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	<title>12 mulheres por dia &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Relatório aponta média de 12 mulheres vítimas de violência por dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 11:40:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[12 mulheres por dia]]></category>
		<category><![CDATA[12 mulheres violentadas por dia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicídio diário]]></category>
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					<description><![CDATA[Em nove estados, 4.558 casos foram mapeados nas mídias A cada 24 horas, 12 mulheres, em média, são vítimas de violência em nove estados acompanhados pela Rede de Observatórios da Segurança: Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6) e foram&#160;produzidos a partir [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d2ac20f31b512b757dc2b1d751af4191">Em nove estados, 4.558 casos foram mapeados nas mídias</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A cada 24 horas, 12 mulheres, em média, são vítimas de violência em nove estados acompanhados pela Rede de Observatórios da Segurança: Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6) e foram&nbsp;produzidos a partir de um monitoramento diário do que circulou nas mídias sobre violência e segurança no ano de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, 4.558 mulheres sofreram algum tipo de violência nos locais incluídos&nbsp;pela pesquisa,&nbsp;<strong>número que representa aumento de 9% em relação a 2024.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento também aponta crescimento expressivo da violência sexual. Foram 961 registros de estupro ou violência sexual em 2025, um aumento de 56,6% em relação ao ano anterior, quando foram contabilizados 602 casos.&nbsp;<strong>Entre as vítimas, 56,5% eram meninas de 0 a 17 anos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto do relatório é a relação entre vítimas e agressores:&nbsp;<strong>78,5% das violências foram cometidas por companheiros ou ex-companheiros</strong>. Ou seja, segundo o relatório, a maior parte dos casos acontece &#8220;dentro de relações afetivas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O estudo contabilizou 546 casos de feminicídio e sete de transfeminicídio. No total, são 1.004 mortes quando considerados homicídios, feminicídios e transfeminicídios.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação também chama atenção para a falta de informações raciais nos registros de violência na mídia. Em 86,7% dos casos, não havia identificação de raça ou cor das vítimas, o que, segundo os pesquisadores, dificulta a elaboração de políticas públicas direcionadas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Divisão regional</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No recorte regional, alguns estados apresentaram indicadores específicos preocupantes. No Amazonas, por exemplo, 78,4% das vítimas de violência sexual eram crianças e adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o Pará registrou aumento de 76% nos casos de violência, o maior crescimento entre os estados monitorados. No Rio de Janeiro, chama a atenção que 39,1% das ocorrências foram registradas na capital.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Recomendações</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório conclui que é necessário ampliar as políticas de prevenção, indo além de respostas policiais e judiciais. Segundo os pesquisadores, as medidas atuais costumam atuar apenas depois que a violência já ocorreu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as recomendações, estão investimentos em educação sobre equidade de gênero nas escolas, além de ações para desconstruir padrões culturais que naturalizam a violência contra mulheres. A avaliação do estudo é que, sem enfrentar essas estruturas, o ciclo de violência tende a se perpetuar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Evocar a vida, em vez da morte, em um documento estatístico que compõe um perturbador inventário das violações, cumpre o papel paradoxal e necessário de romper as &#8216;máscaras silenciadoras&#8217; e de amplificar vozes de denúncia e resistência que transbordam os números”, comenta Flávia Melo, autora do principal texto desta edição.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como denunciar</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É possível pedir ajuda e denunciar casos de violência doméstica e contra a mulher na&nbsp;Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, um serviço gratuito que&nbsp;funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O serviço está disponível também&nbsp;no&nbsp;WhatsApp: (61) 9610-0180 e pelo e-mail&nbsp;central180@mulheres.gov.br.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Denúncias de violência contra a mulher também podem ser apresentadas em delegacias especializadas de atendimento à mulher (Deam) ou em delegacias comuns e nas Casas da Mulher Brasileira.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda é possível pedir ajuda por meio dos números Disque 100, que recebe casos de violações de direitos humanos, e&nbsp;190, de ocorrências policiais.&nbsp;</p>
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