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	<title>Gustavo Mesquita &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Gustavo Mesquita &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>NR-1 entra em vigor nesta terça-feira; entenda o que muda</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/nr-1-entra-em-vigor-nesta-terca-feira-entenda-o-que-muda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:41:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[NR-1]]></category>
		<category><![CDATA[NR-1 o que é]]></category>
		<category><![CDATA[Tem início a fiscalização da NR-1]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova regra obriga empresas a incluir burnout, assédio e estresse no gerenciamento de riscos ocupacionais e deve impactar ações trabalhistas A partir desta terça-feira, 26, passa a valer a nova redação da NR-1, norma do ministério do Trabalho e Emprego que redefine diretrizes de saúde e segurança no ambiente laboral e amplia as obrigações das [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-c3bdb79e57a0241972485988ab5e5abb">Nova regra obriga empresas a incluir burnout, assédio e estresse no gerenciamento de riscos ocupacionais e deve impactar ações trabalhistas</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta terça-feira, 26, passa a valer a nova redação da NR-1, norma do ministério do Trabalho e Emprego que redefine diretrizes de saúde e segurança no ambiente laboral e amplia as obrigações das empresas em relação à saúde mental dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança coloca definitivamente temas como burnout, assédio, estresse e violência no trabalho no centro das políticas corporativas. Na prática, empresas passarão a ter de identificar, avaliar e prevenir riscos psicossociais dentro do gerenciamento de riscos ocupacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o governo tenha sinalizado que o primeiro ano terá caráter educativo e orientativo, sem aplicação imediata de multas, especialistas alertam que a nova fase já deve impactar fiscalizações e ações trabalhistas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mas afinal: o que é a NR-1?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-1 é a norma regulamentadora que estabelece as diretrizes gerais sobre saúde e segurança no trabalho no Brasil. Ela funciona como uma espécie de “base” para todas as demais normas trabalhistas relacionadas à proteção do trabalhador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a atualização que entra em vigor em 26 de maio, a regra passa a prever expressamente a inclusão dos chamados riscos psicossociais no GRO &#8211; Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e no PGR &#8211; Programa de Gerenciamento de Riscos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que são GRO e PGR?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O GRO é o processo de gestão voltado à proteção da saúde e segurança dos trabalhadores, enquanto o PGR é um instrumento obrigatório que deve refletir, de forma organizada, todos os riscos presentes no ambiente laboral.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entre esses fatores estão:</h4>



<ol class="wp-block-list">
<li>estresse ocupacional;</li>



<li>assédio moral;</li>



<li>burnout;</li>



<li>metas abusivas;</li>



<li>sobrecarga de trabalho;</li>



<li>conflitos interpessoais;</li>



<li>violência no ambiente laboral.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é fazer com que as empresas deixem de tratar saúde mental como um tema periférico e passem a incorporá-la de forma efetiva às políticas de prevenção.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que muda na prática?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com a nova redação, empresas deverão mapear situações que possam provocar adoecimento psicológico e criar medidas concretas de prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso inclui, por exemplo, avaliar:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>jornadas excessivas;</li>



