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	<title>8 de Março &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>8 de Março &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Mulheres da Baixada Santista fazem ato contra feminicídio, violência policial, racismo e privatizações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 11:52:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[8 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[Concentração no dia 8 de Março, Dia Internacional das Mulheres, será na Praça da Independência, em Santos, a partir das 17h, e ato às 19 horas, na Praça das Bandeiras. A manifestação do dia 8 de março (8M), Dia Internacional das Mulheres, é organizada por diversas entidades da sociedade civil, mulheres independentes e coletivos feministas, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-48b35e3cfd47240576a5f36f51c9c226">Concentração no dia 8 de Março,  Dia Internacional das Mulheres, será na Praça da Independência, em Santos, a partir das 17h, e ato às 19 horas, na Praça das Bandeiras.</h4>



<p>A manifestação do dia 8 de março (8M), Dia Internacional das Mulheres, é organizada por diversas entidades da sociedade civil, mulheres independentes e coletivos feministas, partidos progressistas, sindicatos de trabalhadores. Além do mote “Mulheres contra o Capitalismo e o Racismo! Não às privatizações, à violência policial e ao feminicídio”, outros temas fazem parte da agenda feminista, entre esses: Ditadura nunca mais; Mulheres contra o fascismo; Sem Anistia aos golpistas; Defesa do aborto seguro e da justiça reprodutiva; Envelhecimento Saudável e Dignidade Menstrual.</p>



<p>A atividade será iniciada com exposição do Varal de denúncia com dados sobre o feminicídio, bordados feministas e espaço para as crianças, na Praça da Independência, no Gonzaga, a partir das 17h. Na sequência, às 19h, os participantes seguem, em caminhada, à Praça das Bandeiras, no mesmo bairro, para a realização do ato.</p>



<p><strong>AS MULHERES CONTRA O CAPITALISMO E O RACISMO</strong></p>



<p> A mulher é a primeira vítima do capitalismo, principalmente aquelas que estão na base da pirâmide social, as mulheres negras e indígenas – realidade que se encontra na maioria nos países do Sul e aumenta as desigualdades e a pobreza entre as nações periféricas e os centros (países desenvolvidos do Norte Global).</p>



<p><strong>AS MULHERES DIZEM NÃO À VIOLÊNCIA POLICIAL</strong> </p>



<p>São as mulheres negras também – não por acaso a maioria nas periferias das cidades onde ocorre a Operação Escudo do Governo do Estado de São Paulo – que choram pelo assassinato de seus companheiros, filhos, netos e vizinhos. Entre 1º de janeiro e 20 de fevereiro de 2024, o número de pessoas mortas por policiais militares, na Baixada Santista, já totaliza 54 &#8211; um triste recorde desde 2017, quando teve início a série histórica do Ministério Público.</p>



<p>Neste 8 de Março somamos nossas vozes a dessas mulheres e reiteramos: não podemos normalizar o absurdo! Além das mortes, relatos dão conta de uma série de abusos, opressões e ameaças por parte da polícia racista e fascista do estado de SP. Isto precisa acabar! A luta feminista também passa por exigir o fim da política de extermínio dos jovens pobres, a maioria negros. Basta de tanta dor!</p>



<p><strong>AS MULHERES DIZEM NÃO ÀS PRIVATIZAÇÕES </strong></p>



<p>O processo de privatização de serviços públicos afeta a vida de toda a classe trabalhadora, recaindo o maior prejuízo nas famílias mais pobres e marginalizadas da sociedade, na maior parte das vezes, inclusive, chefiadas por mulheres negras, porque sofrem com o aumento dos preços para a subsistência ou nem acessam esse consumo mínimo.</p>



<p>A privatização da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) preocupa a sociedade. Um serviço essencial não deveria ser utilizado para geração e concentração de lucro nas mãos da iniciativa privada em detrimento do bem maior que é garantir o acesso de todos à água potável e ao saneamento básico. Quem deve prover esse serviço essencial é o poder público.</p>



