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	<title>5 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>10º dia de greve dos bancários por culpa exclusiva dos banqueiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[5]]></category>
		<category><![CDATA[fim do assédio]]></category>
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<p>Nesta quinta-feira, 15, a greve dos banc&aacute;rios vai para seu 10&ordm; dia, por conta da intransig&ecirc;ncia e a gan&acirc;ncia dos banqueiros, que n&atilde;o negociam um reajuste que reponha a infla&ccedil;&atilde;o anual, muito menos querem repor perdas salariais dos &uacute;ltimos anos impostas aos funcion&aacute;rios dos bancos p&uacute;blicos.</p>
<p>A proposta da Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Bancos (Fenaban) de 5,5% &eacute; bem inferior ao &iacute;ndice de infla&ccedil;&atilde;o de 9,88% medido pelo INPC, de 30 de agosto de 2014 a 1&ordm; de setembro de 2015. Por&eacute;m, os bancos cobram os maiores juros em 20 anos, segundo o Procon. Os juros do cheque especial chegaram a 12,28% no m&ecirc;s em outubro &ndash; a maior marca desde setembro de 1995 &ndash; quando a taxa era 12,58%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Setores com lucros menores pagaram acima da infla&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>Outros setores da economia, com lucros muito menores e sem compara&ccedil;&atilde;o aos dos bancos &ndash; e em alguns casos apresentaram preju&iacute;zos &ndash;, pagaram aumento acima da infla&ccedil;&atilde;o aos seus trabalhadores, como mostra balan&ccedil;o das campanhas salariais do primeiro semestre, realizado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estat&iacute;stica de Estudos Socioecon&ocirc;micos).</p>
<p>O Com&eacute;rcio, por exemplo, que registrou quedas no faturamento e nas vendas no primeiro semestre do ano, fechou 76% de seus acordos com reajuste acima da infla&ccedil;&atilde;o para os funcion&aacute;rios. No setor de Servi&ccedil;os, que tamb&eacute;m sofreu perdas, os ganhos acima da infla&ccedil;&atilde;o foram observados em 74% dos acordos. E a Ind&uacute;stria, outra &aacute;rea com recuos no desempenho, fechou 61% das campanhas com reajustes acima da infla&ccedil;&atilde;o nos primeiros seis meses do ano.</p>
<p>O Dieese considerou 302 unidades de negocia&ccedil;&atilde;o, privadas e estatais. Desse total, 69% resultaram em reajustes acima da infla&ccedil;&atilde;o, 17% foram iguais &agrave; infla&ccedil;&atilde;o do per&iacute;odo e somente 15% foram abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gan&acirc;ncia dos bancos</strong></p>
<p>&ldquo;Todos sabem que os banqueiros s&atilde;o intransigentes e s&atilde;o os respons&aacute;veis por este impasse. Sabem que eles possuem condi&ccedil;&otilde;es para atender nossas reivindica&ccedil;&otilde;es. A popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o aguenta mais os bancos cobrarem 403,5% ao ano no cart&atilde;o de cr&eacute;dito, 253,2% ao ano no cheque especial, tarifas exorbitantes que garantem lucros fant&aacute;sticos, a custa da mis&eacute;ria do trabalhador&rdquo;, diz Big.</p>
<p>&ldquo;Portanto, fazer esta proposta para reduzir os nossos sal&aacute;rios &eacute; inconceb&iacute;vel diante dos lucros recordes obtidos. Os cinco maiores bancos que atuam no Pa&iacute;s lucraram 36,3 bilh&otilde;es no primeiro semestre&rdquo;, afirma Eneida Koury, secret&aacute;ria geral do Sindicato.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Greve forte na Baixada Santista, 178 ag&ecirc;ncias paralisadas</strong></p>
<p>&#8211; Em Santos e Cubat&atilde;o 90% dos banc&aacute;rios cruzaram os bra&ccedil;os por melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e reajuste digno. O que significa mais de 2.000 banc&aacute;rios parados e 111 ag&ecirc;ncias paralisadas.</p>
<p>&#8211; Em S&atilde;o Vicente, Guaruj&aacute; e Praia Grande foram 70%, ou seja, mais de 800 cruzaram os bra&ccedil;os. S&atilde;o 54 unidades paralisadas.</p>
<p>&#8211; Por &uacute;ltimo, em Bertioga, Mongagu&aacute;, Itanha&eacute;m e Peru&iacute;be foram 189, 50% de paralisa&ccedil;&atilde;o, o que significa 13 ag&ecirc;ncias paradas.</p>
<p>O total de ag&ecirc;ncias da base do Sindicato dos Banc&aacute;rios de Santos e Regi&atilde;o &eacute; 228. A categoria &eacute; estimada em 3.995 trabalhadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dados nacionais da categoria</strong></p>
<p>Os banc&aacute;rios s&atilde;o uma das poucas categorias no pa&iacute;s que possui Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho (CCT) com validade nacional. Os direitos conquistados t&ecirc;m legitimidade em todo o Pa&iacute;s. S&atilde;o mais de 512 mil banc&aacute;rios no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Principais reivindica&ccedil;&otilde;es da Campanha Salarial 2015</strong></p>
<p>A categoria reivindica reajuste salarial de 16% (reposi&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o mais 5,7% de reposi&ccedil;&atilde;o salarial), PLR, piso e vales maiores, fim das metas e do ass&eacute;dio moral, mais seguran&ccedil;a, 14&ordm; sal&aacute;rio entre outros itens. No entanto, o setor que mais lucra no pa&iacute;s ofereceu 5,5% e abono &uacute;nico de R$ 2.500, o que representa perda de mais de 4% diante da infla&ccedil;&atilde;o de 9,88%.</p>
<p>Fonte: Imprensa Seeb Santos e Região<br />Escrito por: Gustavo Mesquita</p>
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