<li>pressão por metas;</li>



<li>excesso de demandas;</li>



<li>falhas ergonômicas;</li>



<li>ambientes hostis;</li>



<li>conflitos internos.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o PGR deverá conter planos de ação com responsáveis, prazos e critérios de acompanhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra novidade é o fortalecimento da participação dos trabalhadores e da CIPA no processo de gestão de riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma também prevê integração de medidas preventivas entre empresas que atuam no mesmo ambiente de trabalho e exige preparação para emergências com exercícios simulados periódicos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fiscalização começa agora</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, as mudanças deveriam produzir efeitos ainda em 2025, mas o governo decidiu adiar o início da fiscalização diante das dúvidas levantadas por empresas sobre a aplicação prática das novas exigências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, com a entrada em vigor da norma, auditores fiscais passam a ter respaldo normativo específico para verificar se empregadores estão adotando medidas voltadas à saúde mental no trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o advogado especialista em Direito do Trabalho Ricardo Calcini (Calcini Advogados), a alteração representa uma mudança estrutural na lógica de prevenção adotada pelas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A saúde mental sai da subjetividade e passa a ter lugar na norma técnica, devendo ser incluída na pauta de implementação de medidas de prevenção, controle e eliminação, desde já, tanto quanto os demais fatores de riscos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, a mudança mais visível é a inclusão dos riscos psicossociais, mas não a única.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É relevante destacar uma importante alteração incluída na NR-1 pela portaria SEPRT 915/19: todos os empregadores devem realizar análise de acidentes e doenças do trabalho, e não somente aqueles obrigados a constituir SESMT &#8211; Serviços Especializados em Segurança e Medicina do Trabalho, conforme a NR-4.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, qualquer acidente ou adoecimento ocupacional deverá ser investigado pela empresa, com análise das causas e revisão das medidas preventivas adotadas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tendência é de aumento do contencioso</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa é de que a nova fase também provoque reflexos no Judiciário trabalhista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Calcini, a ausência de gestão de riscos psicossociais poderá facilitar a responsabilização de empresas em ações envolvendo doenças emocionais relacionadas ao trabalho. “Com a NR-1 prevendo esses riscos, auditores fiscais têm base normativa clara para autuar empresas que não se adaptarem à atualização.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No Judiciário, a ausência de gestão de riscos psicossociais facilitará a comprovação de culpa da empresa em casos de burnout, depressão ou ansiedade ocupacional. Logo, a cobrança por ambientes psicologicamente saudáveis é urgente.”</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Transtornos mentais avançam entre bancários e já superam média nacional</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/transtornos-mentais-avancam-entre-bancarios-e-ja-superam-media-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:09:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bancários e doenças psicológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Bancários e saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos mentais]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa apresentada na 6ª Conferência Estadual RJ mostra que índices de adoecimento psíquico na categoria são mais que o dobro da média da população brasileira O professor e psicólogo Felipe Faleiros, doutor em Psicologia pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB-MS), apresentou um panorama alarmante sobre o adoecimento mental na categoria bancária, durante palestra da 6ª [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Pesquisa apresentada na 6ª Conferência Estadual RJ mostra que índices de adoecimento psíquico na categoria são mais que o dobro da média da população brasileira</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor e psicólogo Felipe Faleiros, doutor em Psicologia pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB-MS), apresentou um panorama alarmante sobre o adoecimento mental na categoria bancária, durante palestra da 6ª Conferência Estadual dos Bancários RJ, realizada neste sábado (23), no Clube de Engenharia, no Centrou do Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista iniciou sua exposição mostrando dados sobre afastamentos do trabalho no Brasil. Segundo ele, entre 2024 e 2025 houve crescimento de 15% nos casos, índice que pode ser ainda maior devido às subnotificações. “Saúde é qualidade de vida. Temos que falar de prevenção e ação. As empresas precisam acolher esses trabalhadores. É preciso pensar em como recuperar a saúde das pessoas. O adoecimento é consequência da forma como o trabalho está organizado”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Felipe também criticou o que chamou de “mitificações” propagadas pelos bancos, como autonomia na gestão do tempo, aprendizado contínuo, meritocracia e flexibilidade de horários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A realidade é marcada pela ausência de limites de jornada, acúmulo de funções, metas inatingíveis e sobrecarga extrema, fatores que geram perda da identidade profissional. O bancário tornou-se apenas um vendedor de produtos e vive sob vigilância constante e ameaças de demissão”, criticou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O psicólogo lembrou ainda que, mesmo com lucros crescentes, os bancos continuam fechando agências e reduzindo postos de trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Matriz do assédio moral</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O palestrante apresentou dados da pesquisa que apontam o estresse ocupacional e estrutural imposto pelos bancos como parte de uma “matriz do assédio”, responsável pelo adoecimento dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há um estigma do descarte, com a marginalização do trabalhador adoecido”, afirmou. Segundo ele, quando uma agência é fechada, os funcionários transferidos passam a enfrentar ainda mais sobrecarga e insegurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os bancos tentam se colocar como entidades desassociadas da sociedade. Mas a culpa não é do indivíduo, e sim das empresas”, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a pesquisa, as principais causas de afastamento na categoria são transtornos de ansiedade e quadros depressivos prolongados, que podem evoluir para transtornos afetivos mais graves, agravando ainda mais o adoecimento laboral.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Exploração sem distinção</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Felipe Faleiros revelou que a incidência média de transtornos mentais na população brasileira gira em torno de 6%. Entre os bancários, porém, o índice ultrapassa 13%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dado destacado pelo pesquisador é que não há diferença significativa entre homens e mulheres no adoecimento no setor financeiro. “Os bancos estão explorando por igual”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pesquisa, 83,9% dos entrevistados trabalham integralmente no regime presencial. Do total, 36,9% já foram afastados por transtornos psíquicos e 19,6% receberam diagnóstico psiquiátrico formal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os casos de doenças mentais tenham aumentado, a LER/Dort continua sendo uma das principais causas de afastamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As questões psíquicas tomaram uma dimensão absurda”, alertou, ao criticar o “silêncio institucional” e a “cultura do medo” presentes no setor bancário. “Muitos trabalhadores evitam apresentar atestados médicos por medo deu demissão”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor também relatou o impacto emocional vivido pela categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A sensação é a de um ‘casco de refrigerante vazio’. O trabalhador não encontra respaldo da empresa e evita até pedir ajuda aos colegas”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números apresentados pela pesquisa reforçam a gravidade do quadro: 59,4% consideram crítico o ambiente de trabalho; 58,4% avaliam negativamente as relações psicossociais; 67,2% criticam a organização do trabalho; 43,3% apresentam estresse crônico; 44,5% relatam danos físicos e psicológicos e mais de 61% sentem falta de reconhecimento5 profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os níveis de adoecimento são ainda mais severos entre os trabalhadores da linha de frente, onde há maior pressão por desempenho e cobrança comportamental”, observou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Felipe destacou ainda que a chamada “lua de mel” entre o bancário e a empresa dura pouco tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ela não passa de um ano”, disse. Segundo a pesquisa, quase 90% da categoria continua trabalhando mesmo apresentando sintomas de adoecimento, enquanto mais da metade reconhece precisar de ajuda profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mais de 64% realizam algum tipo de tratamento, mas mais de 65% estão sem acompanhamento médico adequado”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista, é necessário construir uma nova cultura organizacional. “É preciso investir em comunicação de qualidade, acolhimento aos trabalhadores adoecidos, romper o silêncio e fortalecer redes de confiança, como os sindicatos”, defendeu.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/nr-1-entra-em-vigor-nesta-terca-feira-entenda-o-que-muda/">Leia, entra em vigor a NR-1, na defesa de trabalhadores contra doenças psicossociais</a></h5>



<h4 class="wp-block-heading">Denuncie o assédio ao Sindicato, o sigilo é absoluto!</h4>