<p>Se hoje, a Sabesp não fornece água e esgotamento para regiões como a Vila Gilda, por exemplo, privatizada o cenário tende a se agravar. No bairro da Alemoa (Chico de Paula), cerca de 200 famílias não têm acesso à água potável. Em Santos, são mais de 100 assentamentos irregulares sem esse atendimento. A água é um direito universal, já devidamente reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU). Todas em defesa da Sabesp e das empresas públicas.</p>



<p><strong>AS MULHERES DIZEM NÃO AO FEMINICÍDIO </strong></p>



<p>Hoje, na Baixada Santista, uma mulher morre, por mês, somente por ser mulher. No Brasil, quatro mulheres morrem por dia vítimas desse crime.</p>



<p>Em 2023, no Estado de São Paulo, a cada dois dias uma mulher foi vítima de feminicídio, totalizando 221 mortes. No mesmo ano, o governo estadual promoveu um corte de recursos significativo na ordem de 97,1%, nas delegacias da mulher 24 horas.</p>



<p>O racismo e a LBTQI+fobia vitimizam ainda mais mulheres: mulheres negras representam 62% das vítimas de feminicídio no Brasil. E, pelo 14° ano, o Brasil segue sendo o país que mais mata pessoas trans. Basta!</p>



<p>Por isso, reafirmamos que o nosso feminismo não pode ser outro senão um feminismo classista antirracista na defesa daqueles e daquelas que produzem a riqueza, que é a maioria da classe trabalhadora que nem são considerados como tal, o povo negro, as mulheres negras!</p>



<p>Outro mundo somente será possível quando superarmos o capitalismo patriarcal racista, quando nós mulheres, de fato, alcançarmos o status de humana, e sejamos todas, todos e todes sujeitos de direito, independente de gênero, raça e classe social.<br></p>



<p><strong>ENTIDADES QUE ORGANIZAM O 8M2024</strong></p>



<p>Bordallo Cultural<br>Centro dos Estudantes de Santos<br>Coletivo Ana Montenegro<br>Coletivo Feminista Classista Antirracista Maria vai com as Outras<br>Coletivo Feminista Unifesp<br>Coletivo Linhas de Santos<br>Coletivo Maria Carolina de Jesus/Unifesp<br>Consciência pela Cidadania (Concidadania)<br>Gabinete vereadora Débora Camilo<br>Instituto Cultural Barong<br>Instituto Energia<br>Livres Cooperativa<br>Movimento de Mulheres Olga Benário<br>Mulheres Independentes<br>Partido Comunista Brasileiro /Reconstrução Revolucionária (PCB/RR)<br>União da Juventude Comunista (UJC) Santos<br>Promotoras Legais Populares (PLPs) Praia Grande<br>Promotoras Legais Populares (PLPs) Santos<br>Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) Santos<br>Partido dos Trabalhadores/Secretaria de Mulheres e Juventude do PT<br>Sindicato funcionários de Cubatão/Intersindical<br>Sindicato dos Bancários de Santos e Região<br>Sindicato dos Correios de São Paulo (SINTECT-SP)<br>Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Santos (Sindserv)<br>Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista (Sindipetro-LP)<br>União da Juventude Socialista (UJS) Santos<br>União Municipal dos Estudantes Secundaristas (UMES) Santos<br>Unidade Popular pelo Socialismo (UP)/Movimento Luta de Classes (MLC)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>8M &#8211; Dia Internacional das Mulheres / Ato em Santos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/8m-dia-internacional-das-mulheres-ato-em-santos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 01:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[8 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[8M]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Luta]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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		<title>Presidente anuncia projeto para igualar salários de homens e mulheres</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/presidente-anuncia-projeto-para-igualar-salarios-de-homens-e-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 12:31:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional de Luta da Mulher Trabalhadora]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto será apresentado durante evento do Dia Internacional da Mulher No Dia Internacional da Mulher, celebrado nesta quarta-feira (8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai oficializar o envio de um projeto de lei para promover igualdade salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função. O texto prevê medidas para que empresas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Texto será apresentado durante evento do Dia Internacional da Mulher</h4>



