É importante considerar de que forma a maior progressividade de um sistema tributário pode colaborar para a redução das desigualdades de gênero&#8221;, acrescentou ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Maria Regina, do IJF, enumerou medidas pontuais que podem tornar a tributação mais justa para as mulheres. &#8220;Retomar a cobrança do IRPF sobre lucros e dividendos e aumentar impostos sobre heranças e patrimônio seriam medidas para reduzir a desigualdade de gênero. A alteração na tabela do IRPF seria outra medida fundamental&#8221;, disse. &#8220;Cobrar mais imposto nas faixas de maiores rendimentos e instituir alíquotas mais elevadas podem até levar a um aumento do limite de isenção, favorecendo as camadas de mais baixa renda, nas quais as mulheres estão inseridas.&#8221;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desigualdades históricas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) feita com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mulheres ganham cerca de 20% menos do que homens. No índice de paridade de gênero elaborado pela confederação, de zero a 100, ele estava em 78,7 em 2023. Em 2013, eram ainda pior: 72</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amanda, do Made, disse que dados do IBGE ainda revelam que as mulheres têm participação menor no mercado de trabalho apesar de serem maioria da população ativa. Também ocupam mais vagas informais que homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O setor informal muitas vezes acaba sendo a única opção de algumas mulheres, que não conseguem conciliar uma carga de trabalho normal, de 8 horas em um horário fixo, que é exigida por muitos empregos formais&#8221;, disse Amanda. &#8220;O emprego informal acaba sendo a forma que elas encontram para conseguir conciliar o trabalho de cuidado com seus filhos.&#8221;</p>
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		<title>8M &#8211; Dia Internacional das Mulheres / Ato em Santos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/8m-dia-internacional-das-mulheres-ato-em-santos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 01:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[8 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[8M]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Luta]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
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		<title>8M: Mulheres preparam Ato para o Dia Internacional de Luta da Mulher Trabalhadora na Baixada Santista</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/8m-mulheres-preparam-ato-para-o-dia-internacional-de-luta-da-mulher-trabalhadora-na-baixada-santista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 13:25:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[8M]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional de Luta da Mulher Trabalhadora]]></category>
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					<description><![CDATA[O mote “Mulheres nas ruas em defesa da democracia. Punição aos golpistas e racistas” denuncia a redução de direitos e as lutas necessárias para manter a democracia e garantir a recuperação do País. No dia 8 de março de 2023, as mulheres estarão novamente nas ruas para dizer à Baixada Santista, ao Estado de São [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">O mote “Mulheres nas ruas em defesa da democracia. Punição aos golpistas e racistas” denuncia a redução de direitos e as lutas necessárias para manter a democracia e garantir a recuperação do País.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 8 de março de 2023, as mulheres estarão novamente nas ruas para dizer à Baixada Santista, ao Estado de São Paulo e ao Brasil que não há lugar para atos fascistas, machistas, racistas e LBTfóbicos e antidemocráticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na região, as atividades organizadas pela Frente Feminista da Baixada Santista terão início a partir das 17 horas (concentração), seguida de ato, às 19 horas, na Estação da Cidadania de Santos (Avenida Ana Costa, 340, Vila Mathias). Estarão presentes representantes dos movimentos sociais, coletivos, sindicatos e partidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nos últimos anos, nós mulheres estivemos nas ruas pela vida das trabalhadoras, lutando contra o fascismo, o retrocesso , enfrentando diversos desafios &#8211; principalmente o de derrotar o bolsonarismo &#8211; e acabar de vez com a politica do ódio e da violência. Dia 8 de março estaremos juntas novamente reorganizando a luta e a resistência para avançar na conquista dos nossos direitos&#8221;, ressalta Eneida Koury, secretária de Finanças do Sindicato dos Bancários de Santos e Região. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o manifesto escrito pela Frente Feminista da Baixada Santista <a href="https://www.facebook.com/8MBaixadaSantista/posts/pfbid0Sw3MEdJbzeuF7rXGHdSeUkAfBC97T9tjnYNJkJR5DHBaBNJfWgFjAWrsj5UvqzXTl">aqui</a>. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sancionadas duas leis para coibir violência contra a mulher</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sancionadas-duas-leis-para-coibir-violencia-contra-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[8M]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Leis]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma delas atribui à Polícia Federal a investigação dos crimes na internet e, a outra, torna crime o descumprimento das medidas protetivas. # Conheça a Secretaria de Mulheres do Sindicato   Foram sancionadas recentemente duas leis, com aspecto mais rígido, que podem ajudar no combate a violência de gênero.   # Movimentos fazem ato contra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma delas atribui à Polícia Federal a investigação dos crimes na internet e, a outra, torna crime o descumprimento das medidas protetivas.<br />
</p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/mulheres-26" target="_blank"># Conheça a Secretaria de Mulheres do Sindicato</a></p>
<p> </p>
<p>Foram sancionadas recentemente duas leis, com aspecto mais rígido, que podem ajudar no combate a violência de gênero.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/movimentos-fazem-ato-contra-execucao-de-marielle-e-visita-de-temer" target="_blank"># Movimentos fazem ato contra execução de Marielle</a></p>
<p> </p>
<p>Uma delas é a atribuição da Polícia Federal para investigar conteúdos misóginos que propagam, pela internet, ódio ou aversão às <a href="https://santosbancarios.com.br/artigos/mulheres" target="_blank">mulheres</a>. O PL 13.642/18, originado do PL 4614/16, tem como objetivo coibir a ocorrência de casos como o da ativista feminista Lola Aronovich, professora de Literatura em Língua Inglesa na Universidade Federal do Ceará (UFC) e autora do blog Escreva Lola Escreva. Ela foi vítima de ataques e ameaças online, em 2017, sem que a polícia conseguisse identificar os responsáveis.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/uma-em-cada-100-mulheres-recorreu-a-justica-por-violencia-domestica-em-2017" target="_blank"># Uma em cada 100 mulheres recorreu à Justiça por violência doméstica em 2017</a></p>
<p> </p>
<p>Outra medida sancionada é a Lei 13.641/18, que torna crime o descumprimento das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. A lei tem origem no PL 173/15, e visa proteger mulheres vítimas de violência doméstica ou familiar. Agora, estabelecerá para o agressor pena de detenção de três meses a dois anos, caso desobedeça a decisão judicial.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sem-espaco-para-o-assedio" target="_blank"># Sem espaço para o ASSÉDIO</a></p>
<p> </p>
<p>Essas duas medidas são um avanço, mas temos de ultrapassar o universo familiar. A violência acontece nos transportes públicos, nas empresas, nas ruas de modo geral, e inclusive no mundo coorporativo. Temos de divulgar e fazer com que as leis sejam cumpridas de fato para que as mulheres tenham cada vez mais respeito neste país.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/cabe-ao-povo-escolher-seus-presidentes" target="_blank"># Cabe ao povo escolher seus presidentes</a></p>
<p> </p>
<p>Fonte: SEEB SP</p>
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