<p class="wp-block-paragraph">E-mail: <a href="mailto:santosbancarios@uol.com.br">santosbancarios@uol.com.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Whatsapp do Sindicato de Santos e Região: (13) 99209.2964</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tel: (13) 3202.1670</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nubank e Inter são condenados após falha em golpe com Pix de R$ 51 mil em Santos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/nubank-e-inter-sao-condenados-apos-falha-em-golpe-com-pix-de-r-51-mil-em-santos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:55:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe do pix em Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe nubank e inter santos]]></category>
		<category><![CDATA[justiça condena Nubank e Inter santos]]></category>
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					<description><![CDATA[STJ aponta erro de Nubank e Inter ao não evitar fraude contra vítima de golpe do bilhete em Santos (SP) O Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou os bancos Inter e Nubank a indenizar uma idosa vítima do golpe do bilhete premiado em&#160;Santos, no litoral de São Paulo. A decisão apontou falha na fiscalização de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-a21ea0e2a2845deb22d5d4008084e284">STJ aponta erro de Nubank e Inter ao não evitar fraude contra vítima de golpe do bilhete em Santos (SP)</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou os bancos Inter e Nubank a indenizar uma idosa vítima do golpe do bilhete premiado em&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/cidade/santos/"><strong>Santos</strong></a>, no litoral de São Paulo. A decisão apontou falha na fiscalização de uma transferência de R$ 51,7 mil feita via Pix. As instituições deverão devolver o valor e pagar R$ 10 mil por danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crime ocorreu em novembro de 2022, quando a vítima foi abordada por duas mulheres e um homem que ofereciam um suposto bilhete premiado. Convencida a participar da divisão do prêmio, ela foi levada até uma agência bancária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o trajeto, o suspeito pediu um Pix como garantia. A transferência foi feita da conta da vítima no Nubank para uma conta aberta no Banco Inter em nome de um dos envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após isso, uma das mulheres acompanhou a vítima até a agência, mas voltou ao carro e desapareceu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os advogados Fabricio Posocco e Andrews Ferrucio, que representam a vítima, informaram que a cliente acionou os bancos logo depois para tentar bloquear o valor, mas, segundo o processo, houve demora na resposta, o que permitiu a movimentação do dinheiro pelos golpistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Instituições condenadas: 1ª instância</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mulher procurou a Justiça em 2024 e, em primeira instância, as instituições foram condenadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, a 3ª Vara Cível de Santos apontou que houve falha do Nubank, que deveria ter detectado a transação atípica em relação ao perfil da vítima e adotado medidas para solucionar a fraude quando foi acionado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao banco Inter, a Justiça entendeu que a instituição permitiu a movimentação dos valores e não apresentou quais foram os procedimentos de segurança adotados para abertura da conta por parte do suspeito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bancos recorreram</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, os bancos recorreram ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que reverteu a decisão alegando que a culpa naquela ocasião foi exclusiva da vítima, que espontaneamente realizou a transferência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso foi encaminhado à Terceira Turma do STJ, que no início deste mês condenou novamente os bancos a indenizarem a vítima do golpe. A decisão estabelece o pagamento de forma solidária, o que significa que as duas instituições são responsáveis pela pena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o relator, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, houve falha na atuação dos bancos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Caso o Nubank tivesse dispensada a devida atenção à movimentação repentina de alto valor, em total dissonância com a movimentação padrão da consumidora, por certo, teria evitado a concretização da fraude”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também afirmou que o Inter não comprovou a regularidade da abertura da conta. “Nem mesmo informações ou extratos para verificação de sua movimentação, o que possibilitaria aferir se estavam dentro ou fora do padrão do titular”, disse.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Santander paga 1ª parcela do 13º salário na folha de maio</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-paga-1a-parcela-do-13o-salario-na-folha-de-maio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:23:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[santander 13º maio 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Pagamento será realizado no dia 29 de maio para trabalhadores admitidos até dezembro de 2025 O banco Santander informou que realizará o pagamento da primeira parcela do 13º salário no dia 29 de maio de 2026, junto com a folha salarial do mês. Receberão a antecipação os trabalhadores admitidos até 31 de dezembro de 2025 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-33fcf7076998897119e37424d917b330">Pagamento será realizado no dia 29 de maio para trabalhadores admitidos até dezembro de 2025</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco Santander informou que realizará o pagamento da primeira parcela do 13º salário no dia 29 de maio de 2026, junto com a folha salarial do mês.<br><br>Receberão a antecipação os trabalhadores admitidos até 31 de dezembro de 2025 e que não tiveram a primeira parcela do 13º antecipada durante as férias. O valor corresponde a 50% do salário bruto.<br><br>Já os trabalhadores admitidos após 31 de dezembro de 2025 receberão, em novembro, o valor proporcional ao período trabalhado desde a data de admissão.<br><br>Segundo o comunicado, o demonstrativo de pagamento estará disponível no Portal Pessoas e no aplicativo Pessoas a partir do dia 28 de maio de 2026.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sindicatos se reúnem com Bradesco e avançam em debates sobre condições de trabalho</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicatos-se-reunem-com-bradesco-e-avancam-em-debates-sobre-condicoes-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 16:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Bradesco e FEEb]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[FEEB reunião com Bradesco]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro reuniu dirigentes de sindicatos filiados e representantes do banco para tratar de saúde, reestruturações, condições de trabalho e valorização dos funcionários A Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) realizou, quarta-feira (20), uma reunião com representantes do Banco Bradesco, na sede da entidade, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9916dd882474de572636f40c1fb5e7f8">Encontro reuniu dirigentes de sindicatos filiados e representantes do banco para tratar de saúde, reestruturações, condições de trabalho e valorização dos funcionários</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) realizou, quarta-feira (20), uma reunião com representantes do Banco Bradesco, na sede da entidade, em São Paulo. O encontro reuniu dirigentes de 15 sindicatos filiados e representantes das áreas de Relações Sindicais e Recursos Humanos do banco para debater demandas da categoria e acompanhar temas já apresentados anteriormente pela Federação.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Saúde Bradesco</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os sindicatos voltaram a relatar problemas enfrentados pelos bancários em relação ao atendimento do Saúde Bradesco nas bases sindicais. Dirigentes relembraram que, em reunião anterior, o banco e a operadora apresentaram devolutivas sobre as demandas encaminhadas, porém parte das melhorias prometidas ainda não foi efetivamente implementada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante das cobranças apresentadas pelos dirigentes sindicais, o Bradesco informou que fará uma nova verificação junto ao Saúde Bradesco para acompanhar os apontamentos feitos pelas entidades.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Comissão de Conciliação Voluntária (CCV)</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro tema debatido foi a Comissão de Conciliação Voluntária (CCV). A Federação e os sindicatos reivindicaram melhorias no processo, avanços nos valores das indenizações e correções relacionadas ao informe de Imposto de Renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco informou que irá avaliar as sugestões apresentadas pelas entidades sindicais.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Acúmulo de funções e metas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os dirigentes também discutiram o acúmulo de funções envolvendo o cargo de GNA, em que trabalhadores da área administrativa das agências acabam assumindo também metas comerciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco afirmou que o processo de migração da função é necessário. Durante a reunião, a FEEB relembrou ainda uma reivindicação apresentada anteriormente, para que os atendimentos de clientes migrados para o digital fossem contabilizados para as agências físicas, demanda que já havia sido acolhida pelo Bradesco.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Oportunidades internas e reestruturações</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto levantado pelos sindicatos foi a contratação de profissionais oriundos de outros bancos para atuação nos segmentos Principal, Plataforma Empresas e Plataforma Prime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As entidades cobraram maior valorização dos funcionários do próprio banco, especialmente daqueles que atuam no varejo e buscam oportunidades de crescimento interno. Segundo o Bradesco, apesar de não existir mais carreira fechada, os trabalhadores da própria instituição continuam tendo prioridade nos processos internos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tombamento de agências</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Também foram solicitados esclarecimentos sobre o processo de “tombamento” de agências e os impactos no atendimento aos clientes que não pertencem aos segmentos Prime e Pessoa Jurídica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco informou que o processo de migração ainda está em andamento e afirmou que, no curto prazo, não haverá encerramento do atendimento massificado.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Situação dos funcionários do segmento Classic</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o encontro, os representantes sindicais também questionaram como ficará a situação dos trabalhadores que atualmente atendem o segmento Classic.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Bradesco informou que esses funcionários serão realocados em outras áreas e destacou que empregados certificados terão oportunidades dentro da nova estrutura.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Adequação dos gerentes Exclusive</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro tema debatido foi a adequação das funções e salários dos gerentes Exclusive, diante da reorganização do atendimento voltado ao segmento Prime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o banco, os ajustes salariais necessários serão realizados durante o processo de migração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sindicatos reforçaram que estão acompanhando as mudanças promovidas pelo banco e mantendo a luta em defesa dos direitos, das condições de trabalho e da valorização dos bancários.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sindicatos cobram do Santander esclarecimentos sobre o “Conduta Certo”</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicatos-cobram-do-santander-esclarecimentos-sobre-o-conduta-certo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Conduta Certo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Santander e conduta certo]]></category>