<p>No Dia Internacional da Mulher, celebrado nesta quarta-feira (8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai oficializar o envio de um projeto de lei para promover igualdade salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função. O texto prevê medidas para que empresas tenham mais transparência remuneratória e para ampliar a fiscalização e o combate à discriminação salarial.</p>



<p>A comemoração do Dia Internacional da Mulher será marcada pelo anúncio de uma série de ações do governo federal que incidem diretamente na garantia de direitos das mulheres. O evento em que serão oficializadas essas iniciativas será às 11h de hoje, no Palácio do Planalto, em Brasília, e terá a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, além de representantes de mais 19 ministérios, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>



<p>Informações sobre o projeto para igualar salários não foram detalhadas, mas ele deve mexer na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A reforma trabalhista, aprovada em 2018, chegou a inserir um dispositivo que estabelece multa para empresas que pagarem salários diferentes para homens e mulheres que exerçam a mesma função, mas a punição é considerada pequena, o que acaba estimulando a desigualdade.</p>



<p>Em 2021, na gestão de Jair Bolsonaro, o Palácio do Planalto chegou a devolver ao Congresso Nacional um projeto de lei, que estava pronto para sanção, e aumentava a multa no valor correspondente a cinco vezes a diferença salarial paga pelo empregador. O projeto, desde então, ficou parado na Câmara dos Deputados.</p>



<p>Outro texto em análise na Câmara é o Projeto de Lei (PL) 111/23, apresentado neste ano, que torna obrigatória a equiparação salarial entre homens e mulheres que desempenham funções ou ocupam cargos idênticos. A proposta é de autoria da deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP).</p>



<p>Em 2019, uma pesquisa Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que as mulheres ganham menos do que os homens em todas as ocupações analisadas. Mesmo com uma queda na desigualdade salarial entre 2012 e 2018, as trabalhadoras ganham, em média, 20,5% menos que os homens no país.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>8M: atos no Dia Internacional de Luta das Mulheres acontecem nesta quarta-feira em várias cidades do Brasil</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/8m-atos-no-dia-internacional-de-luta-das-mulheres-acontecem-nesta-quarta-feira-em-varias-cidades-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 12:33:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[Atos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional de Luta das Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Em Santos, o ato acontecerá às 19h na Estação da Cidadania (Av. Ana Costa, 340). Com o mote &#8220;Mulheres nas ruas em defesa da democracia. Punição aos racistas e golpistas!&#8221; 8 de Março é o Dia Internacional de Luta das Mulheres, data em que a Classe Trabalhadora está organizada para denunciar todos os retrocessos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Em Santos, o ato acontecerá às 19h na Estação da Cidadania (Av. Ana Costa, 340). Com o mote &#8220;Mulheres nas ruas em defesa da democracia. Punição aos racistas e golpistas!&#8221;</h4>



<p>8 de Março é o Dia Internacional de Luta das Mulheres, data em que a Classe Trabalhadora está organizada para denunciar todos os retrocessos e violências enraizadas em nossa sociedade e propor a sociedade que queremos, por isso, mulheres de diversas organizações, coletivos, partidos, sindicatos e articulações ocuparão as ruas de várias cidades do Brasil.</p>



<p>Veja as cidades com atos marcados no dia 8 de março:</p>



<p><strong>Bahia</strong></p>



<p>Salvador: caminha da Lapinha ao Pelourinho (trajeto 2 de Julho). Tema será “Mulheres insubmissas protagonistas da democracia”</p>



<p><strong>Ceará</strong></p>



<p>Fortaleza: ato na Praça do Ferreira a partir das 14h. O tema é “Em defesa da vida, pelo fim da fome, contra o racismo e a violência de gênero”. A partir das 16h, haverá caminhada e panfletagem pelo centro da cidade.</p>



<p><strong>Distrito Federal</strong></p>



<p>Brasília: Marcha com concentração no Eixo Cultural Ibero-americano (antiga Funarte), às 26h. De lá, as mulheres seguem até o Palácio do Buriti, para exigir do GDF políticas de enfrentamento à violência de gênero.</p>



<p><strong>Mato Grosso do Sul</strong></p>



<p>Campo Grande – Ato às 8h na Praça Ari Coelho. O tema é “Mulheres em Resistência, Sempre Vivas e contra todas as Formas de Violência”.</p>



<p><strong>Paraná</strong></p>



<p>Curitiba: Marcha das Mulheres, com concentração a partir das 16h na Praça Santos Andrade. Às 18h, acontecerá um ato da Frente Feminista de Curitiba, Região Metropolitana e Litoral. Às 19h, ocorrerá a Marcha das Mulheres e seguirá em caminhada até a Boca Maldita para o ato de encerramento</p>



<p><strong>Minas Gerais </strong></p>



<p>Belo Horizonte: ato às 16h na Praça da Liberdade. Mulheres estarão nas ruas por &#8220;Vida digna, diversidade e direito ao aborto! Nas ruas contra o racismo, fascismo e capitalismo!&#8221;</p>



<p><strong>São Paulo</strong></p>



<p>Capital: ato às 17h no Vão Livre do Masp, na Avenida Paulista. “Mulheres em defesa da Democracia” será a bandeira levada às ruas. Antes, às 15h, haverá atividade no Espaço Cultural Lélia Abramo, na Rua Carlos Sampaio, 305 (próximo à Paulista).</p>



<p>Baixada Santista/Santos: concentração, atividades culturais e ato a partir das 17h na Estação da Cidadania na Av. Ana Costa, 340. Com o mote &#8220;Mulheres nas ruas em defesa da democracia. Punição aos racistas e golpistas!&#8221;.</p>



<p>Limeira: Atos a partir das 10h, na praça Toledo Barros.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>8M: Mulheres preparam Ato para o Dia Internacional de Luta da Mulher Trabalhadora na Baixada Santista</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/8m-mulheres-preparam-ato-para-o-dia-internacional-de-luta-da-mulher-trabalhadora-na-baixada-santista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 13:25:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[8M]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional de Luta da Mulher Trabalhadora]]></category>
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					<description><![CDATA[O mote “Mulheres nas ruas em defesa da democracia. Punição aos golpistas e racistas” denuncia a redução de direitos e as lutas necessárias para manter a democracia e garantir a recuperação do País. No dia 8 de março de 2023, as mulheres estarão novamente nas ruas para dizer à Baixada Santista, ao Estado de São [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">O mote “Mulheres nas ruas em defesa da democracia. Punição aos golpistas e racistas” denuncia a redução de direitos e as lutas necessárias para manter a democracia e garantir a recuperação do País.</h4>



<p>No dia 8 de março de 2023, as mulheres estarão novamente nas ruas para dizer à Baixada Santista, ao Estado de São Paulo e ao Brasil que não há lugar para atos fascistas, machistas, racistas e LBTfóbicos e antidemocráticos.</p>



<p>Na região, as atividades organizadas pela Frente Feminista da Baixada Santista terão início a partir das 17 horas (concentração), seguida de ato, às 19 horas, na Estação da Cidadania de Santos (Avenida Ana Costa, 340, Vila Mathias). Estarão presentes representantes dos movimentos sociais, coletivos, sindicatos e partidos.</p>



<p>&#8220;Nos últimos anos, nós mulheres estivemos nas ruas pela vida das trabalhadoras, lutando contra o fascismo, o retrocesso , enfrentando diversos desafios &#8211; principalmente o de derrotar o bolsonarismo &#8211; e acabar de vez com a politica do ódio e da violência. Dia 8 de março estaremos juntas novamente reorganizando a luta e a resistência para avançar na conquista dos nossos direitos&#8221;, ressalta Eneida Koury, secretária de Finanças do Sindicato dos Bancários de Santos e Região. </p>