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					<description><![CDATA[Movimento sindical critica apresentação superficial do programa e demonstra preocupação com impactos sobre metas, remuneração variável e aumento da pressão nas agências Representantes dos funcionários do Santander se reuniram virtualmente, na quarta-feira (20), com o banco para a apresentação do programa “Conduta Certo”. A avaliação da representação sindical é de que o banco trouxe uma [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-dcb3af564d23c28c57180fe59e56b9ce">Movimento sindical critica apresentação superficial do programa e demonstra preocupação com impactos sobre metas, remuneração variável e aumento da pressão nas agências</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Representantes dos funcionários do Santander se reuniram virtualmente, na quarta-feira (20), com o banco para a apresentação do programa “Conduta Certo”.<br><br>A avaliação da representação sindical é de que o banco trouxe uma apresentação superficial, sem detalhar adequadamente o funcionamento do programa e seus impactos práticos sobre os trabalhadores.<br><br>Apesar da tentativa do banco de apresentar o programa como ferramenta de “qualidade” e “segurança”, a reação da representação dos trabalhadores foi de forte preocupação com o aprofundamento da cultura de cobrança, vigilância e punição dentro do Santander.<br><br>A coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) Santander, Ana Marta de Lima, afirmou que os bancários enxergam o programa como mais um mecanismo de pressão e estão descontentes com a mudança. “Mais uma vez o banco implementa uma mudança que afeta diretamente os trabalhadores sem nenhuma negociação com o movimento sindical. A sensação dos bancários é que este programa foi atualizado para impactar na remuneração variável que esses trabalhadores teriam que receber. Existe muita preocupação sobre como essas avaliações serão utilizadas no dia a dia e quais consequências poderão trazer para os funcionários”, afirmou.<br><br>A dirigente sindical também criticou o fato de o programa desconsiderar a realidade das agências e departamentos, onde os trabalhadores convivem diariamente com sobrecarga, redução de quadros e pressão intensa por resultados.<br><br>Para Fabiano Couto, dirigente sindical de Santos e Região, é inaceitável o fato de o banco não ouvir os trabalhadores que estão nas agências e muito menos não negociar com o movimento sindical a imposição desses programas, que só aumentam a pressão por metas e acabam adoecendo os trabalhadores.<br><br>A COE Santander afirmou que continuará acompanhando a implementação do “Conduta Certo” e cobrando transparência, respeito às condições de trabalho e garantias de que o programa não seja utilizado como instrumento de perseguição ou aumento da pressão sobre os bancários.</p>
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		<title>Mudanças na Caixa às vésperas das negociações acendem alerta e geram cobrança por respeito aos empregados</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mudancas-na-caixa-as-vesperas-das-negociacoes-acendem-alerta-e-geram-cobranca-por-respeito-aos-empregados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:11:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa mudanças na campanha 26]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças na Caixa 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Movimento sindical critica instabilidade na área de Pessoas, exige respeito ao que foi tratado na mesa de negociações permanente e cobra que direção não esvazie o diálogo nem altere compromissos assumidos A poucos meses do início das negociações específicas da campanha nacional das empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal, mudanças de responsáveis promovidas pela [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-13e2ab30de1ff831284434ebadf4cfbb">Movimento sindical critica instabilidade na área de Pessoas, exige respeito ao que foi tratado na mesa de negociações permanente e cobra que direção não esvazie o diálogo nem altere compromissos assumidos</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A poucos meses do início das negociações específicas da campanha nacional das empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal, mudanças de responsáveis promovidas pela direção do banco em áreas estratégicas, inclusive na área de Pessoas (responsável pelas tratativas com as entidades sindicais) acenderam um alerta entre os representantes dos trabalhadores. Para os sindicatos nas negociações com o banco, as substituições realizadas às vésperas do início da Campanha Nacional geram insegurança e colocam em risco a continuidade de debates importantes que já vinham sendo construídos ao longo da mesa permanente de negociação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical lembra que situação semelhante ocorreu no ano passado, quando a Caixa promoveu mudanças na equipe responsável pelas negociações durante as discussões sobre o ACT do Saúde Caixa. Na avaliação das entidades, a troca naquele momento dificultou o avanço das tratativas e atrasou encaminhamentos considerados fundamentais para os empregados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados/Caixa, Felipe Pacheco, as alterações não podem ser tratadas apenas como mudanças administrativas internas, porque impactam diretamente o processo negocial. “Estamos falando de áreas estratégicas e de profissionais que já acompanhavam pautas extremamente sensíveis para os empregados e empregadas da Caixa. Quando a empresa promove mudanças desse porte às vésperas das negociações, isso gera instabilidade, prejudica a continuidade dos debates e levanta preocupação sobre qual será o compromisso efetivo da direção com a manutenção do diálogo”, criticou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Saúde Caixa e pautas centrais</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Felipe lembra que diversos temas já vinham sendo debatidos entre a representação dos trabalhadores e a Caixa e serão centrais na campanha deste ano. Entre eles está o Saúde Caixa, especialmente a reivindicação pelo fim do teto de custeio imposto pela empresa, apontado como um dos principais fatores que comprometem a sustentabilidade do plano e ampliam os custos para os empregados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos uma série de discussões acumuladas que exigem continuidade. O Saúde Caixa é uma delas. O teto de gastos, incluído pela empresa em seu estatuto, compromete o equilíbrio do plano e transfere prejuízos para os trabalhadores. Não é razoável começar uma negociação tão importante desmontando equipes e interrompendo processos que já estavam em andamento”, afirmou. “E esperamos que não sejam promovidas novas mudanças na equipe no decorrer das negociações, como ocorreu no ano passado”, completou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Super Caixa e outros pontos de remuneração variável</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Além do Saúde Caixa, a CEE destaca que a pauta deste ano deve envolver negociações sobre remuneração variável, incluindo o Super Caixa e a Participação nos Lucros e Resultados (PLR); reivindicações específicas de caixas executivos e tesoureiros; além da cobrança pelo fim do fechamento de agências e unidades da Caixa em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o movimento sindical, a redução da rede de atendimento prejudica não apenas os empregados, com perda de funções, rebaixamento de porte de agências e impactos na carreira, mas também a população brasileira, especialmente em regiões mais afastadas, onde a Caixa cumpre papel social essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A pauta de reivindicações ainda será definida no Conecef e na Conferência Nacional dos Bancários, mas é certo que o fim do teto do Saúde Caixa deverá estar entre as prioridades, assim como é certo que a Caixa é um banco público e precisa cumprir sua função social. E o fechamento de agências afeta trabalhadores e também a população, que passa a percorrer distâncias maiores para conseguir atendimento. Isso é ainda mais grave em municípios onde a Caixa, muitas vezes, é a principal referência bancária. Ou seja, essa política que vem sendo tocada pela direção da empresa, como se a Caixa fosse mais um banco privado, traz sérios prejuízos para o cumprimento desta função social”, observou Felipe Pacheco.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Empoderamento feminino</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto que voltou ao centro das críticas do movimento sindical com a mudança de nomes em cargos de comando na Caixa, é o descumprimento, pelo banco, do compromisso de ampliar a participação feminina nos espaços de direção. Em junho 2025,&nbsp;<a href="https://contrafcut.com.br/noticias/aprovada-cota-de-30-de-mulheres-em-conselhos-administrativos-de-estatais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o Senado aprovou</a>&nbsp;o&nbsp;<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/materias-bicamerais/-/ver/pl-1246-2021" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Projeto de Lei 1246/2021</a>, que define uma reserva mínima de 30% de mulheres nos conselhos de administração das empresas estatais federais.<br>Antes disso, em maio de 2025, a Caixa anunciou mudanças em seu Estatuto Social para atender parcialmente uma reivindicação do movimento sindical, que pede o respeito à proporcionalidade de gênero do banco nos cargos de gestão. Na ocasião, o banco incluiu em seu estatuto o&nbsp;<a href="https://contrafcut.com.br/noticias/caixa-anuncia-mudancas-no-estatuto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">percentual mínimo de 30% de mulheres em cargos de direção</a>, englobando as diretorias e vice-presidências.