<p>Leia o manifesto escrito pela Frente Feminista da Baixada Santista <a href="https://www.facebook.com/8MBaixadaSantista/posts/pfbid0Sw3MEdJbzeuF7rXGHdSeUkAfBC97T9tjnYNJkJR5DHBaBNJfWgFjAWrsj5UvqzXTl">aqui</a>. </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Neste 08 de março vamos às ruas por direitos, autonomia e contra o ajuste e conservadorismo!</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/neste-08-de-marco-vamos-as-ruas-por-direitos-autonomia-e-contra-o-ajuste-e-conservadorismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[8 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[Essas Mulheres Trabalhadoras da Intersindical &#192;s v&#233;speras do 08 de mar&#231;o, dia internacional de luta das mulheres, lembramos o hist&#243;rico de luta e resist&#234;ncia das mulheres por todo o mundo, especialmente as oper&#225;rias russas que foram &#224;s ruas contra a fome, a guerra e a tirania, sendo estopim da Revolu&#231;&#227;o Russa. Anos mais tarde, Clara [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Essas Mulheres Trabalhadoras da Intersindical</p>
<p>&Agrave;s v&eacute;speras do 08 de mar&ccedil;o, dia internacional de luta das mulheres, lembramos o hist&oacute;rico de luta e resist&ecirc;ncia das mulheres por todo o mundo, especialmente as oper&aacute;rias russas que foram &agrave;s ruas contra a fome, a guerra e a tirania, sendo estopim da Revolu&ccedil;&atilde;o Russa. Anos mais tarde, Clara Zetkin torna este dia a refer&ecirc;ncia de luta das mulheres socialistas, no Congresso Internacional das Mulheres Socialistas em 1921, em Copenhague.</p>
<p>
Seguimos nas ruas e as ocuparemos novamente neste 08 de mar&ccedil;o para reafirmar que a luta feminista e socialista segue atual e necess&aacute;ria. Um dos embates &eacute; contra a ideia de que o feminismo e suas reivindica&ccedil;&otilde;es estariam superados, que as mulheres j&aacute; est&atilde;o no mercado de trabalho e, at&eacute; mesmo, na Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica. Acreditamos que n&atilde;o basta ser mulher, &eacute; preciso defender e estar ao lado das mulheres trabalhadoras. Algo que est&aacute; bem distante da realidade do governo Dilma que, ap&oacute;s o acirramento das elei&ccedil;&otilde;es presidenciais, tem se submetido ainda mais aos interesses do capital financeiro e &agrave;s press&otilde;es do conservadorismo. As indica&ccedil;&otilde;es de Joaquim Levy e K&aacute;tia Abreu demonstram essa escolha e a palavra de ordem do governo &eacute; ajuste fiscal. Corte de benef&iacute;cios sociais e &nbsp;direitos previdenci&aacute;rios (MPs 664 e 665) representam que o compromisso &eacute; com os de cima. Nossa luta &eacute; para que as mulheres trabalhadoras n&atilde;o paguem pela crise. Derrotar a pol&iacute;tica de ajustes &eacute; fundamental. Assim como derrotar o PL 4330, que avan&ccedil;a ainda mais na flexibiliza&ccedil;&atilde;o da terceiriza&ccedil;&atilde;o, suprimindo direitos do conjunto da classe trabalhadora.</p>
<p>Nossa luta &eacute; por direitos! &Eacute; pelo direito que uma m&atilde;e trabalhadora tem de saber que enquanto est&aacute; no seu local de trabalho seu filho est&aacute; em uma creche sendo bem cuidado. &Eacute; a favor das trabalhadoras terceirizadas que diariamente veem os seus direitos diminu&iacute;dos e desrespeitados por empresas que lucram em cima da precariza&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. &Eacute; pelos direitos daquelas mulheres que recorrem &agrave; economia informal como alternativa ao mercado de trabalho que de maneira silenciosa &eacute; totalmente excludente. &Eacute; em defesa daquelas que sofrem com o ass&eacute;dio (sexual, moral, psicol&oacute;gico) nos seus locais de trabalho. E por que lutamos? Porque queremos uma sociedade em que a inclus&atilde;o alcance todas as mulheres, sejam elas negras, brancas, ind&iacute;genas, moradora das grandes cidades, da periferia ou do campo. Pois acreditamos que somos diferentes sim, mas n&atilde;o aceitamos ser tratadas de maneira desigual.</p>