<br>Para a ex-conselheira de Administração da Caixa, eleita pelas empregadas e empregados, Fabiana Uehara, a empresa precisa transformar o discurso sobre diversidade em prática concreta. “A Caixa assumiu publicamente o compromisso de ampliar a participação das mulheres nos cargos de direção, inclusive nas vice-presidências, mas isso não está sendo cumprido. E agora, acaba de nomear um homem para a vice-presidência de Pessoas, um cargo que, mesmo que interinamente, era ocupado por uma mulher”, observou. “Não basta defender diversidade em campanhas institucionais, fazer evento para anunciar mudança no estatuto, se, na prática, as mulheres seguem sub-representadas nos espaços de poder e decisão”, criticou Fabi, como é conhecida pelas colegas e colegas de trabalho no banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela ressalta que a defesa da equidade de gênero foi uma pauta permanente de sua atuação no Conselho de Administração e afirma que a representação dos trabalhadores continuará cobrando transparência sobre as decisões da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos falando de um banco público, que deve dar exemplo para a sociedade. A valorização das mulheres na liderança não pode ser tratada como peça de marketing. Precisamos de compromisso efetivo, transparência e respeito às metas anunciadas pela própria empresa”, afirmou Fabi. “Inclusive, no Conselho de Administração, registrei em ata que a próxima nomeação para a Diretoria Executiva deveria ser de uma mulher, já que hoje elas não representam nem 24% da composição”, completou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Abalos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para a CEE/Caixa, a preocupação não se restringe às mudanças de nomes ou funções, mas ao impacto político dessas decisões sobre o ambiente de negociação. “A categoria espera que essas substituições sejam apenas uma reorganização administrativa e não a intenção de enfraquecer o diálogo e alterar o rumo das negociações deste ano. O movimento sindical continuará vigilante e cobrando respeito aos empregados e empregadas da Caixa”, concluiu Felipe Pacheco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O coordenador da CEE reforçou também que espera que tais mudanças não prejudiquem os&nbsp;<a href="https://contrafcut.com.br/noticias/cee-e-caixa-debatem-melhorias-no-canal-de-atendimento-as-vitimas-de-violencia-domestica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">compromissos assumidos pelo banco</a>&nbsp;nas últimas mesas de negociações com efetividade de medidas de combate à violência contra as mulheres, inclusive com a garantia da renda (manutenção da gratificação de função e do porte de agência) para casos de mulheres que optem pela transferência de unidade para garantir sua integridade física e mental diante de violência sofrida.</p>
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		<title>Reunião com Banco Mercantil debate segurança, metas e saúde dos bancários</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/reuniao-com-banco-mercantil-debate-seguranca-metas-e-saude-dos-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 09:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercantil do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[FEEB debate com Mercantil]]></category>
		<category><![CDATA[Mercantil Campanha 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Mercantil do Brasil 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro, entre sindicatos da FEEB SP/MS e o banco, discutiu condições de trabalho, saúde mental, PCR e segurança nas agências A Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) realizou, quarta-feira (20), sua primeira reunião com representantes do Banco Mercantil. O encontro debateu temas como [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4dcc2e9bcd9166e232960094f0c99147">Encontro, entre sindicatos da FEEB SP/MS e o banco, discutiu condições de trabalho, saúde mental, PCR e segurança nas agências</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) realizou, quarta-feira (20), sua primeira reunião com representantes do Banco Mercantil. O encontro debateu temas como segurança nas agências, metas, saúde mental, condições de trabalho e remuneração dos bancários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participaram da reunião Angela Machado, da área de Relações Sindicais do banco, e Mariana Maia, do RH.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segurança bancária</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A segurança nas agências foi um dos principais temas discutidos. Dirigentes sindicais relataram situações de insegurança enfrentadas por bancários em unidades localizadas em áreas de maior vulnerabilidade social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As agências consideradas mais críticas serão incluídas em um levantamento elaborado pelos sindicatos e encaminhado ao banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco Mercantil informou que irá realizar estudos técnicos sobre os locais apontados e, dependendo da avaliação de risco, poderá implantar medidas de proteção, incluindo reforço da vigilância nas agências.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Metas e condições de trabalho</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro tema debatido foi a política de metas e a forma de cobrança aplicada aos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco vai receber propostas de mudanças nos indicadores e nos métodos de cobrança de metas utilizados atualmente. As sugestões serão elaboradas pelos sindicatos e posteriormente apresentadas ao Banco Mercantil, com foco na redução da pressão sobre os funcionários e na melhoria das condições de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão também abordou os impactos da cobrança de metas na saúde mental dos bancários.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saúde mental</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na área da saúde, o banco apresentou um programa próprio de atendimento psicológico gratuito aos bancários. O serviço funciona de forma online, sigilosa e sem necessidade de identificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi debatida a ampliação do plano de saúde. O banco informou que irá realizar estudos para avaliar, inicialmente, a inclusão de cônjuges no benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra reivindicação apresentada pelos representantes sindicais foi a inclusão dos pais de funcionários solteiros no plano de saúde, além da criação de auxílio-farmácia ou de convênio com subsídio para medicamentos de uso contínuo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Remuneração e PCR</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião, o banco apresentou sua forma de distribuição da PLR 2025, que está sendo contestada pelo movimento sindical. Também foi discutida a criação de um PCR (Programa Complementar de Resultados).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Próximos encaminhamentos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As propostas debatidas serão encaminhadas ao Encontro Nacional do Mercantil, marcado para o dia 19 de junho de 2026.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>21 dias para Copa: veja quais clubes brasileiros tiveram mais jogadores convocados na história</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/21-dias-para-copa-veja-quais-clubes-brasileiros-tiveram-mais-jogadores-convocados-na-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:25:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Clubes que enviaram jogadores]]></category>
		<category><![CDATA[Copa2026]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[seleção]]></category>
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					<description><![CDATA[Com Danilo, Botafogo chega a 48 convocados e lidera ranking de jogadores em Copas; São Paulo e Flamengo sucedem Botafogo A&#160;divulgação da lista oficial de convocados para a Copa do Mundo de 2026&#160;confirmou a manutenção de uma marca histórica para o futebol nacional. Com a inclusão do lateral Danilo entre os atletas selecionados pelo técnico [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-fab211e5689a9d1ab3e44679b14253b8">Com Danilo, Botafogo chega a 48 convocados e lidera ranking de jogadores em Copas; São Paulo e Flamengo sucedem Botafogo</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A<a href="https://tvtnews.com.br/convocacao-selecao-brasileira-lista-26-convocados/">&nbsp;divulgação da lista oficial de convocados para a Copa do Mundo de 2026&nbsp;</a>confirmou a manutenção de uma marca histórica para o futebol nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a inclusão do lateral Danilo entre os atletas selecionados pelo técnico Carlo Ancelotti, o Botafogo de Futebol e Regatas consolidou sua posição histórica como o clube brasileiro que mais enviou jogadores para defender a seleção brasileira na história dos Mundiais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">48 jogadores do Botafogo já foram convocados para o torneio</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio oficial eleva para 48 o número total de jogadores vinculados ao clube carioca que foram convocados para representar o Brasil em Copas do Mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O feito reforça o papel tradicional da agremiação do Rio de Janeiro na construção da identidade e das conquistas do futebol do país, mantendo o Alvinegro no topo do ranking nacional de cedentes, à frente de agremiações como o São Paulo e o Flamengo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo após a confirmação de seu nome na lista oficial, Danilo manifestou-se por meio dos canais institucionais do clube carioca. Em conteúdo audiovisual veiculado nas plataformas digitais da equipe, o defensor registrou o sentimento de integrar a delegação nacional para o torneio de 2026.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>“Agora chegou a minha vez de honrar as cores do Brasil e da nossa gente”,</em>&nbsp;declarou o lateral-direito.</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">Botafogo retorna à lista após doze anos de ausência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A convocação para o torneio que será sediado de forma conjunta por Estados Unidos, México e Canadá possui relevância estatística para o time carioca. O clube alvinegro não possuía atletas convocados para defender o Brasil nas duas edições anteriores do torneio mundial. O último representante oficial da equipe havia sido o goleiro Jefferson, integrado ao elenco brasileiro que disputou o Mundial de 2014, realizado no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com o hiato de participações nas competições internacionais recentes, a vantagem numérica acumulada pelo Alvinegro ao longo das décadas anteriores garantiu a permanência do time na liderança isolada do ranking. O topo da lista histórica de convocados pela seleção brasileira é composto de forma majoritária por associações desportivas nacionais. Entre as raras exceções estrangeiras que ganharam espaço no grupo dos dez primeiros colocados nos últimos anos, destaca-se o Real Madrid, da Espanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A preservação da liderança do Botafogo reflete o peso histórico de gerações passadas que formaram a base de equipes campeãs do mundo, com destaque para as décadas de 1950, 1960 e 1970, períodos em que o clube forneceu múltiplos titulares para as campanhas vitoriosas da seleção brasileira.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A lista completa dos 48 convocados do Alvinegro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A trajetória de contribuições do Botafogo para o selecionado nacional começou nas primeiras edições do torneio e atravessou diferentes fases do esporte. A relação completa dos 48 atletas cedidos pelo clube ao longo da história inclui os seguintes nomes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Décadas iniciais:</strong>&nbsp;Benedicto, Carvalho Leite (convocado para duas edições), Nilo, Pamplona, Octacilio, Pedroza, Waldir, Ariel, Attila, Canalli, Germano, Martim Silveira (convocado para duas edições), Nariz, Patesko, Perácio e Zezé Procópio.</li>