<p>Mas o machismo e a desigualdade seguem fortes, presentes ideologicamente e deixando marcas na vida e no corpo das mulheres. A viol&ecirc;ncia contra as mulheres ainda &eacute; gritante, respons&aacute;vel por uma realidade de medo e humilha&ccedil;&atilde;o. A pesar da aprova&ccedil;&atilde;o da Lei Maria da Penha, que representou um avan&ccedil;o jur&iacute;dico importante, &eacute; preciso condi&ccedil;&otilde;es para implementa&ccedil;&atilde;o da lei com recursos e a&ccedil;&otilde;es efetivas para combater a viol&ecirc;ncia sexista. A viol&ecirc;ncia contra a mulher ainda &eacute; vista como algo natural, comum e trivial. A cultura do estupro segue presente, como pr&aacute;tica na Faculdade de Medicina da USP e no discurso conservador de Bolsonaro no Congresso Nacional.</p>
<p>A cobertura dada pela imprensa espetaculariza a viol&ecirc;ncia e, ao mesmo tempo, refor&ccedil;a essa trivialidade. Al&eacute;m dos instrumentos legais, &eacute; preciso avan&ccedil;ar na consci&ecirc;ncia da popula&ccedil;&atilde;o, combatendo toda e qualquer express&atilde;o do machismo. Afinal, &eacute; o machismo a &uacute;nica causa desse tipo de viol&ecirc;ncia. &Eacute; a ideologia machista que v&ecirc; a mulher com inferioridade, como coisa, subalterna, submissa, sem condi&ccedil;&otilde;es para fazer escolhas e participar da pol&iacute;tica, sem independ&ecirc;ncia e autonomia para viver sua sexualidade e decidir acerca de seu corpo. A viol&ecirc;ncia contra a mulher &eacute; o machismo em movimento, que fere e mata mulheres diariamente. Tamb&eacute;m lutamos contra a repress&atilde;o policial e o genoc&iacute;dio da juventude negra e da periferia. &nbsp;Nossa luta &eacute; contra a viol&ecirc;ncia, a banaliza&ccedil;&atilde;o e o sil&ecirc;ncio.&nbsp;</p>
<p>Lutamos pelo Estado laico, para que os direitos e as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas n&atilde;o sejam ditados por interesses de grupos religiosos. Respeitamos a op&ccedil;&atilde;o de f&eacute; de cada cidad&atilde;o, inclusive a op&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o ter f&eacute; alguma. Entretanto, grupos fundamentalistas, v&ecirc;m se empenhando em perseguir e criminalizar as mulheres que realizam a pr&aacute;tica do aborto. Recentemente, Eduardo Cunha, presidente da C&acirc;mara, afirmou que a proposta de legaliza&ccedil;&atilde;o do aborto s&oacute; seria aprovada &ldquo;por cima de seu cad&aacute;ver&rdquo; sendo porta voz do conservadorismo que persegue as mulheres. Ele tem usado da prerrogativa de presidente para acelerar a tramita&ccedil;&atilde;o de projetos que retrocedem nos direitos das mulheres e violam a laicidade do Estado, como o Estatuto da Fam&iacute;lia, Dia do orgulho heterossexual, dentre outros. Lutamos contra esse retrocesso e pelo direito &agrave; maternidade volunt&aacute;ria! A legaliza&ccedil;&atilde;o do aborto deve ser debatida sem hipocrisia e pela &oacute;tica dos direitos da mulheres. &nbsp; &nbsp; &nbsp;</p>
<p>Temos muito a reivindicar e estamos nas ruas para dizer que sem feminismo n&atilde;o h&aacute; transforma&ccedil;&atilde;o dessa sociedade. N&atilde;o h&aacute; luta por liberdade, por justi&ccedil;a, por uma sociedade socialista se as mulheres seguem exploradas e oprimidas. &nbsp;</p>
<p>Tomemos as ruas no 08 de mar&ccedil;o, por direitos, autonomia e contra o ajuste e conservadorismo!</p>
<p>Fonte: Essas Mulheres Trabalhadoras da Intersindical</p>
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