<li><strong>Era de Ouro e títulos mundiais:</strong>&nbsp;Nilton Santos (presente em quatro edições), Didi (duas edições), Garrincha (duas edições), Amarildo, Zagallo, Gerson, Jairzinho (presente em três edições), Manga, Rildo, Paulo Cézar Caju e Roberto Miranda.</li>



<li><strong>Anos 1970 e 1980:</strong>&nbsp;Dirceu, Marinho Chagas, Gil, Rodrigues Neto, Paulo Sérgio, Alemão e Josimar.</li>



<li><strong>Finais do século XX e século XXI:</strong>&nbsp;Mauro Galvão, Bebeto, Gonçalves, Jefferson e, agora, Danilo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nomes como o do lateral-esquerdo Nilton Santos, que disputou quatro edições consecutivas, e do atacante Jairzinho, que participou de três competições, exemplificam o nível de identificação entre a agremiação de General Severiano e a seleção nacional. Garrincha e Didi, fundamentais nas primeiras conquistas de títulos mundiais do país, também integraram os elencos nacionais enquanto defendiam profissionalmente a equipe carioca.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Planejamento e bastidores antes da convocação de Danilo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de Danilo na lista final ocorreu em meio a um planejamento específico conduzido pelo departamento de futebol do clube do Rio de Janeiro. Nas semanas que antecederam a convocação de Carlo Ancelotti, o jogador foi poupado de compromissos oficiais do campeonato local devido ao risco de lesão muscular, assegurando suas plenas condições físicas para o período de preparação da seleção brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário de monitoramento do atleta envolveu o interesse de mercado de equipes como Palmeiras e Flamengo, além do desenvolvimento de um plano de carreira voltado para o torneio mundial. A comissão técnica e a diretoria do clube optaram por preservar o lateral-direito das partidas para garantir que o projeto de representação internacional do jogador não sofresse interrupções por problemas médicos de última hora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A confirmação do nome do lateral na relação da seleção põe fim ao período de doze anos sem que o clube carioca figurasse na lista oficial de jogadores para o torneio de futebol. Com a bola rolando em gramados norte-americanos, mexicanos e canadenses, a equipe alvinegra passará a registrar oficialmente o quadragésimo oitavo representante de sua história em Mundiais, sustentando a dianteira estatística entre todas as agremiações esportivas do país.</p>



<h4 class="wp-block-heading">São Paulo é o segundo time brasileiro com mais convocados na Copa </h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em todas as cinco conquistas da Seleção Brasileira na Copa do Mundo,&nbsp;Palmeiras&nbsp;e São Paulo tiveram pelo menos um jogador no elenco da seleção. Esse ano, nenhum dos times contou com um jogador na equipe para a Copa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro título da Seleção brasileira, em 1958, o zagueiro De Sordi foi titular da Seleção campeã na Suécia. A final foi disputada no Estádio Råsunda, na cidade de Solna, entre a Seleção Sueca e a Seleção Brasileira.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quatro anos depois, em 1962, a final foi disputada no Estádio Nacional de Chile, em Santiago, entre a Seleção Brasileira e a Seleção Tchecoslovaca. Na ocasião, Bellini e Jurandir do São Paulo levaram o nome do clube ao bicampeonato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1970, o meia Gérson, um dos cérebros do time de Zagallo, foi o são-paulino no tri. A Copa de 70 foi disputada no México e é consideradsa uma das maiores edições. O elenco contava com Pelé, Jairzinho, Tostão, Rivellino e Carlos Alberto Torres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A final foi disputada no Estádio Azteca, na Cidade do México, contra a Itália. O Brasil bateu a seleção italiana por 4 a 1 e contou com gol do Gérson do tricolor paulista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1994, nos Estados Unidos, o São Paulo teve não um, mas quatro representantes: Müller, Cafu, Zetti e Leonardo. O título do tetra foi conquistado, novamente, após vitória contra seleção italiana, por 3 a 2 nos pênaltis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já em 2002, último título da Seleção Brasileira, a Copa foi realizada na Coreia do Sul e no Japão com ídolos do São Paulo: Rogério Ceni, Belletti e Kaká. A final foi contra a Alemanha com placar de 2 a 0, sendo os dois gols do Ronaldo Fenômeno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja 46 nomes do São Paulo que já foram convocados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>1930</strong>: Araken Patusca</li>



<li><strong>1934</strong>: Sylvio Hoffmann, Armandinho<br>Luizinho, Waldemar de Brito</li>



<li><strong>1950</strong>: Bauer, Rui, Noronha, Friaça</li>



<li><strong>1954</strong>: Mauro, Alfredo, Bauer, Maurinho</li>



<li><strong>1958</strong>: De Sordi, Mauro, Dino Sani</li>



<li><strong>1962</strong>: Bellini, Jurandir</li>



<li><strong>1966</strong>: Bellini, Paraná</li>



<li><strong>1970</strong>: Gérson</li>



<li><strong>1974</strong>: Waldir Peres, Mirandinha</li>



<li><strong>1978</strong>: Waldir Peres, Chicão, Zé Sérgio</li>



<li><strong>1982</strong>: Waldir Peres, Oscar, Serginho,<br>Renato</li>



<li><strong>1986</strong>: Oscar, Falcão, Müller, Careca, Silas</li>



<li><strong>1990</strong>: Ricardo Rocha</li>



<li><strong>1994</strong>: Müller, Cafu, Zetti, Leonardo</li>



<li><strong>1998</strong>: Zé Carlos, Denílson</li>



<li><strong>2002</strong>: Rogério Ceni, Belletti, Kaká</li>



<li><strong>2006</strong>: Rogério Ceni, Mineiro</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Flamengo é o terceiro clube com mais convocados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Zico jogou a Copa de 82 e 86, mas não venceu nenhuma – Foto: Reprodução</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Flamengo, com 39 convocados ao longo da história, tem quatro convocados nesta Copa de 2026. Em 1958, ano do primeiro título, o clube também tinha 4 nomes na lista do campeonato munidal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há 68 anos, Seleção Brasileira jogou a Copa com Zagallo, Joel, Dida e Moacir. Agora, quem dá a bola é Danilo, Alex Sandro, Léo Pereira e Paquetá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rubro-negros nas Copas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>1930: Araken Patusca, Moderato</li>



<li>1938: Leônidas da Silva, Walter, Domingos da Guia</li>



<li>1950: Juvenal, Bigode</li>



<li>1954: Índio, Rubens, Dequinha</li>



<li>1958: Zagallo, Joel, Dida, Moacir</li>



<li>1966: Paulo Henrique, Silva</li>



<li>1970: Brito</li>



<li>1974: Paulo César Caju, Renato</li>



<li>1978: Zico, Toninho Baiano</li>



<li>1982: Leandro, Junior, Zico</li>



<li>1986: Sócrates, Zico</li>



<li>1990: Renato Gaúcho, Zé Carlos</li>



<li>1994: Gilmar Rinaldi</li>



<li>1998: Zé Roberto, Júnior Baiano</li>



<li>2002: Juninho Paulista</li>



<li>2010: Kleberson</li>



<li>2022: Pedro, Éverton Ribeiro</li>



<li>2026: Danilo, Alex Sandro, Paquetá, Léo Pereira</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Veja lista de convocados da Seleção Brasileira para Copa de 2026</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Goleiros</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alisson — Liverpool (Inglaterra)</li>



<li>Ederson — Fenerbahçe (Turquia)</li>



<li>Weverton — Grêmio (Brasil)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Defensores</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Danilo — Flamengo (Brasil)</li>



<li>Gabriel Magalhães — Arsenal (Inglaterra)</li>



<li>Marquinhos — PSG (França)</li>



<li>Leo Pereira — Flamengo (Brasil)</li>



<li>Alex Sandro — Flamengo (Brasil)</li>



<li>Wesley — Roma (Itália)</li>



<li>Douglas Santos — Zenit (Rússia)</li>



<li>Bremer — Juventus (Itália)</li>



<li>Ibañez — Al-Ahli (Arábia Saudita)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Meio-campistas</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Casemiro — Manchester United (Inglaterra)</li>



<li>Bruno Guimarães — Newcastle (Inglaterra)</li>



<li>Paquetá — Flamengo (Brasil)</li>



<li>Fabinho — Al-Ittihad (Arábia Saudita)</li>



<li>Danilo — Botafogo (Brasil)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Atacantes</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vini Jr. — Real Madrid (Espanha)</li>



<li>Matheus Cunha — Manchester United (Inglaterra)</li>



<li>Neymar Júnior — Santos (Brasil)</li>



<li>Raphinha — Barcelona (Espanha)</li>



<li>Gabriel Martinelli — Arsenal (Inglaterra)</li>



<li>Rayan — Bournemouth (Inglaterra)</li>



<li>Igor Thiago — Brentford (Inglaterra)</li>



<li>Endrick — Lyon (França)</li>



<li>Luiz Henrique — Zenit (Rússia)</li>
</ul>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<details class="wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow"><summary></summary>
<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<details class="wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow"><summary></summary>
<ul class="wp-block-list">
<li>Vini Jr. — Real Madrid (Espanha)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Matheus Cunha — Manchester United (Inglaterra)</li>



<li>Neymar Júnior — Santos (Brasil)</li>



<li>Raphinha — Barcelona (Espanha)</li>



<li>Gabriel Martinelli — Arsenal (Inglaterra)</li>



<li>Rayan — Bournemouth (Inglaterra)</li>



<li>Igor Thiago — Brentford (Inglaterra)</li>



<li>Endrick — Lyon (França)</li>



<li>Luiz Henrique — Zenit (Rússia)</li>
</ul>
</details>
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</details>
</div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Ministro teme emenda que reduz INSS para compensar fim da escala 6&#215;1</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ministro-teme-emenda-que-reduz-inss-para-compensar-fim-da-escala-6x1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:59:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Emenda de compensação escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Escala 6 x 1 compensação]]></category>
		<category><![CDATA[Patrões não querrem pagar INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Redução do INSS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=68237</guid>

					<description><![CDATA[Empresários querem pacote de medidas para apoiar jornada menor, como não pagar o INSS. Isso pode inviabilizar aposentadorias atuais e futuras! O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, manifestou preocupação com a proposta parlamentar que visa isentar temporariamente os empregadores de pagar&#160;a Contribuição Previdenciária Patronal, o chamado INSS Patronal. A&#160;emenda parlamentar&#160;à Proposta de Emenda à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9f498b03bb38d517fd1cde726db74a2e">Empresários querem pacote de medidas para apoiar jornada menor, como não pagar o INSS. Isso pode inviabilizar aposentadorias atuais e futuras!</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, manifestou preocupação com a proposta parlamentar que visa isentar temporariamente os empregadores de pagar&nbsp;a Contribuição Previdenciária Patronal, o chamado INSS Patronal.</strong> <strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3130303&amp;filename=EMC%201%20PEC22119%20=%3E%20PEC%20221/2019" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>emenda parlamentar&nbsp;</strong></a>à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 &#8211; que trata da redução da jornada de trabalho no Brasil, extinguindo a chamada jornada 6&#215;1 &#8211;&nbsp;condiciona uma série de&nbsp;contrapartidas fiscais e trabalhistas à redução gradual do&nbsp;limite da jornada semanal de trabalho, de 44 horas, para 40 horas.&nbsp;A emenda foi apresentada pelo deputado federal Sérgio Turra (PP-RS) e apoiada por 175 deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Além da isenção temporária e escalonada do pagamento de 20% sobre os salários dos empregados, contratados a partir da eventual aprovação da PEC, a emenda propõe que a alíquota da contribuição patronal para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) seja reduzida dos atuais 8% para 4%.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os 176 deputados federais signatários da proposta querem que a PEC 221 assegure aos empregadores &#8211;&nbsp;“em caráter compensatório” &#8211;&nbsp;a redução proporcional da alíquota da Contribuição do Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa decorrente dos Riscos Ambientais do Trabalho (Gilrat), o antigo Seguro de Acidente de Trabalho (SAT), que financia aposentadorias especiais e benefícios previdenciários concedidos em casos de acidentes de trabalho.<br><strong>A exemplo da proposta original do Palácio do Planalto, a emenda fixa o limite semanal de trabalho em 40 horas, mas preserva “a possibilidade de compensação de horários e de ajustes de jornada por negociação”.</strong>&nbsp;Ou seja, defende a prevalência do “negociado sobre o legislado”. Além disso, estabelece tratamento específico para as atividades consideradas essenciais, que, com a eventual aprovação da emenda, terão que ser regulamentadas por lei complementar, “facultada a compensação de horários e a alteração da jornada, mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Inviável</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ao se referir exclusivamente&nbsp;às propostas de compensação fiscal e trabalhista que, se aprovadas, impactariam a Previdência Social, o ministro Wolney Queiroz afirmou que, se for obrigado a abrir mão de receitas fiscais, o governo federal&nbsp;possivelmente&nbsp;terá que cortar outras despesas não obrigatórios, como os investimentos em infraestrutura.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pagamos R$ 83 bilhões por mês em benefícios [previdenciários]. São R$ 1,14 trilhão por ano”, disse Queiroz.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">O ministro ressaltou que quase metade (47%) do gasto primário federal é destinado a custear despesas obrigatórias com a Previdência Social. “Qualquer coisa que impacte a Previdência Social tem que ser muito bem pensada, muito bem medida. Temos que ter cuidado com o impacto para não a inviabilizarmos”, alertou.</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Segundo Wolney, as contas da Previdência Social “já são muito delicadas”. A pressão tende a se agravar com o envelhecimento da população brasileira&nbsp;e a meta do governo federal de reduzir o tempo médio que o cidadão aguarda entre o pedido de um benefício e a resposta final do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A meta do governo é reduzir o tempo médio de resposta a menos de 45 dias, conforme o limite máximo estabelecido pelo Tribunal de Contas da União (TCU).</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">“São 45 dias em média, porque tem lugares onde&nbsp;são&nbsp;90 dias [de prazo médio] e outros onde serão três ou quatro dias”, explicou o ministro.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele sugeriu&nbsp;que, na prática, é impossível “zerar” a fila de espera do INSS, já que&nbsp;mensalmente&nbsp;são apresentados&nbsp;cerca de&nbsp;1,3 milhão de novos pedidos de benefícios.“Se não tiver fila nenhuma, se estiver tudo zerado, já temos 1,3 milhão de requerimentos para processar todos os meses”, concluiu.</p>
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